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Maria José Rijo

Não sou princípio - Nem fim! -Sou um ponto no caminho- Daquela linha partida- Que vinha de Deus para mim!

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@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

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As empadas para presentes - 7

Jornal Linhas de Elvas

Nº  3.110   -  17 de Fevereiro de  2011

Histórias com mezinhas e receitas

As empadas para presentes -  7

 

 

Os tempos eram diferentes. Quero dizer: - diferentes eram os hábitos, que os tempos, esses, sucedem-se como sempre, estação após estação sem alterações na ordem de sequência.

Saber fazer toda e qualquer tarefa dentro de uma casa era compromisso de honra de toda a mulher, até porque, valia como dogma que, quem não sabia fazer, não saberia mandar

 

Assim o conhecimento passava de gerações em gerações e, algumas especialidades eram tão características de certas famílias, quase como traços de feição.

Aquelas duas Senhoras que moravam mesmo em frente no outro lado da nossa rua, haviam sido modistas de chapéus.

A sua casa fora frequentada pela elite da época na cidade. O seu trato fino, a sua ascendência distinta, faziam que fossem elas a escolher de quais das suas freguesas aceitavam amizade e, não, o contrário.

Eu tinha acabado de casar. Tinha vinte e um anos. Estava habituada a tratar com toda a deferência as minhas velhas Tias e Avós e a sermos chamadas por elas, minha irmã e eu, por “as garotas” e, de repente ouvir aquelas duas Senhoras com idades como as delas a tratarem-me por senhora dona causava-me uma imparável vontade de rir.

Disfarçava o melhor que podia até que me fui adaptando num convívio que as enternecia pela diferença de idades entre nós, mas que me era grato e fácil pelos hábitos familiares.

Eu vinha à janela dizer adeus ao meu marido quando ele saía para trabalhar e elas assomavam à sua para quebrarem a sua solidão distraindo-se a falar comigo.

Foi assim, pelo coração, que entraram na minha vida e, eu, na delas.

Foi com elas que aprendi que a Rainha Senhora Dona Amélia quando vinha de visita a Elvas ia rezar à capela de Nossa Senhora da Conceição e mandava comprar ameixas na casa Guerra.

Foi assim que aprendi como era a cerimónia do fechar das Portas de Olivença (na nossa rua) a que na juventude ainda tinham assistido e contavam com uma riqueza de pormenores que para alem de ouvir, eu, julgava ver…

Foi assim que entrei no secreto encanto de Elvas com o conhecimento das pequenas minúcias, desse supérfluo que, como um perfume, ou uma flor embelezam a vida.  

Foi também assim que aprendi a confeccionar “as melhores empadas do mundo”feitas com requintes de paciência, por elas, para em festas e aniversários presentearem os amigos especiais.

 

Empadas de perua de campo

Depois de morta, limpa e arranjada leva-se a perua ao lume a cozer numa tigela de fogo (já curtida), coberta de água e com os seguintes temperos: - uns fartos ramos de salsa, salva e mangerona, uma xícara de café cheia de vinagre, bastante cebola cortada em rodelas, abundantes dentes de alho, um pouco de pimenta em grão, sal quanto baste e um bom naco de toucinho.

Deixa-se cozer bem. Tira-se então do lume e descansa no próprio molho até ao dia seguinte.

Volta então ao lume para descoalhar, sacodem-se os temperos retira-se a carne, côa-se o molho que se reserva e picam-se as carnes por cores, em montinhos. Isto é: peito para um lado, carne escura para outro, fígado e moela para outro e metade do toucinho para outro.

 Com banha de porco e uma parte do caldo e farinha de trigo, faz-se uma massa tenra.

 

Com ela se forram as formas, de preferência de copo.

Com a metade restante do toucinho pisado com salsa fresca, picada faz-se um creme com o qual se unta por dentro a massa que forra cada uma das forminhas que só então se enchem com um pouco de cada uma das qualidades do picado – peito, carne escura, fígado, pele e um quadradinho de toucinho, para que todas tenham de tudo no recheio.

