Sábado, 13 de Junho de 2009

Um Sábio

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.957 – 9 de Setembro de 1988

 Um Sábio

 

O Senhor Professor Agostinho da Silva, grande amigo de Elvas, - que está a ajudar e a encaminhar uma série tentativa para que se edite o dicionário de Vitorino de Almada – deu, há algum tempo, uma entrevista para a televisão.

Já terá dado outras, não sei, a esta assisti, como da primeira vez que tive a sorte de escutar o Professor, ainda ando a pensar no que da sua boca, ouvi.

Conheci o Professor Agostinho da Silva em Olivença, quando do encerramento dos “Encontros da Ajuda”, através de amigos espanhóis e portugueses, pelos quais nutro o mais carinhoso apreço, pois a eles devo belos momentos de saudável convívio – o Paco Conzales, o Luís Limpo e o Frederico Zagalo. Mas, contava eu, que quando por todos me foi indicado com profunda reverência:

-- “O Professor” -  “O Professor”

-- “O Professor” nem sei que espécie de figura de homem esperava ver.

                     Agostinho da Silva

Sei, porém, que não esperava aquele Avozinho de conto de fadas, barba branca, oitenta anos, olhar penetrante e vivo de arguta inteligência, pequena estatura, figura seca, bonita, desembaraçado ainda no gesto e no andar, e tão sem pompas, tão discreto e simples, que não condizia de forma alguma, com a ideia que temos de aparência de SÁBIO - ou que, pelo menos, eu – tinha.

             

O Senhor Professor Agostinho da Silva é conselheiro do Instituto de Cultura e Língua Portuguesa, fundador da Universidade no Brasil, cidadão do Mundo e um dos maiores filósofos e contemporâneos.

             

O Professor Agostinho da Silva é tudo isso, e é também, uma pessoa de trato encantador que consegue, com afectuosa bonomia, ensinar com a jovialidade de quem reparte gulodices com amigos – convivendo – participando.

        

É o Homem que confessa levantar-se cedo, ás 5 horas, só porque: - “é quando acabo de dormir” – e se levanta então para ir ao jardim perto da sua casa dar de comer aos pombos.

O Homem que acorda os pássaros, como quem chama a madrugada – Pensei eu!

É o Homem que fala de não ter coisas, nem pessoas, nem a si próprio.

       

É o Homem que diz com a maior simplicidade – como se fosse, assim, tão fácil para todos – que: “O nada foi sempre, a possibilidade de tudo” e fale no “Banquete gratuito da vida”

            

referindo o culto do espírito Santo e de tantas e tão belas coisas que tornam aquele Senhor já de idade, num verdadeiro Homem novo!

 

Maria José Rijo

 

......................

......................

A VOZ do Professor Agostinho da Silva

Agostinho da Silva - Solidão, Tolerância, Trabalho e Poesia

http://es.truveo.com/agostinho-da-silva-solid%C3%A3o-toler%C3%A2ncia-trabalho/id/2881323524

 

 

 

 

 

 

estou: prof. Agostinho da Silva

publicado por Maria José Rijo às 00:07
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13 comentários:
De Xavier Martins a 13 de Junho de 2009 às 00:18
Minha Senhora
Mais um grande texto.
Realmente a Senhora sabe-nos oferecer do melhor.
Disse e repito a sua forma de escrever é brilhante.
Adoro os seus textos.
Muito grato por este blog estar on line.
Os meus P A R A B E N S

Xavier Martins


De Maria José a 13 de Junho de 2009 às 20:26
Meu Amigo - não é o texto que é grande!
Grande , era a "pequena figura" que o inspirou.
Na data deste comentario, o dr. Zagalo que havia feito as apresentaçõs, mandou o jornal ao professor.
Com a sua letra miuda e difícil de decifrar rspondeu-me agradecendo. Daí em diante fomo-nos correspondendo.
Às vezes mandava-me apenas impressos do que ia publicando , outras cartões sobre assuntos vários que guardo religiosamente.
Um abraço grato
Maria José



De Flor do Cardo a 13 de Junho de 2009 às 00:37
causa do mundo curvo
eis aqui o que procuro
ter eu amor do passado
com a paixão do futuro



mas há remédio bem simples
para não ser inseguro
é amar vida sem tempo
ou seja o presente puro.

Agostinho da Silva
(in "Uns Poemas de Agostinho",
Ulmeiro, 1989)

---------------------
A minha amada e saudosa Luci dizia isto
tantas vezes.
Ela adorava, como a amiga, este Senhor
que sabia tanto falar e compreender a vida.

Ela, a minha Luci, dizia que havia semelhanças
entre si e ele - nos artigos - desta sua forma
tão especial de amar a vida.

Os meus Parabens por mais esta maravilha de
artigo/texto.

