Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008

MARGARIDAS

margaridas

Flor com nome de gente

gente em nome de flor ?

Não vou tirar isso a limpo

Nem sequer tomo partido

quer contra - quer a favor !

- que eu penso - valha a verdade

que aqui - perder ou ganhar

não é questão - p’ra se pôr!

- O que importa é que a flor

é tal e qual a rapariga

seja o seu nome qual for ...

tem seu tempo de crescer

seu tempo de se criar

seu tempo de florir

de dar semente e morrer !

Que uma vida - quando inteira

no seu caminho percorre

as estradas uma a uma

e delas todas recolhe

o seu fruto sazonado

e, é assim que ás vezes

já com o Inverno no sangue

nos aquece o coração

ver em cada Primavera

margaridas molhadas 2.jpg

as margaridas - bem vivas

brotar em moitas do chão

que só no tempo - a seu tempo

a Primavera ressurge

ano após ano - certinha

talvez - p’ra que a gente entenda

e veja e possa sentir

que sempre que flores murcham

ou pessoas vão partir

outras pessoas cá ficam

outras flores hão-de vir...

passar no tempo que passa

com seus rostos, seus feitios

seu andar ou sua voz

seu encanto, seu perfume

seu recorte, sua cor,

sejam rosas, sejam dálias

flores belas ou perpétuas

Eufrásias ou violetas

feitas mulher - ou flor

para viver as Primaveras

Image:Margaridas.jpg

que há no tempo e há na vida

e, porque é efémera a Beleza,

pelos tempos - tempos fora

com a saudade se chora

pessoa que foi - flor querida

seja o seu nome o de Eufrásia

Dália, Rosa ou Margarida.

 

Maria José Rijo

..

LIVRO DAS FLORES

estou:

publicado por Maria José Rijo às 23:52
| comentar | Favorito
partilhar
16 comentários:
De Gustavo Frederich a 22 de Fevereiro de 2008 às 01:13
Olá Tiazinha.
Sabe que tenho falado tanto aos meus amigos do
seu blog que me parece que alguns hão-de passar
por cá.

Este seu poema é LINDO - como não poderia
deixar de ser.
É uma colecção digna de Maria José Rijo - de
quem já me afeiçoei - por aqui - por esta rede
soberana de magia e encantamento.
Já reparou que se não fosse pela Internet e
por esta sua sobrinha - que faz este blog terno
para a tia querida ( é assim que eu entendo -
uma sobrinha encantada pela tia e pela sua prosa
e poesia - que a encanta) - como a mim próprio
este blog encanta-me.
(( Paula - por favor - continue a mostrar as
maravilhas que a sua tia (minha Tia) escreve aqui
neste blog - tão belo, tão querido))

Este livro das flores É UMA DELICIA.
Este poemas - é muito bom.
Parabéns Tia...
... e agora vou visitar as Olaias. Lindas!!

Com ternura e admiração

Gustavo


De maria josé a 23 de Fevereiro de 2008 às 16:45
Olá meu querido sobrinho!
E, faz favor de crer que esta familiaridade, não é figura de retórica, "é fala do coração".(assim se diz do afecto lá naquele fim do mundo onde andei á escola)
E, como poderia ser de outro modo se o meu sobrinho me "lê" poemas me fala de florestas vestidas de neve...
( o meu grito de amor por ti árvore, ainda que só se diga floresta)
me conta do seu jardim onde se ouve água a correr...me fala de música, me cita escritores e filósofos, me enche o espírito de belas sugestões, para descobertas que me ajudem a enriquecer os meus dias - convenhamos que, de outra forma, não podia ser!
Pois bem, meu sobrinho a "nossa" Paulinha, ontem, passou aqui por casa, o que já não acontecia há vários dias, e contou-me que só muito tarde saíria de uma inauguração a que por dever de ofício tinha que assistir - presumi e acertei, que foi essa a razão pela qual não pos texto.Ela hoje está no Turismo, não sei se, conseguirá continuar com os milagres...
Assim eu, que aos fins de semana não tenho a minha fiel empregada e amiga de há 32 anos, resolvi falar também um pouco em particular com quem há um ano me acompanha , posso dizer, dia a dia.
Quero confidênciar-lhe que ainda tenho uma certa dificuldade em "situa-lo" no meio urbano. No meu "filme," agora até lhe mudo o guarda roupa e já não o vejo com grossas botas a caminhar na neve para ir ao encontro do seu amigo Sacerdote.
Tenho uma pequeníssima casa de campo em Jerumenha, frente ao rio Guadiana, onde gostaria de estar sempre, se pudesse porque gosto abertamente da simplicidade dos meios rurais. Lá tenho uns canteiros que têm tanta coisa que nem sei como tal pode acontecer.
O pedreiro que fez a obra disse-me muito sentencioso: se tudo o que a senhora aí pos nascer , cai o muro.
Ainda não caíu e vão vinte anos. São de lá as flores que a Paulinha retrata e põe no outro blog dela "estranha maneira de ser"
Obrigada de todo o coração pela atenção que me dispensa, quando for octogenário...saberá entender a importância de gestos coo o seu.
Um beijinho - tia Zé


