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Reminiscência - nº 13

Quinta-feira, 12.02.09

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.801 – 17-Fevereiro-2005

Conversas Soltas

Reminiscências - XIII - O Barbilho

 

                                

O vinte e cinco de Abril, foi em setenta e quatro. (no século passado, mas bem perto ainda.)

Talvez por isso, vira e volta por isto e por aquilo ou sem sequer vir a propósito se cita a lei da rolha que Salazar impunha à imprensa!

                 25 de Abril: Fraca consciência democrática pode pôr em causa a liberdade de imprensa

Falam e até têm razão porque o relato dos factos chega até nós por via testemunhal, e os maus feitos dessa época estavam tão descaradamente a descoberto que não dando o tempo distanciamento suficiente para falar com inteira isenção dum passado ainda tão recente – quero dizer: para fazer história –  quem viveu esses acontecimentos  permite-se, justamente, guardar deles lembranças , formular opiniões e intimamente fazer comparações, que por vezes libertam algumas reminiscências.

           

É o caso:

Lá no campo, onde cresci, quando as cabras saiam do curral, era costume o pastor recomendar aos seus “ajudas”: - nã dexem-nos chibos sair sem brabilhos por modo logo à tarde termos lête à farta p´ra atabafar p`ró quêjo!

        O genuino Chibo Alentejano por Manuel Faisco.

E, os cabritos lá iam ao lado das mães, berrando e espinoteando de alegria, que isto de sair de supetão do aprisco escuro e receber de frente o ar fresco, mesmo duma falsa liberdade, embebeda de prazer e aturde os sentidos de qualquer um, até mesmo irracional, na euforia desse primeiro impacto.

Porém, tal como escreveu Sebastião da Gama referindo o grilo aprisionado, que por estar na gaiola já não era preto, mas, estava, sim, de luto; também os jovens caprinos, descobriam logo, logo, que liberdade não é andar à solta!

– Liberdade é muito e bem mais do que isso.

E aprendiam que, um niquinho de um ramo de árvore aparado à navalha, até com arte, (que os pastores são, por via de regra, gente experiente, sabida, até sábia por vezes e habilidosa) posto de atravessado na boca e atado sem violência ao redor do pescoço, não é propriamente um elemento decorativo, um colar. Pode, como nesta circunstância ser o frágil disfarce que faz a diferença entre a possibilidade de cada elemento usar plenamente a sua condição de ser livre. É o estratagema que dá aos donos do rebanho o controlo da produção.

        

É a ténue, mas incontrolável fronteira entre a aparência e o ser, ou não ser livre de verdade.

Os donos dos rebanhos poderiam optar por ter gado mais gordo e mais feliz... mas sendo o prado vasto e muitos os pastores, cada qual costuma impor as suas regras e, com a desculpa do negócio do queijo, lá se vão usando os barbilhos que, não chegando a ser rolhas causam o mesmo efeito selectivo.

Se calhar eu deveria ter falado de flores...mas tem chovido tão pouco!

 – Está tudo tão seco, tão árido!

       

E, lembro-me de tantas coisas que acho que devo delas dar testemunho, nem que seja, só, para a história local.

E porque são pequenas minúcias que fazem parte das nossas raízes rurais, das nossas origens, não acho mal falar nelas.                           

Também poderia (?) falar de política, porém, achoSócrates terá assinado projectos de outras pessoas durante anos 80 Sócrates, tão palaciano, tão artificial, tão ardiloso que evocá-lo me assusta como a venenosa cicuta que matou o filósofo do mesmo nome.

Santana, (em quem ainda acredito) é demasiado honesto, humano, e transparente no que diz e no que faz, para não se tornar alvo de invejas e prato forte da astúcia dos adversários.

(veja-se que por idênticas razões soçobrou o socialista Guterres também entre os seus), e os que acreditamos em José Gil, um português considerado entre os 25 maiores pensadores do mundo, que afirma: “ em Portugal a INVEJA não é um sentimento, é um sistema”...teremos que meditar...

Portas é extremamente inteligente e, só com uma educação de igual quilate consegue aguentar tanta e tanta perfídia.

Loução, mostrou o que vale na entrevista repleta de insinuações dignas da melhor escola fascista, ao procurar rebaixar Portas, como pessoa, em lugar de arvorar – o que lhe era pedido -  sabedoria  política.

O novo secretário do partido comunista, vê-se nitidamente que é um homem sério, estruturado, honesto, mas serve a filosofia do seu decrépito partido.

 

 

 

 

 

Ora isto são coisas que toda a gente sabe e vê, portanto mais não direi.

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 23:15

CONTO PORQUE É CARNAVAL

Sexta-feira, 01.02.08

     A revolução do 25 de Abril apanhou-me em Beja.

