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Feliz 2011

Sexta-feira, 31.12.10

Eu sei que perguntavam por mim.

Mas era muito pequenina e levava todo o tempo

a dormir e a fazer  a minha toilette.

 

 

http://kikadosolhosazuis.blogspot.com/

 

 .

 

Agora que já sou crescidinha

estou muito contente por vir em nome da minha Doninha

e da minha Madrinha

desejar a todos os nossos amigos

e familiares

um Ano cheio das maiores

Felicidades

 

miau miau miau!

Kika

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 17:13

COMO UM CONTO DE NATAL

Sábado, 25.12.10

.

Com duas ou três fotografias e uma pequena crónica

de Jornal  se conta uma história de vida

que é um hino à Amizade e à Ternura

que nos acode ao coração quando se fala de

NATAL

.....

  

NO DIA DA 1ª COMUNHÃO

.......

 

 ..........

  

.

... ANOS DEPOIS NO DIA DA FESTA DA FORMATURA.

....

 

........... 

.

 BOAS FESTAS

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publicado por Maria José Rijo às 01:45

Vinho de Carne - 4

Quinta-feira, 23.12.10

Jornal Linhas de Elvas

Nº 3.102  23  de Dezembro de 2010

Histórias com mezinhas e receitas

O vinho de carne  4

#

O Romão era moleiro, profissão que exercia a gosto numa azenha do rio Guadiana lá perto da aldeia de Pedrógão onde nascera.

Veio para a tropa contrariado, como acontecia com quase todos “os mancebos” (como então se designavam nos editais os jovens que vinham à inspecção) mas, como lhe calhou ficar apurado, ser impedido de um alferes de cavalaria, e ter cavalos para tratar, ficou feliz, porque, disso, de bicharada, gostava ele.

Depois, quando o trabalho permitia, escapava-se com a montada para o Guadiana, ali, na Ajuda, a matar saudades do rio e da liberdade, que gozava na sua aldeia, e era uma pândega dos diabos, como ele dizia: - uma retoiça!

  

Um dia em que, na brincadeira, ao debruçar-se para afagar o cavalo, escorregou e ficou pendurado com a cabeça debaixo de água porque uma bota lhe ficou presa no estribo, até foi o cavalo, o “ulissipo” que intuindo o perigo o abocanhou pelos fundilhos e o carregou para a margem onde o pousou a salvo.

“Desse dia p´rá frente, semos ermãos”, dizia comovido.

Mas, isto vem à conversa porque, por via dessa “fraternidade”  anos passados o Romão resolveu vir  matar saudades do cavalo e do “patrão”.

 

Trazia de presente um grande pão feito com farinha de trigo que ele próprio moera e fora amassado e tendido por sua Mãe.

Trazia, também, uma garrafa de vinho de carne para “ enfortalecer” os meninos porque pelo retrato que lhe fora oferecido – a pedido - naquele Natal, toda a gente da família achara as “crienças relezinhas” .

 

Trazia “atão” a receita porque para ganharem peso tinham que tomar o vinho uns tempos sem parar e, aquele não chegaria.

Recomendava também que “prantasse” nove cabeças de macela num copo de água de noite ao relento “por modo buber em jum” afim de terem apetite.

E, rematava: - vai a ver que se dão bem e ganham carnes.

Ora, como por aquele tempo, naquelas terras era verdade assente que: - gordura é formosura! – Não admira que ao descrever a beldade que era a sua amada ele dissesse : - “é profêta graças a Deus!

Tem uns pêtos que nã vê a barriga e tem uma barriga que nã a dêxa ver os péis!”

 

Vinho da carne

 

125g de carne de vaca

125g de açúcar

1l de vinho branco

Uma colher de chá de canela e outra passas de uvas

Torra-se a vaca, depois passa-se pela máquina até ficar em pó.

Juntam-se-lhe o açúcar, canela e uvas doces

Mexe-se tudo bem mexido e junta-se ao vinho.

Deixa-se repousar três dias, côa-se e está pronto a beber.

