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Menina de Trapo !

Segunda-feira, 26.02.07

por do sol na praia

Não sei se é loira

ou morena

Nem dos olhos sei a cor

Sei que é menina

O nome é simples

AMOR!

 

Poetisa - Maria josé Rijo

do livro - A menina de trapo

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publicado por Maria José Rijo às 20:44

Os habitantes do silêncio

Domingo, 25.02.07

Jornal linhas de Elvas

7-Julho- 2005 – Nº 2.821

Conversas Soltas

 

Os habitantes do silêncio

 

Pode parecer estranho, num primeiro olhar, referir os habitantes do silêncio.

Pode!, até porque a ideia de silêncio, muitas vezes, faz pressupor, vazio.

Mas, quer o silêncio, quer a solidão, são, penso eu, os espaços de tempo mais

habitados das nossas vidas.

Em circunstâncias normais podemos escolher as nossas companhias e

estar a seu lado enquanto o decidirmos. E cada qual ocupa o seu espaço

 físico e não outro.

Temos um volume determinado, uma entoação de voz própria para cada

circunstância, um comportamento normal. Deslocamo-nos de um local para

outro mas, somos sempre mais ou menos, reconhecíveis, previsíveis, sem surpresas.

                Porém quando a ausência física das pessoas acontece e em seu lugar se gera a

solidão ou apenas o silêncio, quando todo o espaço que nos rodeia está vago,

aí, então, o insuperável mundo das lembranças  preenche em absoluto a atmosfera

envolvente e, todos os gestos , e todas as memórias se nos apresentam, e

, sem que se sobreponham, ali ficam todas ao mesmo tempo, e tão nítidas, tão frescas

e presentes como se  os factos, estivessem sempre a acontecer ininterruptamente frente a nós.

De tal modo, que,  então os estranhos, somos nós. Nós somos os únicos

 intrusos, os únicos sobrantes dum conjunto quase asfixiante de presenças

 impalpáveis, mas densas, por entre  as quais temos que ser capazes de

continuar o nosso caminho.

É a mão que lá não está mas segura a nossa. É a voz que mais ninguém ouve

mas que nos detém. É o sorriso que só nós pressentimos e nos encoraja.

É o jeito de surpresa descontente que nos faz reconsiderar.

É como ler o segundo volume de um livro cujo primeiro se perdeu, mas sabemos

de cor na forma, no conteúdo, e no sentido.

É a continuidade  na memória.

É, como diz sabiamente o povo, que a morte só acontece, quando

as lembranças se extinguem.

E, porque cada um tem a sua história, e a soma delas faz a história dos povos,

as casas também  têm voz e, até os objectos falam.

E, as cidades têm alma e guardam até nas pedras desgastadas das calçadas

 memória dos que por lá passaram ao longo dos tempos.

Passos cansados, passitos de criança, correrias de folguedos, cortejos de

 festividades, de guerras e revoltas, procissões, tudo burilou com os anos

o mundo que nos rodeia e nos acolhe!

- Até as chuvas, os sois e os ventos...

E, no silêncio das madrugadas, são as vozes  dessas memórias que pairam

sobre as cidades e nos impelem a caminhar, crescer, sem  desvirtuar um passado

que é  o suporte histórico  da nossa vida colectiva.

Porque são as pessoas que criam os lugares que geram as cidades e sobre elas

escrevem a história as diferentes gerações.

E, tudo terá sempre, como suporte as vozes caladas, mas presentes, dos

 habitantes do silêncio para onde todos caminhamos, e de onde só a

 memória nos poderá despertar.

                     

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publicado por Maria José Rijo às 13:50

Balada da infância

Sábado, 24.02.07

 

                         Ai, mundo da infância,

                         como cabes neste mundo?

                        Ai promessas,

                          desejos que é bom não cumprir!

                        Aí anseios vagos de raros sabor...

Como a vida a cumprir-vos

                        Vos rouba o valor!...

 

                        …Eu lembro-me ainda!

                        E como esquecer o mundo das gavetas,

                            Proibido mexer!

                        As malas da Avozinha e das Tias,

                        Que só elas abriam …e em certos dias!...

 

                        Ai, encantos meus!

                        Retalhos de seus encantos…

                        Que punham cobiça em meus olhos

E nos seus névoas de pranto!...

Bocadinhos de tecidos,

Recordações de bordados

                        De vestidos e arrebiques

                        De bodas e baptizados!...

Ai, tremuras dessas mãos

Tão velhinhas e tão queridas!...

Ao abrirem as caixinhas,

 Onde dormiam as chaves ,

Dos caixões das falecidas!...

 

Ai, poemas de saudade,

Em palavras tão singelas!...

