Terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Olivença e eu…

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.038 – 13 de Abril de 1990

Olivença e eu…

          

Luís Afonso Píriz – investigador cheio de mérito – escreveu um livro intitulado – “Olivenza entre Espanha y Portugal” – publicou-o e teve a amizade e a delicadeza de me oferecer um exemplar.

Li-o de um folgo (curiosa), depois reli-o devagar pensando-o.

    

Entre estas duas fases encontrei o Luís, e falamos da obra.

Pediu-me ele, que gostaria de ouvir a minha opinião. São assim os Amigos – até nos atribuem importância que não temos – talvez por isso seja tão bonita a amizade.

Quando disse ao Luís que achara a primeira parte do livro bem amadurecida, ele contestou – olha Maria José que a escrevi num ápice.

Não retiro o que disse.

A velocidade do nascer nada diminui aos meses de gestação. Pelo contrário – a rapidez pode evitar mazelas e ajudar à perfeição.

Depois… depois, Luís, lá me fui perdendo e achando entre tratados – interpretações – puxa para cá a brasa – deixa que venha a mim que também tenho sardinhas para assar… e, chegada ao fim, encontro-me tão perplexa para dar opinião como os juízes que têm que decidir a quem entregar a criança que uma mãe deu à luz e outra criou – tantas são as justas razões que se podem atribuir a cada uma.

              

Eis porque, à parte felicitar-te pela tua bela obra, pela honestidade da tua investigação, pela minúcia do teu trabalho exemplar – nada mais posso dizer…

A tua linguagem é tão fluida, que até eu, que estou do lado de cá, a entendi perfeitamente, e a achei tão suave como o correr do Guadiana que tu, vês da margem de lá.

Quase me apetecia que, depois de reerguida a Ponte da Ajuda, se pudesse acrescentar ao título da tua obra duas palavras intercaladas para que se lesse e fosse como tal:

 

Olivença – Cidade Aberta – entre Espanha e Portugal

 

Obrigada Luís!

 

Maria José Rijo

 

estou: Olivença e eu…- 1990
música: Luís Afonso Píriz

publicado por Maria José Rijo às 22:10
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17 comentários:
De Aristeu a 4 de Novembro de 2009 às 00:03
Minha querida Tia
Finalmente hoje já tivemos noticias do nosso rapaz.
Telefonaram-nos a dizer que o Gilinho estava preso,
numa cadeia, num estado lastimoso porque estava
drogado, bedado... e sei lá que mais...
Estamos tão tristes quanto ele.
Vou ter com a cadeia.
Beijinhos tia
depois conto.

Com muito carinho
Aristeu


De Maria José a 5 de Novembro de 2009 às 20:08
Meus queridos Aristeu e Luciano
Minha Irmã e eu estamos a rezar com todo a nossa fé e esperamos confiantes que esta tempestade passe depressa e a alegria volte aos vossos e nossos corações.
Cada um de nós, tem uma medida, até para suportar o sofrimento; a do Gilinho extravasou.
Só nos resta esperar e ter fé.
Fecho-vos num grande abraço com toda a ternura que sinto por vós ansiando notícias.
Beijinhos -Tia Zé


De Aristeu a 5 de Novembro de 2009 às 22:24
Minha querida tiazinha
Por favor não fique muito nervosa, nem ansiosa.
Sabe que não pode incomodar-se dessa maneira.
O Gilinho continua em coma mas os medicos
garantiram-me que ele vai acordar e só esperar
um pouco.
Estou agora mais confiante.
Assim que souber algo venho logo escrever a
novidade para si e sua irmã.
Agradeço de todo o coração as vossas orações.
Muitos beijinhos e até amanhã.

Aristeu


De maria José a 7 de Novembro de 2009 às 19:21
Meus queridos - não queria tomar-vos tempo, mas....
não resisto a perguntar como está o Gilinho.
No outro ano foi o dengue, agora isto.
Anseio o dia em que me digam que tudo voltou à normalidade.
Beijinhos para todos e muita calma para a Mag
Vossa d coração
tia zé


De Xavier Martins a 4 de Novembro de 2009 às 00:08
Cara Maria José
Realmente os seus textos têm alma, sentimentos...
CAda um é melhor que o outro.
O seu expolio é uma maravilha.

