Quinta-feira, 7 de Setembro de 2017

Aniversário do Linhas - 2017 - A História de um Nome

Linhas de Elvas 2.017 

Nº 3437 de 7 Setrembro 

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A razão das razões

Este jornal, a que ternamente, já só apelidamos de “Linhas”como se fora um “petit nom” familiar, chama-se na verdade: Linhas de Elvas.

Não se trata portanto de referir linhas de cor, linhas aéreas, linhas de pautas, de comboio, ou de outras quaisquer…

Não!

Não é!

Este Linhas que agora faz 67 anos foi gerado na alma de uma cidade que sofria, então, como todo o país, o peso de uma opressora ditadura e, nascido da coragem intelectual, da coragem moral e cívica, de um pequeno grupo de Elvenses de raiz, que, como diz a voz do povo, ousou expor o peito às balas…

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Assim sendo, que nome de baptismo se poderia dar ao neófito, nesta terra de ancestrais costumes, senão um que trouxesse à memória os notáveis feitos da história que, sendo locais, são simultaneamente aqueles a que a pátria de todos nós mais deverá a sua independência e mais nos orgulham – a batalha das Linhas de Elvas?

Em 8-7-955,o Diário de Notícias, pela pena do seu brilhante jornalista - Urbano Tavares Rodrigues – citando a edição de um estudo crítico politico militar do capitão – Jorge Faro Valadas -

Editado pela Câmara Municipal de Elvas e por este jornal –

Escreve: - “Á vista de Elvas, ou com a sua directa interferência – diz o culto e talentoso militar – decorreu a maioria dos

acontecimentos relevantes da história pátria, que o mesmo é dizer da história militar portuguesa”

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“Sem o prodigioso feito de armas que ali se verificou em 14 de Janeiro de 1659 o País que mais longe fora nos caminhos do mar e que com a Espanha um século antes repartira o Mundo seria absorvido deixaria de contar no concerto das nações”

Assim rezando a historia – quando se proferir o diminutivo familiar – “Linhas” – ou o seu nobre nome de baptismo “Linhas de Elvas” qualquer de nós saberá, todos nós saberemos que estamos a falar “da coragem de dar o peito às balas”pela justiça, pela verdade pela democracia”- pela crença irrefutável de que sendo todos filhos de Deus – todos entenderemos que: “Eu sou o outro”.

Que continue a ser sempre esta a “nossa” linha

Parabéns Linhas de Elvas – no total do seu elenco criador!

O caminho é o futuro!

Linhas! - O meu abraço de sempre!

Maria José Rijo 

 

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publicado por Maria José Rijo às 16:23
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Sábado, 3 de Setembro de 2016

66º Aniversário do Jornal Linhas de Elvas

Jornal Linhas de Elvas

Nº  3.387 - de 1 de Setembro de 2016

 

Estou chegando!

Venho de muito longe.

Venho de muito longe no tempo.

Venho lá ­ de ­antes de - esse dia lindo de esperança – 2 de Setembro de 1950 – em que pela primeira vez, apareceu nas bancas ousado e livre, um pequeno jornal, que ostentava o nome da (talvez mais importante) batalha da independência de Portugal _ Linhas de Elvas.

Resultado de imagem para o 1º jornal linhas de elvas

Era um nome.

 Um nome apenas – mas já era um sinal.

Uma referência.

Era um desígnio, como que um signo que se tem vindo a cumprir ao longo de sessenta e seis anos.

Quis Deus que tendo eu acompanhado mais ou menos de perto (muitas vezes de dentro) o seu anseio de nascer e, o seu percurso de vida, ao vir hoje à festa de mais um aniversário do seu nobre caminho, me sinta, como que uma última abencerragem do núcleo daquela célula de sonho onde o Linhas teve origem. Como em todas as vidas os dias se somam com o tempo que passa e corre, corre, sem que alguém o segure o domine ou contenha.

Este ano ainda aqui estou e, talvez mais do que nunca serena e quieta como a terra quando só lhe resta o restolho que, sendo apenas pasto ainda assim prova ter criado pão.

Assim que sem que nada de novo traga, apenas estou.

Estou e dou testemunho em nome dos que já partiram de que o ADN do Linhas não se alterou

Lealdade, coragem, verdade, espírito de luta por ideais continuam a nortear a sua vida.

