Maria José Rijo
Não sou princípio - Nem fim! -Sou um ponto no caminho- Daquela linha partida- Que vinha de Deus para mim!
Livro das Flores
Todos os dias
amanhecem
Crianças
Pássaros
Flores !
Sobre a noite
das crianças
Pássaros
Flores
que já não amanhecem
Amanhecerá!
Maria José Rijo
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9 comentários
De Gustavo Frederich a 09.02.2008 às 01:20
que eu já li.
Não são apenas palavras que em conjunto
ficam bem e bonitas.
Não.
É um conjunto que tem preocupação, sentido,
vida, história, dor e lágrimas.
É um pequeno espaço, aquele que fica
entre o espaço sol e lua, noite e dia... onde a
vida se move com a sabedoria.
Mexeu comigo, enterneceu-me a alma e o
coração.
Oh Tia - mas isto é LINDO!
Vou memorizar como uma oração.
Obrigado Tia.
Daqui de longe cá vái um beijinho
Gustavo Frederich
De Maria José a 09.02.2008 às 20:55
Recordo-me de já me ter falado no livro "Flores"de que a Paulinha falou.
A Paula, com a sua paciência -rara - juntou tudo o que escrevi sobre flores e fez um livro para ela, outro para mim.
Conclusão: - edição sui generis - dois exemplares .
Fiquei feliz por lhe ter agradado o poeminha.Obrigada.
Hoje, também fiz uma caminhada ao sol, depois visitei uma amiga viuva que vive só e está adoentada e vim ocupar oresto da tarde respondendo aos comentários .
Vivi assim esta boa sensação de vos ter por perto, o que é bom.Beijinhos.
Maria josé
De Gustavo Frederich a 09.02.2008 às 22:47
Acabei de ler os imensos comentários que tem
aqui. É sinal de que o blog é bem recebido e que
os leitores gostam e querem manter contacto
com a escritora (como eu).
Realmente a sua sobrinha teve um Feliz ideia,
o livro das flores. Gostaria pois de conhece-las
todas as flores do seu livro. Pode ser?
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Com muitos beijinhos para si tia
Gustavo Frederich
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Creio que foi o sorriso,
sorriso foi quem abriu a porta.
Era um sorriso com muita luz
lá dentro, apetecia
entrar nele, tirar a roupa, ficar
nu dentro daquele sorriso.
Correr, navegar, morrer
naquele sorriso.
Eugénio de Andrade
De maria josé a 10.02.2008 às 19:50
Fosse o Frederch meu visinho, e lá estaria eu cheia de roupa até aos olhos - que o frio não tem piedade dos corações antigos, a levar-lho dizendo: guarde-o é uma lembrança minha, por me ter dado,quando eu já nem acreditava possível a ilusão de que eu poderia ter sido o que sempre sonhei ser - sem lá cheger - escritora.
Se me disser - como - lá irá.
Não levará violetas, porque elas , como os sonhos, são efémeras e morrem-nos nas mãos.
Estou-lhe grata, sinceramente grata
Beijinho...maria josé
De Natércia Nogueira a 09.02.2008 às 11:21
Este poema é uma maravilha.
Adoro este seu blog.
Parabéns pela sua alma tão bonita
e tão sensivel.
Beijinhos
Natércia Nogueira
De Maria jpsé a 09.02.2008 às 20:20
Tenho um certo pudor.
Fiquei feliz com as suas palavras - obrigada.
Beijinhos
Maria josé
De Natércia Nogueira a 10.02.2008 às 17:46
sinto-me lisongeada pela abertura de coração.
Não tenha pudor em mostrar os poemas, este
blog é a prova de que tem uma alma grande, a
Senhora que escreve com tanta beleza e clareza
quase como água lavando pedras - mostre e
publique - a sua sobrinha só pode gostar imenso
de si. Este blog é isso - e faz bem em postar tanta
beleza do seu coração.
Todos os que passamos por aqui vêm saciar a sede
de tanta beleza e emoção.
Muito obrigada por me ter dirigido estas palavras.
Fiquei muito contente.
Obrigada.
Natércia N.
De maria josé a 10.02.2008 às 20:16
Não lamento a minha morte
lamento a morte das lembranças
que trago comigo e não fui capaz de legar
Só quem semeia sonhos - colhe esperança
Não sei em que encruzilhada me perdi de mim.
Digam-me , se me viem por aí
Obrigada.
Maria José
De Poema e flores a 15.05.2008 às 10:05
Mas não são só os poemas no blog que me atraem, até a barra á esquerda do blog onde podemos ver uma sequência de fotos e pequenos textos, faz-me parar, pensar e apreciar. Obrigada
Rita

