Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

O gato e o Cão...

 

o GATO de conchas

o CÃO de conchas

 

Trabalhos de Maria José Rijo

que pode apreciar

na Exposição

PERCURSO

no

Museu de Fotografia de Elvas

estou:
música: Exposição Percurso de Maria Jose Rijo

publicado por Maria José Rijo às 20:56
| comentar | Favorito
partilhar
14 comentários:
De Adalgisa Alexandra a 9 de Outubro de 2008 às 21:41
Oh Tia, Tia...
Mas este gatinho é uma maravilha.
Também gostei imenso do cão, claro, mas a minha
alegria vai para o gato porque sou uma apaixonada
pelos gatos.
E é tão maravilhoso.
É LINDISSIMO. É uma peça maravilhosa.
Que mãos lindas que tem para conseguir peça mais
adorada.
Muitos beijinhos de parabens.
Gosto imenso de si Tia

Gisa


De maria josé a 10 de Outubro de 2008 às 18:47
Minha querida Giza
Temos que tirar a limpo esta tremenda dúvida: - gosta mais de mim ou do gato?
Faz favor de ser clara!
Beijinhos da tia Zé


De Malaquias Beirão de Sousa a 9 de Outubro de 2008 às 21:49
D. Maria José
Estou muito contente com a sua exposição.
É um trabalho magnifico, especialmente Belo e muito
mais do que mero artesanato, é uma obra de arte.
Este gato está tão bem retratado que quase dá para
se ouvir ronron nar.
Também gosto do cão, mas como a Senhora do comentário anterior sou fiel ao gato.
No meu jardim tenho sete gatos todos eles
brancos, gosto
imenso de animais brancos e nem sei porquê.
Tenho um cavalo lindo - e lindo para mim porque é
branco.
Cada um com a sua...

Mas retomando o que interrompi - volto para dizer
que a sua exposição é de uma beleza
transcêndente e tenho um amigo, daqui do Porto,
que me contou ter estado na sua exposição na
semana do São Mateus e adorou só lamentou a sala
ser pequena, o museu muito escondido... mas que
olhar as suas maravilhas lhe valeu tudo a pena.
Antes assim.
Eu não posso ir a Elvas mas digo-lhe que as suas
fotos dão muito bem para ver a beleza que lá tem.
Obra de mestre, belezas de uma sensibilidade bem
apurada.

Um abraço de Parabens.
Deste seu e muito admirador

Malaquias Beirão de Sousa


De maria josé a 10 de Outubro de 2008 às 18:55
Malaquias Beirão de Sousa - se não houvesse outras razões mais , e há, bastava a alegria dos meus Amigos por "conhecerem a minha família de bonecos"
para ter valido a pena fazer a exposição.
Não escondo que também me conforta sentir o aconchego do vosso apreço e este convívio de amizade que se vai gerando entre todos nós.
Um abraço grato
Maria José


De Aristeu a 9 de Outubro de 2008 às 22:41
Minha querida Tia
A Senhora nem imagina como é bom para mim ter
acesso a este blog e ter acesso directo a si. - Digo
directo porque eu escrevo a tia responde e
vice-versa.
É uma comunicação viva e diária.
Muito grato pelo seu comentário, gostamos todos
muito da sua opinião e pode crer que é levada em
conta.

O Gilinho nunca teve muito apego à mãe porque
ela nos deixou... ainda ele era um bébézinho,
primeiro por assuntos de trabalho, depois de pais
e por aí fora... coisas da vida...

Ele é muito apegado a nós e muito me tem alegrado
perceber que está muito apegado a si... assim...
pelo que eu conto, que sei de si e pelo que o avô
lhe conta, imensas histórias de que se lembra.
Levam horas a conversar e a ler poemas e artigos
seus.
O meu Pai, ainda com as tertulias... está muito
contente e agora tem mostrado o blog - a sua
exposição a esses amigos.
É assim que ele passa o tempo, embriagado com
as suas palavras e os seus trabalhos.

