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Cartas Especiais - 2 - 1955

Quarta-feira, 26.09.12
Cartas de Maria Carolina para a sua Tia Zé

 


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publicado por Maria José Rijo às 23:37

Elvas – Setembro - 2.012

Sexta-feira, 21.09.12

 Jornal Linhas de Elvas

Nº 3.193    de  20 Setembro de 2012

CONVERSAS SOLTAS

Elvas – Setembro - 2.012

 

 

Já se engalanou o parque do Senhor Jesus da Piedade.

A feira de São Mateus está aí a bater-nos à porta.

Já a Igreja está debruada de pequenas luzes para que nada ofusque a sua silhueta mesmo no fulgor dos arraiais com o resplendor dos fogos-de-artifício...

Já a população espreita, curiosa para avaliar se tudo está ainda mais bonito do que em anos anteriores.

Já se respira a festa.

Já se agitam inquietos os corações antevendo as alegrias dos ansiados reencontros…

Gosto do São Mateus – melhor dizendo: - gosto desta época de dias já mais curtos, mas ainda de tardes luminosas suaves e doces escondendo, como enganosas palavras de amor, as noites já fresquinhas com que nos surpreende...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 Gosto desta “rentrée”da nossa região onde já se preparam as actividades de Inverno,

mas ainda cheira a Verão e, todos já regressaram da diáspora de férias por praias e países…

Gosto dos abraços dos reencontros nos acasos dos arraiais onde os olhos procuram famintos

rostos de amigos emigrados, espalhados pelo mundo, que não se esquecem, se guardam nos corações, e que, cada São Mateus traz de volta à terra como num segundo Natal…

Gosto da procissão dos Pendões, que dá início às festividades religiosas.

Solene, longa, arrastada como uma dura e pesada penitência.

Gosto! Gosto! Gosto!…

Gosto desta Elvas a que as fortalezas militares deram, desde sempre, um cunho particular, onde sucessivas gerações de crianças brincaram ensaiando a descoberta da coragem a explorar fortes e contraminas à luz tremelicante de velas, mascarando o medo com risos e bravadas…

Onde as ruas estreitas e tortuosas apertadas no cincho das muralhas do castro antigo obrigaram as casas a subir estreitas e magras como plantas famintas de luz., até que, rompendo o cerco

se espraiaram, desorganizadas, por vezes, como um exército, sem comando arrasando as quintas e hortas que  abraçavam a cidade, com seus férteis vergeis.

Mas…se muito mudou no bom e no menos bom -  Elvas permaneceu  intacta na fé com que celebra o incondicional amor que devota ao seu Patrono o Senhor Jesus da Piedade, onde  cada peregrino que  O visita, nunca vem só.

Cada peregrino que a seus pés ajoelha traz no coração, em saudade ou em esperança a memória de quantos amou ou ama e, assim se ata passado e futuro de geração em geração nesse culto de fé que a todos põe na boca o voto de confiança que abriga na alma e o faz cantar em seu louvor

 

 

 

Senhor Jesus da Piedade

Luz da Luz, Deus Verdadeiro                                                  

Olha aos pés da Tua Cruz

Agrupado um povo inteiro             

 

 

 

Maria José Rijo

 

 

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 01:38

Parabéns Gilinho

Terça-feira, 18.09.12

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Com passo lento, como impõe o calor no Alentejo

só agora chegamos à festa de

Aniversário do querido Gilinho.

Que estejam todos bem

e que o silêncio queira apenas dizer:

- longas férias bem vividas .

Mas... estejam onde quer que estejam

aqui vos deixo um abraço

(aquele abraço)

de todo o coração.

 

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 15:45

Olhar e entender

Domingo, 16.09.12

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.997 – 30 de Junho de 1989

A La Minute

OLHAR E ENTENDER

 

Desconheço se é possível inventariar o número de dados que a mente humana armazena ao longo da vida.

Uma coisa, porém, na memória, me deslumbra: é o espectro caleidoscópico que se desenvolve por vezes, em torno de um simples olhar de acaso, que, acordando lembranças, traz de volta vozes, cores e imagens perdidas do saber consciente.

Vi numa freguesia, um beiral de uma escola apinhado de ninhos de andorinhas.

Olhava-os, escutando as queixas do que sujam e mais não sei quantos “catastróficos” males que causam.

