Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Um Grito de Amor

Terça-feira, 09.06.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.829 – 21 de Março de 1986

 Um Grito de Amor- Um grito de Amor por ti – Árvore!

apenas uma floresta

- Árvore da floresta imensa…

Floresta de terra firme

- Árvore de sombra confundida, copa entrelaçada noutras árvores,

- Árvores sem jardim

- Árvore sem quintal

- Árvore sem caminho

 

- Árvore na multidão das árvores

 

 

- Árvore ainda e sempre, mesmo que só se diga: floresta.

- Árvore que viva tempestades de medo, e só se escuta em coro no arvoredo.

 

- Árvore que chora sozinha e engrossa a voz dos corais,

Um grito de amor por ti

- Árvore desconhecida

- Árvore tábua – colher de pau – raspas…

               

- Árvore lenha, seca, verde, podre

- Árvore abatida

Fendida pelo raio – queimada viva

Incendiada – archote

 

 

Ferida, triturada pelos dentes do serrote

- Árvore escavacada – raiz ao sol

- Árvore sem “pedigree”

- Árvore toro amainada boiando ao sabor da corrente

- Árvore de qualquer sorte

- Árvore de qualquer porte

- Árvore de qualquer morte

 

O meu amor por ti…

O meu amor de crente

A minha fé de gente

A minha fé – na gente!

 

Maria José Rijo

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 00:54

E pronto, terminou a campanha eleitoral…

Domingo, 07.06.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.806 – 11 de Outubro de 1985

 E pronto, terminou a campanha eleitoral…

 

E pronto! Terminou a Campanha Eleitoral, e quem ganhou – ganhou; e quem perdeu – perdeu!

Nós todos também ganhamos. Ganhamos a prova da resistência e a prova da paciência de aturar horas e horas, o desencanto de abrir a rádio e o televisor, e ver e ouvir verdadeiras maratonas, em contra relógio – de verdades e mentiras, tão baralhadas e confundidas que se tornavam irreconhecíveis.

              

Depoimentos amargos, desesperados, pungentes, aproveitados e explorados com má fé e impudor – agressões grosseiras, ordinárias – a todos os valores morais que sustentam a nossa condição de gente.

Enfim! – Terminou a venda em haste publica da pomada das velhas (receitas) que pelo que se viu e ouviu, prometendo a cura para todos os males, sem os evitar foi pelo menos tentada por todos os meios, incluindo o mau gosto do “retrato de feira” (com o amor em pensamento) aparecendo expresso no cantinho à esquerda que é, como se sabe, o lado do coração.

Por uns tempos fechar a tenda dos milagres e no ar ficaram apenas o eco esperançoso – ou traiçoeiro – das palavras… a lembrança das caravanas de músico “alti-soante”, como era próprio do anuncio dos circos e saltimbancos, nos velhos tempos, já idos, quando as piruetas eram coisas de oficio de palhaços…

        

Das afirmações proferidas pelos políticos “encartados e juramentados” e dos outros “não obstantemente” desejosos de o ser pouco mais ficou – do que o medo de continuar a ouvir falar “práfrentemente” em: “diálogos produtivos” – “encontros frutuosos”“conversas férteis”…

Desse formulário já conhecemos os efeitos (vão 11 anos de teste).

Porque assim como trabalho gera riqueza, essas conversas, promessas e diálogos, se deram fruto, geraram apenas palavras … palavras… palavras…

            

“Palavras leva-as o vento”

.

E todas o vento já levou, desde as falsas às verdadeiras, às belas e às perversas…

Perdido até esse “manto diáfano da fantasia” – resta-nos “a nudez forte da verdade”.

Olhemo-nos lucidamente seja de quem for a ilusão de ter ganho, e saibamos todos:

Ninguém ganha ou perde, num pais que se perde – todos se afundam! – Porque as nossas mãos se recusam ao trabalho e as nossas bocas o vestem e despem de palavras verdadeiras, falsas, belas, feias, generosas, perversas, mas…

Palavras… palavras… palavras…

 

Maria José Rijo

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 23:56

Será que?!!

