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São Mateus 2.011- Balanço

Quinta-feira, 29.09.11
 

Conversas Soltas

Jornal Linhas de Elvas

Nº 3.142 de 29 Setembro de 2011       

São Mateus 2.011- Balanço

 

Aqueles a quem o tempo tem permitido vidas extensas, nalgum dia mais carregado de
recordações, hão-de dizer, nem que seja no segredo dos seus corações plenos de
memórias, aquela quadra popular, tão verdadeira, que retrata sem disfarces as
vicissitudes dos caminhos de viver

 

Quem eu era, e quem eu sou

Até parece mentira!

O tempo é que tudo dá

O tempo e que tudo tira

 

 Aceita-se como inevitável que as mudanças sejam elas quais forem, são sempre,

nas vidas humanas  como as estações do ano.

Mais alegre ou mais chuvosa, há sempre uma Primavera e, na sua sequência um Verão,
um Outono e um Inverno numa cadência de dias e noites que invariavelmente se
sucedem indiferentes a quem os viva.

Não pode o homem sequestrar o tempo nem traçar com certeza o seu percurso.

Sonha, luta, cria, mas é-lhe intrínseco o saber que cada passo mais no seu caminho é
sempre um passo menos para atingir a meta porque tudo o que começa tem um fim.

Outros que o seguem, levantam, ou não, do pó, os testemunhos e prosseguem que a
estrada da vida é sempre em frente e não para.

Estamos em 2.011.

“Desde Maio de 1737 ano em que se fez a hirmida

de N.Sºr da Piedade”-

quantas gerações de crentes com a sua fé já sacralizaram

estes caminhos que conduzem aqui ao Santuário do Senhor Jesus da Piedade, onde a romaria traz, de longe, todos os anos, milhares de fieis para rezar neste “altar de cada dia” da nossa cidade.

Percorro pelos caminhos da memória, estes mesmos caminhos onde soavam as guizeiras de
cavalos, carroças e trens e agora chiam pneus.

Aviva-se-me na lembrança o cheiro delicioso da fruta nas bancas

onde os perinhos vermelhos e doces que se seguiam às escadas, paus de varejo e
canastras para apanho de azeitona se enfileiravam antes do começo da avenida .

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Ouvia-se falar de searas, moios, de sementes, contratos de trabalho, cabeças de gados…

Passeavam de braços dados os noivos com seus fatos de casamento.

Elas de branco com os véus arrojando encardidos pela poeira do chão.

Eles engravatados, solenes, lenço no bolso de peito do paletó preto, cravo na botoeira.

Os convidados seguiam-nos em cortejo.

Tocavam as bandas nos coretos. Cadeiras articuladas de ferro, arrumadas em frente,

do outro lado da avenida convidavam a uma pausa para apreciar o concerto.

Grupos de camponesas marcavam a alegria das suas presenças, cantando e dançando as
saias ao som do toque de castanholas e pandeiretas. Havia circo, poço da morte,
barracas de tiro, de sinas, algodão doce, fantoches …

Nunca faltavam as barracas de torrão…

Havia a “caseta”, onde se dançava, ao fundo, junto à “Bétola”que também mudou seu
nome.

Os hábitos alteram-se, que os tempos mudam. Tudo evolui e se moderniza. O que
ontem era novidade, hoje é obsoleto.

Havia as tendas dos belos cobres reluzentes…

Havia utensílios de madeira. Mesas de cozinha, berços, cadeiras de fundos de bunho…

Havia o artesanato local, com os tarros, as corrediças de por ao ombro para a linha
de fazer meia… havia…havia… havia…

…Recordações
de quase setenta anos de festas de São Mateus que o tempo, soberano, começa a
esvair. Como era…Como foi!

Até parece mentira…

Os homens mudam – envelhecem.

Mudam os costumes…as circunstâncias e, no entanto a  Fé persiste e resiste – não muda.

E, através dela, todas as gerações têm encontrado e sempre hão-de encontrar a sua
própria maneira de ajoelhar dando graças  ao senhor Jesus da Piedade pelo milagre

da vida que nos concede.

Bendito seja o Senhor Jesus da Piedade!

Ámen!

 

                 Maria José Rijo.

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publicado por Maria José Rijo às 16:42

Ao Ernesto um Abraço de Parabéns - 1987

Domingo, 25.09.11

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.904 – 4 de SETEMBRO de 1987

 

POR – JOSÉ DE ALMEIDA RIJO

AO ERNESTO um abraço de PARABÉNS

 

 

Naquele tempo, - e já lá vão 37 anos – o “Linhas” era vivido, como agora, com ORGULHO por todos que contribuíram para o pôr na “RUA”.

