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Maria José Rijo

Não sou princípio - Nem fim! -Sou um ponto no caminho- Daquela linha partida- Que vinha de Deus para mim!

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-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@

D. Sancho e eu

Jornal linhas de Elvas

Nº 2.291 – 17 de Março de 1995

Conversas Soltas

 

 

 

Não se avistava vivalma.

Ia eu, sem mais cuidar, no meu passo ronceiro, a atravessar a praceta, quando ouvi – nitidamente – alguém pronunciar o meu nome, chamando-me com insistência.

Anoitecia.

Olhei em redor! – Tudo deserto.

Bateu-me apressado o coração com a surpresa.

Parei gelada de espanto.

Tivesse eu escutado apenas - Maria…

Marias – há muitas:

Maria José, ainda daria para confundir! – Mas, com apelido e tudo era impossível duvidar que fosse comigo.

Serenei.

Curiosa, comecei a espiolhar à minha volta indagando em voz alta:

- Quem me chamou?

- Aproxima-te! – Vem cá! – Foi a resposta nítida iniludível.

E, surpresa das surpresas! Do alto do seu pedestal – D. Sancho II de Portugal – convocava-me com a autoridade que cabe ao grande conquistador da nossa terra.

Quase descrendo da evidência, correspondi ao apelo – mas, creio incrédula ainda, exclamei com alguma hesitação:

- Fostes vós, senhor, quem me chamastes? E, enquanto no meu espírito, atabalhoadamente, procurava referências para, sem gafes, dialogar com tão ilustre interlocutor – fui dando largas ao meu pasmo imenso e verdadeiro.

- Como é possível, Senhor! – Inquiri: - que concedais a honra da vossa atenção a tão ínfima criatura?

- Vós, Senhor, sabíeis o meu humilde nome? (aqui dei-me conta que “senhor” é também a forma de evocar Deus! – temi a heresia.

Teimosa, voltei a titubear – porém reconsiderei: … e lá no alto, nos poleiros, quem se julgam eles, senão deuses! – Não havia lugar para mais dúvidas – e, a conversa fluiu.

- Embora não me reconheça à altura da vossa real atenção: - Dizei! – Dizei, Senhor – o que pretendeis?

- Quero apenas conhecer-te.

- Mas já tanto me contaste! – Foi de cor? – Objectei…

- Queria apenas conhecer-te – insistiu – (aqui senti-me importante)

- Será ousadia minha, Senhor, indagar porquê? (disse indagar porque me pareceu menos vulgar de que perguntar e, isto de realeza pede punhos de renda…)

Com realíssima condescendência, D. Sancho II de Portugal – respondeu soberano:

- Cala-te! (que decidido, o rei!)

- Calo-me, porquê?! – Titubeei (vejam as palavras belas que o povo gasta com a realeza)

- Porque, aqui, quem fala, sou eu! (que querido! O rei.)

- E, vós sabeis tudo, tudo, tudo? (bisbilhoteiro! O povo).

- Tanto, também não! (que modesto! O rei).

- Eu passo aqui dia a dia, vós sabeis o meu nome, (perguntador e chato o povo!)

- Então achas que tanto basta para te conhecer? (que sensato, o rei!)

- Senhor! – Insisti, eu por vezes escrevo umas coisitas! (aqui, era eu, a dar-me ares…)

- Meu olhar está toldado! Ofuscado pelo reflexo da branca cal, empedernido… (é de pedra a estátua)

- Mas não estais cego? – (preocupado o povo!)

- Governo-me muito com o ouvido! (não é mouco o rei! – olha que bom!)

- Que pena eu não saber cantar mas apenas leio um bocado… (era eu puxando à cultura)

- Permiti-me que vos lembre Sancho I! – Tão dado à poesia:

“ …. Muyto me tarda

         O meu amigo da Guarda.”

- Lá estão vocês a querer dar autorias ao outro! Quem escreveu essas tretas foi Afonso X de Castela!

- Não sejais invejoso, Senhor! (o povo quando perde as estribeiras diz cada coisa…)

 

- Eu também sei que há dúvidas, mas vós devíeis reconhecer que, na circunstância era mais justo puxar a brasa à sardinha portuguesa!

- Não quero falar de pescas! – (retorquiu agastado o rei!) – esse dossier não é meu.)

- O meu reino é de sequeiro. (convicto, o rei!)

- E, como obviais a tais obstáculos (quando se cala o povo?!)

- Que julgais de mim! (altaneiro! O rei)

- Não sabeis porventura que até os que abriram balneários sem cuidar de nascentes abastecedoras vão ter frescos caudais a correr-lhe à porta?! (esclarecedor o rei!)

- Permiti-me então que vos diga: - com grilos, como tendes na consciência, será curial perderdes vosso precioso tempo mandando vossos segréis gastar inspiração e rimas com tão ínfimos servos, indefesos, como eu! Lembrai-vos como já é horrível a estação de muda (estamos no tempo da cavalaria) frente ao maior e mais belo aqueduto erguido em terras ibéricas.

- Fazei que cantem com voz troante o semelhante e tremendo evento que se avizinha!

- Cantai o arraso que fazeis a belas memórias…

- Cantai o aquartelamento que há-de assombrar a luz gloriosa daquela clareira antiga onde o povo vai rezar…

- Cantai o desprezo a que foi votado o espaço onde se homenageiam e guardam ecos do passado que se esfumam sem deixar rasto…

- Cantai os peregrinos que por lá aboletastes… e nos seus “êxtases” de tudo são capazes…

- Cantai tanta ousadia e glória para que fique na história.

- Nós sabemos Senhor, que vos mostrais em campo aberto – exposto aos ventos – e contrários eles são!

- De um lado sopram leis emanadas do senado, do outro, emanam das albergarias o perfume gostoso dos tachos…

- Às costas pesa-vos a história – em frente – transparente, transparente a ânsia de glória!

- Difícil é ser rei, Senhor!

- Mas… será que! (disse eu, reticente, me calei)

- Diz! Diz o resto! – acaba a frase R.S.F.F – (insistiu o rei inclemente)

- Isso não farei! – (aqui, ambos irritados já éramos tu cá, tu lá…)

- Não ouses contrariar-me! Olha! Olha! Olha!...

- Olha, o quê?

- Olha o cartão – não lês R.S.F.F.?

 Pois se não respondes – não terás lugar  à mesa do banquete.

- Que banquete?

- Há sempre fina recompensa para quem assiste aos torneios.

Ora, não é que de repente acordei ao som das minhas próprias gargalhadas!

Então, perguntei a mim própria porque ria.

Talvez porque rir é o melhor remédio.

Pensei.

No chão, em meu redor, revistas e jornais exibiam retratos de reis e príncipes de Espanha, do herdeiro do trono de Portugal.

Era evidente – a realeza é o tema do momento.

Influenciada sonhara.

“Honny soit qui mal y pense”

 

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