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Um banco de Jardim

Domingo, 21.06.09

..

 

Um convite ao descanso

 

Venha sentar-se são só dois dedos de conversa

 

Uns instantes de lazer um reviver de lembranças…

 

Que mais se pode fazer em dia de aniversário

 

Feche os olhos, escute comigo  

 

 

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:01

AVISO

Quarta-feira, 17.06.09

.

Alô Alô

Um acidente obriga o computador a ser “hospitalizado”.

Contamos que regresse rápido e de saúde para retomarmos as nossas conversas.

 

Um abraço

 

Maria José

 

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publicado por Maria José Rijo às 22:26

GENTE BONITA…

Terça-feira, 16.06.09

Á LÁ Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.017 – 17 de Novembro de 1989

GENTE BONITA…

 

Cada vez me convenço mais que cada um vê nos outros o reflexo da sua própria alma.

E, por certo, esse o motivo que ditou à sabedoria popular o bem conhecido rifão: - “O bom julgador – por si julga”.

                         

Só fala sistematicamente mal de toda a gente, quem dentro de si, só encontra veneno de que se envenena, invejando, maldizendo, conspurcando aqueles em que se julga espelhar.

 

Pensava nestas e em outras coisas mais, rememorando a enternecedora festa em que me foi dada a oportunidade de sentir e saber que em Elvas me têm, como me sinto – uma elvense.

 

Pensava nestas, e em outras muitas coisas, revendo a ternura, a simpatia, a amizade e, até o perdão, que o meu trabalho mereceu àqueles, todos, que como eu, sabem que nada do que se faz é perfeito – isento de erros e de fraquezas.

        

Pensava… pensava…

Pensava que Elvas é uma cidade de gente “bonita”.

Gente “bonita por dentro” que encontra no seu próprio coração os valores que “também” sabe admitir nos seus semelhantes.

 

Pensava… pensava e penso, que valem sempre a pena, os momentos em que as pessoas se juntam, porque respeitando-se, são capazes de respeitar outras pessoas.

 

Pensava e penso que quem tem na vida o privilégio de ter Amigos – já tem razão que lhe bate para bendizer a Vida.

Não se trata de bajular, gabar ou coisa que se lhe assemelha. Trata-se de reconhecer que aqueles que, no dia a dia, prosseguem na senda dum ideal – pelo qual lutam, acertam e erram, caiem e se levantam para recomeçar – sabem – de dentro de si, da sua verdade de ser, que – não só eles – mas muitos outros, corajosamente, tentam o mesmo percurso.

 

“Gente bonita” – a gente de Elvas.

Para “ela” melhor ou pior, como cada um for capaz, valerá sempre servir.

Elvas – porque assim é – é uma velha cidade de futuro – e sê-lo-à enquanto no seu corpo de pedra bater vivo e quente o coração da sua gente generosa.

Gente “bonita” – a gente de Elvas!

Bendito seja Deus que tanto me permite agradecer!

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 22:36

DEDUÇÃO

Segunda-feira, 15.06.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.057 – 24 de Agosto de 1990

 DEDUÇÃO

 

“ A PONTUALIDADE é a cortesia dos Reis”

 

Sempre achei sedutora esta maneira de lembrar o dever da pontualidade que meu Pai me ensinou desde criança.

É uma frase que, se à primeira vista, nos parece como uma forma graciosa e ligeira de dizer, não deixa de, numa leitura mais atenta ser entendida, também, como cautelosa e prudente.

Entra um pouco no aviso de:

“Com teu amo não jogues as peras”.

 

Tem, apesar de elegância, qualquer coisa que leva a entender, que há que escolher a forma de se dizer o que tem que ser dito a quem deve ouvir.

Não é medo de usar franqueza. É facto.

É cuidado. Ela demonstra a subtileza imprescindível para que, sem beliscar a “realeza”, se faça a chamada de atenção que obriga os poderosos a cumprir, com todo o rigor, os mais pequenos deveres para com os súbditos.

        

Não lembraria, a quem quer que fosse, fazer esperar os reis.

Pois que se não esqueçam os reis do respeito pela “realeza” de ser gente que também diz respeito aos mais fracos.

E, é aqui, o acentuar das coisas aparentemente “menores” que se descobre dos “maiores”.

Penso que é isso que a frase quer muito especialmente significar:

Quem detém o poder – detém o exemplo do dever.

 

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 21:13

É Incrível

Domingo, 14.06.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.745 – 27 de Julho de 1984

 É Incrível

       

Garantem-me que não há “Plano de urbanização” aprovado para a Cidade de Elvas.

Garantem-me que há apenas um “ante-plano” relativo à “célula da Piedade”. (“Apenasmente”diria o Odorico em Sucupira!) 

           

- É incrível!

Deste modo as fronteiras do: “deita abaixo” ou “Sim Senhor, pode fazer!” – oscilam conforme as consciências e as noções de estética de quem dá a sentença…

                   

- É incrível!