 

 Levam então uma colherinha do caldo da cozedura e são tapadas com rodelas de massa tendo no centro uma abertura feita com um dedal que permite fazer a adição de um pouco mais de molho aquecido quando as empadas vão à mesa.

Cozem em forno esperto, com as tampinhas pinceladas com gema de ovo.

 

Permito-me publicar, com esta receita e história verdadeiras, numa sentida homenagem de saudade uma fotografia das duas queridas senhoras cuja terna lembrança me tem acompanhado ao longo destes 64 anos.

 

       Maria José Rijo

 

Nota – tigela de fogo é uma espécie de alguidar em barro, próprio para cozinhar em lume de lenha. Considera-se curtido depois de ter ido ao lume, barrado com uma gordura e uma mistura de água e leite para ferver e curtir, para não deixar, posteriormente, gosto de barro nos alimentos.

 

Pagina de diário - 1

Este mês de Fevereiro com os dias já sensivelmente maiores e, com a Primavera muito sorrateiramente a esgueirar-se da data de obrigação que o calendário lhe marca e a anunciar-se na claridade de tardes e manhãs e no bafo perfumado da terra, da erva fresca e tenra e das flores do campo…este mês de Fevereiro, já foi dos meus preferidos.

Então, naquela época em que tínhamos uma mimosa no quintal, era uma delícia espreitar o festival de amarelo que nos inundava de encanto com o seu intenso aroma quando em Fevereiro florescia.

Era como que um enorme ramo de flores para cantar parabéns às amigas que faziam anos.

A nove era a Olguinha Violante, a dez a Laura Silvano, a onze a Isabel Roque, a catorze as gémeas Baenas, Cármen e Pilar, a dezasseis a Dinorah Costa, a dezanove a prima Constantina…

Agora, a começar logo em dia um, que marca a perda sem remédio da minha queridíssima sobrinha Beca, em quase todos os dias de Fevereiro, podia citar um nome de outros amigos por quem já só posso rezar.

Também já não tenho a mimosa senão na minha memória…mas, tal como a Primavera as suas flores voltarão em cada ano e, como em cada ano, anunciarão também que logo, logo, as olaias se hão-de vestir de cores vivas como gritos de festa e os lilases, discretos na cor, mas intensos no perfume marcarão presença à beirinha de Abril.

Dei por mim a reviver lembranças ao olhar um retratinho da Maria Amélia Lemos, a Mélia, que junto em saudade à Carolina Varela – as queridas companheiras da Manta Rota com quem pelas noites de “ardentia” íamos passear descalças pela orla do mar a ver as ondas como que incandescentes, do plâncton, a espraiarem-se na areia.

 Recordo as nossas pegadas deixando um rasto fosforescente e a Lili Binger, que vinha da Bélgica todos os anos no Verão, comovida e deslumbrada, a dizer : - Deve ser assim o rasto de Nossa Senhora.

Tudo tão presente e já tão distante.

 Bem disse Santo Agostinho:

“Como podem dizer que morreu quem permanece tão vivo no nosso coração” 

 

  Maria José Rijo

4º Aniversário do Blog

 

Convite


Pareceu-me acertado chamar aqui, pelos nomes, os familiares e amigos que me têm visitado e feito companhia nestes últimos tempos,sem desistir, mesmo perante o meu silêncio.
Acontece que um problema de olhos,que espero ver solucionado em breve, tem limitado muito o meu dia a dia rotineiro, mas, como é obvio, não limita o meu afecto, nem o meu interesse em saber de vós
Vamos então, todos juntos com a Paula a quem nunca por demais agradecerei esta "casa" onde
mais uma vez vos recebo e abraço dando as boas -vindas , festejar o quarto aniversário do blog, e onde, mais uma vez, também, vos confesso a minha gratidão pelo apoio que de vós tenho recebido