Agora sobre este post, devo dizer que este gatinho
é uma linda delicia.
Uma perfeição.
O cão também, obviamente.

Muitos Parabens Tia
Gosto muito de si.

Aristeu


De maria josé a 10 de Outubro de 2008 às 19:22
meu querido Aristeu -
Não imagino!
Não, não imagino, porque sei.
Sei perfeitamente como é bom ter quem nos escute, quem pense em nós, quem não nos peça mais nada do que reciprocidade no afecto e, que em nome dele viva a nosso lado as nossas dúvidas, certezas, alegrias e toda a escala de emoções que se repartem entre quem se quer bem.
Para mais quando há um sedimento gerado pelo tempo que nos assegura a confiança que merecemos uns dos outros .
Pena - muita, muita pena - é esta distância que não nos dá a presença das vozes, das gargalhadas o som dos passos e de tudo o mais que aquece o coração quando se pressente quem se espera e nos conforta dizer . Vem aí...
Beijinhos para os quatro...
Espero que o "nosso" fazendeiro tenha feito bons negócios...
Um abraço grande - Maria José


De Avelino a 9 de Outubro de 2008 às 22:56
Querida Tia
Hoje vim eu para deixar um beijinho de boa noite.
Cá vamos andando... como Deus parece que quer...

A Luisinha já está deitada...
A Dolores está a fazer arroz doce para não chorar...
e ela que me não ouça.

Um abraço
Seu sobrinho

Avelino.



---
Ah este seu gatinho é mesmo uma delicia. Um
bonito trabalho, muito especial.
Beijinhos

Avelino


De maria josé a 10 de Outubro de 2008 às 19:40
Meus queridos
Não é para que me agradeçam até porque a amizade retribui-se, não se agradece, mas queria que sentissem que penso tanto em vós que meti nas minhas obrigações de coração vir aqui em cada dia saber como estão. E, se é verdade que não é para que agradeçam é, contudo, para que saibam que esperamos que tenham muita coragem que se esforcem para levar a vida em frente, com a Certeza Absoluta de que os vossos que partiram não quereriam jamais saber-vos tristes.
Quando meu marido partiu, uma amiga que já tinha sofrido idêntica provação disse-me:
Pense, pense com toda a força que pelo menos esta dor foi-lhes poupada.
Pode parecer estranho mas pensar nisso também ajuda. E, depois Para receber "Dona Bagé"toda a alegria do mundo não é demais, razão porque vamos todos juntos torcer para que as orquideas voltem a florir, os bolos a perfumar a casa e tudo o mais que vos aquece o coração a retomar o seu ritmo
Valeu?- força!
Beijinhos com muita amizade da tia Zé


De Luciano a 9 de Outubro de 2008 às 23:17

Boa amiga
O meu filho contou-me desta LINDA novidade.
Oh Maria José este gato é uma coisa... LINDA, uma
paixão.
Um trabalho de conchas que impressiona por este
beleza extraordinária e não só sou eu a dizer... li
os outros comentários e todos, os muitos comentários
que este blog tem.
São comentários verdadeiros, as pessoas assim
sentem e assim comentam.
Nada mais natural.

Parabens por mais estes trabalhos.
Sempre LINDOS

Um grande abraço

Luciano


De Gustavo Frederich a 10 de Outubro de 2008 às 02:07
Responderei
por cada dia que não fecundei
responderei
porque os deixei à sorte, sem norte
como se para eles e para mim
não houvesse princípio e fim...
E, eu sabia
Que tudo me pedia
A resposta
À pergunta em que insisto
Porquê?
Para quê?
Como?
Quando?
Para onde vou?
O que espero?
Porque desespero?
Quem sou?