Este é o caminho.

Parabéns!     

Maria José Rijo   

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publicado por Maria José Rijo às 10:44
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Sábado, 5 de Setembro de 2015

ANIVERSARIO

Jornal Linhas de Elvas

Nº 3338 - 3 -Setembro - 2015

 

ANIVERSÁRIO

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Eu vi este jornal nascer.

Lembro-me do gosto de aventura, do amor, da esperança, dos calafrios de medo, do sonho, da luta, que foi traze-lo para a vida

Foi um grupo de amigos que o imaginou e lhe deu corpo como quem, em coro, compõe e entoa um canto de liberdade.

Como quem sabe que tem razão o Poeta, quando diz: “ não há machado que corte a raiz ao pensamento”

Eu vi como se reuniram com coragem aqueles homens, ainda jovens, mas conscientes dos seus deveres de cidadãos responsáveis, que queriam, porque achavam que o deviam fazer, abrir uma fresta para a liberdade na crosta empedernida duma ditadura sufocante.

Eu vi, quase se palpava, como estavam conscientes dos riscos das dificuldades que - o futuro dessa ousadia lhes iria custar, e custou.

Alguns colaboradores da equipa fundadora ganharam “lugar” nas listas da PIDE, sofreram afrontosos atrasos em promoções nos empregos.

O jornal sofria cortes, multas, agressões monetárias. Que eram pagas cotizando-se entre eles…etc…etc..etc…

Davam-lhe rosto três nomes:

Marciano Ribeiro Cipriano

Casimiro da Piedade Abreu, e Ernesto Ranita Alves e Almeida que, tal como seu filho hoje – era, então, o proprietário do “Linhas”. Com eles mais meia dúzia de amigos certos que constituíram a equipa fundadora.

Desde a primeira hora, também o Fausto, o insubstituível Fausto que decifrava os mais complicados gatafunhos que lhe fossem apresentados, como sento escrita de alguém.

Os originais eram manuscritos, até a simples máquina de escrever era, então um luxo.

Tudo era feito à mão. Tudo era “filho” de perícia, trabalho, habilidade competência profissional…

Vão 65 anos.

Os jornais eram compostos palavra por palavra. Letra, por letra.

No escuro da noite, passava-se pela rua (do forno?) e escutava-se o inconfundível ruido das impressoras que espalhavam pelas redondezas um cheirinho acre de óleos queimados.

Pela manhã, cedo, os jornais saíam para as bancas. As tintas frescas ainda, manchavam os dedos e os tipógrafos, finalmente, dormiam na procura dum justo descanso.

Hoje, como é lógico, os métodos são outros. Os computadores fazem o que no futuro, outros inventos e descobertas farão ainda mais rapidamente e melhor.

Mas estas são as raízes.

E, são as raízes que suportam o peso das árvores.

É das raízes que vem a força que suporta e suportará os ramos futuros

A capacidade de vida de um jornal, ou de um empreendimento, prolonga-se com a sua repetição através dos tempos, a vida humana reduz-se em iguais circunstâncias.

Este ano, ainda aqui venho com este ramo de saudades trazer felicitações e lembranças. Fiz parte da equipa deste Jornal, durante longos anos, por deferência de amizade e honroso 

convite do seu fundador cuja memória guardo com saudade e gratidão

Mas o tempo passa e, com ele as noites e os dias se hão-de sempre sempre ir sucedendo.

Assim que a cada por do sol sempre se seguirá uma aurora, agora e, até ao fim dos tempos.

Que em cada dia renasça e se concretize mais uma etapa na longa e feliz vida que, tal como eu, tenho por certo, toda a cidade deseja ao Linhas de Elvas e aos seus colaboradores e leitores.

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 01:42
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Sexta-feira, 5 de Setembro de 2014

Ora vivam!

Jornal Linhas de Elvas

Nº 3.289 de 4 de Setembro de 2014

 

..

 

 

Venho à festa

Venho de muito longe, no tempo.

De tão longe que me pergunto, embora nunca venha a saber a resposta, até quando mais cumprirei este ritual.

Verdade, verdade, nem isso interessa para o caso. 

