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Obras do Cadete

Sexta-feira, 26.02.10

Não é exactamente o que me foi pedido,

mas é o que foi possivel conseguir

Fica a boa intenção:

 

 

 

                           

 

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 23:02

REGRESSO

Terça-feira, 23.02.10
 Á LÁ Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1740 – 22 de Junho de 1984

REGRESSO

 

Voltei. Voltei e cá estou na “pracinha familiar” no jeito reencontrado de fazer disto, daquilo – ao acaso – um comentário, um apontamento, um … À Là Minute.

Ás vezes é o feio que me conquista – sem alegria.

Que… gostoso, gostoso é regalar os olhos nas coisas belas!

Nessas, que ainda que já transformadas em recordações, nos voltam a dar prazer ao ser lembradas.

Nessas, que mesmo só recordadas em brumas de saudade, ainda confortam – se bem que também doam…

Que bom ter hoje para este regresso o consolo de ter visto, e contar que vi e toda a gente pode ver – como alunos do curso complementar da Escola Secundária de Elvas, orientados pelos seus professores de história, e por iniciativa da Drª Bela Jardim – ensinaram a aventura da investigação, olhando até ao fundo das coisas da nossa terra.

Consultaram velhos livros, jornais e revistas.

Escutaram velhas sabedorias e contos, desenterraram conhecimentos esquecidos…

Somaram estudos e vieram com fotografias, colagens, reportagens, ensaios, contar - expondo – os seus trabalhos – como foi feita essa viagem de reconhecimento até às raízes na procura das origens de nomes, monumentos , factos da história local.

Com os testemunhos de quanto compulsaram e aprenderam, fazem a mostra – assinalam a descoberta e ensinaram a olhar de forma diferente à nossa volta. Ali está uma sementeira feita ao longo dum ano de trabalho escolar. Ali está o fruto dessa seara. Ali estão os moios dessa colheita armazenados grão a grão.

Acaso ou determinação? – Não sei.

A verdade é que na Biblioteca Municipal de Elvas que Eurico Gama amava e sentia como uma segunda pele – no mês e no dia em que se cumpriu mais um aniversário da sua morte – Juventude de Elvas – como que aceitando uma passagem de testemunho – com a frescura de quem se inicia – revive de olhos virados para a nossa região o tema que foi a tarefa maior da sua vida inteira – a investigação histórica!

            

“Morra o Homem fique a fama”

Assim Eurico pensava.

Fique a fama e fique a chama

Essa chama que o guiava.

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 02:40

Feição de nobreza

Sábado, 20.02.10

À LÀ Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1748 – 17 de Agosto de 1984

Feição de Nobreza

 

Netos de pobres, filhos de pobres, que a pobreza sempre campeou por aí pelas casas dos trabalhadores rurais, tem o Alentejo essa feição de nobreza: não se avilta por ser pobre.

Entre as tarefas anuais de mondas, varejo e apanha de azeitona ou ceifas, ficavam os chefes de família encostados pelas esquinas, no centro dos povoados, velando a ansiedade e o medo de não conseguirem alguma tarefa ou biscate que os livrasse da humilhação de ver a mulher e os filhos a pedir de porta em porta…

Eram ciclos de pão e de fome intercalados. Foi assim anos e anos, gerações e gerações.

Foi assim que esta nossa gente, rica de privações, se tornou conhecedora privilegiada do real valor do pão, porque de pouco mais dispunha (quando dispunha!) inventando as formas de o comer da mais consoladora maneira – quer de Inverno – quer de Verão! – Quer ter pão – já era ser remediado!...

Atrás do gado, em qualquer descampado, o pastor procurava uma amurada, uma abrigadinha, juntava uns gravetos, acendia o isqueiro de torcida, fazia crepitar o lume, fervia uma pouca de água na marmita que tirava do alforge mais a “corna” onde guardava o azeite que vinha de casa já com o gostinho do alho pisado com poejos ou coentros. Migava à mão as sopas do “marrucate” duro que trazia no taleigo e, mal a água fervia escaldava a mistura fazendo nascer a cheirosa açordinha que comia bem quente, sorvendo o caldo e condutando o regalo com um punhado de azeitonas.

