Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

Postal de Aniversário

Em a “Epopeia da Planície” António Sardinha escreveu

“Ladainha à água dos cântaros”

de onde respinguei:

 

 

Louvada seja a água prisioneira

Das bilhas postas em linha

Numa cerrada fileira

Sobre os poiais da cozinha

 

E de:

 

“O Elogio do Púcaro”

 

Tu és a minha companha

Eu tenho-te à cabeceira

Ò pucarinho de barro

Enfeite da cantareira

 

 

 

 

Da casa de Juromenha – um pormenor – para que no dia do seu aniversário o muito querido Aristeu, mate a “sede” das lembranças do nosso Alentejo.

 

Beijinhos de Parabéns para todos

 

Tia Zé e Paula

 

 

estou: Aristeu - aniversário
música: Postal de Aniversário

publicado por Maria José Rijo às 00:21
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4 comentários:
De Aristeu a 10 de Junho de 2009 às 01:24
Meu Deus
Oh Tia querida MUITO MUITO obrigado
por esta maravilha de imagem e de poema.
Grande a sensibilidade de António Sardinha e
grande a sua sensibilidade que me trouxe esta
beleza.
Nem imagina as saudades de beber água de cantaro.
A minha avó Maria (Mãe de meu Pai) tinha cantaros
destes na cozinha e eu adorava beber água fresca
de lá.

Por eu gostar tanto a minha mãe arranjou um
cantaro lá para nossa casa e todos bebiamos de lá.
Que surpresa Tia.
ADOREI este belissimo postal e acredite
que me deixou imensamente feliz.

Gosto mesmo muito de si
Minha tia tão querida

Muito obrigado por esta sua delicadeza - não vou
esquecer-me nunca.

Deste sua sobrinho
Aristeu


De Flor do Cardo a 10 de Junho de 2009 às 01:38
Olá minha Boa amiga
Agora que o nosso amigo Julião parece estar a
recuperar-se - Grças a Deus - o nosso amigo
Julião - (parece tirado de um romance do Eça)
acredite - mas então com esta mania incrivel de
apicultor ... deixe ver o que se segue...

Bom mas...
Dia de Portugal e do Aristeu - então não é que
nasceu logo no dia de Camões...
A minha saudosa e querida Luci resolveu ensiná-lo
a declamar Camões - o nosso Aristeu sabia um
bom bocado... as armas e os barões...
repetia ele muito sério...
Que saudaees desse tempo...
Ah e ele dizia sempre que queria dizer este poema
para si e apontava sempre que a via : "posso ir
lá dizer o Camões Pa?" - perguntava sempre - mas
nunca houve essa oportunidade e ele chorava
sempre.
Muito gostava ele de si, desde criança.
Acredita que fiicava muito quieto ouvindo, quando
eu ou a mãe lia os seus artigos, ou poemas -
qualquer que fosse a noticia sobre si ele arregalava
os olhos e sorria.
Tantos anos já lá vão.
Fico feliz por agora me ter lembrado destas
pequenas histórias - quase esquecidas na minha
memória.

Estou muito contente por este dia.
Muito grato, minha amiga, por esta surpresa.
Com amizade

Luciano


De Flor do Cardo a 10 de Junho de 2009 às 01:40
... que cabeça a minha...

A foto está magnifica. Um retrato bem bonito do que
se tinham nas casas antigas, Minha Mãe também
os tinha.

Deve ser uma maravilha a sua casinha ao olhar
este pedacinho.

Parabens por esta ideia magnifica.
Com admiração

Luciano


De Virgilio Fernandes a 10 de Junho de 2009 às 01:47
Olá Tiazinha mais queridinha

Em dia de Aniversário o seu Gilinho volta para casa.
Arrumei o trabalho porque senão o patriarca ...
Bom...

Adorei este seu belo postalinho e qualquer dia destes
vou eu mesmo pedir água fresquinha desses seus
cantaros - para eu beber.
Conto estar consigo no proximo são Mateus se Deus
quizer - no ano passado parti os ossitos - mas
este ano - ... até de osso partido vou ter consigo.
Aqui fica a promessa.
Logo se verá... como respondeu o meu voiinho e o
menino dos anos que estão a ver se eu não
escrevo nada de mais...


Tia que lindo este seu presente.
Também gostei muito.

Gosto muito de si, Muitoooooooooooooo

Beijinhos tia
deste seu menino
Gilinho


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