De Gustavo Frederich a 24 de Fevereiro de 2008 às 00:23
Tia Zé
(Gostei especialmente e se permitir a este seu
sobrinho - a partir de agora a Senhora - será
a minha Tia Zé.)

Gostei imenso, imenso deste seu comentário -
na verdade - é como um poema - cada comentário
seu - é todo um poema.
Agrada-me essa sua forma espontânea de falar,
como quem toca piano e deixa a musica correr
em direcção ao coração, como um abraço.
Só uma mente de sensibilidade e coração - como
a tia - tem essa formação interior de amar e sentir
as arvores - como a Senhora é capaz.

A sua sobrinha e minha prima (se ela não se
importar de ser minha prima) tem muito gosto
na forma de postar e embelezar este blog. digno
de uma escritora como a Tia Zé.
Já fui várias vezes ao blog - estranha maneira de
ser - onde o nome é bonito - só não é estranha
a maneira de ser - porque cada fotografia é
uma visão de algo belo e de cunho sensivel que
eu acho nos leva a sonhar.
Gostei imenso dele.

Querida Tia - por vezes era com botas que eu
levava para caminhar na minha floresta negra,
outras montava o meu cavalo branco - o
Aldebaram - Al Dabaran - ((Do árabe, o olho do animal. Nome da estrela Alfa da constelação de Touro. Ou ainda pode significar o seguidor,
também do árabe Al Dabaran)) - isto tudo
porque o meu signo é touro e também porque
A flor que Aldebaran segurava nas
OVAs de Hades, é chamada Niobe
(Clematis niobe), cujo nome também
é do próprio algoz do dourado.

Gosto de cavalos brancos - é uma das minhas
paixões. Cavalos brancos na neve... faz-me
sonhar - como se eu fosse um principe Russo
que cavalgasse por entre as arvores...
Sonhos meus...

Pelo que me conta deve de ser uma pessoa
única - daquelas almas que Deus moldou
com as próprias mãos - sabe acredito que
seja mesmo assim. Acredito que há pessoas
irrepetiveis - como a Senhora minha Tia Zé.
Este blog, todos os artigos, os assuntos que
faz brilhar - a forma lucida como faz florescer
as palavras - assim é natural que o seu jardim
seja uma extensão da sua alma, as flores
brotam da terra, como as suas palavras da
folha branca.

O meu amigo sacerdote - sente-se abandonado
por mim, imagine que me telefona para conversar-
mos sobre os seus artigos.
É um santo homem que ama a palavra e agora
colecciona artigos seus, que lê com muito
prazer.
É assim as palavras são como as andorinhas nos
céus.
Beijinhos Tia e muito grato

Gustavo












De Dolores Maria a 22 de Fevereiro de 2008 às 01:16
Já cá estou...
Acabei de ler o poema.

Também é uma lindeza. Devo dizer que a Tia
consegue falar a linguagem das Flores...
ninguem fala tão bem delas quanto a Tia.

A Luisinha telefonou-me a dizer para vir a correr
ver o blog - porque havia outra flor e que ela
ADOROU.

