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Jornal de Elvas - 8-3-1956 - entrevista Maria José Rijo

Quarta-feira, 25.05.16

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publicado por Maria José Rijo às 17:56

1984 - Exposição de maria José Rijo no Museu António Tomáz Pires

Domingo, 22.05.16

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Exposição de Trabalhos de Maria José Rijo

no Museu de Elvas - António Tomáz Pires

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Bonecos de Madeira

Trabalhos de Conchas

Telas a óleo

 Ceramica

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:17

Em dia de Anos

Quarta-feira, 18.05.16

Para o GUS com muitos Parabéns

este apontamento

que encontrei em papeis velhos

Tia Zé

 

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Desejo - 

Amor -

Acaso -

quem sabe a este mundo

porque veio

e que destino trás.

Qual é a verdade

ou a mentira -

Tanto faz

nem vem ao caso

a vida é sempre

tempo a prazo

a devolver

quando se vence

ao infinito eterno,

a que pertence.

 

Maria José Rijo

18-5-2016

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publicado por Maria José Rijo às 15:40

Um testemunho

Sexta-feira, 13.05.16

"Há quem diga que o passado nunca morre"

A propósito de uma "Conversa" com João Alves director do Jornal Linhas de Elvas onde foi

editada em 18- Fevereiro-2016, na rubrica "Testemunho de uma vida... " 

Recebi esta carta.

AFINAL - ainda há quem recorde.

Sempre vale a pena !

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Obrigada “Tia” Zé

Em 1988 fui convidada por a D. Maria José Rijo a entrar num projecto muito aliciante pois era pioneiro na cidade de Elvas. Consistia em abrir uma escola de Ballet integrado na escola de música, mas com muito poucos recursos.

A sala que era disponibilizada era muito pequena, e sem as características de uma sala normal de Ballet, o dinheiro escasseava por isso as minhas deslocações de Lisboa/ Elvas, as refeições e o alojamento seria a cargo da D. Maria José Rijo a titulo pessoal, mas a vontade desta Sra.. era tão grande e tão motivante que eu tive de aceitar, e foi dos trabalhos mais gratificantes que já tive! Fui completamente “adotada” por o casal Rijo, e essa amizade e carinho ficou para sempre!

A evolução de toda a escola durante os 5 anos em que fiz parte deste projecto , desde  as alunas a aparecerem em maior numero e conseguir passar-lhes o prazer de dançar , fazer com que a Câmara de Elvas acreditasse  cada vez mais no projecto e ir-nos proporcionando mais condições favoráveis foi memorável, e tudo isto devido a uma pessoa com um coração do tamanho do mundo e uma vontade gigante de superar todos os obstáculos, uma guerreira que enfrentou tudo e todos para que Elvas pudesse dar as crianças a oportunidade de conhecer e experimentar uma arte lindíssima que é o Ballet – a  D. Maria José Rijo! A ela devemos estar todos profundamente agradecidos! Espero que ao longo das gerações, todos os que foram alunos desta escola não se esqueçam de quem vos proporcionou tal prazer! Eu nunca me esquecerei e só tenho de agradecer em me ter escolhido para entrar nesta viagem consigo, OBRIGADA!

E espero que o Ballet continue sempre presente na linda cidade de ELVAS!


Aqui ficam algumas memórias desses 5 anos que guardo no coração.

 

Filipa Neuparth

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1988  a 1989 

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 21:44

Fátima - 13 de Maio de 2016

Sexta-feira, 13.05.16

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Ás datas solenes de Natal, Páscoa e outras que todo o mundo celebra -

juntou-se em Portugal desde 13 de Maio

de 1917 o culto de Fátima em que se comemora a aparição de

Nossa Senhora a 3 pastorinhos.

Hoje, como desde então, vão 99 anos em que este

culto se tem alargado, pode dizer-se ao Mundo inteiro, mais

uma vez Portugal ajoelhou aos pés da Mãe do Céu -

por certo pedindo para além dos seus anseios particulares -

o mesmo sonho que neste blogue se regista: Saúde,

Páz no Mundo e Amor entre os homens.

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 15:00

Exposição no Museu da Fotografia

Sábado, 07.05.16

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“Falar por Imagens”

Será que cada um de nós é, apenas, sem alternativa, escravo de um destino inscrito na sua génese?

Nesse caso, onde ficariam o livre arbítrio, a vontade própria, o anseio de Mundo, de conhecimento, a capacidade de escolha, o rumo que é suposto cada qual dar ao seu percurso de vida na procura da sua realização pessoal, da materialização dos seus sonhos, da sua individualidade…

Deixo a pergunta a que não sei responder. Mas, sei, posso-o afirmar sem receio de contradição ou controvérsias, porque a vida, para isso, dá fortes testemunhos, que se pode nascer com apetência irrefutável para caminhos como que predestinados na música, no canto, na dança, na escultura, arquitectura, pintura, na escrita, em qualquer expressão artística ou outras.

De qualquer ramo de arte se podem apreender, aprender e utilizar as técnicas - mas - que não se aprende a ser Artista – todos o sabemos.

Com criatividade e inspiração:

Falam da Vida - pela música, compositores e intérpretes.

Falam da Vida - pela palavra, poetas e escritores.

Falam da Vida – ousando formas e volumes, escultores e arquitectos.

Falam da Vida – com a maleabilidade da voz, cançonetistas e cantores.

Falam da Vida – com traços e policromia, desenhadores e pintores.

Falam da Vida – a terra com as estações, o céu e o mar com bonanças e tempestades.

Falam da terra animais e plantas.

Correm as nuvens ao sabor dos ventos.

Corre a humanidade atrás dos sonhos de contar, cada qual a seu jeito, a Vida que a todos seduz e todos e tudo ultrapassa irremediavelmente.

Corre o tempo atrás do Tempo que a seu tempo o nosso tempo limita.

João Carpinteiro, desde muito jovem, criança ainda, manifestou, não direi tendência ou gosto, afirmarei: sem dúvida - paixão – pela fotografia.

Seguir esse caminho poderia ter sido na sua vida um trabalho, um emprego, um ofício – mas não!

No seu caso revelou-se e tem sido uma verdadeira manifestação da arte de comunicar, de contar, falar, narrando as suas emoções por imagens.

E, se é verdade que a fotografia não cria o modelo ou o motivo do acontecimento que grava, é incontestável que, capta deles a mensagem, qualquer uma que ela seja – que, ao ser fixada se enobrece como testemunho da história do seu tempo – neste caso do nosso tempo - do que dele vê, do que dele viveu e vive e vai retratando e, como legado em imagens transmite e oferece a quem saiba entender o Amor pela vida que João Carpinteiro sente e connosco aqui, nesta exposição compartilha generosamente.

 

Maria José Rijo

29 Abril 2016

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publicado por Maria José Rijo às 15:52





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Pensamentos de Mª José

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@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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