Sábado, 06.06.09

Conversas Soltas

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.300 19 de Maio de 1995

 Será que?!!

 

Fechada aqui no meu canto – o eco da vida da cidade – chega-me, quase exclusivamente, pelo Linhas de Elvas em cada sexta-feira.

Ora, nesta semana, vi, com a maior surpresa e indignação, que ainda não terminou, nem serenou, sequer, a infeliz campanha que, por deita cá aquela palha, despudoradamente se reacende contra João Carpinteiro.

 

Conto mais de cinquenta anos de vida em Elvas. Toda a minha idade adulta foi passada aqui e nunca vi, nem me consta que ao longo deste tempo; - (mais de meio século, repito) – alguma vez tenha por cá acontecido coisa igual ou semelhante.

Será que os promotores desta campanha têm consciência que estão a orquestrar o linchamento moral de alguém que nada fez para merecer tantas injúrias?!

Será que se perdeu das consciências a noção de solidariedade que obriga ao respeito pelo próximo?!

 

  

                           

Receio bem que esse sentimento que Michael Quoist tão bem definiu dizendo “ Eu sou o outro” seja uma vaga reminiscência em que jamais se pensa.

Vale a pena responder:

              

“O outro é aquele

Por Deus se exprime

Por quem Deus te convida

Por quem Deus te enriquece

Por quem Deus mede o teu amor

(…)

O outro chama-se João, Maria, José,

Luísa, a D. Felismina, o Sr. António

mora na mesma casa que tu

trabalha na mesma repartição

toma o mesmo autocarro

senta-se ao teu lado no cinema…

O outro chama-se Jesus Cristo”

 

Tenhamos em conta que o outro és tu, sou eu, somos nós todos igualmente expostos à mesma inconsciência, à fúria acéfala das turbas…

Não tenho procuração de quem quer que seja para tomar a defesa de, seja lá quem for…

Não tenho pretensões a arvorar-me em Madre Teresa de Calcutá…

          

Mas – tenho a viva consciência dos meus deveres como pessoa de bem que me obrigam a não querer, pelo silêncio, aceitar a cumplicidade de injustiças que nos envergonham a todos – envergonham uma cidade.

Não haverá mais nada para fazer presentemente na nossa terra do que perseguir um Homem de Bem – que naturalmente tem defeitos e cometeu erros como todos cometemos mas não deixou por isso de ser estimável e pessoa de bem?!

Terá qualquer de nós a veleidade de afirmar que é impecável e perfeito?!

                       

     

Estarão em cheiro de santidade os “anjos” vingadores que tão levianamente propagandeiam e fazem alarde de faltas e defeitos de outros sem que primeiro – pelo menos – tenham a decência de testar a verdade das suas afirmações.

Não merecerá a nossa cidade mais do que isto?

Penso que a mesma legião de aduladores que explorou as naturais e humaníssimas fraquezas de João Carpinteiro bajulando-o para dele se servir incensa agora, com igual intento, outros deuses.

Mas Deus não dorme – diz a sabedoria popular e, atrás de tempos vêm…

E, a não ser que tivesse havido epidemia em Elvas e tivessem falecido todos – e eram tantos! Tantos – era altura de aparecerem.

Até porque eles – esses – que pela sua falta de lealdade e coragem para exercerem o seu direito de criticar com verdade e honestidade – são os maiores responsáveis por tudo quanto se passa agora.

Sou. Sempre fui amiga de João Carpinteiro. Conheci-o de berço.

Vi-o crescer, como os meus sobrinhos que são quase todos, da sua geração.

Quero-lhe bem

Não lhe devo benesses.

 

Politicamente até, dele me afastei, por desacordo.

