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Colecção de Gastronomia - Ameixas

Sexta-feira, 04.01.08

Em 1543, mesmo em frente às portas do Tempre, na muralha árabe, quase sobre as ruínas de que fora a Igreja da Madalena, pertencente aos Templários, cresceu o convento das Dominicanas, sob orago de Nossa Senhora da Consolação, e na mesma era, se ergueu, sob invocação de Nossa Senhora da Conceição, o convento das Claristas.

 

 

Maria José Rijo

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Colecção de Gastronomia - Ameixas

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publicado por Maria José Rijo às 12:59

Colecção de Gastronomia - Ameixas

Sexta-feira, 04.01.08

Colecção de Gastronomia

Ameixas de Elvas –

Rendas de papel

Quase uma lenda…

                  Em todas as lendas, rezas e contos, três vezes se repetem

                              os sortilégios e os exorcismos.

 

                     “Três vezes do leme as mãos ergueu,

                       Três vezes ao leme as repreendeu,

                        E disse no fim de tremer três vezes…”

                                          Fernando Pessoa

 

                      “Indo Stº António para o seu montinho

                   Perdeu o seu bendito rosário e o seu bendito livrinho

                           Ouviu três brados da sua tia Madrinha

                       Beato António! Beato António! Beato António!”

                                           Rezas Tradicionais

 

                               “Sendo de três – a conta que Deus fez”

                                           Sabedoria popular

 

                                “Aqui se contam das três vezes que as

                                 ameixas de Elvas vão ao lume

                                 para que ao fim de quase três séculos

                                 de repetidos rituais mantenham da

                                 sua boa qualidade fama e proveito”

 

                                Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 11:33

O Abracinho

Sexta-feira, 04.01.08

O menino saiu da fila que se encaminhava para um local determinado e, na sua voz doce de criança, com o rostinho bonito, muito corado, ele próprio talvez surpreendido da sua ousadia, disse de convicção:

Quero-lhe agradecer! Gosto muito das coisas que a Senhora escreve!

Então a Matilde Araújo, que dela se tratava, sorrindo comovida, fechou o menino num longo e apertado abraço.

O menino, não saberá ainda escrever histórias ou poemas… mas, o menino já sabe, e, se Deus quiser, saberá sempre, apreciar obras que outros criaram, sentir-lhe a beleza e dizê-lo francamente com a candura que brota da alma limpa dos meninos.

Não me admirava nada, se algum dia, numa nova história aquele abraço aparecesse “retratado” – naquele jeito de quem sabe contar coisas como as crianças gostam de escutar e ler.

Também acredito que o QUIM, pela vida fora, quando pegar num livro, qualquer que seja, lembrará que por detrás dele está sempre alguém que, ao escreve-lo sonhou receber de cada leitor compreensão e respeito verdadeiros – autênticos – como o “tal abracinho” que se fecha num abraço maior e se guarda no coração para durar uma vida inteira.

 

                           Maria José Rijo

@@@@

Á La Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.892 – 12 de Junho de 1987

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 11:21





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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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