Venho a uma reunião de família a que, pelo coração, sinto ainda pertencer.

Realmente o Linhas de Elvas, sendo um semanário, é uma Vida, tem Vida, como qualquer outro jornal.

Um jornal qualquer que seja, tem marca de gente, tem marca de sangue.

Tem na sua textura, na sua forma de contar os acontecimentos a marca do A.D.N de quem o compõe, de quem o pensa de quem o cria e lhe dá forma.

De quem o faz nascer e viver.

Um jornal, ganha o seu lugar entre os leitores pela coragem, pela lealdade pela lisura, pela dignidade, pela Verdade com que se apresenta a quem o lê.

Um jornal, como uma pessoa, pode ser afastado, da sociedade, ostracizado, por ser tendencioso, oportunista, porque falseia os acontecimentos que propaga em proveito de interesses próprios.

Um jornal é como uma vida.

Um jornal tem uma vida. Como uma vida, faz um caminho, como uma vida, como qualquer vida, deixa um rasto.

Os pasquins, também vivem, como também vivem e proliferam os humanos sem escrúpulos, mas esses embora possam entrar na história, não fazem a história.

Daí que me orgulhe, ter um dia podido ser, corajosamente, parte deste jornal como colaboradora e Amiga dos seus fundadores.

Daí que me ligue por sentida amizade ao filho de Ernesto Alves, o timoneiro que hoje segura o leme.

 

Daí que não precise de convite para ter a alma em festa cada vez que chega Setembro e a saudade me traz de volta tanta recordação!

Lembranças! - marcos de uma qualquer história…

Daí que não possa calar os meus votos de: -Vida! Êxito! Prosperidade!

para o “Linhas” que - ao contrário da gente - ganha futuro envelhecendo.

Daí que ainda que fosse até ontem – só possa dizer:

Até sempre!

 

 Maria José Rijo

 


publicado por Maria José Rijo às 00:34
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Sábado, 8 de Setembro de 2012

A Propósito de um Aniversário

Jornal Linhas de Elvas

Nº 3191  -  6 de Setembro de 2012

Conversas Soltas

A Propósito de um Aniversário

O jornal “ Linhas de Elvas” completa 62 anos.

O “Linhas” é um jornal já com uma longa história feita da soma das histórias de quem o idealizou, e de quem ao longo de todos estes anos o deu à estampa em cada uma das 3.190 semanas em que, ao sair para as bancas, nascendo, renascia.

Um jornal nasce, morre e renasce de cada vez que a sua publicação aparece porque a vida dum jornal não é espontânea.

O sangue que faz correr a sua vida, é o sangue de quem o concebe, cria e o solta ao seu destino em cada edição, em cada número em cada dia – “ diurnale” é a génese etimológica do seu nome – jornal - que também pode querer significar jornal ou jornada como salário de cada dia de trabalho.

Um jornal a pouco e pouco, com o relato do quotidiano de uma cidade ou de uma região, conta o pulsar da vida, escreve a história da sua época, soma-a à história de um País, por mais modesta que seja a sua contribuição.

Qualquer jornal é uma voz onde ressoam muitas vozes, notícias, opiniões, tendências, algumas vezes.

Um jornal é, ou pode ser, sempre uma força, porque a sua apresentação é resultado de escolhas, decisões de consciência, atitudes pensadas reveladoras de ideais, caminhos, influências.

Assim a imprensa pode ser elemento de catalize em causas boas, ou menos boas.

A imprensa informativa, não é um lazer, mas, sim, um ofício de nobre  responsabilidade.

O “ Linhas” é, um jornal que ainda nasceu no tempo em que os jornais eram compostos letra por letra com caracteres de imprensa, para formar palavras, constituindo frases arrumadas em tabuleiros próprios…

Em que as notícias se transmitiam pelo telefone, com as telefonistas, pelo meio, estabelecendo as ligações….

O “Linhas”, não nasceu no tempo das facilidades tecnológicas.

 O “Linhas” era, como os jornais de então, gerado em oficinas ao som do barulho cadenciado das impressoras com os tipógrafos de mãos encardidas de tintas, fatos protegidos por batas escuras ou longos aventalões compondo, como quem tece malha por malha, noite dentro, madrugadas fora, para que a notícia não envelhecesse antes de sair à rua.