Bem haja por este blog que nos aproxima e leva
os seus belos artigos pelo mundo, a serem
traduzidos e lidos lá, no outro lado do mundo.

Parabens

Xavier Martins


De maria José a 5 de Novembro de 2009 às 19:54
Xavier Martins - quer saber uma coincidência engraçada?
A Paulinha pôs este texto, de que eu já nem tinha a mais vaga lembrança e, neste mesmo dia recebi de Luis Alfonso Piriz um exemplar de: Badajoz en la Guerra de la Independencia, no qual colabora.
Estou curiosa para ler - depois conto.
Um abraço
Maria josé


De Vitor Bastos a 4 de Novembro de 2009 às 00:22
Um belissimo Blog.
Parabens

Vitor Bastos


De maria José a 5 de Novembro de 2009 às 20:11
Vitor Bastos
que simpática a sua opinião.
Obrigada
Maria José


De Kiko a 4 de Novembro de 2009 às 00:32
Tiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Tiazinhaaaaaaaaaaaaaaaa
Amei o seu comentario pa mim.
Fiquei tão FElizzzzzzzzzzzzzzzzzzz
A tia é mesmo muito querida.
.
Tia hoje tenho um pedido para lhe fazer.
Só atende se tiver vontade ou capacidade para
o fazer.
Sabe minha tia a minha mamy adora Dálias
e faz anos do dia primeiro de Dezembro, e
aqui o seu Kiko, vai oferecer um ramos de
Dálias, mas queria no cartão colocar um belo
poema sobre as Dálias.
Procurei aqui no livro das suas flores e não
encontrei...
Será que tiazinha poderia fazer um poema de
Dália para eu colocar no presente?
Se sim , optimo, se não porque não tem tempo
ou está adoentada, tudo optimo também -
asim eu encontro algo diferente e pronto.
Está bem minha tia?

Muitos beijinhos
Adoro-a

KiKo


De Maria José a 5 de Novembro de 2009 às 20:26
Kiko- ler os seus comentários é como colher uma braçada de flores, tal a sua espôntaneidade e alegria.
Serei sempre grata a presença tão simpática.
Tenho pena de não ter nada escrito sobre dálias. Por curiosidade conto-lhe que era das flores que meu marido preferia. Gostaria de ser capaz de satisfazer o seu desejo mas, ainda não estou tão à vontade com a minha "muleta"que me permita liberdade interior que dê para saír da aprendizagem do rame-rame.
Entende, não é verdade?
Beijinhos meu querido - tia Zé


De Kiko Maciel a 5 de Novembro de 2009 às 22:27
Olá tia
O seu Kiko estava mesmo aqui ao lado a espera
do seu comentario e ele chegou...
Obrigado tia, é tão bom "ouvi-la" falar comigo.
Compreendo sim tia, deixe quando poder e o seu
coração deixar e a vontade aparecer, logo, se ainda
se lembrar que o seu KiKinho lhe pediu um
poema, daqueles lindos - sobre as Dálias...
Logo o KiKinho fica mais feliz...

Beijinhos tia e durma com os anjos
do seu sobrinho

KiKo


De Flor do Cardo a 5 de Novembro de 2009 às 00:44
Cara amiga
Eu nem era para vir aqui a este seu blog que adoro
orque estou muito infeliz com mais esta tristeza que
aqui em casa aconteceu.
O meu Gilinho desesperou-se...
O Aristeu tirou-o da cadeia mas estava em coma, lá
atirado para o fundo da sela.
Agora está na clinica e para lá estão todos... a
Magnolia está com tensão arterial elevada... e ainda
para mais apareceu de novo o JUlião, o primo do
meu amigo Américo, apareceu em má hora...
chegou com uma namorada de 89 anos, a Marta,
que ele chama florzinha. Tirou-a do lar, era uma
antiga namorada que foi buscar a um lar, não sei
de onde. Ela gosta de beber vinho do porto, depois
das refeições. É caso para dizer: E esta hem???

A Maria jose que mais posso dizer, a não ser que
estou temendo que o nosso menino morra.
Reze aos seus santinhos por ele e por nós...