Olhava-os, e louvava os homens por ainda haver edifícios públicos que possam suportar “tantas famílias de alados inquilinos” sem dinheiro para comprar paredes de suporte para as suas frágeis habitações.

Olhava-os, e louvava a Deus, por esses homens, e pela Sua infinita sabedoria em guardar as asas para as oferecer às negras andorinhas que deixam menos mancha na roupa do que a intolerância dos homens nas almas.

Olhava-os, e pensava que tudo na vida tem o seu avesso e até as rosas coroam troncos com espinhos.

Olhava-os, e via-me criança de escola, assistindo em cada dia à “cerimónia”, várias vezes repetida, de limpeza dos parapeitos das janelas da nossa casa.

Olhava-os e parecia-me escutar a minha Avó entrar no quarto de manhã cedinho, abrir a vidraça e dizer com alegria:

Toca a levantar!

Ainda a dormir, que vergonha!

Escutem as andorinhas o que já fizeram, e, fingindo interpretar os seus chilreios cantarolava:

“Fui à missa, vim da missa, lavei a casa e estou aqui… quiri-qui-qui…”.

Olhava-as e lembrava os belos olhos azuis de meu Pai, repassados de terna intenção, ensinando um poema que repetia de cor:

“Sabeis o que é um ninho,

Esse ditoso lar

Onde a ventura mora em

Noites de luar

Onde a brisa suspira e canta a

Cotovia… etc… etc…”

E que rematava assim:

“Não? – não sabeis? – Pois bem!

Juntai toda a ventura do vosso lar ditoso,

Os beijos, a ternura de uma extremosa Mãe,

Os cuidados de um Pai,

Um doce olhar de Avó,

Vaidoso no carinho,

E ficareis sabendo a que se

Chama um ninho.”

 

Não sei quem é o autor do poema. Não me recordo, mas hei-de investigar – porém, lembro-me, lembro-me perfeitamente, que aprendi ainda na escola a entender o que é um ninho.

 

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 16:05

A Propósito de um Aniversário

Sábado, 08.09.12

Jornal Linhas de Elvas

Nº 3191  -  6 de Setembro de 2012

Conversas Soltas

A Propósito de um Aniversário

O jornal “ Linhas de Elvas” completa 62 anos.

O “Linhas” é um jornal já com uma longa história feita da soma das histórias de quem o idealizou, e de quem ao longo de todos estes anos o deu à estampa em cada uma das 3.190 semanas em que, ao sair para as bancas, nascendo, renascia.

Um jornal nasce, morre e renasce de cada vez que a sua publicação aparece porque a vida dum jornal não é espontânea.

O sangue que faz correr a sua vida, é o sangue de quem o concebe, cria e o solta ao seu destino em cada edição, em cada número em cada dia – “ diurnale” é a génese etimológica do seu nome – jornal - que também pode querer significar jornal ou jornada como salário de cada dia de trabalho.

Um jornal a pouco e pouco, com o relato do quotidiano de uma cidade ou de uma região, conta o pulsar da vida, escreve a história da sua época, soma-a à história de um País, por mais modesta que seja a sua contribuição.

Qualquer jornal é uma voz onde ressoam muitas vozes, notícias, opiniões, tendências, algumas vezes.

Um jornal é, ou pode ser, sempre uma força, porque a sua apresentação é resultado de escolhas, decisões de consciência, atitudes pensadas reveladoras de ideais, caminhos, influências.

Assim a imprensa pode ser elemento de catalize em causas boas, ou menos boas.

A imprensa informativa, não é um lazer, mas, sim, um ofício de nobre  responsabilidade.

O “ Linhas” é, um jornal que ainda nasceu no tempo em que os jornais eram compostos letra por letra com caracteres de imprensa, para formar palavras, constituindo frases arrumadas em tabuleiros próprios…

Em que as notícias se transmitiam pelo telefone, com as telefonistas, pelo meio, estabelecendo as ligações….

O “Linhas”, não nasceu no tempo das facilidades tecnológicas.

 O “Linhas” era, como os jornais de então, gerado em oficinas ao som do barulho cadenciado das impressoras com os tipógrafos de mãos encardidas de tintas, fatos protegidos por batas escuras ou longos aventalões compondo, como quem tece malha por malha, noite dentro, madrugadas fora, para que a notícia não envelhecesse antes de sair à rua.

O Linhas nasceu na Rua do Forno, na tipografia de Ernesto Augusto Alves e Almeida.

