Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Maria José Rijo

Não sou princípio - Nem fim! -Sou um ponto no caminho- Daquela linha partida- Que vinha de Deus para mim!

Maria José Rijo

Não sou princípio - Nem fim! -Sou um ponto no caminho- Daquela linha partida- Que vinha de Deus para mim!

Mais sobre mim

foto do autor

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D

Links

Um pouco de mim...

EFEMERIDES

Blogs- quem nos cita

Deambulo por

Culinaria

K I K A

Paginas de Diário

2010

2011

2012

2013

2014

2015

2016

2017

2018

Cá estou ...

Mais alguns...

Alguns...

Alentejo

Eurico Gama

Artigos sobre...

Escola Musica / Coral

Elvas Cidade...

Escritores e...

A Familia

Sebastião da GAma

Minhas sobrinhas Bisnetas

Meus sobrinhos Netos

Meus sobrinhos

Diversos...

Páscoa

São Mateus

Cartas especiais

noticias em Jornais

Dia da Criança

Cartas do Brasil- 1996

AÇORES

Juromenha

Col. de Gastronomia

O Natal

Exp. MuseuTomaz Pires-1984

Exposição PERCURSO-2008

HistóriasCmezinhasEreceitas

Revista Sénior

JOSÉ RIJO

Hospital e Maternidade

Livro de Reminiscências

Livros- de HistóriasInfantis

  • A história da Cotovia
  • A história de uma Flor
  • A historia do Castelo
  • AlendaMisterioso vale florido
  • O sonho da Joca
  • A menina de Trapo
  • A avó conta 1 historia
  • Conto - Margarida - 1
  • Conto-Margaridavaicontente
  • ... então sonhei!
  • O Cavalinho encantado
  • A princesa Jasmim
  • Aurinha está doente
  • Arnaldo o terrivel
  • A Cabrinha
  • Era uma vez ...
  • O pequeno castanheiro

Dias festivos

Programa de Poesia (radio)

Crónicas na Revista

Livro de Poemas - I

Livro de Poemas - II

Livro de Poemas - III

Livro de Poemas - IV

Aniversários Linhas

Livro Rezas e Benzeduras

Livro das Flores

LivroJoaoCarpinteiro

A Visita - Despertador

Programas se SãoMateus

Entrevistas

Entrevista - TV-Videos,etc

Visitantes no Blog

Aniversarios Blog

Pensamentos de Mª José

@@@@@@@@@@@@@@@@@

@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@

Resolvi falar de Amor

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.987 – 21 de Abril de 1989

A La Minute

RESOLVI FALAR DE AMOR

 

Às vezes, quando para tal tenho oportunidade, folheio os desenhos que os jovens que vão passando pelo espaço que lhes está dedicado na Biblioteca, por lá vão deixando.

Um pouco antes da Páscoa deparei com uma composição a que não resisti, recolhi, e guardo comigo.

Há por lá outras, mais ou menos expressivas. Todas têm interesse. Todas são linguagem de alma de quem as produziu. Todas encobrem (descobrem) uma intenção, algo da vida interior dos seus autores – mágoa – fantasia – imaginação – alegria – desespero – solidão – sei lá…

Mas, aquele desenho especial que guardo comigo, tem uma figuração e uma legenda que fazem pensar.

Diz assim:

 - “é dia de Páscoa construamos a paz e a felicidade”.

 Tem ainda um cão (quase sorridente) que cumprimenta um gato:

 - “olá” e recebe do felino idêntica amabilidade: - “olá”. Tudo isto rematando com o seguinte conceito:

 “o cão não anda a correr atrás do gato, porque estão a construir a paz e a felicidade”.

Completam o trabalho, uma figura de homem, outra de mulher unidas pelo letreiro que seguram nas mãos e no qual se faz o convite à construção da Paz e da Felicidade com as palavras sublinhadas duas vezes. Ao alto da folha brilha um belo sol muito redondo e amarelo. Assina – Pedro Miguel com data 11/3/89.

