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Os Jacarandás

Domingo, 25.03.07

Felizmente, graças a Deus, que neste mundo conturbado e enlouquecido ainda há quem perca(?)ou ganhe tempo olhando para o alto.
Pensei assim ao ouvir recentemente, na televisão, falar de um grupo de cidadãos de que também faz parte o doutor António Barreto, que em Lisboa se organizaram como - Os Amigos dos Jacarandás .
Ora os jacarandás, são, nada mais, nada menos, do que estas árvores esguias de copas altas, de folhagem bonita e delicada, que em chegando os fins de Maio, princípios de Junho se cobrem de flores lilases, que ao cair alcatifam o chão com um manto macio cor de violetas que o caminhante indiferente e distraído, pisa, quantas vezes sem sequer nele reparar como se a elas tivesse direito como Santos num andor em procissão ou pompa de cortejos reais...
...E, no entanto quem de entre nós merece da Mãe Natureza a generosidade de poder abafar os seus passos sobre a macieza de tal maravilha... .
Mas, é assim! – Se em lugar de flores se tratasse da “árvore das patacas” ainda que o duro metal, pudesse porventura quebrar algumas cabeças, aí andaríamos todos de nariz no ar, não fosse alguma cair fora do nosso regaço...
Mas, toda esta conversa, vem a propósito de que o tal grupo se organizou para defesa das referidas e maravilhosas árvores cuja localização na cidade de Lisboa, conhecem uma, por uma, e que em grupo visitam periodicamente para verificarem o seu estado, e proverem por todas as formas à sua protecção e conservação.
Porém, nesta época da floração, fazem-lhes uma espécie de visita de cumprimento maravilhado porque aproveitam o ensejo para fruir do encanto que resulta de sentir-lhes a beleza e o perfume, o que em si já é uma oração de graças ao Criador, e gozarem do encanto dos efémeros tapetes que estendem pelo chão ao despojarem-se das suas flores cobrindo de cor carros e tudo o mais que sob elas, na sua sombra, se aconchegue.
Reanima-se sempre no meu espírito a fé na humanidade quando me dou conta de factos destes e só lamento não ter tido, eu própria, a capacidade para, em tempo certo, ter procurado criar o Grupo dos Amigos das Olaias, e ter lutado para que o seu cinquentenário bosque que anunciando a Primavera irradiava beleza e cor no nosso Jardim Municipal tivesse podido resistir ao desamor que o arrasou.
Enfim: as obras dos homens, às vezes, vezes demais, são cegas e surdas à voz do coração.
...Vejo das minhas janelas o aceno de beleza que me enviam os jacarandás da Quinta da Tapada da Saúde.
São dois, majestosos, magníficos agora na pujança das suas copas em flor.
Espreito, mais três ou quatro, menos majestosos, porque mais novos, aqui pertinho no jardim da Escola D. Sancho.
Espreito-os e alegro-me por outros mais terem sido plantados nas pracetas da entrada da cidade.
É salutar que as pessoas se habituem a conviver com a beleza e a companhia das árvores que tão pouco nos pedem e, tanto nos oferecem.
Afinal, lógico seria que, cada um de nós, se sentisse como um natural defensor e Amigo das árvores, pelo menos das árvores da nossa terra, das nossas árvores de cada dia.

Maria José Rijo


Jornal Linhas de Elvas

Nº          -

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publicado por Maria José Rijo às 00:47

primavera...

Quarta-feira, 21.03.07

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publicado por Maria José Rijo às 01:22

Amor-perfeito

Quarta-feira, 21.03.07

Pansy. Retrato dos pansies.

Amor perfeito - é flor 

                                                 Que mesmo só em flor

                                                               o Amor

                            pode ser assim perfeito!

                            E de perfeita – a flor

                            qualquer que seja - é amor!

                             Porque - Amor - sem ser flor !

                             Nunca é amor - perfeito!

                             E, ás vezes, mesmo em flor

                             Não chega a ser escorreito

                             Sendo embora - amor perfeito

                             Quanto mais - perfeito amor !

                             Que ser amor - sem ter defeito

                              E ser ainda - amor perfeito

                              Já se disse: - só flor !

                              É que o mais perfeito amor

                              ao nascer, sempre é flor - mas,

                               mesmo que amor perfeito

                               tem três dias para viver

                               para encantar e morrer...

                               Por isso mesmo - o amor

                               Com mazela ou sem defeito!

                               Tem que ser amor presente

                                P’ra ser um amor perfeito

                                Porque em amor - o pretérito

                               inda que sendo perfeito - ou - até

                                mais que perfeito

                               Já não é amor igual

                               ao amor que está presente!