Beijinhos tia Zé


---



E que mais posso eu desejar se a Senhora minha
Tia deixou esta MARAVILHA de poema como
presente de Boas vindas....
Que mais posso eu desejar, que este afago a esta
minha alma ainda amargurada, mas lucida nos
desejos de continuar a seguir as pegadas da vida.
Por vezes a vida é muito cruel, apesar de bella, até
doce e sorridente, mas... tantas outras vezes assim...
feita de descuidos, de abraços pouco verdadeiros...
Mas essa é a vida...
Voltei, é verdade mas nem sei ainda por quanto
tempo ou mesmo se devo permanecer nesta cidade.
Muitas pedaços de alegrias vividos aqui não são
compensatórios das maiores tristezas e revezes da
minha existencia.
Estou algo amargo tia, decidido... e vou abandonar
esta cidade, Genève mas perdeu para mim a luz...
nem mesmo a minha floresta negra me fará ficar
aqui...
Vou para Estocolmo, na Suécia, onde tenho uma
casinha que era de minha tia e me coube por
herança. Tem um grande jardim e posso levar o
meu Lindo cavalo, que quase morreu porque perdeu
o apetite e raramente comeu ou se deixou montar...
...
mais ou menos isto, darei conta...

Minha querida tia este seu poema foi das surpresas
mais lindas que me poderiam ter feito.
Muito grato
Gosto muito de si

GUS


De Gustavo Frederich a 10 de Outubro de 2008 às 18:14
Tiazinha querida
Voltei... mas também voltei por si...
É verdade que agora já não tenho o nosso amigo
padre para poder comentar, rir e apreciar em
conjunto o seu magnifico trabalho, é verdade ... mas
alguém hã-de aparecer...
Estive a analisar o seu poema, que como os outros
já sei de cor - é Lindo e quase o tomo para mim,
quero dizer que as suas palavras caem em mim como
uma luva.
É surpreendente esta sua forma de falar a simplicidade
de falar, deste sentido íntimista de se ser...
Agradam-me os seus poemas - da mesma forma
que sei os da Florbela - o sentido em que olha a
vida, o amor, a saudade... é o mesmo.
Eu sinto-as de igual modo. Podem muitos outros
não concordar com as minhas palavras, mas cada
um sente as coisas de maneiras diferentes, e como
cada um sente dentro de si - aí está a poesia dos
outros.
Não sei se me entende, mas quando eu leio os seus
poemas - em mim as suas palavras - vestem a minha
alma e sinto de igual modo...
É isso... mais ou menos...

Tia perdoe-me se lhe pareci distante - é que estou
ainda decepcionado com a vida MAS os afectos esses
não se alteram - e eu continuo a gostar muito de si.
É a minha querida Tia Zé.
Muitos beijinhos e vou continuar a minha tarefa da
mudança.

Muitos beijinhos

Gus


De Maria josé a 10 de Outubro de 2008 às 20:15
Meu Sobrinho Querido - àquele Senhor muito bem educado e cerimonioso do comentário de ontem eu estava com alguma dificuldade em saber como responder...
Quando sinto crescer distância entre mim e os "meus" de coração só penso: pelo menos quando eu partir não sofrerão...ou sofrem menos, e, tento arrumar a dor da perda, com a fatalidade de quem descobre as rugas a multiplicarem-se, por saber que não há remédio...
Quando veio o comentário nº2, a Paulinha anunciou-mo dizendo: vai ficar feliz - o Gus voltou.
Vim ler e fiquei de verdade muito feliz.
Tanto que logo me apeteceu dizer-lhe : - então vai para tão longe sem se vir despedir da tia', mesmo sabendo que fizemos compota de tomate ?
Ainda se não gostasse de viajar e já conhecesse Elvas...
mas para que não diga que só lhe ralho aqui lhe deixo mais um poeminha que fala dum caminho que identificamos bem porque é feito dentro de nós, que é onde afinal se cresce entre as maiores agruras...

De mim...