Eu também ADOREI.
Beijinhos Tia e a Paz de Cristo

DO LO RES
que é uma sobrinha grata a sua Tia


De Maria josé a 23 de Fevereiro de 2008 às 17:49
Os fins de semana são de maneira geral, para mim, desde que meu marido partiu, os dias mais difíceis de preencher e, quanto mais tempo passa pior. de maneira que , em dias como o de hoje em que chove continuamente há que ficar em casa e encontrar novas soluções para enganar os complexos de solidão.
Sabendo que na net não me constipo, não me molho, não se me vira o guarda chuva com o vento, e posso falar com os meus queridos sobrinhos com todo o conforto, por tão boas razões, aqui estou.
Muitas vezes quando leio os vossos comentários , por minha vontade viria logo ficar à conversa mas, nem sempre calha.No entanto não deixo de prestar a maior atenção a quanto me dizem e ficar muito grata pelas pequenas confidências que nos vão tornando dia a dia mais familiares.
Assim gostei de saber do comum enlevo que temos pelas olaias. Quando eu era ainda uma garota li certa vez um livro intitulado "Rebeca" de Daphne du Maurier onde um personagem, a certo passo, dizia: as olaias vão florir vem aí a Primavera - talvez eu tivesse então 12 anos, não mais, mas fiquei a ligar desde então uma coisa à outra. Mais tarde,aí pelos anos 50 quando comecei a escrever histórias para crianças, para a Emissora, escolhi o nome dessa linda árvore para uma princesa, até porque frente a nossa casa de então ficava o jardim com o seu belo bosque de olaias ... pintei, também, quatro ou cinco telas com esse tema, mas nunca consegui realizar o que queria.Minha irmã, diz por graça que só me falta fazer sapatos. Porém , sensatamente, meu Pai, sorria com condescendência e punha a tónica na realidade: - oficial de muito ofício não é mestre de nenhum...
E, assim se foram passando os anos tão velozmente como agora este bocadinho em que lhe vim fazer visita, agradecer a "boa companhia"e deixar beijinhos para todos inclusivé a senhora sua sogra de quem falou com tanta ternura.
Mais um beijo , agora só para a Dolore da Tia Zé


De Flor do Cardo a 22 de Fevereiro de 2008 às 23:06
Boa noite
Minha amiga
Hoje já me sinto muito melhor e não resisti.
É que aqui está a primavera.
As suas flores - estas suas poesias são
raios de sol para o meu espirito, para aminha
alma saudosa do passado, do amor da minha
vida. Sei que sabe do que falo. O meu amigo
Zé Rijo, que sorria como o sol de Verão,
quando se referia a V. Exª. Memórias minhas,
do passado.

Fique bem e que o sol volte a brilhar na sua
alma para que a sua escrita volte a sorrir sem
as nuvens que agora a cercam.
Sei que é a época.

Boa noite minha amiga
Com inteira admiração

Flor do Cardo


De Maria josé a 23 de Fevereiro de 2008 às 18:44
Presumo pelas recordaçõe que comigo partilha que a sua juventude, tal como a minha, já se evoca como se contássemos um conto de fadas...
Por essa razão apetecia-me começar esta conversa com uns versos de um poema que no nosso tempo se ensinava às crianças para recitarem aos aniversariantes: com que então caíu na asneira de fazer x anos?
Ora, eu diria: - com que então caíu na asneira de se deixar adoecer?
Por favor não faça isso! - primeiro porque com saude estará e estaremos todos mais felizes, depois, e cá vai ressaltar o egoismo da amizade, porque, embora a sua presença, para mim seja só feita de palavras
ela já me vem intrigando há tantos anos em jornais, net, etc que quando não aparece,logo evoco as cantigas de amigo: "ai, muito me tarda o meu amigo que segredos guarda"
e, acrescento de minha lavra:-que volte prestes - para o ter comigo.
Muito ,muito a sério:- espero em Deus que esteja bem e que esta brincadeira o tenha feito sorrir , até porque é mais fácil dizer com o humor possível como lhe estou grata por me falar do companheiro da minha vida (dos 17 aos 66)- por me prestar atenção lendo os meus escritos, comentando-os e, por com a sua presença, me fazer sentir que ainda tenho amigos do meu tempo, o que muito me conforta.
Quero dizer-lhe que uma outra pessoa que mais me conhece pelo que escrevo do que por convívio directo, veio a minha casa saber como eu estava de saude porque desde o Natal, "sentia", que alguma coisa em mim mudara.Reparo que o meu amigo também agora fez.
Talvez estejam ambos certos!- é que para alem de falecimentos de amigos, também eu caí na "asneira" de não estar a cem por cento de saude - mas já passou .Espero que de si me diga outro tanto.
E, agora um pedido: - por favor trate-me sempre apenas por Maria José, aliás, assim está no meu bilhete de identidade, nada mais.
Um beijo amigo - maria José