Deste seu e muito amigo
(que passa os dias a recolher gatinhos)

Um abraço de muito apreço

Luciano


De Maria José a 13 de Junho de 2009 às 20:42
Meu Amigo
Já vamos com muita sorte que a "gataria"ainda lhe deixe tempo para recordar poemas de Agostinho.
Um amigo que não se cansava de o evocar era o Dr. João Falcato que fora prefeito num colégio onde o Mestre leccionava e que ao aperceber-se que Falcato exercia essa profissão para poder estudar lhe ofereceu o tempo das horas do almoço para o preparar - gratuitamente - para os exames.
São as medidas da alma que fazem os homens grandes
Um abraço grande
maria José


De Gustavo Frederich a 13 de Junho de 2009 às 01:08
O LEMA do Prof:
O homem não nasceu para trabalhar,
mas para criar

Prof. Agostinho da Silva
-------------------
Não sei quem manda na vida
mas a quem for eu me entrego
e o que queira me decida.

Prof. Agostinho da Silva
--------------------
A quem faz pão ou poema
só se muda o jeito à mão
e não o tema.

Prof. Agostinho da Silva
---------------------
E posto que viver me é excelente
cada vez gosto mais de menos gente.

Prof. Agostinho da Silva
---------------------
Alguns que me lembro agora neste instante.
A Tia tem o dom de mostrar e escrever SEMPRE
por pessoas que muito me dizem a mim também.
Realmente este Senhor é um Sábio.

Parabens por esta entrevista que colocou
bem aqui no fim.
É mesmo muito interessante poder ouvir
a voz deste Grande Homem de palavras tão
gratas para mim.

Parabens minha tia está um texto excelente.
Como sempre aliás.
Concordo com os comentários anteriores.
Realmente a tia tem uma forma de escrever
extraordinária.
Uma inteligência e lucidez que me deixa comovido.
Um Grande GrANDE beijinho.

Gosto imenso de si
Gus


De maria José a 13 de Junho de 2009 às 21:03
Meu sobrinho querido
Quando a Paulinha me contou que escolhra um texto sobre Agostinho da Silva, logo senti que ia agradar.
Não é o texto .`´E o homem.
Na época em que conheci o Mestre andava eu sufocada com o sonho e a canseira de fundar a escola de música - "milagre" que aconteceu.
O professor também enviou uma verba simbólica .
Fiz então um quadro com as assinaturas de todos os alunos professores, carpinteiros,todos os operários e colaboradores , sem excepção com os quais a escola abriu, e num canto dentro de um coração riscado a lápis de cor os nomes dos beneméritos., que foram vários.
Penso que deve ter tido a mesma sorte que teve a sala Eurico Gama...
Coloquei-o à entrada como se fora um bilhete de identidade.
Não me admiro que me não entendam, porque eu também não entendo procedimentos destes.
É por estas e outras que gosto de si...
Beijinhos tia Zé


De maria josé a 16 de Junho de 2009 às 17:46
vim aqui acrescentar: - de si só não gosto das ausências.
Beiijinhos - tia Zé


De Ana Maria Lourenço a 13 de Junho de 2009 às 01:20
Minha Boa amiga
Desculpe não mais ter comentado.
Não é que não tenha vindo ler e apreciar
os artigos tão bons que sempre nos tem habituado.
Mas tenho andado tao doente que nem sabe.
Agora estou um pouco melhor mas não o
suficiente para fazer os bailes dos santos populares
aqui em casa.
Este ano não pode ser, talvez para o ano.

Este Senhor o Prof. Agostinho da Silva é daquelas
pessoas que não deveriam partir nunca.
Tinham de ir vivendo sempre para nos ensinar
a vida - da forma como ele a sente - e se me
permite acho - (pelo que conheco de si aqui -
pelo que leio aqui (e já li tudo o que contem
este bello blog) - que a Senhora tem alma
grande - cheia de vida que nos dá vida e
ensina a olhar a vida de outra forma.
Tenho aprendido muito aqui - consigo.
A sua imensa lucidez é gratificante e ao ler
o que pensa eu oiço e aprendo.

Obrigado D. Maria José pela alma bela e por esse
amor que tem pela vida - e sabe tão bem
mostrar esses caminhos que já olhou e sentiu.
É fácil gostar de si e da forma como escreve
basta olhar e sentir da sua forma.
Este blog mostra o caminho - através das suas
palavras.
Também gosto muito de si - se me permite a
minha sinceridade.

Por favor continue a mostrar e a encantar
quem se aproxima daqui deste seu belo
espaço.