Assim se tornam possíveis excrescências “tif-taf” que felizmente já… paf!!!

Assim brilham portas de alumínio em belas casas senhoriais…

Assim surgem fronteiras azulejadas (tipo casa de banho) contaminando o equilíbrio da clássica casa caiada a branco ou cor clara, com ou sem barra ao rés da rua – tão à portuguesa e tão bonita!

 

- É incrível!

Assim persistem os letreiros no mais puro espanhol logo à entrada do burgo…

Assim, também, já nos roteiros, a Bétola vem metamorfoseando em “El Cristo”.

 

- É incrível!

Assim já se ousou “sonhar” com o derrube do frondoso plátano da “Quinta do Bispo” (sabe Deus com que propósito!)

 

- É incrível!

Quando a consciência das pessoas lhes permite olhar para uma árvore centenária – bela e imponente – única nas redondezas, e avaliá-la em termos de lenha, tábuas, ou cobiçado espaço para outra coisa – mal vão os homens!

 

- É incrível! – É!  É incrível que cada elvense se esqueça de pensar que esta sua terra, esta nossa terra, será como cada um de nós a fizer e quiser.

- Será esta arbitrária confusão ou…

- Bela, limpa, digna, nobremente caracterizada por um passado honroso de tradições, história, costumes…

- Aberta ao progresso sim!

Mas submetida à velha lei que reza:

“Obedece a vontade - a razão Manda”

 

Venha “El Cristo” e nos acuda

Que muito mal vai a gente

Quando a gente, por dinheiro

A si mesma se desmente

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 21:20

Nove anos depois…

Sábado, 13.06.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.841 – 13 de Junho de 1986

 Nove anos depois…

 Era dia 5 de Junho de 1977 quando Elvas perdeu EURICO GAMA.

Então, muita gente como eu, anonimamente, somando as suas parcelas de amargura, demos corpo à amargura da cidade.

 Eurico tinha uma personalidade rica em mas controversa porém, quer os que o entenderam, quer os que o combateram, sabiam, e não se negavam a afirma-lo que – perdendo-o Elvas, perdia um admirador convicto e fiel, um investigador devoto e reverente, um filho de raiz, que sem descanso entre a poeira dos tempos e as traças dos arquivos catava minúcias, investigava, indícios por mais ténues que fossem para que nada faltasse ao brilho da imagem que ele paulatinamente ia compondo – da sua amada terra natal.

 

Avaliando então a vida desse “Gama” – que partia …

-- Lembro-me de ter pensado que tal como o “Gama das Descobertas” – também este Gama dos nossos dias, passara a vida embarcado no sonho de engrandecer com o seu trabalho, com o seu estudo, com os seus livros – a terra em que nascera. Depois – lembro-me ainda de ter desejado que alguém quisesse e fosse capaz de agarrar o facho que só a morte lhe retirara das mãos e prosseguir a obra que lhe preenchera a existência…

 

Aconteceu agora que, nove anos após o seu desaparecimento, coube à Câmara, a que dou contributo, cumprir o seu último desejo e recolher em sala própria o valioso legado desse Homem que – como outros – “ por obras valorosas se vão da lei da morte libertando”.

 

E, se é verdade que nos falta mérito para continuar os seus trabalhos – já nos conforta integrar a Câmara que dá à Cidade, que serve, a oportunidade de homenagear a sua memoria e agradecer à sua viúva – Senhora Dona Maria Amélia Gama – a inteligência e a generosidade com que se despojou de móveis e lembranças pessoais para que se preserve, através dos tempos, uma imagem mais verdadeira de seu marido.

 

Maria José Rijo

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 17:35

Um Sábio

Sábado, 13.06.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.957 – 9 de Setembro de 1988

 Um Sábio

 

O Senhor Professor Agostinho da Silva, grande amigo de Elvas, - que está a ajudar e a encaminhar uma série tentativa para que se edite o dicionário de Vitorino de Almada – deu, há algum tempo, uma entrevista para a televisão.

Já terá dado outras, não sei, a esta assisti, como da primeira vez que tive a sorte de escutar o Professor, ainda ando a pensar no que da sua boca, ouvi.

Conheci o Professor Agostinho da Silva em Olivença, quando do encerramento dos “Encontros da Ajuda”, através de amigos espanhóis e portugueses, pelos quais nutro o mais carinhoso apreço, pois a eles devo belos momentos de saudável convívio – o Paco Conzales, o Luís Limpo e o Frederico Zagalo. Mas, contava eu, que quando por todos me foi indicado com profunda reverência:

-- “O Professor” -  “O Professor”

-- “O Professor” nem sei que espécie de figura de homem esperava ver.

