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Maria José Rijo

Não sou princípio - Nem fim! -Sou um ponto no caminho- Daquela linha partida- Que vinha de Deus para mim!

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Rescaldo...

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.628 – 19-Outubro-2001

Conversas Soltas

 

O São Mateus já lá vai.

Agora, só para o ano.

Perdeu-se o jeito de referir - a Romaria de Nosso Senhor da Piedade .

Perdeu-se, e – é pena. Porque a feira, nasceu a reboque dela. Da tal romaria que começou a acontecer antes de Maio de 1737 que foi, a data em que se fez a ermida.

A romaria, essa, surgiu quando “o Beneficiado Manoel Antunes, que ali tinha uma horta (refere-se a Horta dos Passarinhos) mandou fazer uma cruz nova e um pintor lhe pintou um Senhor. Começaram a dizer que fazia milagres, e por ser perto da cidade a ir lá muita gente, e dar esmolas, de que se fez a ermida”( excerto, com ortografia actualizada, do diário de João  de Quental Lobo   ) 

Pena, pesar, como dizem os açorianos, que se perca o fio da meada.

Porque, se não fora essa circunstância, apesar da evolução própria dos tempos, sempre havia de persistir bem evidente, ressaltando por cima de tudo a feição de nascença das nossas festas. Alem das cerimónias religiosas A romaria com seus bailes e cantares populares, suas manifestações de fé e de alegria em honra de Nosso Senhor Jesus da Piedade. 

  

Mas, não é assim que caminha a vida...

Os altifalantes, os carrosséis, o barulho infernal, tomaram conta do espaço.

As bandas, já não dão mais concertos nos coretos, não se ouvem as pandeiretas das camponesas e as filas de cadeiras onde o povo se sentava conversando, escutando a música e esperando o fogo, deram lugar a barracas e mais barracas.

Não se preserva o mínimo espaço para salvar o clima de romaria tão especial, tão repassado de fé que está na origem dos festejos.

Tudo é absorvido pela feira igual a quantas feiras se fazem de norte a sul do país, igualmente ruidosas, cheias de bagatelas coloridas, algodão doce. Torrão, pechisbeque...

As feiras têm indiscutivelmente o seu fascínio, mas, são o complemento, o acessório profano que vem, como neste caso, no rasto da força motriz, do acontecimento principal que foi, desde o inicio, o milagre e a consequente romaria.

Mas, as minhas mágoas, não ficam por aqui. E para que fiquem escritas, enumero , pelo menos, algumas.

Todas as terras, têm seus encantos particulares; seus mistérios, seus segredos, Elvas, tinha pequenos tesouros, como flores raras dispersas por aqui e acolá.

Uma gracinha que eu costumava apontar aos visitantes e ,(  sempre fazia sucesso) era um pequeno portão trabalhado em ferro, que rematava uma escadinha que fazia o acesso ao olival que, noutros tempos, povoava o cabeço que delimita o espaço da Igreja de Nosso Senhor Jesus da Piedade.

Era um portãozinho pintado de verde, estilo arte nova, onde as iniciais do dono da propriedade, semi deitadas, faziam parte, como ornamento, do delicado desenho.

Era uma pequena obra de arte.

Também isso se sumiu.

Foi na voragem que delapidou as árvores, frondosas algumas, que ladeavam os pequenos trajectos que ainda existiam das estradas rurais que mantinham o carisma daqueles lugares.

Havia um telurismo latente naquele caminho de peregrinos.

Talvez, eu morra sem entender qual é a necessidade de se chegar ao Santuário em velocidade de rally...

Talvez eu não entenda jamais porque não se preservaram aqueles escassos metros de caminho antigo que poderiam ter sido embelezados, mas, nunca despojados das suas árvores!

Coitadas, podadas como tinham sido... a muitas delas tinha acontecido o mesmo que, àquelas outras, frondosas, centenários, que se encostavam ao Aqueduto, antecedendo as que guarneciam a estrada fazendo alas para todos os elvenses no seu caminhar para a última morada.

Algumas, já mortas, ainda por lá, permanecem de pé, como espectros, lembrando aos homens a sua ingratidão...

Confesso que não entendo. Confesso.

Mas: - uma coisa entendo eu. É que as opiniões divergem.

Não serão umas, nem melhores, nem piores, do que outras, serão, apenas, diferentes.

          E também sei, o tempo mo ensinou, que a idade dá outra perspectiva das coisas, e ensina-nos a valorizar pormenores que quando ainda se tem toda a vida pela frente, nos parecem, por vezes, insignificantes.

Valha-nos isso. Pelo menos, esse mérito, a velhice tem!

Junta lembranças, guarda memórias, evoca minúcias, e ergue a história das pessoas, das coisas, dos lugares...

De algumas recordações, sempre nos haveremos de orgulhar. Por outras sofreremos sem remédio com um travo amargo de saudade.

 E...assim nascem as sagas dos povos...

 

Maria  JoséRijo                                                                                                        

 

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