Mas – isso não denigre o meu respeito por esse Homem – que vi lutar, sempre, pelo bem da cidade e do seu concelho.

João Carpinteiro – serviu a cidade de Elvas.

Não se serviu da cidade em seu proveito.

O seu trabalho não esteve isento de falhas, porém, isso não o torna numa pessoa execrável a quem todos apedrejam.

Está a abrir-se um perigoso precedente na vida política de Elvas.

Será que não é a hora certa para alertar que:

“O outro é aquele que te faz crescer, é um presente que o amor de Cristo te deu”

Viremos o dedo acusador para nós próprios que nos acobardamos deixando correr… e, só depois, se formos capazes, deveremos pensar se ainda vale a pena acusar “O outro”.

 

Maria José Rijo

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 23:57

Premio ao Blog - Troféu - Pedagogia do Afeto

Sexta-feira, 05.06.09

.

TROFEU

PEDAGOGIA DO AFETO

..@..

Este prémio veio da amiga

Poeta porque Deus quer 

@

 http://premiosemedalhas.blogs.sapo.pt/

 @@

@

Os nomeados são:

@

http://escritosdeeva.blogs.sapo.pt/

.

http://ncescada.blogs.sapo.pt/

.

http://www.coisasimplesepequenas.blogspot.com/

.

http://bitacora.blogs.sapo.pt/

.

http://patacuriosa.blogs.sapo.pt/

.

http://mayafelix.blogspot.com/

.

http://flosinha.blogs.sapo.pt/

.

http://www.homemdeletras.blogspot.com/

.

 

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 23:13

Estava eu a ler Fernão Capelo Gaivota

Quinta-feira, 04.06.09

Á LÁ MINUTE

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.923 – 15 de Janeiro de 1988

Estava eu a ler Fernão Capelo Gaivota

 

http://www.youtube.com/watch?v=veDtCRBlCII 

 

“… Tu que tens a liberdade de ser tu próprio,

o teu verdadeiro eu, aqui e agora:

nada se pode interpor no teu caminho.”

 gaivota.jpg picture by movimentoequi

“…,vocês têm de compreender que uma gaivota é uma ideia ilimitada de Liberdade…”

 

Foi então, que pensei: uma gaiola, por via de regra destina-se a ser ocupada por um pássaro.

Bem sei que as há bem pequenas, criadas de propósito para aprisionar grilos, e eu, que em criança tanto gostava de os caçar fazendo-os sair das suas pequenas luras com um

                                                  

junco ou uma palhinha seca, vejo agora como era cruel o que me parecia, então, uma inocente brincadeira.

Quem, aliás, que eu saiba, tratou esta situação com mais sensibilidade e humana ternura foi Sebastião da Gama quando escreveu:

 

http://www.youtube.com/watch?v=kkkQdv-fhns

               

“Os pássaros cantam é na linha dos telefones,

nas árvores, na beira dos telhados…”

 

Os grilos é na toca ou ao pé da serralha. Na gaiola, É o fado dos ferros.

Mas os que abriram a grade não entendem! Se eles abriram a grade! … e vá de não perceber que o fato preto de grilo já é outro, já não é o fato de trazer: o de luto. De luto por si mesmo.

         

Recordei estas coisas a propósito de outras bem distintas, mas que têm muito a ver com liberdade.

Um pássaro, é sempre um pássaro, e mal vai a vida quando para que o reconheçam como sendo o que é – ele tenha que aceitar a pata anilhada ou a gaiola.

                                        O grilo na gaiola azul por zwigmar.