Com muita admiração
Ana Maria Lourenço


De Maria José a 13 de Junho de 2009 às 21:20
Ana maria Lourenço
obrigada por gostar do que escrevo. Quem tem que agradecer sou eu a todos os meus amigos pela paciência com que comentam e cortam a minha solidão com a companhia que assim me fazem.
A Paulinha, inventora e autora deste blog, agora enfeita-o com músicas e entrevistas, enriquecendo-o.
Ela inventa tudo isto para que eu me distraia.
Que mais poderia eu fazer senão estar grata a todos?
Beijinhos - maria José


De Aristeu a 13 de Junho de 2009 às 01:51
“São meus discípulos, se alguns tenho
, os que estão contra mim; porque
esses guardaram no fundo da alma
a força que verdadeiramente me
anima e que mais desejaria
transmitir-lhes: a de se não
conformarem”.
Prof Agostinho da Silva
*******


Querida Tia
Gostei muito dos comentários que lhe dirigiram.
Eu próprio gosto imenso do que a Tia escreve
e desta forma especialmente como transmite
as suas lucidas opiniões.
Adorei a ideia inovadora - de nos mostrar aqui
o Prof nesta entrevista tão interessante.
Obrigado Tiazinha.

Aqui em Brazilia os meus colegas seguem o
seu blog com muita admiração pelo o que a Tia
escreve.
Sinto-me otgulhoso de a conhecer e de ter
sempre comigo tão queridas recordações que
não vou esquecer NUNCA.

Obrigado minha tia por mais este belo texto.
e por este blog maravilhoso.
Gosto muito de si

Aristeu

---

Ah!
Já sei que o meu pai lhe contou dos gatinhos
que correm pela casa -
são lindos - irrequietos e arranham tudo o
que podem.
Vou-lhe contar os nomes que o Sr Julião
deu aos gatos:
1 - Luizinho Maria
2- Alexandrino
3- Margaridinha
4- Adolfo
5- Rosinha dos limões
6- Juliãozinho Luis (o próprio nome do recente dono
por ter um olho de cada cor - portanto o que ele -
Julião mais gosta)
7- Estrelinha na testa
8- Amadeu Miguel
9- Remoaldo
e o ultimo o mais enfezado e colerico
10- Tarzan

Creio que se chamam assim porque zanga-se
comnosco se nos enganamos nos nomes
pelo que o Gilinho deu-se ao trabalho de lhes
tirar fotografias e de as colar na parede com os
respectivos nomes para os decorarmos.
Haja paciência!
Devo ter jogado pedras na cruz...- como se diz
por aqui...
Meu Deus Tia...

Mil beijinhos
Aristeu


De Maria José a 13 de Junho de 2009 às 21:40
Aristeu!
Deve haver quem chegue à beatificação por actos e paciência menores!
Com essa "turma" dentro de casa dentro de pouco tempo deve poder lançar como decoração a moda das franjas, porque eu não acredito que haja sofás que resistam a tanta unha aguçada.
Faça-se benzer, porque com nome e sobrenome eles devem sentir-se tão considerados que ninguém os vai parar - presumo!
Lembra-se de" Lisboa sem camisa" ? não sei se é de André Brun... não me lembro.Havia nesse livro uma história muito engraçada de um vestido feito de um cortinado onde o gato da casa costumava afiar as unhas que me fazia rir imenso.
Conhece?
Graças a Deus por esta fabulosa família que rencontrei.
Beijinhos meus queridos
Tia Zé


De Dolores Maria a 13 de Junho de 2009 às 01:57
Tiazinha querida
Muitissimo interessante este seu artigo do Professor
Agostinho da Silva.
Que pena que a sogrinha já não esteja entre nós.
É que ela lia frequentemente os livros deste Senhor.
Gostava imenso do que ele dizia.
Ao ouvir, também a entrevista que aqui nos mostra
dá para nos situarmos na pessoa e do que ele
pensava da vida .
Gostamos imenso e o Avelino recordou a mãe.

Beijinhos Tia
Bom fim de semana e por favor poupe-se
não faça muitos esforços - cuidado com o calor.
É que gostamos muito de si e queremos sabe-la
bem de saude.
A Tia é uma pessoa muito importante para nós.
Acredite.

Beijinhos grandes e carinhosos

DOLORES


De Maria josé a 13 de Junho de 2009 às 21:53
Meus amores
Obrigada pelo vosso afecto que tanto aquece o meu coração.
Eu bem gostaria de receber o tal retrato! - mas...
aprendi a viver com o que me dão e mais não peço.
Dou o que posso.
Tenho pena de não conhecer nenhum de vós nem por foto, mas, é o mesmo com todos os meus outros sobrinhos. não sei sequer em que cidades moram, Desconheço tudo. Eu sei que a net é um campo resvaladiço e não pretendo forçar ninguém a nada que não lhe apeteça fazer.
Não vai ser por isso que vou deixar de vos considerar família do meu coração.
Também vós sois muito importantes para mim.
Beijinhos muitos da tia Zé


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