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Ano Novo - 2012

Sábado, 31.12.11

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É dia 31 de Dezembro de 2011.

Um dia, é sempre um dia, porque qualquer que seja a sua posição no calendário, em
qualquer dia tudo cabe.

Esperança,
Desesperança, Alegria, Tristeza, Nascimento e Morte.

Porém tudo quanto anuncia um fim pode marcar um novo começo.

Talvez daí, a expectativa que nos invade quando um novo ano surge no horizonte das nossas vidas.

Já, já começa 2012 e cada um de nós, qualquer de nós ou todos nós, como as fadas madrinhas
nas velhas lendas nos abeiramos do seu nascimento como ela dos berços, com os melhores augúrios.

Saúde – Vida – Amor – Trabalho – Alegria – enfim, tudo quanto se nos possa afigurar como
componentes de Felicidade.

Que para cada um de vós o sonho se cumpra.

Eu fiz a minha última compra do ano Flores para embelezar o meu canto.

Com elas celebro o Ano Novo e a amizade que me une a todos vós.

F E L I C I D A D E S

Feliz Ano Novo

 

Maria José Rijo

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 16:10

Feliz Natal

Sábado, 24.12.11
 
 
Com um grande grande abraço
de desejos de Boas Festas
para todos os frequentadores
deste blog e em especial
para os meus sobrinhos e amigos
que trago no coração
com a maior ternura.
 
Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 10:16

Natal 2011

Sábado, 17.12.11
 
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publicado por Maria José Rijo às 00:14

T E R N U R A

Domingo, 04.12.11

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publicado por Maria José Rijo às 14:46

- BOLA -

Sexta-feira, 02.12.11

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.943 – 3 de Junho de 1988

A La Minute

BOLA

 

Também eu vi o Veloso “chutar” a taça para os holandeses.

Não restam duvidas de que, mesmo quem, como eu, nada percebe de futebol, acaba em circunstancias destas, aderindo com interesse ao espectáculo. Milhares e milhares de pessoas, enchendo um estádio, a vibrar de entusiasmo, a roer as unhas de enervamento, querendo e temendo

Luca Toni

olhar – como o Toni durante a marcação das penalidades – milhares e milhares de pessoas, unidas e divididas pelo desejo de ver ganhar estes ou aqueles – milhares e milhares de pessoas a gritar de gáudio ou de raiva, eufóricos ou desalentados, com os sentidos presos do que vêm os olhos atentos que rolam nas orbitas, seguindo a bola como a equipa no campo – não é acontecimento para desprezar.

Se pensarmos que em quase todas as casas de todos os países, para onde a televisão transmite estes desafios, há gente igualmente atenta e absorvida pelo comportamento dos clubes que se defrontam – se o pensarmos – então sentiremos, como alguma preocupação, a força que tem o futebol para sintonizar milhões de pessoas no mesmo acontecimento – um jogo de bola.

Daí que, por força de tal envolvimento colectivo, nasçam as confusões, e os relatos futebolísticos e as tricas de clubes, apareçam a publico empoladas e tratadas como acontecimentos de que dependessem a dignidade dos povos.

 

Quere-me parecer que já era tempo de dar definitivamente a estas coisas o seu espaço próprio e de aceitar que, mais do que perder ou ganhar – o que tem que ver com a dignidade – é a dignidade – e essa, testemunha-se na vitória, na derrota e também na maneira como se relatam os acontecimentos.

 

A meu ver, também não é abonatório ao comportamento equilibrado, que se deseja em quaisquer circunstâncias, que algumas pessoas ligadas ao desporto apareçam a falar dele com o ar de quem discute vida e morte.

Também não se me afigura certo que logo à transmissão directa de um jogo se voltem a emitir – de imediato – fragmentos desse mesmo acontecimento, sabendo-se que para tal há rubricas da especialidade, onde tudo é, de forma exaustiva, esmiuçado até ao átomo ou à sua desintegração.

É destes exageros que a gente se queixa, e ou é mercê deles que se canalizam as atenções gerais – excessivamente – para áreas determinadas.

Quando os factos são mesmo sérios, como transplantes de órgãos e outras coisas assim, às vezes nos ecrans, um médico, jovem ainda (como são os desportistas) – com um sorriso tímido de criança e uma modesta e simplicidade que tocam o coração do mais desatento. Então, sem parangonas, dramatizações de faca e alguidar ou histerismo – quase como se nada se tratasse – fala de esperança para a humanidade, serenamente e com o respeito que integra – de verdade – dignidade e vida.

 

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 23:07





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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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