Terça-feira, 5 de Janeiro de 2016

RETRATO

.

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Meus passos na terra

Meu olhar nos longes

Minha alma dispersa

nas voltas do caminho...

Meu coração vindo à tona

das saudades que o afogam...

Meus pensamentos convulsos

em erupções sem controlo

Assim  me vejo 

sem querer ser

num tempo que não comando

a que chamo:

Minha Vida

 

4 - Janeiro - 2016

estou: Livro poemas IV

publicado por Maria José Rijo às 01:14
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8 comentários:
De GUS a 5 de Janeiro de 2016 às 01:31
ADORO
Adorooooooooooooo
Meu Deus Tia gosto imenso deste poema.
Arrepiantemente belo, verdadeiro, intenso.
Um retrato intimo do seu sentir.
Um olhar sensível e conhecedor de si própria.
Quem me dera chegar a sua idade e saber olhar-me assim
com essa clareza de água lavando pedras, como dizia
o poeta num poema idêntico.
Um poeta Russo que descobri pela minha passagem
por terras frias , mas ricas em poesias.

Muito obrigado minha tia adorei.
Espero este seja o primeiro de outros.
Acredito que o seu livro IV de Poemas de Maria José
Rijo não tenha apenas meia dúzia.
Espero ansioso já pelo próximo.

Grato - gratíssimo.
beijinhos Tiazinha querida

GUS


De Maria josé Rijo a 7 de Janeiro de 2016 às 16:11
Queridíssimo Gus
É bom voltar aqui a este ponto de encontro onde, há anos ( quase nove) andamos a semear saudades que a distância avoluma cada vez mais.
Tanta coisa já dissemos, tantos acontecimentos fomos partilhando!
Já andei consigo por Veneza, pelo Tibete,pela Russia,por Itália, sei lá já dizer por onde...enquanto eu não o levo a passear mas o tenho apenas aconchegado na minha estima e admiração.
um abraço grande e grato
tia Zé


De Maria Augusta Silva Torres a 5 de Janeiro de 2016 às 01:40
Minha querida amiga
Mas que delicia de poeminha.
Sabe que muito me agrada a sua poesia.
Identifico-me muito com ela, com o seu sentir.
A minha querida Amiga que partiu ...
fez um livrinho para ela e para mim com todas as suas
poesias, todas estas que estão aqui no lado esquerdo
assinaladas (assim mais fácil de encontrar)
É o livro que ela tinha de cabeceira - e é também o meu.
Adoro ler as suas poesias e não estou só a ser muito
simpática consigo, Amiga, estou a ser muitíssimo
sincera e verdadeira.
Sei que como eu haverá imensa gente com sensibilidade
e gosto pela poesia.
Muitos beijinhos e vou dormir...
o meu filho ja ameaça vir tirar-me o computador do
colo - é que ja estou na cama - mas então adoro
estar - andar por aqui - com esta caixinha preta que tem
o dom de me mostrar o mundo.
Beijinhos amiga... ai ai ...

Augusta Silva Torres


De Maria José Rijo a 7 de Janeiro de 2016 às 16:37
minha muito, muito querida Amiga

Não sei contar-lhe a alegria que sinto quando leio os seus comentários. Primeiro porque é quase palpável a sua simpatia que eu nem sei como agradecer,e depois porque me encanta o seu entusiasmo pela vida, ainda que seja pela leitura das minhas tentativas poéticas.
Muitas vezes penso como devem ter sido felizes com o seu convívio as amigas de quem fala com tanta saudade.
nem me admira que o seu Filho a cuide tanto carinho
se ter Mãe,( faz hoje 12 anos que a minha partiu) já é uma benção sem medida, ter como Mãe,uma senhora tão especial é um milagre de Deus.

Deixo-lhe um abraço muito carinhoso e sempre um - muito obrigada - pela sua companhia neste blogue, já que não pode ser de outra forma como eu tanto gostaria

Maria José


De Xavier MArtins a 5 de Janeiro de 2016 às 21:02
Lindo o seu Poema minha amiga D. Maria José.
A minha mulher ja gostava muito da sua poesia,
até lhe tinha feito um caderninho para ela as ler.
Agora é o meu caderninho e leio-as eu.

Muitos Parabéns Gostei imenso

Xavier MArtins


De Maria Jose Rijo a 7 de Janeiro de 2016 às 16:52
Meu bom amigo
Eu deveria começar esta conversa ralhando consigo!
Ai devia, devia mas como poderia faze-lo sabendo como a vida o tem abanado tão duramente nestes últimos tempos?
Foi-se embora sem dizer adeus.
Nada nos deixou fazer para sequer tentar confortá-lo com a nossa estima. Enfim - conforta-nos apenas pensar que procedeu como pensou sofrer menos.
Obrigada de todo o coração por ter voltado ao blogue onde a sua opinião é sempre apreciada e onde a nossa amizade estará sempre disponível se dela necessitar
com grata amizade
Paula e Maria JOsé


De Luis Carlos Presti a 6 de Janeiro de 2016 às 00:32
Minha queridinha Tiaaa
Voltei finalmente ... estive quase um ano em Budapeste
a fazer uns trabalhos fotográficos de modelo.
Tinha tantas saudades de si e do seu blog.
Oh Tia querida e como está?
Pelo poema dá para ver ... que esta muito triste.
Mas olhe cheguei e agora quero ver um sorrisinho
nesses lábios. Faça-me esse favor de não estar triste.
O seu sobrinho chegou e gosta muito de si.

Belo poema - belíssimo poema.
Gosto tanto de si minha Tiazinha.

Muitos beijinhos e muitas saudades

Luis Carlos Presti


De Maria Jose Rijo a 7 de Janeiro de 2016 às 17:06
Ora Viva!

Bem vindo!
Que longa ausência!
Muitas vezes conjecturei que se tinha esquecido "desta ponte"
onde nos vamos cruzando, embora caminhando cada qual ao seu destino.
Às vezes penso que quase parece mentira lembrar-me tanto de vos e ter acontecido estimar-vos sem nunca vos ter visto.
A escrita também tem seus sortilégios!
Assim entraram e vivem na minha amizade
Um abraço grande e os votos de grandes êxitos
Tia Zé


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