 

Não conheço o rapazinho. Não sei se é gorducho ou magricela, loiro ou moreno, olhos vivos ou mortiços, nariz pintado de sardas, joelhos esfolados ou qualquer outro traço particular.

Não o conheço eu a ele, nem ele a mim, creio.

Fiquei no entanto a pensar na “palavra certa”, que com alguns erros de ortografia, que por lá deixou, com a sua letrinha irregular de criança como quem deixa flores caídas de um ramo.

Tenho desde então olhado com frequência este desenho, sentindo sempre que me cabia não o guardar só para mim.

Pensei utilizá-lo por várias formas. Tê-lo-ia transformado em cartão de boas-festas de Páscoa se tal me tivesse sido possível. Não calhou.

Não o esqueci entretanto e, hoje, sem premeditação ao reler Rilke sobre tema eterno – o Amor – parei a pensar no menino e no desenho. Relacionei amor com ideal, rumo de vida, sonho, estrela do Norte, anseio de mais alto. Relacionei tudo isto com a esperança de que é feita a alma das pessoas e pensei que devia falar dessa centelha de fé no amor que pulsa no coração dos jovens.

Então resolvi esquecer os amargos e os descrentes, os que já não acreditam nem em si, nem nos outros, os que já tão longe do tempo em que sonhavam pureza e foram inocentes que chamam pejorativamente poetas ou literatos aos que se apoiam na alma limpa das crianças que estão perto ainda da mão do seu Criador que são indesmentíveis na sua fé e na sua esperança.

Dei comigo a sorrir tranquila, em Paz e resolvi falar de Amor.

 

Maria José Rijo

 

Entregar Elvas a Elvas

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.873 – 30 de Janeiro de 1987

A Lá Minute

ENTREGAR ELVAS A ELVAS

 

Tem sido meu propósito manter este espaço fora dos assuntos camarários.

A não ser que esses assuntos, pela forma ou conteúdo, caiam sob a alçada da pessoa comum que sou – ignoro-as porque deles não teria conhecimento se a tal não me obrigasse a força das circunstancias.

É o meu critério! Tão válido ou discutível quanto outros, consoante o observador.

Ora, neste momento em que me posso situar – quase como espectadora de um programa que mercê da aberta

 


colaboração dos jornais, da rádio e do comércio locais – já é de Elvas – como se desejou que fosse – poderei contar que um dos propósitos da Câmara – talvez o mais importante embora possa não o aparentar pela simplicidade com que se enuncia – é entregar Elvas a Elvas.

Assim se entenderá que se fomente, na medida do possível, o desejo de Elvas criar os seus próprios entretenimentos.

 


Se as pessoas capazes de o fazer (e são bem mais do que possa parecer) tomarem em mãos o querer de Elvas – o grupo de teatro – a orquestra – o grupo coral, etc, etc, … serão realidades e, mostrando as suas capacidades poderão conviver, recebendo sim, mas, dando também em troca.

- E porque acontece que duma intenção a que pus num rótulo – O compositor do mês – nasceu do saber e da inteligência de alguém, que também acredite no sacrifício e devoção que se deve às causas em que se crê – a Srª Dona Maria Elvira Vaz Serra Cabrita – um programa válido, bem estruturado com a duração de 8 meses.

- E porque aconteceu que este programa já da sua autora se está libertando…

- Neste momento em que a Rádio fez dele um espaço seu que de semana para semana ganhou qualidade e força…

- Neste momento em que os jornais o acolheram e o divulgam quer noticiando, quer recriando a informação…

- Neste momento em que as crianças investigam com sinceridade sobre a vida de Bach participando com mérito, e o comércio apoia expondo cartazes…

- Neste momento em que há adultos que fazem perguntas e oferecem sugestões…

- Neste momento em que a ideia já está enriquecida com outras ideias, veste roupagens novas e toma lugar na cidade – porque a cidade a aceitou e lhe cedeu espaço…

- Neste momento em que pessoa responsável e de competência como é a Srª Dona Licínia Fradique, orienta com o seu indiscutível saber, a organização dos três convívios musicais previstos…

- Neste momento – renovo a minha aposta na esperança e acredito que outras boas vontades irão aparecer e Elvas irá ficando, pouco a pouco, nas mãos de Elvas pulsando viva como um corpo inteiro…

Assim – Elvas fará desporto e usará o seu estádio, cantará e representará nos seus teatros, escutará a sua Banda a tocar em jardins, praças e coretos da cidade e Freguesias…

Elvas nas mãos de Elvas – é um sonho de vida – uma certeza de independência – um programa de futuro.