                               Em amor - Também não serve

                               Futuro ou condicional

                               Porque de amor - o melhor

                               é aquele que se tem

                               se diz: - “dele” - ou se diz: “dela”

                               se abraça e aperta ao peito

                               Se beija do nosso jeito

                                    mesmo que tenha mazela!

                                Que quando o amor é nosso

                                Mazelas - ficam feição

                                e já é amor - perfeito

                                Se nos enche o coração !

                                Assim sendo! - fica aceito;

 

 

                                que em vida - perfeito amor

                                não requer comparação

                                em beleza ou duração

                                com qualquer amor perfeito

                

 

                                          Maria José Rijo

                                                   Poetisa

                                            Livro das Flores

 

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publicado por Maria José Rijo às 01:14

Magnólia

Quarta-feira, 21.03.07

Magnolia não tem rima

-mas como uma pomba branca

-que se sonhasse flor

-vive aninhada na rama

-(verde escura , envernizada

da árvore onde foi criada)

-espalhando fino odor

com candura delicada

Magnólia não tem rima

-mas nem precisa rimar

-é formosa e surpreende

-cativa qualquer olhar

-parece que veio da China

-e mostra, sendo impostora,

-pureza duma menina

-compostura de senhora

Magnólia não tem rima

-deve ser filha dum cisne

-vogando em lago parado

-que a julgava um nenufar

-como ele tinha sonhado

-e deslizava a seu lado

-num silencio de mistério

-do seu branco imaculado

Magnólia não tem rima

-até que em noite sem lua

-a sua vida mudou

-cansada de não ter rima

-roubou da alma do cisne

-o sonho de liberdade

-que sempre tem qualquer ave

-e ganhando asas voou

Magnólia    tem rima!

-sonhou , ousou, viveu, amou !

-magnólia já rimou!

 

 

 

Maria José Rijo

Poetisa

Livro das Flores

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:54

VIOLETA

Domingo, 11.03.07

flores violetas - o liverwort

Agarrada ao pensamento

como ervas secas ao fato

andam em nós quase nadas

de coisas que se avistaram

- se viveram - se falaram...

se souberam por acaso

ou de que se ouviu contar...

- De violetas - porém - quem não as viu ?

não cheirou ?

nos muros, nas azinhagas

nos claustros dos conventos

num vasinho , ou no quintal!...

- ou, num pequeno molhinho - posto ao peito

numa jarra ou num copinho

junto ao retrato de alguém

que nos lembra e está ausente ?

- Já dos livros da escola - em “ Morena” -

(um poema de Junqueiro)

as violetas nos andam agarradas à memória

“mas olha as violetas - que sendo umas pretas

o cheiro que têm! - Vê lá que seria...”

“ O cheiro que têm !?

Têm o perfume selecto da modéstia

do valor de quanto que sendo bom

para ser melhor - é discreto

assim como envergonhado!

- Fresco e casto na fragrância

com a pureza que têm

quem nasce e vive em recato

- É assim a violeta - flor de cara miúda...

certo ar de focinhinho

com olhinhos amarelos

apagada de presença

mas - vista de perto - bela

cor de sombra - bem escura ...

roxa! roxa! - como a dor

mas... candidamente exalando

esse sinal inefável

certo rasto de perfume

que dela nos vai falando:...

- como o calor diz do lume

- e da ave fala o canto

- como a obra diz do Homem

ou o milagre do  Santo.

 

Maria José Rijo     

 14/1/85

Livro das Flores

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publicado por Maria José Rijo às 14:24

Palavras leva-as o vento

Domingo, 04.03.07

As árvores estremecem, dançam, as folhagens das copas tão desgrenhadas,

que nem refugio dão aos pássaros inquietos
As gelosias das minhas janelas abanam. O vento que passa usa-as para assobiar, silvando destemperado.
Não é música o que ele faz. São ameaças.
Segundo os dicionários, Vento é o ar em movimento!
Mas, será apenas isso?
Atrevo-me a dizer que não!
E, faço-o contra ventos e marés!- Aqui está! – estes “retóricos” ventos, e estas marés, não precisam d

e ar em movimento, nem de ondas, nem de mares no sentido real das palavras. São tempos,

 apenas tempos.
Mas, também o mar tem os seus ventos. Brisas do mar são aragens suaves e doces. Trazem sal a