O Linhas nasceu na Rua do Forno, na tipografia de Ernesto Augusto Alves e Almeida.

Nas épocas das convulsões políticas, nas catástrofes, nos grandes acontecimentos de qualquer espécie os jornais eram aguardados com a avidez com que hoje se espreita a net, a televisão, e, já se aguardou também , no seu apogeu, a rádio…

Nesses tempos nem a máquina de escrever estava ao alcance de todos e, os originais chegavam às tipografias manuscritos.

Algumas caligrafias eram verdadeiras charadas, mas, também, alguns tipógrafos eram verdadeiros génios na sua decifração permitindo que a prosa viesse a lume escorreita.

Hoje o cabeçalho de um jornal traz já impressas as coordenadas da modernidade – www.linhasdeelvas.net.,- e, os computadores corrigem os erros ortográficos…

É à festa deste jornal – actualizado - que compareço, mas trago-lhe de presente esta memória de um semanário que nasceu com corpo de papel, com cheirinho de tinta fresca, com força de alma e com um projecto corajoso e honesto, que como um bem de família se mantém genuíno na sua essência e a que as marcas do tempo vão dando feição e a modernidade que lhe permite singrar na difícil vida da imprensa de hoje não alterou o carácter.

Venho trazer um abraço de parabéns, e de coração, como quem reza baixinho repetir o voto de sempre:

Felicidades!,Felicidades! Felicidades!...

 

 Maria José Rijo

 


publicado por Maria José Rijo às 11:44
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Quinta-feira, 1 de Setembro de 2011

Em dia de Aniversário

Jornal Linhas de Elvas

Nº 3.138 de 1 de Setembro de 2011

Conversas Soltas

Em dia de aniversario

 

Venho de longada a teu lado, Amigo!

E…assim passaram, contando este - sessenta e um anos.

Só que ao contrário das pessoas que quer integras, quer trafulhas, com o decorrer dos tempos envelhecem, os jornais apenas se fortalecem, ganham estrutura, amadurecem se não desmerecerem dos seus princípios.

Um jornal de província, um jornal regional – nestes tempos controversos - é sempre um acto de fé na vida e, até um sinal de coragem, de crédito na fraternidade. A notícia que propaga é a dádiva do que se conhece a quem se interessa pelo bem comum da sua terra e, só dessa forma, a ela tem acesso.

Um jornal de província - fala sobre os acontecimentos mais importantes do país e do mundo mas, faz mais do que isso, fala de quem se conhece, conta quem nasceu, quem faz anos, quem partiu para sempre, faz, como que, a ligação entre as famílias como uma saudação amiga de porta a porta. Faz o relato minucioso dos problemas, dos acertos e desacertos, de tudo que directamente toca à comunidade que serve e a que pertence.

Não é, nunca poderia ser o lacaio subserviente que por medo, interesses pessoais, ou cobardia bajula quem tem poder.

O poder pode ser sedutor, mas é escorregadio, traiçoeiro, e nem sempre enobrece quem o detém, muito ao contrário, avilta quem o exerce sem dimensão moral para o merecer.

A dignidade e a honra são bens perenes – ou se têm ou não se têm e, um jornal - ou vive sob esses desígnios - ou não vive – soçobra.

Um jornal, pode e deve ter uma linha editorial, que respeita, mas se tiver abertura a colaboração exterior não nega o parecer contrário ao seu, desde que exposto correctamente e assumido.

Sessenta e um anos – são testemunho dum percurso limpo e, também - dessa qualidade  de nobreza – isenção – dessa e de

 todas as demais que granjearam  o prestígio de que desfruta – o jornal de todos nós – o jornal da nossa cidade.

Se - O Linhas - está de parabéns – Elvas também está e, como é lógico, todo o núcleo que o compõe e quem por ele responde  se responsabiliza e mostra o rosto – o seu director

 

Para todos um abraço de felicitações e apreço com desejos de longa vida e um muito obrigada porque, desde há sessenta anos, discretamente têm vindo a escrever para a historia a saga da nossa gente

 

 

 Maria José Rijo

estou: Aniversário do Linhas - 2011
música: Conversas Soltas

publicado por Maria José Rijo às 17:50
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