E que tal com o seu objecto do ombro? Eu para
lhe ser franco não gosto de o sentir dentro de mim.
Não gosto de o sentir ali, mas que me sinto melhor
isso posso dizer.
Posso dizer que me sinto menos cansado, mas não
posso abusar muito, mas também a idade não ajuda
muito.
Sente-se melhor com a sua bengalinha? Eu sim...
Mas não há coração que aguente estas desgraças
que aparecem na nossa vida.
Valha-nos Deus,

Um abraço

Luciano


De Gustavo Frederich a 5 de Novembro de 2009 às 00:56
Minha querida tia
que bom que gostou da oração do nosso querido
Padre Pio. É uma maravilha.
Querida tia percebi o seu comentario e devo dizer
que já me passou pela cabeça isso, mas ainda não
estou preparado, primeiro quero fazer algumas outras
coisas, cumprir algumas promessas que fiz - entre
elas a de ir a Elvas receber esses seus beijinhos e
um abraço.
Gosto mesmo muito de si, acredite.
Por vezes penso que há coisas neste mundo que
são inesplicaveis.
Cheguei a si pela palavra POESIA - e encontrei uma
poetisa/escritora de uma qualidade extraordinária,
com uma cultura e sensibilidade notável cujo blog
não me deixa mentir - a prova está a vista - basta
percorrer os posts e ler com o coração.
A mesma sensibilidade, entusiasmo e carinho por si
que tem a sua sobrinha, pois se o objectivo era
que todos os que aqui vêm se encantar com os
escritos da sua tia Maria José - pode sorrir porque
conseguiu.
A tia é muito querida.
Muitos beijinhos
do seu sobrinho

Gus

-----
Um abraço
para a familia do Luciano
que o rapaz melhor e a felicidade volte,


De Maria josé a 5 de Novembro de 2009 às 20:54
Gus, meu querido sobrinho
Tenho-me esquecido de lhe perguntar como se chama aquela espécie de rosário que os tibetanos usam. Uma das minhas sobrinhas de coração foi passar um mes á China e ao Tibete, e, sabendo que junto de cada lugar onde costumo sentar-me, cá em casa, tenho um terço trouxe-me um exemplrar das contas que eles usam para rezar. Sabe como se chamam ?
Não faz ideia das vezes que me lembro de si - também - para saber coisas em que a minha ignorãncia esbarra a cada passo.
Desta vez ainda não me contou nada das suas novas instalações.Está contente?
Deus queira que sim.
Beijinhos tia Zé


De Gustavo Frederich a 5 de Novembro de 2009 às 23:39
Minha querida Tia
Fiquei contente com o seu comentario. Mas lá falar de
ignorancia não é o seu caso, mas de maneira
nenhuma. Pode estar é mais ligada a umas que a
outras, mas algo sobre tudo, todos sabemos.
Que Bom que recebeu um MALA Tibetano. Eu tenho
também uma numerosa colecção de terços, de
todas as religioes (das que tem) e varios outros, bom
uma colecçãozita que pretendo oferecer ao
Santuario do Padre Pio.

Mas o que eu sei obre o Mala é mais ou menos isto:
.
Os Budistas. No templo, a prece é feita diante da imagem de Buda, cercado de velas, incensos e flores. Para rezar, o budista, junta à mão se ajoelha e se curva três vezes diante da imagem. Depois, faz as oferendas (flores, velas e alimentos), que simbolizam o ciclo da vida. Utilizam um rosário de 108 ou 111 contas denominado MALA TIBETANO para não se perderem nas contas de suas orações.
.
Rezar um mala é algo que a primeira vista pode parecer cansativo e sem utilidade. Pense junto connosco. Quando você entoa ou medita um mantra a sua mente foca-se, adquire ritmo e não se envolve com pensamentos indesejáveis e que não só lhe trazem conflito como atrapalham a sua evolução na prática. Focando a mente numa oração ou mantra você entra em sintonia e ressonância com a Luz de Kuan Yin, podendo direccioná-la para si, para outrem, para lugares, para o planeta e até para outras dimensões.
.
.
“Senhora da Lótus Sagrado, luz da compaixão que ouve os prantos do mundo. Traz a luz e o amor para esta terra, para mim e para todos, em todos os planos habitados. Fazei desabrochar a flor da criação perfeita e guiai-me, fazendo com que eu seja sempre emissário da luz. Protecção, saúde, carinho e prosperidade, sob teu raio púrpura eu sempre terei.”
.
Oração canalizada pela M. Semente do Lótus
108 vezes é mínimo. Nos recomendamos 10 voltas no Mala em meditação. E muitas ao longo do dia.
.
enquanto proferimos OM, dirigimos nossa mente para o mundo dos deuses, que estão emaranhados na ilusão da sua própria permanência e perfeição; enquanto abrindo para eles os portais da liberação pelo poder deste mantra, fechamos para nós mesmos a entrada nesta esfera de renascimento.