 

Maria José Rijo

Parabéns GUS

.
Colhemos ontem, quinta feira de Ascenção,
véspera do seu aniversário. o tradicional
raminho da espiga que aqui lhe trazemos
com os desejos de Felicidades.
Foi bom andar pelos campos, olhar o Guadiana,
agora imenso, depois do Alqueva e pensar em todos
familiares e Amigos para quem sempre
sonhamos e pedimos a Deus - Tudo de bom.
Um abraço grande, tão grande que chegue até si,
esteja onde estiver.
.
Beijinhos
Tia Zé
e Paula

MENSAGEM

.


Queria saber falar da amizade e gratidão que vos devo e sinto por vós
Queria mas hesitava sem saber como...
Às vezes, olhos nos olhos, calados tudo se diz que as palavras

também podem pecar por excesso ou por defeito,
Até por falta de jeito para mostrar emoções.
Nada como um abraço para que se entendam corações, quando a distância
não é impedimento.
E, eu queria , queria tudo dizer
e não sabia como fazer.
Então...gosando comovida a beleza das rosas
(que do Gus recebi, e, em especial, agradeço aqui)
senti que elas de todos vós me falavam
e, sendo vossas também .
com um terno muito obrigada - reparto-as convosco
São nossas - ficam aqui

{#emotions_dlg.bouquete}
Maria José Rijo

 

Mais sobre mim

foto do autor

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D

Links

Um pouco de mim...

EFEMERIDES

Blogs- quem nos cita

Deambulo por

Culinaria

K I K A

Paginas de Diário

2010

2011

2012

2013

2014

2015

2016

2017

2018

Cá estou ...

Mais alguns...

Alguns...

Alentejo

Eurico Gama

Artigos sobre...

Escola Musica / Coral

Elvas Cidade...

Escritores e...

A Familia

Sebastião da GAma

Minhas sobrinhas Bisnetas

Meus sobrinhos Netos

Meus sobrinhos

Diversos...

Páscoa

São Mateus

Cartas especiais

noticias em Jornais

Dia da Criança

Cartas do Brasil- 1996

AÇORES

Juromenha

Col. de Gastronomia

O Natal

Exp. MuseuTomaz Pires-1984

Exposição PERCURSO-2008

HistóriasCmezinhasEreceitas

Revista Sénior

JOSÉ RIJO

Hospital e Maternidade

Livro de Reminiscências

Livros- de HistóriasInfantis

  • A história da Cotovia
  • A história de uma Flor
  • A historia do Castelo
  • AlendaMisterioso vale florido
  • O sonho da Joca
  • A menina de Trapo
  • A avó conta 1 historia
  • Conto - Margarida - 1
  • Conto-Margaridavaicontente
  • ... então sonhei!
  • O Cavalinho encantado
  • A princesa Jasmim
  • Aurinha está doente
  • Arnaldo o terrivel
  • A Cabrinha
  • Era uma vez ...
  • O pequeno castanheiro

Dias festivos

Programa de Poesia (radio)

Crónicas na Revista

Livro de Poemas - I

Livro de Poemas - II

Livro de Poemas - III

Livro de Poemas - IV

Aniversários Linhas

Livro Rezas e Benzeduras

Livro das Flores

LivroJoaoCarpinteiro

A Visita - Despertador

Programas se SãoMateus

Entrevistas

Entrevista - TV-Videos,etc

Visitantes no Blog

Aniversarios Blog

Pensamentos de Mª José

@@@@@@@@@@@@@@@@@

@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@