 perfumá-las...
Trazem sal e sonhos. Trazem lembranças de aventuras e de caravelas..., trazem brancura de espumas e asas de gaivotas.
Respiram-se até à embriaguez, como devaneios de amor...
Todavia, também os mares se encapelam semeando pavores , com seus ventos medonhos de temporais e morte...seus estertores de agonia...
Os ventos têm nomes.
Nomes de mulher os furacões, os tornados...
Nomes ternurentos, ás vezes.
Oh! Que ventinho, que arzinho, bom e, o leque, como uma pálpebra que piscasse apressada, esparge um sopro brando ao som estremecido das varetas, como em cenas românticas de tapetes de Gobelins ou desenhos de Watteau ...
Os ventos tropicais, os ventos alísios...o nome é quase afrodisíaco nas sugestões como a ideia de trópicos...
E, “o mistral,” seco e frio do norte de França... e, o “siroco”, quente e seco do deserto do Sara que visita o sul da Itália e as regiões costeiras do Mediterrâneo...E, o nosso suão... empestado, mortífero Quase podia dizer-se: - vento papão
Veio o papão e o levou – diz-se à criança, assustando-a.
Veio o suão e a levou, diz o lavrador da sementeira devastada.
E, o vento domesticado, obediente, a produzir energia, colaborando com o homem. Até o nome é bonito! – energia eólica. éolo era o deus que mandava soprar os ventos. Que os ventos também têm seus míticos mistérios!...
Há os ventos favoráveis, os ventos contrários, os ventos do largo, o vento de rachar, o vento de feição, o ir de vento em popa, há o beber os ventos por alguém, o andar ao sabor dos ventos, há os ventos ruins, os ventos de desgraça, os cheios de vento, o andar com todos os ventos, o adivinhar os ventos, há o sopro de vento, o cabelo ao vento, e o atirar aos quatro ventos? E os filhos do vento?- E, o pé de vento!, o espojinho ? - Que é o rodopio das bruxas! - O redemoinho?...
E, vento em fúria, louco, destruindo, arrasando, na dança arrepiante do tufão que desenraíza arvores e casas e as eleva como quem louva a malvadez, e gera apocalípticas misérias!
Estar solto no vento – é estar livre. Que o vento é indómito, mas livre...É livre, porque é louco. Só a loucura é tão livre como o pensamento...
Também os ventos da história, não precisam do ar em movimento. E, deles, toda a gente fala... sendo embora tempos, apenas tempos de mudança...
E, quem diz que palavras leva-as o vento? – Acreditará nisso’?
Também o vento leva o pólen das flores promovendo a reprodução, ajudando na criação...
E, as palavras, para onde as leva o vento?- Que rasto deixarão?...
Que a palavra só vale se escutada; ainda que o vento depois a leve, já não há remédio, é como ele, que, depois de solto ninguém mais o recolhe...
O vento trouxe a chuva, que escorre pelas vidraças da minha janela, tamborilando, prendendo-me a atenção. Afastando do meu pensamento as memórias que o vento em mim acordara!
A chuva é repousante. Amainou o meu coração como o vento amaina sobre o mar, quando o sol se põe, e deixa de enfunar as velas e obriga os pescadores a remar, esforçados, de regresso até à praia...
Não mais velas pandas...com barcos deslizantes!
Não mais lembranças soltas ao vento. Há sempre um momento em que tudo se aquieta na alma da gente.
E sossega, como até os bons e os maus ventos...

                         Maria José Rijo

@@@@@

Jornal Linhas de Elvas

Nº      -

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publicado por Maria José Rijo às 15:36

Indicativo do Coral:

Sexta-feira, 02.03.07

DO  ce, docemente

RE  ma, de mansinho

MI  nha fé na aventura

FA  z-te ao largo, segreda

SOL  ta livre o pensamento

LA  buta, sonha luta e no

SI  lêncio serenamente o eco... escuta 

 

 

 

 Poetisa - Maria José rijo

Indicativo do Coral Publia Hortensia de Castro de Elvas - 1987

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publicado por Maria José Rijo às 23:19

ROSMANINHO

Quinta-feira, 01.03.07

 

 

Pelo afecto se pode organizar o mais perfeito roteiro da saudade.

Todas as coisas, na nossa lembrança, estão, dum certo modo

associadas a cheiros!...

E, do rosmaninho - diz o povo que de tudo sabe:

- Quem ao pé do rosmaninho passou

e não o cheirou - da Paixão de Cristo

não se lembrou !

É que se o rosmaninho vai à túnica do Senhor dos Passos -

buscar a sua cor de mágoa - vai emprestar ás ruas que com

ele são atapetadas para que passem as procissões - o perfume

a lavanda antiga - que a tradição alia à  rica liturgia da Páscoa:

E o povo que reza e chora

que pede e paga promessas

de carregar com andores

de pisar com pés descalços

os tapetes de flores ...

Na comoção que o invade

às vezes quase nem sabe

se será do rosmaninho

se do cheiro acre das velas

se da fé - da tradição

ou de tudo em comunhão

que nasce a força  de amor

que lhe verga o coração.

 

 

Maria José Rijo

Poetisa

Livro das Flores

 

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publicado por Maria José Rijo às 23:50





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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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