                     Agostinho da Silva

Sei, porém, que não esperava aquele Avozinho de conto de fadas, barba branca, oitenta anos, olhar penetrante e vivo de arguta inteligência, pequena estatura, figura seca, bonita, desembaraçado ainda no gesto e no andar, e tão sem pompas, tão discreto e simples, que não condizia de forma alguma, com a ideia que temos de aparência de SÁBIO - ou que, pelo menos, eu – tinha.

             

O Senhor Professor Agostinho da Silva é conselheiro do Instituto de Cultura e Língua Portuguesa, fundador da Universidade no Brasil, cidadão do Mundo e um dos maiores filósofos e contemporâneos.

             

O Professor Agostinho da Silva é tudo isso, e é também, uma pessoa de trato encantador que consegue, com afectuosa bonomia, ensinar com a jovialidade de quem reparte gulodices com amigos – convivendo – participando.

        

É o Homem que confessa levantar-se cedo, ás 5 horas, só porque: - “é quando acabo de dormir” – e se levanta então para ir ao jardim perto da sua casa dar de comer aos pombos.

O Homem que acorda os pássaros, como quem chama a madrugada – Pensei eu!

É o Homem que fala de não ter coisas, nem pessoas, nem a si próprio.

       

É o Homem que diz com a maior simplicidade – como se fosse, assim, tão fácil para todos – que: “O nada foi sempre, a possibilidade de tudo” e fale no “Banquete gratuito da vida”

            

referindo o culto do espírito Santo e de tantas e tão belas coisas que tornam aquele Senhor já de idade, num verdadeiro Homem novo!

 

Maria José Rijo

 

......................

......................

A VOZ do Professor Agostinho da Silva

Agostinho da Silva - Solidão, Tolerância, Trabalho e Poesia

http://es.truveo.com/agostinho-da-silva-solid%C3%A3o-toler%C3%A2ncia-trabalho/id/2881323524

 

 

 

 

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:07

Regresso:

Quinta-feira, 11.06.09

.

À minha estada em Juromenha se deve ter deixado sem respostas os comentários que entretanto se foram acumulando.

Deixo para todos umas imagens da beleza daquela

 

pequena povoação cheia de história, a que está ligada a memória, até, de casamentos reais.

Deixo também o meu desejo de retomar a conversa
com todos os meus sobrinhos, amigos e visitantes de quem já tenho muitas saudades.

A esta explicação, junto a minha gratidão e as minhas desculpas.

com um forte abraço

Maria José Rijo

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 20:59

SIM! Mas…

Quarta-feira, 10.06.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.761 – 23 de Novembro de 1984

 

 

Várias pessoas já me abordaram perguntando com interesse quando é a homenagem a JOSÉ TELLO, e me pediram para serem prevenidas a tempo de participar.

Isto alegra-me.

Percebe-se nitidamente que há aderência (como era inevitável) e, que há a carinhosa simpatia envolvente que propicia o clima certo para tais acontecimentos.

        amoler

Só que:

Se bem li – onde melhor as coisas se entendem (nas entrelinhas) – quando agarrei o facho que o Dr. Martinho Botelho acendeu – a luz que dele emanava fez-me ver até tão fundo no tempo que tenho agora de fazer a pergunta: - Homenagem! – Sim!

               

Mas que homenagem? A tal confraternização em torno duma mesa onde se fala, se come, se revive e convive mais ou menos afectuosamente?

- Sim!

- Mas … trata-se de José Tello e, José Tello, é um homem diferente.

José Tello é “uma memória de Elvas”.

José Tello é um “cofre” que guarda e pode testemunhar sobre mais de meio século da história desta nossa terra e suas gentes.

                 

Muitas dessas recordações estão publicadas, esparsas, por jornais e revistas. Outras, porventura, as mais amadurecidas e repensadas, estarão entesouradas e silenciosas “na gaveta”. Mudas por sua vontade? – ou silenciadas porque Elvas (como me parece já poderia ter feito) – não lhe disse ainda:

      livros.gif image by princesagilda

- Por favor – dê-nos o privilégio de publicar a sua obra!?

E que à luz do alvitre que perfilhei – eu vi – vi, claramente – que só pela justiça feita à obra literária se pode e deve começar a homenagem ao homem a quem Elvas agradecida – quer e deve tirar o chapéu.

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 21:44

Postal de Aniversário

Quarta-feira, 10.06.09

Em a “Epopeia da Planície” António Sardinha escreveu

“Ladainha à água dos cântaros”

de onde respinguei:

 

 

Louvada seja a água prisioneira

Das bilhas postas em linha

Numa cerrada fileira

Sobre os poiais da cozinha

 

E de:

 

“O Elogio do Púcaro”

 

Tu és a minha companha

Eu tenho-te à cabeceira

Ò pucarinho de barro

Enfeite da cantareira

 

 

 

 

Da casa de Juromenha – um pormenor – para que no dia do seu aniversário o muito querido Aristeu, mate a “sede” das lembranças do nosso Alentejo.

 

Beijinhos de Parabéns para todos

 

Tia Zé e Paula

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:21


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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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