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Maria José Rijo

Não sou princípio - Nem fim! -Sou um ponto no caminho- Daquela linha partida- Que vinha de Deus para mim!

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-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@

Apresentação do Livro de Amadeus Lopes Sabino

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 O escritor elvense Amadeu Lopes Sabino, apresentou hoje,

quinta-feira, dia 6 de dezembro 2018, na

Biblioteca Municipal de Elvas, o seu último Livro.

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A apresentação do livro “ O Todo ou o seu Nada”

que contou com a presença da Vereadora Vitória Branco,

  familiares de João Falcato,

e foi feita por Maria José Rijo.

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Dr. João Falcato ( 1915 - 2005 )

Chamava-se João José Falcato e nasceu em 17 de Agosto de 1915. Tinha 90 anos.

Era natural de Borba. Mercê de circunstâncias várias seus pais, gente abastada, arruinaram-se.

Fez exame de instrução primária aos 18 anos e partiu para Lisboa onde foi Perfeito num colégio e teve o apoio do professor Agostinho da Silva que seduzido pela sua luminosa inteligência lhe ministrava durante as horas do almoço a preparação necessária para aceder à Faculdade. Embarcou no paquete “Melo” (como oficial?) para ganhar dinheiro.

Nessa viagem o paquete naufragou. Viu morrer muitos dos seus companheiros a arder nas chamas que devastaram o navio. Viu outros serem engolidos por tubarões. Conseguiu, com alguns outros mais, sobreviver dias no mar numa pequena baleeira. Foram salvos por um navio que os desembarcou no Brasil. Aí permaneceu meses num hospital.

Sobre essa dolorosa experiência, escreveu, já em Coimbra, em cuja Universidade se matriculara e se formou em história e filosofia, um romance, que fez imenso sucesso –Fogo no mar – (sobre ele, Matilde Araújo, sua colega de curso, apresentou a sua tese de licenciatura). Sobre o mesmo tema escreveu também “A Baleeira”

Foi fundador e director de revistas e jornais (Brados do Alentejo, revista Volante etc...) e colaborador em muitos outros. Deu precioso apoio ao Linhas de Elvas, na sua fase de lançamento, e, onde intermitentemente foi colaborando ao longo da sua vida.

Escreveu vários livros, num deles “Elucidário do Alentejo? – faz numa belíssima prosa/poesia a apologia da “loira açorda”. Em “Roteiro de Amor”, espraia-se louvando Elvas.

Foi redactor do Diário de Notícias – de onde viria a sair, como muitos outros, pela mão de Saramago – após o 25 de Abril. Foi chefe de gabinete de Veiga Simão enquanto Ministro da Educação. Nessa qualidade, bem como na de Redactor do D.N. viajou pelo mundo, especialmente por Angola. Sobre essas viagens deixou-nos obra valiosa em livros e crónicas - Saudades de Portugal – Angola do Meu Coração - Foi um dos fundadores do jornal “ o Dia” com João Coito seu amigo particular, que em 2001ao falar sobre o Panteão Nacional, assim se lhe referia: - ”Já foi seu conservador durante algum tempo, por amável e justa decisão do Dr. Almeida Santos, o meu velho amigo João Falcato, ilustre escritor e jornalista que a idade e o gosto transformaram no mais afamado e amoroso cultivador dessas perfumadas vinhas de Borba”. Foi contemporâneo e amigo de figuras gradas das nossas letras de quem guardava livros com honrosas dedicatórias. Almeida Santos (que foi seu caloiro de republica, em Coimbra), Mário Soares (a quem apresentou Maria Barroso, com quem se casaria, circunstância que os três relembravam, com humor até em entrevistas), Virgílio Ferreira, Torga, Namora, Alçada Baptista, Eugénio de Andrade etc. de artistas, Bual, Gil Teixeira Lopes e outros. Foi devotado amigo de Sebastião da Gama, de quem falava com lágrimas de saudade e, que, por misericórdia de afecto, amortalhou por suas mãos.

 Um nunca acabar de histórias ligadas à história das letras portuguesas que faziam de João Falcato, um brilhante conversador, conhecedor do mundo e das pessoas que esbanjava cultura e saber com um espírito, uma graça e uma vivacidade inigualáveis.

Em Elvas foi director e proprietário do Colégio Elvense – de boa memória – onde leccionava e onde granjeou bons amigos entre os seus antigos alunos.

Foi um dos fundadores da Adega Cooperativa de Borba sua terra de berço onde vivia plantando vinhas e sonhando êxitos para os netos que adorava. Junto de si, quando faleceu, tinha o seu devotado neto Zé.

A sua última publicação foi: “Entre Gatos e Pardais”  contos infantis, da Bertrand, em 96. 

Na sua Vila morreu, incompreendido por muitos, talvez...mas admirado por todos que o sabiam e entendiam como um “eterno estudante coimbrão” ali desterrado porque preso pelo coração à terra fértil que não o traía, respondendo sempre, ao contrário das pessoas, com

os frutos da gratidão!  . A terra não se vende! . A terra não se fabrica! . Só há a que Deus criou!

Repetia com unção, olhando as suas vinhas, como que unindo céu e terra numa mesma oração de graças.

Maria José Rijo 

Jornal Linhas de Elvas . Conversas Soltas .Nº 2.839 – 10 – Novembro - 2005

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