 

-- “Vês isto aqui minha filha?

 “Este caracol tão loirinho?

Era de teu tio-avô, meu irmão,

O que está neste retrato…

Morreu muito pequenino,..

Coitadinho!..

Coitadinho!...

 

                    (Dizia a avó bondosa

                    a  repor o medalhão,

                     entre as dobras de algum fato)

                      Grande mundo das caixinhas,

                     Sempre fechadas!...

 

                       Algumas que se abriam a meu pedido

                      Tinham missangas, continhas,

                       Flores secas e plumas,

                        Restos de sonhos vividos

                       Que tinham sempre uma história,

                       Que eu escutava toda ouvidos!

 

                        - “Isto aqui...  

 

              (Quantas saudade

                      Havia em se recordar!...)

              “ – É um pouco de cambraia

              “ Que sobrou das camisinhas

              “Do enxoval do teu Pai,

              “E foram feitas da saia

              “Do vestido que eu levei

               “Na primeira Comunhão!

               “ Recordo tanto esse dia!...

               “Quando voltamos para casa,

               “ Vinha eu entre os meus pais

               “ E a ambos dava a mão!

 

               -- E esta fita tão linda?

 

               -- Não lhe toques, deixa estar!

 

                   (E uma nova emoção assomava ao seu olhar!...)

 

             –“ Foi a última que usou

             “Antes de ir para noviça

              “A minha amiga de infância,

              “Minha prima, a Clarinha,

              “Que chegou a ser superiora

              “ No convento onde morreu

              “E do qual era padroeira

              “ A Virgem nossa Senhora!

 

            -- E isto aqui, o que tem?

 

            (Logo a avó com carinho,

            Desmanchava para eu ver

            Um embrulho feito em linho

            não fosse a traça comê-lo.)

 

            --“ É a trança do seu cabelo!...

            -- Vês querida, como era belo?!...

             …………………………………….

E enquanto febril extasiada,

Eu quedava-me a sonhar…

A avó fechava a mala,

Com religioso carinho;

E ás vezes, no outro dia,

Inda no ar se sentia

Um cheiro muito suave

De alfazema e rosmaninho!...

 

            Foi essa mala tesoiro,

            Foram caixas e retalhos,

            Foram pontinhas de rendas,

            Foram retratos e prendas

            Dos noivos das minhas Tias,

            (De minhas Tias solteiras,)

            Foram leques, pedrarias,

            Restos de sonhos sonhados,

            Que a morte fez em bocados,

           Que geraram, bem o sei,

           Os primeiros sonhos que tive,

           Os mais lindos que sonhei.!...

            …………………………….

 

           Minha avozinha morreu…

           Não mais mexe em suas malas,

          Agora… mexo-lhes eu!...

 

@@

 

 

 

 

 

 

 Maria José Rijo

Livro -- ...

E vim cantar    

-- poemas -- 1955

                                                          

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publicado por Maria José Rijo às 01:40

Criança...

Sábado, 24.02.07

       

  Ela é, para mim, a imagem que se tem de ser criança.

 Ela caminha subindo e descendo por tudo quanto for murinho , monte de terra ou pedras, que encontre no seu trajecto; pisando nas poças de água que a chuva ou a rega do jardim deixem no pavimento: parando a olhar tudo o que mexe, tem cor, faz ruído, brilha ...

 Tudo a detém e de tudo se solta.

 Brinca com terra, pedras, ervas, caixas vazias.

 Pára a ver os cães, as outras crianças, bisbilhuta o chão como se tivesse perdido as jóias da coroa e investiga o céu, como se dele esperasse resposta para todas as interrogações e sonhos de quem tem a vida como promessa.

 Ela é deliciosa. É criança.

 É franzina, tem cabelinho curto, já usa óculos, tem joelhos daqueles onde sempre se espera ver uma esfoladela.

 Tem uma mala de livros – que deve ter livros – mas também deverá guardar, berlindes, papeis de rebuçados, batons da mãe e mais tudo que calha a uma criança cobiçar, ou seja, os pequenos nadas a que se pode atar uma ponta de fantasia.

 Nas horas de recreio, ela passeia sózinha na praceta.

 Sózinha – na aparência – porque, quando ela sobe ao muro bem largo com dois palmos de altura e nele caminha de braços abertos concentrada no equilíbrio, como um funâmbulo, mudando os pés como se fosse mortal o perigo da queda – aí – eu também vejo o circo cheio e ouço as palmas que ela escuta quando salta ligeira para o chão e olha em redor como que a agradecer à assistência.

 Quando ela fala, fala com a boneca e depois lhe segura na mão – eu sei que já a convenceu a ir pelo próprio pé, porque a vejo rojar o chão ao compasso do andar miudinho da Mãe cuidadosa que ela, então, se sente.