Nas épocas das convulsões políticas, nas catástrofes, nos grandes acontecimentos de qualquer espécie os jornais eram aguardados com a avidez com que hoje se espreita a net, a televisão, e, já se aguardou também , no seu apogeu, a rádio…

Nesses tempos nem a máquina de escrever estava ao alcance de todos e, os originais chegavam às tipografias manuscritos.

Algumas caligrafias eram verdadeiras charadas, mas, também, alguns tipógrafos eram verdadeiros génios na sua decifração permitindo que a prosa viesse a lume escorreita.

Hoje o cabeçalho de um jornal traz já impressas as coordenadas da modernidade – www.linhasdeelvas.net.,- e, os computadores corrigem os erros ortográficos…

É à festa deste jornal – actualizado - que compareço, mas trago-lhe de presente esta memória de um semanário que nasceu com corpo de papel, com cheirinho de tinta fresca, com força de alma e com um projecto corajoso e honesto, que como um bem de família se mantém genuíno na sua essência e a que as marcas do tempo vão dando feição e a modernidade que lhe permite singrar na difícil vida da imprensa de hoje não alterou o carácter.

Venho trazer um abraço de parabéns, e de coração, como quem reza baixinho repetir o voto de sempre:

Felicidades!,Felicidades! Felicidades!...

 

 Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 11:44

Parabéns Magé

Quinta-feira, 06.09.12

Olá Vovó Dolores e Vovô Avelino

Aqui de longe

a Tia Zé e a prima Paula

mandam muitos beijinhos de Parabens

pelos 4 aninhos da Magé.

 

Aqui fica uma vista de Elvas

para lhe dizerem

que é de um país distante

de uma cidade que agora é

Património Mundial

que vai para essa menina querida

toda a nossa ternura.

Saudades

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:14

Umas coisas e outras...

Domingo, 02.09.12

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.013 – 20 de Outubro de 1989

A La Minute

UMAS COISAS E OUTRAS

 

Estive a ver um programa sobre pretextos que as pessoas inventam, para serem incluídas no Guiness Book.

Fiquei então a pensar nesse tipo de celebridade que não entendo e me repugna.

Admito que pessoas que tenham em circunstâncias adversas sobrevivido mais do que seria comum, ou que alguém por obrigação de cargo, ou quaisquer outras razões nobres e válidas, tenha excedido os padrões de resistência ou de coragem previsíveis – ganhe o direito a esse tipo de celebridade. Agora que as pessoas arrisquem a vida deliberadamente, criando situações que só se poderiam aceitar como fruto do acaso, para adquirir essa tal celebridade, já me parece tão perfeitamente tolo como todas as coisas vazias de sentido, injustificadas e injustificáveis, que se pretendem impor como corajosas e não passam de fraudes.

São, a meu ver, atitudes aberrantes, alienadoras da verdadeira qualidade de ser e do respeito que se deve à vida e, cada um, a si próprio.

Pensava isto olhando mais um “vitorioso” que ganhara o direito à Lista das celebridades.

Desta feita era um indivíduo que come árvores!... Miga os troncos pacientemente, muito bem migadinhos e depois ingere os pequenos fragmentos de mistura, com litros de sumos ou mais não sei quê de tão requintadamente tolo, como isto que vi contado com imagens e palavras.

Queria ter raiva destas coisas. Queria, mas sinto-me sufocada por uma onda de piedade e de lástima pela importância e destaque que se dá a pessoas que, talvez precisem mais de tratamento psiquiátrico do que de reportagens cheias de sensacionalismo.

Sinto, é verdade, um certo receio por estes caminhos sem sentido e esvaziadores do próprio sentido da vida com que se pretende promover uma glória fácil que não é mais do que um embuste, uma fraude, um logro como pode ser a droga ou qualquer “outro triunfo” oferecido de bandeja.

O que me conforta é pensar que, por cada um que procura a celebridade desta maneira imatura, há milhões de homens e mulheres que, anonimamente trabalham, plantam árvores, semeiam, cuidam das terras, tratam enfermos, amortalham defuntos, criam crianças, confortam infelizes, rezam, cantam e dançam as suas alegrias, brindam à esperança, choram as suas dores, numa sintonia saudável com o seu quotidiano de gente normal, que apenas pede à vida – o direito de não ser noticia – por ter podido, nascer, viver e morrer como qualquer comum mortal.

 

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 17:38





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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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