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O aniversário do Avô livro

Terça-feira, 29.07.08

Conversas Soltas

Nº 2.244 – 15 de Abril de 1994

Jornal Linhas de Elvas

---

Jornal O Dia

 

Com a minha amizade agradecida a todos quantos faziam o favor de ler o meu “À Lá Minute” e também para as delicadas colaboradoras que ainda hoje se empenham na defesa do Património inestimável que a nossa Biblioteca contém.

A notícia correu na cidade.

Em 30 de Dezembro de 1988 – na nota da semana do Jornal “Linhas de Elvas” JOSÉ RIJO escrevera:

“Festejar o lançamento de um livro é normal, é do dia a dia. Festejar 500 anos de vida de um livro é ideia que ultrapassa a simples satisfação e orgulho de um autor pela obra concluída para ser uma demonstração do respeito natural e dignificação pelo “Livro” na generalidade.”.

 

Por entre as altas estantes repletas de livros que vestem as paredes de salas e corredores do velho convento dos Jesuítas adaptado a Biblioteca desde o dia 10 de Junho de 1880 – no reinado do Senhor Dom Luís que Deus tenha em sua Santa Guarda – passava eu naqueles anos 86/89 vezes incontáveis.

Faze-lo era uma preocupação do meu quotidiano que nunca se tornou rotineira.

Fosse das brancas abóbadas, do vermelho da tijoleira encerada, da passadeira de corda que abafava os passos, fosse dos reflexos de luz nas estantes castanhas. Fosse da presença dos cerca de 80.000 livros. Fosse dos nomes gravados de autores, beneméritos, fundadores… fosse do que fosse o ambiente por lá tem qualquer coisa de poético e sagrado que prende.

Nos dias bonitos, pelas janelas talhadas nas paredes espessas por onde se espreita o jardim, entravam nesgas de sol que no movimento cadenciado do tempo iam como ponteiros luminosos indicando lombadas, avivando oiro de letras acordando da sombra títulos mais gastos como que sugerindo: - olha aqui.

Os livros novos, com seu cheiro de colas e tintas frescas despertam o apetite, a gula como caramelos. São apetecíveis, alegres, vistosos. São quase “barulhentos” na vivacidade das cores das capas.

Os livros antigos são mais silenciosos e comoventes. São discretos, quietos e sábios como eremitas.

Passar por entre eles, assim – tu cá, tu lá – já era um privilégio.

Então sentia-me como um centurião cheio de fé a quem -  segundo S. Mateus no Evangelho Jesus disse: “Vai e assim como acreditaste assim será”.

Nunca duvidei que o milagre vivia ali ao meu alcance.

Os livros ressuscitam a qualquer momento.

Era só parar.

Parar, estender um pouco o braço, espetar o dedo indicador, pressionar o topo de uma qualquer lombada e pronto.

O livro cede. Obedece. Inclina-se.

Fica rendido – disponível.

Então a mão completa o gesto, dá-lhe apoio e recolhe-o. Abri-lo, folheá-lo, lê-lo… é a tentação.

Pronto. Aí está oferecido – de bandeja – uma vida, uma alma, um passado, uma aventura, uma experiência, uma história, um amigo, uma companhia. Tudo um livro pode ser e conter – mas, sempre, sempre o milagre à nossa mão.

Lê-se, relê-se. Pega-se, larga-se.

Ama-se, detesta-se, dá-se, vende-se, compra-se, rasga-se – queima-se – conserva-se! E tudo o livro consente.

Será que sente? – (Às vezes penso que sim)

O livro. Aquele livro noticiado fazia 500 anos.

Foi impresso em “Veneza no ano da Salvação de 1488, 8º Dia das Calendas de Novembro” – o que equivale actualmente ao dia 25 de Outubro.

Escrito em latim, tem o título de “Liber Medicinalis” e foi seu autor Quinti Sereni.

Veio-me ter à mão, por acaso.

Era agradável ao tecto, quase morno, como um corpo vivo.

Fiquei a passá-lo de folha em folha. Dos livros até o cheiro é bom – (era o meu estribilho) quando falava à garotada que procurava contagiar do meu desvelo por eles.

É um livro belo, profusamente ilustrado, cheio de referências à astrologia – um livro cheio de mistério, muito bem conservado ainda.

As páginas amarelecidas tinham manchinhas, como sardas, cor de chá num rosto nobre de pele curtida empregaminhada pelo tempo.

Como se vestisse um casaquinho justo de cabedal castanho, ali estava, nas minhas mãos enternecidas, encadernado em couro macio como seda.

Não é de todos os dias que se tem o condão de conviver e poder tocar em preciosidade como esta.

