Domingo, 11 de Maio de 2008

Despeito

 

Ofende-me, Senhor Deus meu,

Que me levantas da terra

E não me sentas no céu!

 

Maria José Rijo

Julho de 1956

 

 II Livro de Poemas

Poema nº 17

Pág. Nº 79

Desenhos da Autora

 

 

música: II Livro de Poesia - poema - nº 17

publicado por Maria José Rijo às 21:51
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6 comentários:
De Gustavo Frederich a 11 de Maio de 2008 às 22:04
A sua poesia é importante na minha vida.
As suas palavras dão-me força para viver,
para olhar o mundo de outra forma, dessa
forma sua de encarar e entender a vida.

Ler o seu blog faz-me bem, a Tia tem essa sua
sensibilidade - tremendamente imensa que
condiz com a sua alma tão maior que uma
outra qualquer - como a minha, por exemplo.
Mas não é de mim- mas de si que eu gosto
tanto de ler o que escreve.

Adorei Tiazinha
Obrigado

Gus


De Aristeu a 11 de Maio de 2008 às 22:41
A sua poesia D. Maria José
enternece-me a alma.
Agora desde que a sua poesia está on-line e tenho
acesso a ela devo dizer-lhe que ela é importante
para mim, que dela tiro uma qualquer força que
me transcende mas que me anima e me dá uma
força, interior que não lhe sei explicar... mas
floresce dentro de mim.

As suas palavras são poderosas em mim, a minha
alma responde a elas de uma forma excepcional.
É bom poder le-las.
Os meus Parabens pela forma como este blog
está implantado e pela forma como nos dá a
conhecer toda a beleza de Maria José Rijo.

O meu Pai é um admirador da sua palavra, tal
como o meu filho e eu, sem sombra de duvida.

Um beijinho enorme

Aristeu


De Flor do Cardo a 11 de Maio de 2008 às 23:47
Continuando as palavras de meu filho
Cara amiga
devo dizer que é um prazer poder ler - aqui -
em Brazilia - os seus poemas, os seus textos, os
seus olhares sobre a vida e essa sua forma tão
especial de olhar a Vida - essa Vida que a Senhora
tanto adora e defende.

Bem haja por este blog que me dá alegria e luz
aos meus dias.
Ser velho é uma alegria (por chegar lá...) mas...
estar lá... nem sempre é assim... aquilo... que
todos e cada um chega a sonhar... sonho esse
que com a idade vai sendo alterado mas...
quando estamos lá... ou deveria dizer aqui...
não coincide com sonho nenhum... é sempre
diferente do que se sonho ou se quer...

Bom...
Cá estamos - a Senhora escreve - e eu leio...

Bem haja Maria José
seu admirador

Luciano


De Dolores Maria a 12 de Maio de 2008 às 00:04
Olá OLÁ
Cá está a Dolores para dizer que ADOREI
o seu poeminha e devo dizer-lhe Tiazinha
que a minha sogrinha sabe alguns dos seus
poemas de cor e fiquei muito feliz.

Este seu poeminha é muito bonito.
Gostamos muito dos seus poemas.

Muitos beijinhos

DO LO RES


De Fisga a 12 de Maio de 2008 às 09:58
São frases soltas que pesam mais do que ás vezes os grandes compêndios. Uma boa semana.


De Anónimo a 12 de Maio de 2008 às 17:03
É escritor?



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