       As mãos

- Bendita açorda que consola corpo e alma, matando a fome, aquecendo e incensando o bafo!

- Mudam os tempos. O calor embebeda o ar de cheiros de pastos estorricados; as ervas suam perfumes tão vibrantes como o canto das cigarras. O pastor escolhe então o chaparro mais frondoso, a oliveira mais redonda ou o freixo à beira de água, o gado rendido pela inclemência do sol, estende-se na sombra almejada e o ritual repete-se…

Do meringue que levava a tiracolo sai a água “choca” a que o vinagre emprestará a ilusão de frescura.

Lá vem de novo a “corna” fornecer o azeite com o gostinho picante do alho pisado, e lá vem o taleigo dar o “panito” que ao ser migado estala de seco.

Lá vêm os orégãos para o perfume e aí está a vinagrada ou o gaspacho que como a açorda ele come com o talher de bucho lavrado, esculpido a canivete em longos dias de solidão, e que usa entalado, preso na fita do chapéu!

Volta a “manchinha” de azeitonas para condutar e aí está – frugal, refrescante, pobre mas sadia a refeição inventada com o uso sábio do “ quase nada” que ás vezes havia…

Assim se ressalvava a dignidade, cumprindo o direito ao sustento de cada dia, como cabe à condição humana.

Nestes tristes tempos em que tão pouco nos vão deixando é bom que em nós persista o brio de sermos portugueses com a coragem herdada desta feição de família, deste traço de nobreza ancestral tão a carácter do bom alentejano.

Foi Manuel Castro, trabalhador rural, natural de Cuba, (que só na tropa conseguiu aprender a ler), quem escreveu estas quadras, que em honra da sua memória transcrevo:

 

“Há muito pobre que tem

pena da sua pobreza:

Saber ser pobre, também

É uma grande riqueza

 

Gosto muito da pobreza

Que me cabedou por sorte.

Só basta ter a certeza

Que me é firme até à morte”

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 23:44

POVO

Quinta-feira, 18.02.10

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1869 – 2 Janeiro de 1987

POVO

          

Deixei a festa oferecida aos filhos dos trabalhadores da Câmara onde se ria, pulava, brincava, dançava, e fui “a correr” espreitar ainda um pouco, das cerimonias na Igreja do Senhor Jesus da Piedade, onde em jeito de oração, se cantava.

Quase sem dar por isso… vibrando com a disponibilidade que o Povo tem para ser contente e feliz – pensei nuns versos de Pedro Homem de Melo – que a voz de Amália fez chegar ao coração de toda a gente:

                    

“Povo que lavas no rio,

E talhas com o teu machado

As tábuas do meu caixão…”

 

Pensei com emoção no povo que somos, obreiros anónimos dum País.

Expressão humana – rosto duma Pátria.

 

Povo que grita

Povo que sofre

Povo que sonha

Povo que trabalha

Povo que constrói

Povo roto e descalço

Povo com conforto

Povo que luta

Povo de luto

Povo que chora

Povo que ri e canta

Povo que reza

Povo mão-de-obra

Que ergue, rasga, constrói e na raiva, destrói as catedrais…

As Pontes… as casas… as cidades, os Países… que constroem…

Povo – força de raiz

Povo raiz da força

Povo criança feliz

que de si próprio desenraíza a esperança, a ternura, a ingenuidade criativa dum presépio

Povo – mole no amor

bravo na ira se a maré vira…

Então pensando, sentindo em tumulto apetecia-me pedir à Amália que cantasse também!

 

 

“Povo que lavas no rio,

E talhas com o teu machado

As tábuas do meu caixão…”

 

 

Talhas futuro – fazes pão

Fazes o berço

dos filhos

Traças o sinal da cruz

Com a mesma honrada mão!

 

Maria José Rijo

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 01:07

Proposta

Terça-feira, 16.02.10

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1898 – 24 de Julho de 1987

 PROPOSTA

 

Considerando que todos temos as nossas manias, como todos temos as nossas mazelas, como todos também temos as nossas fraquezas e também as nossas virtudes…

Se não é ver e ouvir:

“Cá ando com as minhas dores” – “a minha alergia” – “a minha luta”, etc, etc,…

… considerando que sou, como toda a gente, fraca, forte, corajosa, ousada ou tímida, contente e triste, conforme a vida comanda e permite…

                    

… considerando que das minhas fraquezas a que me dá forças – é acreditar nas pessoas e na força da verdade, quero dizer – acredito no sentido divino e, daí – acreditar em coisas generosas e diferentes – em coisas belas e diferentes – em coisas belas e tais como é a lei do mecenato.