… Beja, Moura, Cuba, Santa Vitória são as terras do Alentejo onde a vivência temperou o meu gosto de me saber Alentejana.

Sou Alentejana, gosto do Alentejo, e gosto da minha boa gente – a gente das aldeias – com quem convivo com o afecto e a facilidade de quem, por lá, se sente em casa.

Foi-me por isso possível andar por entre gregos e troianos naqueles tempos conturbados e, assistir a situações, por vezes, com seu quê de chaplinesco.

Trabalhava em nossa casa uma empregada, que se filiou no M.ES. e que, por vezes, pela manhã, nos aparecia ensonada e sem ânimos para fazer fosse o que fosse, porque chefiava “um bando” de ocupadores de casas, que exercia a sua actividade pelas noites e madrugada.

Perguntei-lhe um dia se já escolhera entre dezenas de habitações, que já tinha ocupado (alguma até com os proprietários lá dentro), uma, para si própria.

                 

-- “Que não! – Para ela queria a do antigo patrão, (que até nem era má pessoa) mas que vivia sozinho, e portanto, possuía uma habitação grande demais para ele!!!”

“E, que uma sua comadre e companheira de liderança, naquelas actividades nocturnas – essa – queria a casa da Dona Fulana, que deveria então ficar a lavar-lhe a porta da rua, como ela até então lhe fazia”.

Expliquei-lhe que a finalidade de uma revolução não deveria ser mudar a injustiça de lugar – mas sim dentro do possível semear justiça, sem ódios ou vinganças – embora soubesse que falava para cesto roto!

-- Por norma, costumava contar a pessoa amiga toda ligada a actividades politicas, estas conversas.

Ora, um dia, essa pessoa, resolveu ir falar àquela gente para “explicar coisas” e desfazer confusões”. Foi!

Deixaram-ma falar. Depois, quando ela entusiasmada com a atenção que lhe prestaram pretendeu exaltar os benefícios da cultura, do acesso aos livros, etc. etc. uma voz de entre a multidão disse com sarcasmo e troça:

“Cala-te facha! A genti o que quéri é dinhêro e casas”! – Nã procisamos de papéis! Nã temos lojas p’ra fazeri embrulhos! E só gostamos papéli p’ra limpari o rabo (com sua aleçença!) – ca genti nem sabe léri!”

Foi o fim!!! Uma galhofa – (como me contaram!).

Ao ouvir já duas vezes na propaganda partidária, através da rádio a afirmação de que todas as Câmaras A.P.U já inauguraram sanitários – não resisti a uma gargalhada por ligar estas duas histórias deste Carnaval… da vida.

 

               Maria José Rijo

@@@@@@

Á La Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1773 – 15/Fevereiro/1985

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 01:44

Reflexão sobre Liberdade

Sexta-feira, 06.07.07

http://olhares-meus.blogspot.com/

Forte de Nossa Senhora da Graça - de Elvas

Todos os anos, pelo 25 de Abril, se repetem as entrevistas, aos resistentes ao regime de Salazar, que ainda vão restando.

Como sempre aparece o escritor Baptista Bastos e, vê-lo, traz imediatamente à memória a pergunta que é sempre recordada e é tão conhecida quanto a sua obra literária: - Onde estava você no 25 de Abril?

Então pensei, que se me fora dirigida a mim, poderia responder que estava na lista dos “proscritos” de Elvas, logo imediatamente depois do nome de meu Marido, e onde também, estava entre outros mais, o nome do fundador do jornal Linhas de Elvas -  bastião da luta contra a ditadura – Ernesto Ranita Alves

 

( Também a coragem e a postura de coerência e dignidade se herdam!)- Parabéns João Alves!

                       

O crime era crer que quem não é por nós, não é forçosamente contra nós, mas, simplesmente, diferente de nós!

Portanto em 1962 , já estava  - aí – quero dizer – aqui - no culto da Liberdade, aceitando os riscos daí recorrentes, e que não foram poucos.( como ainda hoje, ao que se constata, nalguns casos, pode acontecer).

Todos temos que procurar a razão e o rumo da nossa Vida.

É isso que tento fazer com serenidade e responsabilidade.

Preocupam-se comigo pessoas que me querem bem e, pedem que cale a minha opinião para não sofrer incómodos a que fico exposta, até porque estou só! - Não posso aceitar tal postura.

Sabemos que o povo ensina: “ Com teu amo não jogues as pêras”

Se o meu Pão dependesse de quem oprime, talvez tivesse que me curvar como outros são obrigados a fazer porque ninguém é tão inconsequente que possa arriscar a subsistência das suas famílias.

Não sendo esse o meu caso. Estar só é a minha força e, utilizo-a raciocinando em voz alta – porque o risco é só meu – e acredito, que é a pensar e a falar, que as pessoas se podem entender.