Aliás, as aves, tendo tanto de semelhante como seja bico, asas, penas… são tão distintas nos tamanhos, cores e maneiras de voar ou nidificar que será curto de vistas quem não se aperceber da espécie, a que pertencem e só fechada na mão a entenda…

                   

Porquê! … depois! … depois … como diz Fernão Capelo Gaivota

 

“Vê mais longe a gaivota que voa mais alto”

 

Maria José Rijo

 

                                 

    

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 23:55

Dia da Criança - 1988

Quarta-feira, 03.06.09

Á LÁ Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.944 – 10 de Junho de 1988

DIA DA CRIANÇA

 

Todos sabemos que os Dias Mundiais de “qualquer coisa”, querem apenas fazer uma chamada de atenção, ao menos uma vez em cada ano, para causas importantes, que são negligenciadas no dia a dia das comunidades.

             

Assim nos vamos perdendo dos Santos patronos, que o calendário cristão atribui a cada data, para as ir referenciando pelas novas designações:

Dia do Pai

Dia da Mãe

Dia da Criança, etc, etc, … de cada dia, assim rebaptizado, vamos tentando fazer dentro de nós, uma espécie de Natal, com a redescoberta de como é bom manifestar afecto e cuidados, aqueles de quem descendemos ou que

                 

descendem de nós. Vamos sentindo como é bom semear alegria nas caras rugosas e cansadas dos mais idosos, ou nos rostozinhos macios e rosados dos mais pequeninos.

No passado dia 1 de Junho, Elvas fez a sua manifestação de ternura a criançada do concelho.

         

Quem pode e quis ir ao Jardim Municipal, viu como foi.

Houve cantigas, ranchos, representações.

Houve pinotes sobre a relva, até não querer mais…

Houve correrias, farnéis comidos à sombra das árvores, convívio aberto de crianças contentes.

Houve refrescos para quem quis, e balões a rebentar nas mãos de alguns.

              

Foi um vaivém colorido. Foi festa!...

Houve cenas de beleza e ternura para não esquecer nunca mais.

Uma amiga estava comigo e vimos:

                  

-- Um rapazinho – 8 anos, talvez – lambia deliciado um “corneto”. Em seu redor alguns garotos mais; então, o dono do “tesouro” parou de lambarice e perguntou aos outros: - Querem?

         

Houve sinais unânimes de assentimento. Com o gelado em punho, o dono do petisco, deu-o a lamber, duas ou três vezes aos companheiros, depois calmamente regalou-se com o resto.

Pode não ser higiénico. É verdade! Mas foi “doce” também de ver, e nestas circunstâncias, qualquer coisa me segreda que não há micróbio que resista ao Amor!

 

Maria José Rijo

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 00:19

Dia da Criança - 1989

Segunda-feira, 01.06.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.994 – 9 de Junho de 1989

Dia da Criança

 

Deixou-me o carteiro notícias, da minha infância distante, com uma carta de amigos perdidos no tempo há muitos anos.

Casa-lhes a filha única e, quiseram repartir essa alegria com aqueles da sua geração ao lado de quem brincaram, estudaram e sonharam futuro.

             

“Sou da minha infância como de um país”

 escreveu St.Exupéry.

 

Logo me ocorreu a lembrança da frase que nos ensina a identificar a nossa segunda pátria.

Evoca-se, vida fora, mais do que a terra onde se nasceu, a infância vivida onde quer que fosse: mais do que ruas e paisagens, a lembrança que cada um transportará sempre dentro de si, é a do “espaço de amor” onde cresceu e lhe ensinou a confiar e a crer, lhe deu segurança para caminhar, ou a falta dele. Doce ou amarga a infância é sempre a raiz de onde se provém e onde se esboça a nossa qualidade de gente: a fonte, o país de origem da nossa maneira de ser e estar entre os demais.

Por alguma razão se nasce tão pequenino que se cabe inteiro num abraço que tem que ser apertado para nos acolher a segurar, e se depende dum coração que nos tenha desejado ou nos perfilhe e aceite.

Dia da Criança, quase se poderia ou deveria dizer – dia da sementeira – ou dia do pão, como se chama neste nosso bendito Alentejo, à seara de onde se tira o sustento de cada dia.

      espiga[1].jpg

A diferença é que o “Pão” rega-o a chuva, cria-o o ar, o vento, o sol que do céu nos vem.

