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Maria José Rijo

Não sou princípio - Nem fim! -Sou um ponto no caminho- Daquela linha partida- Que vinha de Deus para mim!

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-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@

Quantos outros?

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1826 –  28 de Fevereiro  1986

Quantos outros?

 

Mesmo com este tempo irregular, já se sente a Primavera – que não tardará – incubada na macieza do vento que passa.

Mentalmente já se começam a estruturar passeios ao campo, cujo apetite transparece logo que o sol, mesmo tímido, aparece, e o ar amorna.

As tardes são maiores, a luz é mais viva, talvez o tempo comece a render melhor e se possam, enfim, cumprir desejos que se guardam de ano para ano.

A televisão avassala os serões m que se lia, ouvia-se musica ou conversava. Os empregos retêm as pessoas fora de casa quase todos os dias da semana.

As tarefas ficam mais breves a atravancadas pelas tarefas inadiáveis, a que obriga a subsistência. Os congelados – acabados à pressa – facilitam – e vão surgindo sobre a mesa em lugar das sopas perfumadas que se insinuavam pelo olfacto, espevitando o apetite. As casas já não são as colmeias que giravam em torno da abelha-mestra, e onde cada criança passava o dia à descoberta, cirandando de cá para lá, aprendendo a conviver com as outras gerações e descobrindo o seu próprio espaço. Os tempos mudaram! Esse “Tapete de segurança”  da vida de família em torno da Mãe e dos Avós – em casa – com o Pai a regressar à tarde, com o jornal para se ler ao serão e, a família, em festa a recebe-lo, como se de longe chegasse – passou.

Os meninos, já não são os pintainhos que a asa da galinha aquecia protegendo. Agora, igualizados, são parte do bando maior que o aviário cria, com regras sabiamente estabelecidas e exercidas com rigor científico. Até por isso, porque a casa e a família, já não podem ter o espaço, de preponderância, que regia as influencias para a desejada formação dos filhos que seguiam hora a hora – a sociedade que absorve e usa o tempo de todos – tem mais deveres para as gerações novas.

É vulgar ouvir e censurar a mocidade – é corrente fazer-lhe exigências – é frequente enche-la de presentes (como quem compra cumplicidades ou paga compensações…) mas, já ninguém estranha ver os filhos sós, entregues a si próprios, sem esclarecimento a tempo, a maior parte das vezes sem ideias que os reúnam e despertem para causas superiores.

Pensava em tudo isto, nesta tardinha de Fevereiro, vendo vaguear ao acaso, a gente nova, e, deixando crescer dentro de mim a esperança de que a Biblioteca e o Museu possam ser em breve os espaços de cultura de que Elvas precisa, se Elvas o quiser verdadeiramente.

Aos nomes consagrados de Eusébio Nunes da Silva que fundou o Museu e de António Torres de Carvalho, Francisco de Paula Santa Clara, Vitorino de Almada, António Domingos Lavadinho, Major Baião, António Tomás Pires, Júlio Botelho, e mais recentemente Eurico Gama – (e tantos mais, cito de memória ao correr da pena) – quantos outros elvenses poderão, se quiserem, acrescentar os seus nomes a esta lista revitalizando como oferta de meios de modo a tornar vivos e actuantes os espaços culturais:

Biblioteca – Museu – que antepassados seus – com rara visão de futuro – criaram com as suas doações.

 

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