Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Rosa – Rosae

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.856 – 3 de Outubro de 1986

 Rosa – Rosae

 

- Não sei como hei-de agradecer à Rosa a presença de amizade que tanto me estimulou, neste tempo de azáfama que me foi dado viver!

- Não sei! – Pensava eu.

- Como lhe hei-de mostrar que foi precioso, para mim, o seu interesse e entusiasmo!?

                    

- Não sei! Repensava, porque, em qualquer caso, o caso era que deveria ser grata, sem lisonja, e ser verdadeira sem ser solene.

- Gostava de agradecer sorrindo: porque foi de alegria o empenhamento que nos reuniu – gostava – mas, o caso, era sempre caso para agradecer.

Assim, que de caso em caso quer tivesse pensado:

- a Rosa – da Rosa – à Rosa  – ó Rosa – pela Rosa – sempre encontrei a  sua amizade quando dela careci. Desta forma, das velhas reminiscências de antigas e difíceis aprendizagens de latim, me veio a descoberta de que em todos os “casos” constantes dos outros casos que se passaram, quer no nominativo, no genitivo, no dativo, no acusativo ou ablativo só encontrei caso, para publicamente, neste caso especial – dizer a sério como quem brinca.

 

OBRIGADO ROSINHA!

 

Maria José Rijo

 

 

estou: Rosa – Rosae

publicado por Maria José Rijo às 22:48
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8 comentários:
De António Piedade a 25 de Maio de 2009 às 23:11
Cara Amiga
Feliz de quem recebeu um agradecimento
destes.
Muito bonito.
Parabens também para si e pela sua imensa
sensibilidade.

Gosto muito do seu blog.
Um abraço

António Piedade


De Maria josé a 30 de Maio de 2009 às 20:30
António Piedade
Sabe que às vezes penso que era engraçado organizar um almoço de confraternização entre os amigos deste blog?
Cada qual com sua história, seus caminhos, sem nos conhecermos e unidos por este dom de Deus - a palavra.
Obrigada sempre e um abraço
Maria José


De Luis carlos Presti a 25 de Maio de 2009 às 23:20
Que bonito minha tia
Que agradecimento tão bonito.
Essa sua amiga é mesmo uma daquelas pessoas
AMIGAS que estão sempre presentes nas nossas
vidas.

Gosto mesmo muito dos seus textos - diria -
de todos eles.
Gosto mesmo muito de si.
É um ser muito especial, acredito que sim.
Muitos beijinhos tia querida

Luis Carlos Presti


De maria José a 30 de Maio de 2009 às 20:39
Luis Carlos
Acredite que uma das pessoas por quem eu ia perguntar quando chegou o seu comentário, era por si.
Não é que vos julgue obrigados a aparecer, mas agradeço a devoção de amizade com que o fazem e quando as ausências são prolongadas sinto a vossa falta.
Que bom que tudo esteja bem e que tenha gostado do texto.
Fique com umas rosas para si e para sua mulher e como é obvio com muitos beijinhos da tia Zé


De Augusta Silva Torres a 26 de Maio de 2009 às 00:21
Minha amiga
Vim só mesmo para agradecer as suas palavras.
As suas palavras amigas que aqueceram o meu
coração.
Mas estou tão triste que nem sei mesmo que posso
fazer, nem como...
Ai amiga, quem me diria que a esta idade teria uma
tristeza de alma desta dimensão, eu é que já podia
partir...

Eu sei que as lições que aprendemos a partir da
dor ,são as que nos fazem mais fortes, mas aos
meus 93 anos, para que quero eu...
Não consigo mais...

Obrigado amiga e muitos beijinhos para si...

Augusta Silva Torres


De Maria José a 30 de Maio de 2009 às 20:50
Querida Amiga
estou de partida para uma pequena casa e campo que temos em Juromenha e, onde todos os anos , por esta tempo, vou "presidir" à mais do que alentejana obrigação "dos caiados".
A casa é pequeníssima, quase só uma porta de postigo e uma janela. Em compensação temos o Guadiana a correr aos nossos pés e um panorama vasto e belo que avança pela Espanha a dentro tendo ao fundo Olivença.
Lá não terei net. Por essa razão antes de partir venho deixar-lhe um grande abraço, com a certeza de que não a esqueço e peço a Deus por si.
Beijinhos - maria José


De Gustavo Frederich a 26 de Maio de 2009 às 00:52
Queridissima Tia
Sempre que espero um texto
fico sempre surpreendido - este é muito bonito
tal como a amizade entre as pessoas.
Sinto que esta Senhora é muito sua amiga - os
amigos têm o dom de nos levar a fazer "coisas"
como esta.
Está mesmo muito bem.
A tia é fascinante.

Muitos beijinhos Tia querida

Gus


De Dolores a 26 de Maio de 2009 às 00:57
Acredito
Que a Tia seja umas das melhores amigas
que alguém possa desejar ter.
Estes textos/artigos mostram como tem uma
sensibilidade imensa - tão grande quanto o seu
coração enorme - e acrecento que esta era uma
das frases que a minha filha repetia ao olhar as
suas fotos ou ao ler os seus poemas e artigos.
eu nem entendo mas até parecia que a conhecia
de sempre. Uma admiração imensa por si.
Acho, hoje, que ela se agarrava ás suas palavras
e a si de uma maneira que não entendo - mas foi
assim. Sou testemunha das minhas palavras.

Um grande grande beijinhos

DOLORES


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