… considerando que “ como fraqueza domestica” acredito ter alguns leitores certos para esta rubrica…

… considerando estes factores já enumerados, ninguém se admirará que espere e creia que a tal lei do mecenato possa também ser aproveitada no nossa cidade, (como noutras já está sendo), para que aqui aconteçam coisas de que já todos desesperam ou  descreiam… e, apareça um “mecenas” para custear a edição do Dicionário de Vitorino de Almada – (por exemplo!) sabendo de antemão que o bem que propicia também reverte em seu proveito como desconto em impostos que forçosamente terá de pagar…

… considerando que ás vezes as coisas não acontecem porque não se conheceram a tempo e a fundo…

… considerando que Elvas precisa de todos os seus filhos em geral e, de cada um que mais a possa ajudar em particular…

PROPONHO que – quem para tal tenha rendimentos – estude a lei do mecenato e a utilize para o progresso da nossa cidade – sabendo que para seu bem duplamente labora  - reduz impostos, ajuda o bem e, ganha o direito de permanecer na lembrança das gerações futuras.

       

“Morra o homem – fique a fama”

Pensou Eurico Gama

 

E cada um de nós o recorda e o respeita.

Ele ficou!

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 01:59

O Cadete como aguarelista

Sábado, 13.02.10

O Cadete como desenhador

da Flora Alentejana

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:05

Viva o Elvas

Quinta-feira, 11.02.10

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1838 – 23 Maio de 1986

Viva “O Elvas”

 

A cidade não dormiu. Viveu brindando na insónia emocionada que contagiou velhos e novos.

Foi o dia do desporto local.

O Presidente do clube, com a precisão matemática de quem efectua um cálculo onde o erro era impossível, fora somando calma e inteligentemente, uma a uma, as parcelas da razão de que estava seguro. E “O Elvas”, a quem desta vez, não foi negada a justiça a que tinha direito tornou-se: Elvas – e a cidade veio para a rua contente! – Cantou, gritou, tocou buzinas, bebeu, festejou – não dormiu nem deixou dormir.

Foi espontâneo, gostoso, bonito!!

Muita gente como eu, pouco dada ao futebol, terá dormido mal com a chinfrineira – mas terá no sossego do seu travesseiro, sorrido complacente quando as buzinadelas lhe cortavam o descanso a pensar: “Esta Elvas” – “Esta Elvas”

E que, ainda não encontrei escrita, ou dita, por quem quer que fosse, frase mais rica de intenção, para falar da cidade. Por certo alguns, os mais velhos, terão já lido o texto de António Sardinha, onde esta frase se repete e que começa assim:

 

“Com seus baluartes, as suas torres, os seus eirados e o seu aqueduto, Elvas é para o caminheiro que passa, um apelo súbito às energias mais fundas da nossa sensibilidade”

 

E… esses, pelo menos, terão pensado também como eu pensei, que seria bom ver todos assim empolgados quando estão em jogo outros valores…

E… esses, pelo menos, terão pensado também como eu pensei, que ao “Clube” – “O Elvas” se paga uma quota e à “Cidade de Elvas”todos e cada um, devemos, em cada dia, a nossa “quota” de zelo para que a cidade progrida e se empenhe na caminhada para um futuro digno do passado que testemunha…

Daí… que eu sentisse que, se todo o entusiasmo pelo “O Elvas” fosse mais pensado e menos emocional na festa de “Esta Elvas” … “Esta Elvas”!... onde:

 

“Em cada pedra borbulha aqui uma nascente heróica – uma estrofe solta de epopeia” … o grito mais forte, o apêlo mais profundo – ganhem ou percam os clubes – só pode ser:

 

VIVA ELVAS! – VIVA ELVAS!