Medrei só - entre gentios
papoila rubra entre verdes
nomada, cigana, sensual, pagã
telúrica, profana
sonho e pão
cacho de uvas escondido
rente ao chão
pelas parras do vinhedo
por acaso, não por medo...
Fui flor - fruto - caminho
Uva que não deu vinho...
Graça? - desgraça?
Palavras contam e calam
A Vida - passa

Com um beijinho para aquele "meu Gus" que voltando me trouxe alegria e paz de coração
tia Zé



De Gustavo Frederich a 10 de Outubro de 2008 às 22:06
De mim...

Medrei só - entre gentios
papoila rubra entre verdes
nomada, cigana, sensual, pagã
telúrica, profana
sonho e pão
cacho de uvas escondido
rente ao chão
pelas parras do vinhedo
por acaso, não por medo...
Fui flor - fruto - caminho
Uva que não deu vinho...
Graça? - desgraça?
Palavras contam e calam
A Vida - passa


---
É mais que uma Maravilha.
Oh tia Querida mas que SAUDADES, que saudades
que senti de si, das suas palavras, da sua alma.
Não avalia o quanto me faz bem entrar aqui, e estar
consigo, bem sei que é distâncoa fisica o que temos
entre nós - bem sei e lamento (agradeço esse desejo
compartido do reencontro - mas por agora não
consigo ir a Portugal...) - mas esta convivencia,
mesmo a nivel de blog - faz-me muito bem - é um
convivio excepcional.
A Tia é mesmo uma Tia querida, como se sonham
todas as tias, mais a Tia é quase como uma mãe
porque tem uma alma imensa que caminha bem
lá a frente... mas é uma alma grande, perfumada
pela vida, abençoada por Deus... uma vida que
quero conhecer - perseguir esse Percurso - mesmo
por este caminho da net.

Tia obrigado por este poemaque é lindo e sobre
o doce de tomate... vou sonhar que estou a comer
uma fatia de pão barrado com ele, aí sentado a seu
lado.
Agora já nem tenho barba, pelo que é mais fácil.
A minha tia, que está no céu, detestava a minha
barba - 7 meses depois dela falecer - corto a barba
mas deixei os caracóis do meu cabelo que ela
adorava enrrolar com os seus dedos, para me
conduzir ao sono, que aparecia logo...
Que saudades...

Beijinhos Tia querida
Nem imagina o quanto gosto e preciso de si.
Beijinhos

Gus



De Gustavo Frederich a 10 de Outubro de 2008 às 22:10
... que cabeça a minha ponho-me a voar pelos
céus e esqueço-me de outras coisas...

Este seu gatinho É uma MARAVILHA. A tia é mesmo
uma verdadeira artista.
A sua exposição é um Percurso de vida cheio de luz,
e de muita sensibilidade.

Beijinhos

Gus



Comentar post

.Maria José Rijo


. ver perfil

. seguir perfil

. 53 seguidores

.pesquisar

 

.Setembro 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
11
12
13
14
15
16

17
19
21
22
23

24
27
28
29
30


.posts recentes

. São Mateus 2017

. Participação - Programas ...

. Programa de São Mateus 20...

. Carta aos meus queridos A...

. Aniversário do Linhas - 2...

. Viagem a Fátima

. Reportagem do Jornal Linh...

. Parabéns Avelino

. Parabéns Luciano

. CONVITE

.arquivos

.tags

. todas as tags

. Dia de Anos

. Então como é ?!

. Em nome de quem se cala.....

. Amarga Lucidez

. Com água no bico

. Elvas com alguma rima e ....

. 28 de Fevereiro...

. Obras do Cadete

. REGRESSO

. Feição de nobreza

.links

.Contador desde- 7-2-2007

Nova Contagem-17-4-2009 - @@@@@@@@@@@@@@@@ @@@@@@@@@@@@@@@

@@@@@@@@@@@@@@@ A Seguir-nos por aqui. Obrigado @@@@@@@@@@@@@@@@ free counters
Free counters @@@@@@

.Pensamentos de Mª José

@@@@@@@@@@@@@@@@@

@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

.ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@

.LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@