A biblioteca que o acolhe tinha sido recuperada com esmero. Cativar pequenos para o entre e sai que os familiarizasse com o espaço era o propósito principal de tudo que então, por lá se fazia.

A descoberta daquele “Avô livro” que fazia 500 anos foi um achado.

Logo se acomodou (a recato de tentações) mas em evidência e foi honrado com sua vela de aniversário, seu laço de fita de cetim branco e sua taça de rebuçados para retribuir “docemente” a atenção de quem quer que o cumprimentasse.

Foi a festa.

Ficou entronizado ao meio da sala de leitura e até se conduziram pela mão os mais miúdos.

- Anda, vem vê-lo! – Dizia eu – mesmo que não o entendas não faz mal. Ele é de outros tempos, usa outra linguagem – mas vem. Vem, que ele gosta e tu também vais gostar. Verás que te oferece rebuçados dos que ele usa para a tosse…

E a garotada, emocionada ria. Queriam ver, faziam perguntas. Deslumbravam-se descobrindo que aquele livro já existia no tempo das descobertas. E com seus olhos limpos de crianças, arredondados de pasmo repetiam: do tempo dos descobrimentos?

Os rebuçados iam desaparecendo. Iam-se renovando e velhos e novos, iam sorrindo e reflectindo conforme as idades, a formação, os gostos, as preocupações sobre aquela festa singular.

No centro do acontecimento – o Livro – Um livro!

Era o seu mês de aniversário.

Era a sua honra de ser o anfitrião de honra naquela Biblioteca fabulosa, recheada de maravilhas e ainda com tantos segredos por desvendar.

Ensinam-se as crianças a lavar-se, vestir-se, pentear-se, estar à mesa desde a mais tenra idade.

Dá-se-lhes responsabilidades pelo brinquedo caro, o fato, a prenda de ouro.

Saiba cada qual desde que começa a identificar o seu prato, a sua cama, a sua casa, a sua rua – que é igualmente seu e está à sua guarda o património que testemunha o passado do seu País – e tudo mudará.

Se eu tivesse duvidas – que não tenho – bastaria recordar a unção, a religiosa alegria que transbordava do rosto de qualquer menino ou menina a quem eu desse a mão e conduzisse junto da estante do cancioneiro da Públia Hortênsia para lhe pôr “aos pés” um botão de rosa, ou, um pé de rosmaninho junto aos Anais de Elvas ou qualquer outra simples homenagem a qualquer livro raro.

Se eu tivesse dúvidas…

 

Pensaria na dignidade, na compostura com que me acompanhavam e ficaria com a certeza, que guardo comigo, que o faziam como quem pede a bênção a um velho antepassado – com comoção e respeito e a consciência de que aquele culto os transcendia.

 

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 23:27

Olá! Olá, a todos

Sexta-feira, 25.07.08

Olá! Olá, a todos.
Cá estou de volta, graças a Deus.
Começo por confessar que me tem feito falta a vossa companhia, que desejo com veemência que todos estejam de saude e, dito isso passo a contar a nossa odisseia.
Como sabem quem faz este blog é a nossa Paulinha. A minha contribuição resume-se a ler e, para além de lhe agradecer ... comentar pelo telefone e admirar a imaginação e o bom gosto que ela demonstra em tudo quanto faz.
Eu, por norma, escrevo num computador que já tem mais de dez anos ( sou fiel, sentimentalmente fiel, a tudo de que me sirvo e ajuda a viver como se os utensílios sofressem por ser postos de parte)
Para ter internete comprei um portátil , mas pus net fixa. Assim não "desconsiderava"o velho, pelo novo.
Só que me arrependi da net fixa e aproveitei as férias para mudar, o que já aconteceu.
Ficamos reduzidas ao portátil da Paulinha que se fez caro para prestar os seus serviços, amuou, aqueceu, apagou-se, enfim fez as tropelias que quis.
Sabemos agora que as queixas eram de "temperaturas elevadas",faltou-lhe "o leque" que é como quem diz : - a ventoínha.
Resolvido que está o contratempo espero recomeçar a receber notícias vossas para retomarmos o gosto das nossas cavaqueiras.
Vacinei-me hoje contra o tétano, não estou a cem por cento de bem estar, pelo que vos vou deixar...

Já deu para vos trazer saudades, contar que o mar do Algarve chega a ser mais azul do que o céu, e mais bonito do que um sonho, Agora aqui cheira a restolho, a sol (o sol tem cheiro),cheira a mantrasto e hortelã junto às ribeiras e toda a gente, diz a toda a gente: - comi hoje uma talhada de melancia!...
Ai, Alentejo da minha alma que até para o mar te levo comigo.
Beijinhos - Beijinhos ...
Tia Zé

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publicado por Maria José Rijo às 22:27

Convicção

Sexta-feira, 25.07.08

Não rezo orações já feitas!