Afonso Bruno Lopes
Angela Arriaga
Aristeu
Augusta Silva Torres
Cilene
Dina
Dolores e Marido
Esperança
Eva
Flor do Cardo
Gilinho
Gisa
Gus
José Luis Cananâo
Luis Carlos Presti
Kiko
MAfalda Dorff
Manuel Marques
Maria Alice
Maria Magalhães
Rolando Palma
S.P.-( que, como eu, lembra Santa VIctória)
Xavier Martins

Três apontamentos...

Jornal Linhas de Elvas

Nº3.108 - 3 de Fevereiro de 2011

Conversas Soltas

Três apontamentos

 

A força do argumento:

O homem começou a choramingar pedindo ao oficial da guarda que se lembrasse que era pobre, tinha mulher e filhos a seu cargo, e, por tão justas razões, lhe deveria ser perdoada a multa pela infracção cometida.

O homem humilhava-se para condoer o guarda, usando a sua situação familiar, como quem brandisse um arma invencível.

Sério, atento, de semblante fechado, impenetrável a qualquer leitura emocional, o representante da autoridade ouviu toda a argumentação sem pestanejar.

Quando o homem se calou, o guarda, sem agressividade perguntou: - conhecemo-nos de algum sítio?

Já me tinha visto alguma vez?   

Que não! -respondeu o homem.

Então, porque seria eu a ter obrigação de me lembrar que você tem mulher e filhos, se você a quem cabe essa responsabilidade, não lhe ligou importância e se fez à estrada sem respeitar os seus deveres?

Olhar pela sua família, é da sua conta. Da minha, é olhar pela segurança na estrada

O homem fitou o guarda com espanto, como se a força do argumento lhe tivesse esbofeteado o rosto, calado assinou de cruz o papel que lhe foi apresentado, tirou da algibeira uma bolsinha de trapo, desatou os nós do cordão que a fechava, contou as moedas e pagou a multa.

 

Esta cena, volta e meia, acode-me ao espírito.

Parece coisa de somenos.

Parece quase graça de anedota. Parece! Mas, não é.

Esta cena é o retrato de uma sociedade onde se espera dos outros atitudes que solucionem os erros que nós próprios cometemos.

                                           

Parabéns a quem merece!

Acabo de receber mais uma Agenda Cultural das que a Câmara edita com uma bela imagem de Outono na capa e, num tamanho maneirinho, que cabe num bolso.

Também tive acesso a algumas edições de interesse indiscutível, especialmente essa pequena maravilha (da autoria do Dr. Antóno Ventura) que é “ Elvas na Literatura de Viagens”

Parabéns à Senhora Vereadora da Cultura que assim dá conta de como foi merecido e útil o curso sobre património, que a cidade de Elvas, através da Câmara, lhe proporcionou, em Lisboa, onde para tal, a fazia deslocar.

Também, para enriquecimento cultural de todos nós, seria interessante pudermos consultar a sua tese de doutoramento, se a dissertação for sobre Elvas, evidentemente.

                             

O meu reparo

Cavaco Silva, em quem votei, acaba de ser reeleito.

Sinto-me – também - de parabéns!

Pena, que na hora de alegria da sua reeleição não tenha tido a lúcida coragem de calar algumas atitudes menos elegantes dos seus opositores. Ao apoio que o povo português lhe devotou corresponderia, mais justamente, da sua parte, que tivesse silenciado o seu desconforto frente a esporádicas divergências.

 Em Democracia a crítica é indispensável, mesmo com o humor, por vezes sarcástico da genialidade criativa das caricaturas de uma “Contra Informação” ou com as tórridas ironias de um Herman ou de um Gato Fedorento.

Afinal, o espaço da arte, é a liberdade.   

                                       

Maria José Rijo  

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Pensamentos de Mª José

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@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@