Domingo, 22 de Maio de 2016

1984 - Exposição de maria José Rijo no Museu António Tomáz Pires

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Exposição de Trabalhos de Maria José Rijo

no Museu de Elvas - António Tomáz Pires

.

Bonecos de Madeira

Trabalhos de Conchas

Telas a óleo

 Ceramica

 

estou: 1984

publicado por Maria José Rijo às 00:17
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Sábado, 9 de Janeiro de 2016

Luciano aqui esta a fotografia prometida.

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Luciano aqui esta a fotografia prometida dos velhos Tempos

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música: Familia de José Rijo

publicado por Maria José Rijo às 17:17
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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2015

As lembranças do Forte da Graça

MARIA JOSÉ RIJO 

conta as suas lembranças, as Memórias  do Forte da Graça

http://fortegraca.aiaradc.org/estorias-do-forte/

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  (( 1933 - 2015 =  82 anos ))

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estou: Jose Almeida Rijo
música: Forte da Graça- 1934-2015

publicado por Maria José Rijo às 21:59
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Quarta-feira, 26 de Agosto de 2015

Festas do Povo Campo Maior - Agosto de 1972

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FESTAS DO POVO - 1972

LEMBRANÇA DAS FESTAS DO POVO DE CAMPO MAIOR

Agosto de 1972

FOTOGRAFIAS de   José de Almeida Rijo

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estou: FestasCampoMaior 1972
música: 1972-2015

publicado por Maria José Rijo às 14:33
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Domingo, 25 de Setembro de 2011

Ao Ernesto um Abraço de Parabéns - 1987

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.904 – 4 de SETEMBRO de 1987

 

POR – JOSÉ DE ALMEIDA RIJO

AO ERNESTO um abraço de PARABÉNS

 

 

Naquele tempo, - e já lá vão 37 anos – o “Linhas” era vivido, como agora, com ORGULHO por todos que contribuíram para o pôr na “RUA”.

 

Nasceu pela mão de gente nova, com uma pitada de irreverência, um toque de ousadia e uma mão cheia de coragem … que os tempos eram outros!

 

Soube sempre dizer “NÃO” ao oportunismo que tornaria a “Vida mais fácil a ” … quem quisesse levar as vacas a beber…” como diria mestre Aquilino.

 

Teve honras da colaboração de José Régio, entre outros.

Problemas com a Censura eram quase semanais. As Multas abundavam, numa clara demonstração de independência na crítica e desprezo nas ameaças.

Sofreu pressões, que sacudiam!

Durante anos foi a única voz escrita do concelho de Elvas, o que não lhe deu qualquer complexo de superioridade nem de abuso do poder.

 

HOJE, ele ai está!

Com uma colaboração certa e diversificada como convém.

Diferentes formas de pensar, não invalidam a comunhão, no ideal de fazer o “Linhas de Elvas” um jornal cada vez mais apetecido, por cada vez mais leitores.

 

Ao ERNESTO um abraço de PARABÉNS

 

José de Almeida Rijo

estou: Por - Jose de Almeida Rijo
música: 4 de Setembro de 1987 - nº 1904

publicado por Maria José Rijo às 15:37
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Sábado, 12 de Dezembro de 2009

92 - Natal

*

Escrevo-te para mim
Para falar contigo
daquele retrato de 43/44?
tirado no jardim
e, também para te contar
que, uma, a uma
desatados os laços que as juntavam
em maços
queimei as cartas que trocámos
dia a dia
naqueles quatro anos em que namorámos
só salvei o "tal" retrato
tirado pelo "chaperon" que nos guardava à vista
como era de "bom tom"
Não!
Não as reli!
queimei-as simplesmente
mas, no papel que a arder se contorcia
a cada instante, iluminada, aparecia
a palavra – Amor!
que num relance, eu lia
e, como se me queimasse – doía – doía...
Mas, a dor é fogo posto
que o pranto não apaga
e, qualquer lembrança aviva...
Não!
Não sorrias a dizer que escrever-te não faz sentido!
Tu sabes que estás comigo
como sabes, sem dúvidas
que me levaste contigo
*
Maria José Rijo

 

estou: 1992 Natal
música: Poema - Livro III - Natal - 92

publicado por Maria José Rijo às 21:50
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@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

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