Para as crianças – pão do futuro – somos nós o sol, a chuva, o bom e o mau tempo que as forma ou deforma , que, presente do céu – são elas – nós, apenas terra de amor ou indiferença – país de infância, a que jamais fugirão.

“Sou da minha infância como de um pais..”

… Escreveu-me uma amiga desse “país” distante, tantos anos volvidos.

Ninguém esquece ninguém que lhe toque o coração para o bem ou para o mal.

Permanece-se, sem que disso nos demos conta, na textura da sensibilidade de muitos por quem passamos distraídos ou indiferentes, quando por nós esperavam.

Deve ser esse o maior risco da aventura de viver – passar sem ver!

É nossa a hora!

A obra é nossa.

Por uma única vez – da única forma possível: - definitivamente – saibamos construir esse país da infância - a que sempre pertencerão as crianças de hoje, as que de nós dependem.

 

Se for esse o nosso desejo mais sincero nas extremidades frágeis dos nossos gestos imperfeitos – hão-de nascer flores.

 

 

Maria José Rijo

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 00:41


Pág. 2/2





mais sobre mim

foto do autor


pesquisar

Pesquisar no Blog  

calendário

Junho 2009

D S T Q Q S S
123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
282930


comentários recentes

  • Anónimo

    Cá estou eu ... meia hora depois da meia-noite...B...

  • Anónimo

    PARABÉNS PARABÉNS PARABÉNS Muitos beijinhos n...

  • Anónimo

    Minha querida TiaMuitos Parabéns pelos 94 anos - q...

  • Anónimo

    Boa AmigaSou o filho de Augusta Silva Torres que a...

  • Anónimo

    Eu sabia... sabia que era este mês que a tia fazia...


Pensamentos de Mª José

@@@@@@@@@@@@@@@@@

@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


links

BLOGS DA CASA

EFEMERIDES

Aniversarios Blog

Culinaria

K I K A

Paginas de Diário

2020

2019

2018

2017

2016

2014

2015

2013

2012

2011

2010

Cá estou ...

Mais alguns...

Alguns...

Alentejo

Eurico Gama

Artigos sobre...

Escola Musica / Coral

Elvas Cidade...

Escritores e...

A Familia

Sebastião da GAma

Minhas sobrinhas Bisnetas

Meus sobrinhos Netos

Meus sobrinhos

Diversos...

Páscoa

São Mateus

Cartas especiais

noticias em Jornais

Dia da Criança

Cartas do Brasil- 1996

AÇORES

Juromenha

Col. de Gastronomia

O Natal

Exp. MuseuTomaz Pires-1984

Exposição PERCURSO-2008

HistóriasCmezinhasEreceitas

Revista Sénior

JOSÉ RIJO

Hospital e Maternidade

Livro de Reminiscências

Livros- de HistóriasInfantis

  • A história da Cotovia
  • A história de uma Flor
  • A historia do Castelo
  • AlendaMisterioso vale florido
  • O sonho da Joca
  • A menina de Trapo
  • A avó conta 1 historia
  • Conto - Margarida - 1
  • Conto-Margaridavaicontente
  • ... então sonhei!
  • O Cavalinho encantado
  • A princesa Jasmim
  • Aurinha está doente
  • Arnaldo o terrivel
  • A Cabrinha
  • Era uma vez ...
  • O pequeno castanheiro

Dias festivos

Programa de Poesia (radio)

Crónicas na Revista

Livro de Poemas - I

Livro de Poemas - II

Livro de Poemas - III

Livro de Poemas - IV

Aniversários Linhas

Livro Rezas e Benzeduras

Livro das Flores

LivroJoaoCarpinteiro

A Visita - Despertador

Programas se SãoMateus

Entrevistas

Entrevista - TV-Videos,etc

Visitantes no Blog

Blogs- quem nos cita



arquivos



Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.