De Dina a 23 de Fevereiro de 2008 às 00:47
Era o nome da minha irmã...
Quando era miúda, ela era mais velha 12 anos, quando me fazia zangar por qualquer razão dizia-lhe:
-Não gosto de ti e também não gosto nada do teu nome nem dos teus olhos! São feios.
Era a inveja a falar por mim. Eu sei é feio mas eu achava que ela tinha ficado com o nome mais bonito e ainda por cima tinha o cabelo da cor do trigo e os olhos azuis. Só quando cresci percebi que ela era a cara chapada da avó Margarida e que foi por essa razão que herdou o nome de que eu tanto gostava.
Quando as minhas filhas nasceram esse nome era uma possibilidade que pelas mais diversas razões não passou disso. Ainda bem... ela partiu demasiado cedo e ter uma filha com o seu nome acho que me provocaria ainda mais dor e saudade .
Bom fim de semana.
Ah... Margaridas amarelas são das minha flores preferidas.


De mARIA jOSÉ a 23 de Fevereiro de 2008 às 19:45
A Dina que aqui na nossa terra deixou nome pela competência com que durante anos fez emissões de rádio, talvez se recore do Fonseca Luis - lembra?
Pois ele, certa vez, fez, como amador, umas emissões que subordinou à temática de : Flores.Ele era um homem novo,( morreu cedíssimo) alegre improvisador e criativo. Então não fez mais nada, pediu a um engenheiro agronomo, que falasse desta e aquela flor do ponto de vista da sua especialiade, pediu a uma amiga de filosofia que falasse delas sobre o seu angulo de visão e, bateu-me à porta com aquele seu jeito sorridente e simpático a dizer: Zézé, faça-me um poema para logo ás tantas e mais este e aquele para tal e tal dia
Assim nasceram quase todas essas histórias rimadas
descrevendo flores que a nossa Paulinha agora trouxe à cena.
Ocorreu-me contar-lhe isto, porque foi através da rádio, já nem sei há quantos anos, que o nosso convívio começou.
Fiquei feliz por a ter aqui comigo em acção de graças pela beleza das flores. Aliás elas casam-se bem com a Aldina que como eu se prende a "Coisas Simples"
Obrigada, e um beijo para Avó e Neto




De Dina a 23 de Fevereiro de 2008 às 23:14
Claro que me lembro do Fonseca Luís, tive o prazer de trabalhar com ele e a sua morte foi uma grande perda para todos nós. Ainda recordo perfeitamente o seu bom humor...é engraçado como quando alguém desaparece passado um tempo quando pensamos nessa pessoa a recordamos essencialmente por uma característica, pelos menos comigo é assim, e do Fonseca Luís recordo o humor.
Cada vez gosto mais das coisas simples... e as flores são normalmente assim...simples!
Beijinhos


De Dolores Maria a 23 de Fevereiro de 2008 às 00:54
E ... então ?
Mas então e hoje?
Que aconteceu a nossa paulinha que não colocou
aqui nada para podermos ler.
Está adoentada?
Espero que não... vou ficar a aguardar...

Tia querida muitos beijinhos de boa noite...
vou dormir tristinha... não temos novidades
aqui no nosso blog...

Amanhã cá estarei.