 

Nasceu pela mão de gente nova, com uma pitada de irreverência, um toque de ousadia e uma mão cheia de coragem … que os tempos eram outros!

 

Soube sempre dizer “NÃO” ao oportunismo que tornaria a “Vida mais fácil a ” … quem quisesse levar as vacas a beber…” como diria mestre Aquilino.

 

Teve honras da colaboração de José Régio, entre outros.

Problemas com a Censura eram quase semanais. As Multas abundavam, numa clara demonstração de independência na crítica e desprezo nas ameaças.

Sofreu pressões, que sacudiam!

Durante anos foi a única voz escrita do concelho de Elvas, o que não lhe deu qualquer complexo de superioridade nem de abuso do poder.

 

HOJE, ele ai está!

Com uma colaboração certa e diversificada como convém.

Diferentes formas de pensar, não invalidam a comunhão, no ideal de fazer o “Linhas de Elvas” um jornal cada vez mais apetecido, por cada vez mais leitores.

 

Ao ERNESTO um abraço de PARABÉNS

 

José de Almeida Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 15:37

Feliz São Mateus 2011

Quarta-feira, 21.09.11
 
-

Meus sobrinhos e meus amigos de
coração! - a nossa Paulinha faz as reportagens fotográficas que, com o toque da
sua sensibilidade, contam como os elvenses e todos os crentes dos arredores se
rendem à fé no Senhor Jesus da Piedade.

Elvas recebe de braços abertos todos os visitantes.

Nós duas,também recebemos "as vossas visitas virtuais"com um abraço
grande que bem desejariamos fosse ao vivo na confraternização do arraial onde a
par da alegria dos reencontros há sempre um toque de saudade, como sinto neste
momento pela distância que nos separa de vós.

Obrigada pelas vossas presenças e

Bendito seja o Senhor Jesus da Piedade

Maria José Rijo

 
 
 
 
 
 
 

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publicado por Maria José Rijo às 17:00

Querido Gilinho

Domingo, 18.09.11
 
Queridos todos
A última vez que nos deram noticias estava na Australia,
neste momento, não sabemos se regressou ou se foi fazer
outra viagem.
Mas esteja onde estiver saiba que não nos esquecemos do
seu aniversário e que estamos aqui a dar-lhe os Parabéns que,
como é lógico, são extensivos a toda a familia.
Com um grande abraço e beijinhos para as pequeninas e sempre
desejos de vos saber felizes.
Se eu soubesse cantar também cantava agora os beijinhos doces.
Tia Zé e paula
 

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publicado por Maria José Rijo às 01:13

Encontros com o inesperado

Sexta-feira, 16.09.11

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.895 – 3 de JULHO de 1987

A La Minute

Encontros com o Inesperado

 

Gostava de conhecer a criança que respondeu a um inquérito de rádio dizendo que ler um livro na Biblioteca era um bom programa para um dia de férias.

Eu não ouvi. Contaram-me.

Contaram-me e fiquei contente. Gostei de o saber.

Não se vá daqui deduzir que julgo que, isso tem alguma coisa a ver comigo. Não. Não é isso.

E apenas, penso que todos temos que aprender uns com os outros e gostava de conviver com essa criança que tendo gostos afins dos meus, poderia, porventura, ajudar-me a ir ao encontro de outras crianças para que fizessem a descoberta que ela já fez:

-- Ler é bom!

-- Ler é importante!

-- Ler é necessidade!

-- Ler pode ser considerado, também, como um saudável entretenimento.

-- Ler pode até tornar-se um vício.

 

Nesse caso confirma o aforismo que diz:

“Não há regra sem excepção”, pois que, desta vez – o vício – seria virtude.

Saber do depoimento desta criança arreiga no meu espírito, a justiça de certas atitudes que, olhadas apressadamente, quase parecem sem justificação.

Lembro a noticia que li, sobre a criação de uma escola num ponto isolado da costa inglesa, para que os dois filhos do Faroleiro, que estavam em idade escolar, tivessem acesso ao seu direito de aprender. Fora considerado “como crueldade” separa-los dos pais, a quem o dever de profissão obrigava a tal isolamento.

Ergueu-se uma escola para dois alunos.

Não é o caso – mas – posso talvez deduzir que também é justo que mesmo para “poucos” ou “raros” uma biblioteca possa funcionar, ou um programa musical, ou de teatro, ou de qualquer outra matéria, com intenção formativa de qualidade social.

Serei, uma pessoa, entre outros, que, não sendo adepta ao futebol, respeita a promoção que se faz dessa disciplina do desporto.