Não se pode vencer eliminando o adversário. Convencer é o caminho.

Já não estamos nos tempos do Marquês de Pombal! – (ascendente de dois dos meus sobrinhos bisnetos, que tendo como avô o conde de Vila Praia da Vitória, estão na linha da sua descendência) em sua honra o rapaz tem por nome, Sebastião, e, não se furtaria jamais, por certo, ao peso da memória da destruição e morte dos Távoras, do Duque de Aveiro e das atrocidades contra a Igreja, etc. etc, etc... e, tudo o mais que implicou vingança, em lugar de justiça, - perpetrado pelo seu célebre antepassado!- se não fora, que, talvez contrito, por tão maus feitos, tenha também sido do seu tempo a nobre e redentora atitude da abolição da escravatura.

Ainda assim, em qualquer biografia, lá está o “retrato” severo, do homem que tendo indiscutíveis qualidades de chefia as utilizou da pior forma possível mandando e desmandando com tal prepotência, que nem a ousada geometria, para a época, do traçado da Baixa Pombalina conseguiu, até hoje, apagar a imagem da crueldade com que espezinhou os direitos humanos de quem não pensava como ele e a quem fez pagar com a Vida o “crime” de ter ideias diferentes.

A história é implacável com a memória do sofrimento e da injustiça. No tempo do Marquês se erigiu  na nossa Elvas o Forte da Graça. Poucos o evocam, mas o drama dos Távoras após os mesmos séculos, permanece latente na memória colectiva do Pais. 

Sou uma pessoa de idade, pela graça de Deus ainda consciente e responsável, e como quem pensa pela sua cabeça quer encontrar o sentido da Vida e, se interroga – também me interrogo!

Me interrogo e, me respondo: - Só insulta e grita quem não tendo razão, não tendo argumentos válidos, se refugia na força do murro, da opressão e do insulto.

Todos, mesmo os que pensam e agem diferente de nós merecem o nosso respeito.

Acreditamos que há um só Deus, mas há milhares de seitas e credos, milhares de formas, milhares de caminhos para atingir um mesmo desígnio.

Podemos avaliar à luz da nossa formação e convicções as manifestações exteriores desses percursos. Nunca a autenticidade da fé que os move.

Não há heróis de direita nem de esquerda. Há gente boa e capaz em todos os quadrantes da política e da Vida.

E, é absolutamente lícito e indispensável que, cada qual, tenha espaço político, para assumir em Democracia, as suas convicções. Que lute lealmente pelos seus ideais e se indigne por toda e qualquer forma de repressão por mais encapotada que se afigure. Também o direito á indignação, é uma forma de LIBERDADE.

 

(A palavra do Poeta não é sagrada senão enquanto verdadeira – Brecht)

                                            

                                                         Maria José Rijo.

 

 

@@

Conversas Soltas

                 Jornal Linhas de Elvas

                 Nº 2.864 – 4 / Maio / 2006

 

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publicado por Maria José Rijo às 21:22

Entrevista a Maria José Rijo

Sábado, 26.05.07

 Onde Estava no 25 de Abril de 1974?

       

Logo a seguir ao 25 de Abril, estava em Beja, no centro da barafunda, onde assisti às maiores injustiças e calamidades. Vivia no palácio do Banco de Portugal porque o meu marido era bancário. Vi homens armados a exigir o dinheiro do banco.

O meu marido teve o primeiro enfarte nessa altura.

O 25 de Abril, na sua génese, tem o sonho da liberdade, da fraternidade, mas dada a pouca preparação do povo, a confusão, as pessoas começaram a exigir dos outros aquilo que repudiavam e censuravam no passado.

O próprio dia da revolução foi de Liberdade e de alegria. O dia 1 de Maio foi a última esperança porque as pessoas ainda estavam dentro do sonho. Depois foi uma deturpação absoluta e criaram-se injustiças.

Tinha uma empregada e lembro-me de seguir o 25 de Abril pelos olhos dela, pelo ar de desforra, de uma pessoa que tinha sido pisada toda a vida e que via abrir-se uma porta de liberdade. O que me fez confusão é que, mais do que o sonho para a humanidade, eu via a oportunidade de cada um se desforrar do que tinha sofrido.

    

O Jornal Linhas de Elvas

 

Entrevista a Srª. D. Maria José Rijo

 

ESCRITORA

 

na rubrica:

Depoimentos revelam “estórias” curiosas

 

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publicado por Maria José Rijo às 23:46

25 de Abril de 1974

Quarta-feira, 25.04.07

 

Foto -- http://www.fundacao-mario-soares.pt/arquivo_biblioteca/Dossier02/05.htm

 

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:04





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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

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