Sábado, 1 de Novembro de 2008

Dia de Todos os Santos

 

 A cesta da lareira

em dia de Todos os Santos

 

Bom fim de semana a todos

 

estou: 1 de Novembro 2008
música: Dia de todos os santos

publicado por Maria José Rijo às 12:30
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6 comentários:
De Gustavo Frederich a 2 de Novembro de 2008 às 18:53
Querida Tia
Que delicia, a sua cesta está uma M A R A V I L H A.
Como eu queria estar aí junto de si, neste dia triste
em que a saudade parece ser tão mais funda, tão
mais forte e mais sentida.
Não sei se me faço entender ou se sou capaz de explicar...
Hoje fui a uma igreja...
No século XVI, a Suécia teve a desgraça de abandonar a Religião Católica, única verdadeira. Pior ainda, sob alguns de seus governantes transformou-se num país líder do luteranismo. Mas, posteriormente, arrefeceu no povo sueco o interesse pela religião, sendo a Suécia um dos países do mundo onde esta é menos praticada. Andando pelas ruas de Estocolmo, é comum encontrar cartazes convidando para esta ou aquela igreja protestante, em cujo recinto vai se realizar algum concerto musical; e durante ele será pronunciado algum sermão... Isto até parece certos showmícios: se a pessoa suportar ouvir o candidato, assistirá gratuitamente a algum show musical.
Na capital sueca, durante a semana, é raro ver igrejas luteranas abertas, mesmo para quem tenha interesse turístico em visitá-las. Aos domingos, o fluxo de pessoas que vão aos templos luteranos não pode ser comparado nem de longe com o dos católicos nas igrejas do Brasil. Na catedral católica da cidade, pelo contrário, observa-se um entra-e-sai normal de fiéis, estando todos os dias aberta. Celebram-se missas pela manhã e à tarde.
A catedral católica de Estocolmo, do ponto de vista arquitetônico, apresenta uma mistura chocante. A fachada é do século XIX, e entra-se numa igreja digna, composta, elegante, com ambiente tipicamente católico. Mas o lugar onde se encontrava o altar-mor tornou-se agora passagem (ou entrada) para a nova catedral, de linhas modernas com acentuado mau gosto. Caso se abstraísse da presença do Crucifixo, o edifício poderia ser um teatro moderno, de tal forma sua arquitetura se opõe à noção de sagrado.
O atraente ícone da Virgem
Quando o altar-mor foi trasladado à nova posição, restou espaço para duas capelas. E é justamente na capela lateral direita que se encontra a imagem conhecida como Nossa Senhora de Estocolmo.


Visitando a catedral, eu pensava encontrar talvez uma imagem que pudesse ter sido salva do desastre da apostasia. Mas encontrei um ícone de estilo russo — portanto mais ligado à arte bizantina, e não à arte nórdica —, o que poderia suscitar certa confusão nos fiéis, embora numerosos ícones sejam venerados em diversas igrejas do mundo católico.


Essa imagem é a mais antiga cópia conhecida do ícone de Nossa Senhora de Kazan. É uma reprodução pintada no século XVII, o que lhe confere grande valor. Foi ela adquirida em 1987 pelo Padre Johanes Koch, e rebatizada com o nome de Nossa Senhora de Estocolmo.


Os fiéis costumam oferecer círios artísticos para serem colocados junto ao ícone. Na capela, construída em estilo tradicional de bom gosto, podem-se notar na parte superior círios de diversas origens com dizeres em várias línguas.


Hoje em dia, cerca de 20% da população sueca é constituída por imigrantes, e os católicos que assistem às missas são notoriamente das mais diversas origens. Vêem-se não apenas suecos, provavelmente convertidos recentes, mas também africanos, sul-americanos, asiáticos e europeus do sul. É impressionante como ninguém se importa com essa diversidade de origens, pois todos sentem necessidade de uma imagem de Nossa Senhora diante da qual possam rezar. Para um católico, nada mais normal. É muito reconfortante constatar que essa necessidade da intercessão materna da Santíssima Virgem, expressa na veneração a uma sua imagem, vê-se assim atendida. E isso auxilia os recém-convertidos –– que poderiam conservar alguns ressaibos da frieza protestante –– pois podem observar como os católicos, de nações as mais diversas, acorrem para rezar por meio de Nossa Senhora, diante da pintura, com toda a naturalidade.

... Tudo para dizer que preciso de outro sacerdote...
nunca será como o nosso amigo, mas... é sempre
bom um amigo mais próximo de Deus... que por
vezes nos ajude a olhar o caminho com outros olhos...
Sei que me entende...
Gosto muito de si e hoje rezei também por si...
Adorei a sua cesta, que mimos...
Beijinhos Tiazinha

Gus


De maria José a 3 de Novembro de 2008 às 18:51
Meu Sobrinho Querido - que pena que a minha memória já não dê para reter tanta informação. De qualquer modo é sempre bom poder situa-lo no ,meio em que agora vive e ter conhecimento de maneiras de estar, na vida, tão diferentes da nossa.
Compreendo perfeitamente a necessidade que sente de ter um amigo, mais perto da sua sensibilidade que lhe permita sentir aquela espécie de eco que todos presisamos escutar das nossas duvidas ou mais fundas angustias.
Que o Padre Pio e o "nosso"saudoso e querido Amigo Padre, permitam que esse milagre aconteça para si.
Ainda bem que gostou da cesta, são as benesses do Outono e as saudades da infãncia juntas
Beijinhos - Tia Zé


De Adalgisa Alexandra a 2 de Novembro de 2008 às 18:56
Oh tia
que maravilha a sua cestinha.
Eu também fiz uma para mim, pequenina - uma
miniatura da sua.
A tia realmente é muito querida.

Beijinhos Tia querida
Que tenha uma feliz semana e já está melhor de
saúde?
Vi como a Dolores lhe ensinava umas mezinhas,
sempre uteis.
Espero lhe tenham servido e já esteja bem melhor.
Uma boa semana e continuação de boa
exposição.

Beijinhos

Gisa


De Maria José a 3 de Novembro de 2008 às 19:31
Gisa Querida - a sua companhia é um conforto e uma alegria para mim.
Penso que a Gisa é uma pessoa bem disposta, porque de quanto escreve transparece um saudável gosto de viver.
Deus a proteja e que assim seja.
Ás vezes perturba-me um pouco não conhecer, de facto, nenhum dos meus correspondentes. Todos me identificam - eu - apenas vos posso imaginar.
Beijinhos
Tia Zé


De Aristeu a 2 de Novembro de 2008 às 23:38
Linda minha tia.
ESta cesta é uma maravilha.
Saudades do tempo da casa da minha avó em V.Viçosa.
O Cheirinho da lareira, as castanhas a assar, o
cheirinho do marmelo a cozer, os bagos vermelhos
da romã...
Que saudades.
A tia é mesmo muito querida, cultiva estes pormenores
que só nos trazem saudades e alegrias.
Na nossa casa em Elvas, a minha mãe por vezes fazia
também.
Que S A U D A D E S

Beijinhos tia querida

Aristeu


De maria José a 3 de Novembro de 2008 às 19:13
Meu querido Sobrinho
Até a simples palavra - Querido/a -quando se julga inútil por ter perdido alguns dos seus destinatários como que ressuscita e deixamos de nos sentir tão pobres e tão sós, só porque o coração no-la permite voltar a pronunciar - mas para a saudade não conheço atenuantes...
Beijinhos tia Zé



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