Deixa, Senhor, que o confesse.

Tu criaste-me!

Eu achei-te!

Nós amamo-nos, Senhor.

- Carece alguém entre nós?

 

Tu sabes como eu procuro

Não pôr sombras no caminho

Que leva ao Teu coração!...

E se há vereda p’ra meus pés

P’ra quê doutros querer a mão?

 

É convicção bem minha

Que se quiseres, Senhor!

Por muito cega que eu seja

Mesmo a tacto vou sozinha!

 

Maria José Rijo

30- Maio – 1956

II Livro de Poemas

Paisagem

Poema nº 11

Pág nº 53

Desenhos da autora

 

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publicado por Maria José Rijo às 21:25

Computador avariado

Sábado, 19.07.08

     

Computador avariado.

azar o nosso em época de férias quem

nos acudirá.

Vamos ver quanto tempo teremos de estar sem notícias

uns dos outros...

Tristeza... ... ...

 

 

 

Felizmente que as últimas notícias

de saúde do nosso amigo padre

eram boas.

.

Alô Brasil, Suiça, Itália, Porto, Braga

Alô a todos ... Beijinhos...

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publicado por Maria José Rijo às 14:48

Postal de Férias

Terça-feira, 15.07.08

Retratos dos cavalos - pretos e fotografia branca

 

Nem só nós estamos de férias.

A nossa internet também vive livre

ao sabor dos seus caprichos.

Ela aparece, desaparece

como um cavalinho à solta

faz o que lhe dá na gana.

E nós, com ela surgimos e sumimos

como os barcos na linha do horizonte

deste mar que nos separa e nos une

 

Poseidon não seria um nome

bonito para o cavalo do Virgilio?

Era o deus dos mares e dos cavalos,

E porque não.

Virgilio decidirá.

Nós tentamos mas quem decide...

 

Em qualquer caso beijinhos pelo convite.

 

...

..

 

Mas que problemas que dão os equinos, meu loiro e querido sobrinho ! Neste momento só um conselho me ocorre escolher uma boa noiva.

Agora a sério, ficámos preocupados com a saúde do "nosso" amigo Padre, mas sempre nos encanta a forma bonita

como nos dá as suas noticias, e depois a poeta sou eu!

 

Beijinhos

Tia Zé

 

 

 

 

 

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 21:38

Coronel José Luis Trinité Rosa

Terça-feira, 15.07.08

 Na Manta Rota

na

 

Sebastião imitando o bisavô

fumava o seu

cachimbo junto da grande palmeira

ou no solário

 ...  os seus grandes amigos

e uma fotografia da época

do Luciano

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 15:02

Há 50 anos que fazemos este caminho

Sábado, 12.07.08

e esta casa é a nossa ataláia

E tudo, tudo mudou

Só o mar permanece igual.

Olha o Finalmente

OLha os envolventes

E dos muitos que nós eramos

eis as três

que agora restam

 e agora e sempre

SÓ o Mar

e o Céu

permanecerão iguais.

Maria José

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publicado por Maria José Rijo às 15:49

Alô Alô...

Quinta-feira, 10.07.08

Alô Brasilia...Alô Suiça...

Alô Braga...Alô Porto...

Alô todos os amigos...

estamos bem

contacto difícil

MAS

boa recepção

agradecemos notícias...

Saudades

e um cheirinho

a mar !

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 14:12

100.000 Visitas

Quarta-feira, 09.07.08

 

Foi bom

conviver convosco

Obrigada

 

 

Maria José

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publicado por Maria José Rijo às 20:01

Meus queridos

Domingo, 06.07.08

 

 

Por acaso a Paulinha conseguiu agora abrir a internet.

Este ano temos tido imensa dificuldades com o computador

e por essa razão não nos tem sido possível comunicar

convosco.

Acabei de ler as vossas mensagens e estou muito enternecida

pela atenção e cuidados que me despensam.

Lamento não poder manter contacto diário com todos os meus

Queridos, mas uma coisa é certa andam comigo no meu coração.

Vamos estar aqui pela Manta Rota mais uns dias tentaremos ir

dando noticias se não for possível, de Elvas então retomaremos

o nosso ritmo.

O tempo está magnífico e a praia está uma maravilha e se eu

soubesse as vossas moradas até vos escrevia umas cartinhas.

Fiquei muito feliz com a confirmação da chegada da Magé - Parabéns para todos e  também para mim .

Também me alegrou o sonho do Gus porque em sonhos é sempre tudo muito mais bonito.

Beijinhos para todos e obrigada.

 

Maria José

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 19:29


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@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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