De modo similar, nós dirigimos nossa mente para os seres das outras esferas: enquanto proferimos MA para os mundos dos Asuras que, levados pela inveja, estão empenhados numa luta perpétua contra as forças da luz; enquanto proferimos NI para o mundo dos homens, que estão cegos pelo conceito do ego; enquanto proferimos PA, dirigimos nossa mente para a esfera dos animais, impelidos na escuridão e na inércia espiritual; enquanto proferimos DME, nós a dirigimos para os espíritos famintos do mundo dos Pretas; enquanto proferimos HUM, enviamos nossos pensamentos compassivos para todos os seres que suportam torturas infernais nos abismos mais profundos da existência.

Assim, OM MANI PADME HUM corporifica a mensagem feliz da liberação, do amor para todos os seres viventes, e do Caminho que conduz à realização final. Proferindo estas sílabas sagradas com toda sinceridade e com toda consciência do seu significado, a figura do Sádhaka, transforma seu corpo mortal no Nirmánakáya de AVALOKITESHVARA e preenche sua mente com a luz infinita de AMITHÁBA. Assim, os horrores de Samsára se transformam nos sons de seis sílabas. Por isto está dito no Bardo Thodol que, no momento do Grande Reconhecimento, no estado intermediário entre a morte e o renascimento, o som primordial da realidade ressoa como milhares de trovões, pode acontecer dele se transformar no som das Seis Sílabas.
.
Muito mais haveria de contar mas mais ou menos é
isto. Este mantra é o que eu digo muitas vezes.
Fique bem minha tia querida, tenho rezado todos os
dias por si ao nosso Padre Pio para que ele a ajude
a regressar a si e a olhar-se como a pessoa linda
que é, de alma pura, para que tenha novamente
vontade para escrever e fazer aquelas poesias
que tanto me encantam a mim.
Força tia, afinal a vida é linda.
Muitos beijinhos Senhora minha Tia
do seu
Gus




De Dolores e Avelino a 5 de Novembro de 2009 às 01:02
Nossa querida tia
Venho trazer noticias daqui, de nós.
A Magé está melhorzinha e já está em casa, Graças
a Deus.
Agora já percorre a casa toda a andar e a sorrir, se
a minha filha estivesse entrte nós já teria recebido
uma fotografia mas tenho de ver como se faz. Não
percebo praticamente nada disto, de maquinas...

E a tia como está?
E a sua Mana? - dei-lhe beijinhos meus.


Tia vou deitar-me a hora é tardia.
Muitos beijinhos

Dolores


De Maria José a 5 de Novembro de 2009 às 21:17
Meus queridos
Estes primeiros dias de Novembro, estão, na minha alma particularmente ligados a vós.
Eu, até estava convencida que a Magé nascera a 6 deste mês não fora a Dolores dizer-me que fora em Setembro.
Deve ter sido por terem acontecido tantas coisas em tão curto espaço de tempo que tudo se baralhou no meu espírito.
Pelo vosso comentário julguei perceber que a menina esteve doentinha outra vez.
Ainda bem que já estão todos bem.
Tenho estranhado a ausência aqui on-line da Gisa.
É uma pena que nem saiba a quem perguntar o que se passa. Depois de este tempo de convívio não é possível deixar de sentir com preocupação qualquer ausência.Mas, na verdade o máximo que conheço de qualquer de vós é o país onde vivem, ou nalguns casos a cidade; o que não ajuda nada a tranquilizar, em casos como este .
Desculpem o desabafo, mas veio a talhe de foice porque estou triste por nada saber da nossa amiga.
Beijinhos para todos com muita ternura
tia Zé


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