Sua sobrinha
DOLORES


De Horácio Gomes a 23 de Fevereiro de 2008 às 00:58
Adoro Margaridas.
Eram as flores preferidas de minha mãe.
Havia-as no nosso quintalinho das Caldas da
Rainha.
Agora vivo em Gondomar e a minha mulher
planta-as em vasos - não é bem a mesma
coisa... mas dá para matar as saudades.

Gostei imenso de conhecer o seu blog e este
poema alegrou-me a alma.

Bem haja

Horácio Gomes


De Maria josé a 23 de Fevereiro de 2008 às 19:02
Horácio Gomes
Sabe que vivi três anos nas Caldas da Raínha?
Vivemos na casa de Nossa Senhora do Populo, na rua do diário de notícias, mesmo mesmo frente à Mata.
Foi maravilhoso, ver as vendedeiras a passar para o mercado pela manhã com os burros carregados de grandes cestas e, por vezes com os filhos pequenos a dormir dentro dum deles, e nos outros as frutas e hortaliças.
Gostei de o saber natural de região tão bela.
Já que a beleza das margaridas lhe lembraram sua Mãe - olhe-as como se tivessem sido postas de propósito para ela.
Ficarei contente e grata
Maria josé


De Gustavo Frederich a 23 de Fevereiro de 2008 às 01:09
Olá Cara mia

Regressei agora mesmo de Nápoles
- fui a uma
reunião de trabalho.
Estou exausto mas antes que o
sono me atire
para a cama - vim aqui saber
as novidades - mas
hoje não temos... mas tia,
aconteceu alguma coisa com a
minha prima paula?
Espero que não.
Para a minha Tia e prima deixo
este beijinho de boa-noite
--
Lágrimas ocultas

Se me ponho a cismar em outras eras
Em que ri e cantei, em que era querida,
Parece-me que foi noutras esferas,
Parece-me que foi numa outra vida...

E a minha triste boca dolorida,
Que dantes tinha o rir das primaveras,
Esbate as linhas graves e severas
E cai num abandono de esquecida!

E fico, pensativa, olhando o vago...
Toma a brandura plácida dum lago
O meu rosto de monja de marfim...

E as lágrimas que choro, branca e calma,
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim!

Florbela Espanca

----
Gustavo Frederich



De Bernardo Oliveira a 23 de Fevereiro de 2008 às 15:43
Muito Bonito o poema.
Gosto das suas Flores.

As Margaridas são das que mais me agradam.
Os meus Parabéns por elas.

Já seu admirador - daqui da invicta

Bernardo Oliveira


De Maria José a 23 de Fevereiro de 2008 às 19:11
Tenho que agradecer à Paulinha, que é a autora deste blog a lembrança de publicar as flores.
Assim ela descobriu uma maneira para que eu possa agradecer as palavra gentis dos nossos visitantes .
Mesmo aí na Invicta, aceite também para si as margaridas que de Elvas lhe enviamos
com gratidão
Maria José


Comentar post

.Maria José Rijo

.pesquisar

 

.Junho 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9

11
12
13
14
15
16
17

18
19
20
21
23
24

25
26
27
28
29
30


.posts recentes

. Parabéns Luciano

. CONVITE

. Cá Estou ... - 2

. CORAL PÚBLIA HORTÊNSIA DE...

. CRIANÇA - 1990

. Parabéns

. A afilhada da Tia Zé

. Páscoa - 2017

. Homenagem a Maria José Ri...

. Cá Estou ... - 1

.arquivos

.tags

. todas as tags

. Dia de Anos

. Então como é ?!

. Em nome de quem se cala.....

. Amarga Lucidez

. Com água no bico

. Elvas com alguma rima e ....

. 28 de Fevereiro...

. Obras do Cadete

. REGRESSO

. Feição de nobreza

.links

.Contador desde- 7-2-2007

Nova Contagem-17-4-2009 - @@@@@@@@@@@@@@@@ @@@@@@@@@@@@@@@

@@@@@@@@@@@@@@@ A Seguir-nos por aqui. Obrigado @@@@@@@@@@@@@@@@ free counters
Free counters @@@@@@

.Pensamentos de Mª José

@@@@@@@@@@@@@@@@@

@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

.ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@

.LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@