Deve tomar-se um cálice em jejum, outro ao almoço, outro ao jantar

 

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 10:50

As talhadas de Santa Catarina - 3

Sábado, 18.12.10

Histórias com mezinhas e receitas

Jornal Linhas de Elvas

Nº 3.100   - 9 de Dezembro de 2010    

As talhadas de Santa Catarina - 3

.

Fora um casal abastado. A casa, o trem, as criadas vestidas de negro com aventais de renda e crista, o cocheiro impecavelmente fardado, mostravam a olhos vistos o estrato social a que os patrões pertenciam.

Filhos não tiveram e todo o negócio de Bancos e Bolsa que sustentava os seus requintados hábitos era dirigido pelo marido exclusivamente.

Sem sobressaltos tudo corria de acordo com as normas e, já fora assim havia tanto tempo que parecia imutável.

Sem herdeiros directos e já se sentindo um pouco pesado de anos concordou o casal que chegara a altura de viver do rendimento do capital que aplicaram em títulos do tesouro.

Assim fizeram.

Entretanto, terminou a grande guerra e em 1929 só se falava da Crise Económica Mundial. Estava-se perante um mundo cheio de novidades que alteravam as certezas tidas como eternas até então.

Nos primeiros tempos ainda viajaram. Pouco. Mas, cedo se acomodaram ao rame-rame do dia a dia burguês na pequena cidade de província onde viviam a gosto.

Faziam e recebiam visitas, jogavam mahjong e bridge aos serões com os amigos e, algumas vezes, também tocavam piano e dançavam um pouco.

Frequentavam as festas do Clube, porque era de bom-tom comparecer, sem ter coragem para confessar que se aborreciam mortalmente.

Quanto a saídas, optaram apenas pelas temporadas nas Termas da Curía ou no Hotel do Buçaco. Ainda experimentaram o Luso, mas faltava-lhes lá o grupo. Desistiram.

 

 Entretanto uma inesperada e súbita doença desfez o casal. O marido morreu.

O mundo não parou, mas com a guerra, a desvalorização da moeda e uma série de acontecimentos que se precipitaram; o que parecera uma situação económica estável esvaiu-se como fumo quando os “títulos”, se tornaram apenas em “papeis”sem valor.

A breve trecho, discretamente, as jarras de vidro coalhado, as porcelanas, as louças da Companhia das Índias, as imagens de marfim, os quadros, tudo, foi aparecendo nas salas das amigas e, sempre transaccionado a preços de saldo. Dizendo-se beneméritas por adquirirem o que lhes não era necessário, espoliaram-na lentamente, numa tortura a que não soube – ou – não pôde fugir.

Alguns anos decorreram e até a casa de habitação passou a ser de renda e, na sala enorme, agora, quase só decorada com os retratos de família nas paredes, negro, polido, lustroso, restava o piano de cauda. Enorme, mudo, como que de luto por todo o passado era, agora, o “fiador” do aluguer.

 

Num dia a dia penoso em que, só os mais fieis, apareciam com alguns mimos, Senhora e Criada, Rainha e Aia, como Mãe e Filha, unidas como duas metades de uma mesma mágoa, vencendo o reumatismo e as artroses, repartindo, tudo, até as privações, rezavam, cultivavam flores e faziam por encomenda para vender, as “Talhadas de Santa Catarina” que tanto deliciavam as visitas noutros tempos (guardando ciosamente o segredo da receita) que a fiel servidora, só confiou – por carta - aos poucos amigos que nunca as abandonaram depois do falecimento da velha Senhora

 

Talhadas de Santa Catarina:

 

250 g – de açúcar

250g – de amêndoa

5 ovos (só duas claras) uma mão cheia de farinha, uma colher de canela e três tangerinas cristalizadas.

Tira-se a pele à amêndoa e os caroços às tangerinas e passam-se juntas pela máquina.

Põe-se o açúcar ao lume para tomar ponto baixo – após o que se lhe junta a amêndoa passada com as tangerinas. Mexe-se tudo muito bem e juntam-se-lhe os ovos depois a farinha mexendo tudo muito bem. Por último deita-se a canela.

Com a colher de pau e com uma faca experimenta-se se já se conseguem tender as talhadas que vão ao forno a tostar ligeiramente. Retiram-se então do tabuleiro e polvilham-se, ainda bem quentes, com açúcar e canela.