 Aquela menina, nada embonecada, sem laços, sem folhos, nem enfeites inibidores – vestida com bom gosto e conforto – que se mexe à vontade na roupa que usa e suja, descontraída e feliz no seu trabalho de brincar – saiu outro dia de casa  com um rolo de higiénico e um ar de ventura deslumbrada.

O que seria ? – não entendi

“Para fazer flores” – informou ela.

Mais tarde, recebi um ramo de ervas viçosas e frescas (que pus numa jarra) atadas com um grande laço de fartas pontas.

Tonta, fora eu, que não entendi que naquelas mãos pequenas de Pipi das meias altas, tudo se transforma  em milagre de verdade.

“São rosas, meu Senhor” – dissera a Rainha Santa – por ser santa.

“São flores” – disse a menina porque vive o estado de graça de ser – Criança.

 

    Maria José Rijo

 

Jornal Linhas de Elvas

.Jornal nº

de

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publicado por Maria José Rijo às 01:05

Papoila

Sexta-feira, 23.02.07

.

A papoila tem o tom vermelho, rubro

da festa em brasa

E, no verde manso do trigal - se aparece

é o grito que contesta a cor certinha o

ondular ardente

ao toque do tempo - compassos do vento!...

É a gargalhada insólita, inesperada

que desfralda  a revolta recalcada!

E... a Papoila sabe!

Cativante! - Erótica, ao tacto macia...

Tem toque de pele - morna como um ventre...

Tem o toque de seda - um mole de veludo...

- Um nada de cada - um pouco de tudo...

Por isso disfarça o olhar pestanudo

de estames  fartos que o ópio perturba...

- Sabe-lhe o negrume e esconde-o bem

na cor escaldante que as pétalas tem.

- Bem de longe chama! - Sou de sangue e lume!

- Sou de sangue e lume!...

- E só se colhida  - da morte já ferida

  e em requebro de tango , maldosa ,

perdida

sensual, pagã -  confessa o ciúme

de usar veneno

em vez de perfume !

 

 Maria José Rijo

Livro  das Flores

 

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publicado por Maria José Rijo às 18:38

Pensamentos de Maria José Rijo

Quarta-feira, 21.02.07

" Cada estação

  abre as portas

  a outra !"

.

 Maria José Rijo

 .

 

redtrees_rivaroadstreet.jpg

magnolia_spring2006.jpg

200612fevereirotardearvorecaiaques.jpg

Árvore sozinha

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publicado por Maria José Rijo às 22:47

Todos os dias...

Quarta-feira, 21.02.07

retratos pequenos com crianças

Todos os dias

amanhecem

Crianças

Pássaros

Flores

 

los pensamientos, Viola × wittrockiana

Sobre a noite das

Crianças

Pássaros

Flores

que já não amanhecem...

Amanhecerá ?

 

 Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 22:32

Sou de ninguém...

Domingo, 18.02.07

 

camadas finas diaphanous

.

..

Havia em mim labirintos,

Onde nem eu queria entrar!...

Grutas cheias de fantasmas

Que ninguém queria olhar!

.

-- Que hei-de fazer com isto?

( Quedei-me um dia a pensar! )

.

Esbocei gestos de oferenda

Que ninguém quis atender...

.

Não se dá coisa que preste,

Disseram severamente!

.

E eu fiquei fechada em mim

A pensar, sempre a pensar...

.

Até que rasguei

Obsecada -- Demente,

E com a alma ferida

Saí para a rua, despida

Dei-me toda a toda a gente!

.

.

Maria José Rijo

 

 

Livro de Poemas

-- Paisagem

29-Maio-1956 --

Poema nº 1

Pág. - 9

 Desenhos da Autora

 Maria José Rijo

..

 

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publicado por Maria José Rijo às 13:40

Pensamento de Maria José Rijo

Quinta-feira, 15.02.07

borboletas em flores

     .  "

A Solidão

     é o que

preenche

o vazio

     de todas as

ausências!

.

 Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 15:52

POEMA PARA TI

Terça-feira, 13.02.07

                        flores - borboletas

Tudo o que amo - sou

Aonde fui - estou

Trago flores e sol

Sementes e lutos

Mortes e esperanças no meu olhar

E nos meus silêncios

E quando estendo as mãos

para te afagar

Sou a ribeira que corre

O mar que tu amas

Os sonhos que tens

O corpo que pedes...

E o meu carinho

Cheio de seiva do passado

É nessa hora

As nascente a engrossar

As raízes do amanhã !

Que, dizer hoje, nos promete!

.

 

 Maria José Travelho Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 15:06





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@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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