 Penso, é certo, que esse horizonte foi aberto a outros ramos, eles virão, algum dia, a ocupar também, o lugar a que, porventura, tenha direito. Estou convencida de que canto, bola, dança, teatro, investigação, etc, rtc. … Deveriam ser enquadrados nos programas escolares com o mesmo respeito que merecem a história ou a matemática.

Lamento, sim, que se deixem avolumar algumas coisas de tal forma que elas acabem por encobrir outras também respeitáveis. Da coexistência dos vários sectores dependerá a boa saúde do tecido social.

Apercebi-me agora de que estou “ainda” a continuar uma longa conversa que tive com um interlocutor que, com correcta frontalidade fez a critica que lhe pareceu justa ao meu trabalho, que nalguns sectores muito reprova.

Foi numa tarde quente, amenizada pelo requinte da hospitalidade com que no Hotel D. Luís, nos acolheu a “A Associação Barman de Portugal” – que nos convidara porque ali encerrou um curso de formação.

Foi um convívio agradável e, já gora, confesso que se a critica não teve o sabor do – desejado – me deixou a impressão curiosa de mais um encontro com – o inesperado.

 

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 17:21

Parabéns Magé

Terça-feira, 06.09.11
DISSEMOS À KIKA QUE HAVIA UMA MENINA CHAMADA MAGÉ
QUE FAZIA  TRÊS ANINHOS
E ELA FICOU MUITO CONTENTE E VEIOFAZER  MINHAU MINHAU MINHAU 
PARA DAR OS PARABENS
BEIJINHOS
TIA ZE E PAULA

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publicado por Maria José Rijo às 00:25

Passeio a Juromenha

Sábado, 03.09.11
Acima, acima gajeiro,
Acima ao tope real!
Olha se enxergas Espanha,
Areias de Portugal
.
in Nau Catrineta
Ao Longe vejo Olivença
mais perto Vila Real
a meus pés o Guadiana
correndo manso na crença
de que tudo é Portugal
.
Maria José Rijo
 

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publicado por Maria José Rijo às 01:06

Em dia de Aniversário

Quinta-feira, 01.09.11

Jornal Linhas de Elvas

Nº 3.138 de 1 de Setembro de 2011

Conversas Soltas

Em dia de aniversario

 

Venho de longada a teu lado, Amigo!

E…assim passaram, contando este - sessenta e um anos.

Só que ao contrário das pessoas que quer integras, quer trafulhas, com o decorrer dos tempos envelhecem, os jornais apenas se fortalecem, ganham estrutura, amadurecem se não desmerecerem dos seus princípios.

Um jornal de província, um jornal regional – nestes tempos controversos - é sempre um acto de fé na vida e, até um sinal de coragem, de crédito na fraternidade. A notícia que propaga é a dádiva do que se conhece a quem se interessa pelo bem comum da sua terra e, só dessa forma, a ela tem acesso.

Um jornal de província - fala sobre os acontecimentos mais importantes do país e do mundo mas, faz mais do que isso, fala de quem se conhece, conta quem nasceu, quem faz anos, quem partiu para sempre, faz, como que, a ligação entre as famílias como uma saudação amiga de porta a porta. Faz o relato minucioso dos problemas, dos acertos e desacertos, de tudo que directamente toca à comunidade que serve e a que pertence.

Não é, nunca poderia ser o lacaio subserviente que por medo, interesses pessoais, ou cobardia bajula quem tem poder.

O poder pode ser sedutor, mas é escorregadio, traiçoeiro, e nem sempre enobrece quem o detém, muito ao contrário, avilta quem o exerce sem dimensão moral para o merecer.

A dignidade e a honra são bens perenes – ou se têm ou não se têm e, um jornal - ou vive sob esses desígnios - ou não vive – soçobra.

Um jornal, pode e deve ter uma linha editorial, que respeita, mas se tiver abertura a colaboração exterior não nega o parecer contrário ao seu, desde que exposto correctamente e assumido.

Sessenta e um anos – são testemunho dum percurso limpo e, também - dessa qualidade  de nobreza – isenção – dessa e de

 todas as demais que granjearam  o prestígio de que desfruta – o jornal de todos nós – o jornal da nossa cidade.

Se - O Linhas - está de parabéns – Elvas também está e, como é lógico, todo o núcleo que o compõe e quem por ele responde  se responsabiliza e mostra o rosto – o seu director

 

Para todos um abraço de felicitações e apreço com desejos de longa vida e um muito obrigada porque, desde há sessenta anos, discretamente têm vindo a escrever para a historia a saga da nossa gente

 

 

 Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 17:50





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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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