 

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 01:58

ANIVERSÁRIO - III ano do Blog

Domingo, 07.02.10

 

 

Não me sentiria bem se, neste dia em que o blog completa três anos, deixasse sem uma palavra de afecto e gratidão todas as pessoas que nos visitaram ao longo deste tempo.
Alguns passam em silêncio, outros comentam, aplaudem, interferem, acompanham , outros tornaram-se tão assiduos que já são da casa e, outros ainda já se tornaram família.
A todos, que juntos já perfizeram um total de 167.422,visitas, a todos se deve a vida deste blog e a gratidão de quem carinhosamente, o cria, somada ´com um reconhecimento sem palavras que o expressem da

Maria josé Rijo

[mariaJosé+e+paula.JPG]

 

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publicado por Maria José Rijo às 19:59

O prometido é devido...

Sábado, 06.02.10

Aqui está o Cadete a desenhar a tacto

com tinta numa bisnaga do soro

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:07

Olá Amigos do Blog

Terça-feira, 02.02.10

 

Adalgisa -

Adelaide Matias -

Aristeu -Dina - Dolores -Giane - Gus - J. Cruz - Julieta Matias - J Rosado - Kiko - Luciano - Luís Carlos - Lucas Marquês - Magnólia - Xavier - Maria João .


Alinhei por ordem alfabética os nomes dos dezasseis Amigos que apesar do meu silêncio desde 11/1, com as suas presenças mostraram saber que nunca os esqueço e que só por impossibilidade, embora muito o desejasse, não consegui , tempo e disposição que me permitisse vir ter convosco para a conversa.
Acontece que minha irmã, desta vez, esteve um mês comigo e, essa circunstância, altera todo o meu quotidiano.
Tendo que lhe prestar atenção e cuidados porque esteve quase sempre bastante adoentada, o tempo corria sem me dar conta. Depois, quando se restabeleceu quis fazer compras, ir a Badajoz, receber visitas de amigos, dos netos que a vieram ver etc. etc, e, por último no dia 28 festejamos os seus queridos 86 anos.
Estas coisas fazem-se com alegria, mas... o mas desta história é que os cozinhados e os bolos e doces de que se tem saudades e fazem parte das nossas lembranças -  e queremos passar à descendência - já começam a dar-nos menos prazer do que canseira.
Entretanto, uma tremenda constipação ,"simpaticamente",com pena de me ver só - veio fazer-me companhia e, insiste em estar comigo embora eu a repudie com quantos comprimidos o chás fazem parte da minha panóplia de mezinhas.
Por enquanto ainda estamos a medir forças ,embora tenha a convicção que desta vez, ainda é ela que perde - confiemos.
Claro que não me tenho alheado dos textos que a nossa Paulinha mostra, nem das notícias que os vossos comentários me dão.
Assim que - também fico de esperanças com a "nossa" Mag...
Fico de parabéns como toda a Família...
Fico - fiquei - sem entender porque não me bateu à porta o casal Xavier...
Fico feliz por "sentir" que qualquer coisa brilha no horizonte do meu sobrinho Gus...
Rejubilo cada vez que esse outro sobrinho Luís Carlos dá sinal
Alegro-me com a Gisa.
Preocupo-me com a saúde da querida família Dolores..
Surpreendo-me com a chegada de amigos novos, como Julieta Matias, a pedir como favor o que do coração agradeço...
Enternece-me sempre o Kiko que esteve doente e a quem não dei a atenção que me merece
A Giane com a oportunidade dos seus comentários..
A Dina com a neta Madalena...
E, todos, todos sempre com uma palavra de apoio e estimulo , que ,se Deus quiser me há-de dar vontade de voltar a escrever.
Por agora apenas fiz um pequeno texto para um catálogo de um grande artista elvense - que conheci criança e tem uma obra que noutro país teria tido a repercussão que merece.
Falo de António Cadete.
Vou pedir à Paulinha para vos mostrar obras dele. Presentemente, quase invisual, a tacto, continua a pintar e de que maneira!
Tem, durante este mes, uma exposição, que vale a pena visitar, no Museu da Fotografia João Carpinteiro
Deixo-vos um abraço, grande, grande e está-vos grata a


Maria José Rijo

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 22:58


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@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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