O formato é como de uma grande pétala de rosa com mais ou menos 8 centímetros de comprimento, e 4 na parte mais larga, terminando em bico, nas extremidades. Mais ou menos como se fossem broínhas de Natal.

 

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 19:18

NATAL - 2010

Sábado, 11.12.10

.

.

 

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 21:00

MINHA MÃE

Quarta-feira, 08.12.10

 

8 de Dezembro de 2010

Dia da Imaculada Conceição

  

 *

MINHA MÃE

 

Meu cais de chegada

Na viagem de viver

Minha Mãe

Meu colo

Meu abrigo

Meu consolo

Pão da minha alma

A chorar te canto

Que a louvar mais alto

O Amor, às vezes

Faz da ventura – pranto.

 

Maria José Rijo

  

*

 

 

 

    

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Minha MÃE, Já invisual, tentando conhecer

 o seu trineto Lourenço

(em 1999)

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publicado por Maria José Rijo às 15:14

Vamos lá ver se nos entendemos...

Sexta-feira, 03.12.10

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1817 – 27 de Dezembro de 1985

Vamos lá ver se nos entendemos…

 

Para a distribuição das casas, ditas do matadouro, abriu a Câmara concurso em devido tempo, avaliou os processos dos requerentes e publicou as listas provisórias dos possíveis beneficiários e suplentes – depois da apreciação caso a caso, que se crê seria e justa.

Foram 4 fogos distribuídos a funcionários camarários numerados de 1 a 4 e uma lista geral numerada de 1 a 14.

Como em todas as pautas de todas as partes do mundo, a posição de ordem num resultado, quer dizer a hierarquia da classificação final – ou seja: - a posição na prioridade a receber o bem requerido.

Acontece que depois das eleições autárquicas, a Câmara “descobriu” que cometera uma (?) injustiça na distribuição dos ditos fogos?

- E, como resolveu a equipa camarária repor essa justiça?

- A saber:

Eliminou o número 1 da lista pessoal da Câmara, foi à lista geral buscar um substituto  para o seu lugar e deu  o lugar que assim vagou, na geral, à pessoa que na opinião deles sofrera a injustiça.

(Ora bem! – dentro deste critério preparemo-nos todos para ter o P.R.D. na Câmara porque o lugar número 1 de João Carpinteiro é coisa de somenos…)

Esta sublime decisão foi tomada na última sessão da Câmara, na última quinta-feira dia 19.

Do resultado deste loto não foi sequer publicada a lista dos premiados. Preveniram-nos discretamente para ir à Câmara assinar os contratos sexta-feira dia 20 – noticia que a Rádio também vinculou à população, (à revelia da Câmara)

Que perguntas ou comentários faço?

Possivelmente nem metade das que fazem, e se fazem, as vitimas destes maquiavélicos métodos.

Mas… levanto a questão:

-- 1º -- Porque se substituiu o primeiro da lista e não o ultimo?

-- 2º -- Porque se aguardou o resultado das eleições para fazer esta substituição?

-- 3º -- Qual o critério seguido na repartição de bens públicos?

-- 4º -- Será que, como em testamento, se legou “aos mais fiéis servidores” – como se fossem bem privados – bens da cidade que são de direito rigorosa pertença dos mais necessitados?

Faço estas perguntas como cidadã responsável.

Faço estas perguntas como voz de quem sofre e chora e não as sabe fazer.

Faço estas perguntas por respeito ao Sr. Largueiras e outros homens velhos como ele, que afirmam com raiva que quem ganha o poder – esquece os pobres e só se enche!

Faço esta pergunta porque estou à beira de pertencer ao elenco camarário – para onde irão transitar membros desta Câmara com quem terei que trabalhar e que tanto precisam de me conhecer como eu a eles.

Faço esta pergunta porque É NATAL e eu acredito nas pessoas.

Faço estas perguntas porque sou um ser humano que erra e falha como os outros e que por essa razão dá aos outros a oportunidade de se reerguerem e seguirem tão verticalmente em frente como eu própria desejo saber fazer.

Com o mais fervoroso espírito de Natal vos desejo

BOAS FESTAS

 

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 23:52





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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






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