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Olá Amigos do Blog

Terça-feira, 02.02.10

 

Adalgisa -

Adelaide Matias -

Aristeu -Dina - Dolores -Giane - Gus - J. Cruz - Julieta Matias - J Rosado - Kiko - Luciano - Luís Carlos - Lucas Marquês - Magnólia - Xavier - Maria João .


Alinhei por ordem alfabética os nomes dos dezasseis Amigos que apesar do meu silêncio desde 11/1, com as suas presenças mostraram saber que nunca os esqueço e que só por impossibilidade, embora muito o desejasse, não consegui , tempo e disposição que me permitisse vir ter convosco para a conversa.
Acontece que minha irmã, desta vez, esteve um mês comigo e, essa circunstância, altera todo o meu quotidiano.
Tendo que lhe prestar atenção e cuidados porque esteve quase sempre bastante adoentada, o tempo corria sem me dar conta. Depois, quando se restabeleceu quis fazer compras, ir a Badajoz, receber visitas de amigos, dos netos que a vieram ver etc. etc, e, por último no dia 28 festejamos os seus queridos 86 anos.
Estas coisas fazem-se com alegria, mas... o mas desta história é que os cozinhados e os bolos e doces de que se tem saudades e fazem parte das nossas lembranças -  e queremos passar à descendência - já começam a dar-nos menos prazer do que canseira.
Entretanto, uma tremenda constipação ,"simpaticamente",com pena de me ver só - veio fazer-me companhia e, insiste em estar comigo embora eu a repudie com quantos comprimidos o chás fazem parte da minha panóplia de mezinhas.
Por enquanto ainda estamos a medir forças ,embora tenha a convicção que desta vez, ainda é ela que perde - confiemos.
Claro que não me tenho alheado dos textos que a nossa Paulinha mostra, nem das notícias que os vossos comentários me dão.
Assim que - também fico de esperanças com a "nossa" Mag...
Fico de parabéns como toda a Família...
Fico - fiquei - sem entender porque não me bateu à porta o casal Xavier...
Fico feliz por "sentir" que qualquer coisa brilha no horizonte do meu sobrinho Gus...
Rejubilo cada vez que esse outro sobrinho Luís Carlos dá sinal
Alegro-me com a Gisa.
Preocupo-me com a saúde da querida família Dolores..
Surpreendo-me com a chegada de amigos novos, como Julieta Matias, a pedir como favor o que do coração agradeço...
Enternece-me sempre o Kiko que esteve doente e a quem não dei a atenção que me merece
A Giane com a oportunidade dos seus comentários..
A Dina com a neta Madalena...
E, todos, todos sempre com uma palavra de apoio e estimulo , que ,se Deus quiser me há-de dar vontade de voltar a escrever.
Por agora apenas fiz um pequeno texto para um catálogo de um grande artista elvense - que conheci criança e tem uma obra que noutro país teria tido a repercussão que merece.
Falo de António Cadete.
Vou pedir à Paulinha para vos mostrar obras dele. Presentemente, quase invisual, a tacto, continua a pintar e de que maneira!
Tem, durante este mes, uma exposição, que vale a pena visitar, no Museu da Fotografia João Carpinteiro
Deixo-vos um abraço, grande, grande e está-vos grata a


Maria José Rijo

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 22:58

Agradecimento...

Quarta-feira, 24.09.08

 

Aqui estão as vossas flores

e um beijo grande
por elas.

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publicado por Maria José Rijo às 23:59

Para quem comenta...

Quinta-feira, 17.01.08

Sei que sabem quanto me alegra sentir a compreensão e apreço por este meu jeito -

a que me rendo desde garota - de contar estórias e comentar o que se passa em meu redor .

Sei que acreditam que as vossas "presenças" me confortam e acompanham -me fazem bem - sei!
Sei também que entendem quanto eu gostaria de responder a cada um de vós expressamente.
Sei!
Acontece porém que quando nos escrevem "idoso" até nos bilhetes de comboio e,

nos jornais, quando gente da minha idade é atropelada os seus nomes são

substituidos por : septagenário ou octogenário ninguém nos está insultando -

embora de forma pouco agradável - nos estejam apenas avaliando pelo tempo vivido.

E o problema, é na verdade esse : -tempo
Assim que, já não conseguindo fazer como desejaria, tenho que vos pedir tolerância

para que aceiteis o que posso fazer; que é deixar para todos um abraço grato e

amigo e um pequeno poema que dedico especialmente a quem gostar de poesia.


Curriculum


Meus dias são
deslumbrados - exaltados
febris - doentes...
cheios de auroras e poentes!
Meus dias são preguiçosos - dolentes
acomodados -indiferentes
bocejantes - inquietantes
tão sem préstimo
insignificantes
e, porque os vivo
tão, tão importantes...

Maria José

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publicado por Maria José Rijo às 00:09

PARA A DINA

Domingo, 09.12.07

Maria josé

disse no Domingo,

9 de Dezembro de 2007

às 12:13:

 

 

A minha fotografia - http://www.coisasimplesepequenas.blogspot.com/

 

Dina,

 

cá vou sabendo de si e dos seus trabalhos pelo seu blog.

Muitas vezes me apetece meter consigo, mas chegar a si "entrando" na sua casa agora está longe dos meus muito escassos conhecimentos nestas "modernices..."

A Paula continúa a ser a chave - mas nesta época de tarefas redobradas, pouco a vejo.

Nem sei como ela ainda arranja tempo para manter dia a dia os meus escritos na montra! Deixo-lhe um abraço muito amigo e a certeza de que a sua coragem e enlevo pela vida são contagiantes.

obrigada

 

Maria josé

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publicado por Maria José Rijo às 21:54

Escritos da EVA

Segunda-feira, 01.10.07

http://escritosdeeva.blogs.sapo.pt/

 


Maria José Rijo # O Gato Pias – Perder e Ganhar.

 


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publicado por Maria José Rijo às 18:17

Na minha opinião...

Quarta-feira, 26.09.07

Depois de ler e reler, até com uma certa comoção, todas as provas de apreço pelo que escrevo, necessariamente tinha que parar para pensar e procurar entender o porquê da popularidade que as minhas “conversas” ganharam.

Na minha opinião o mérito não me pertence.

Nem sequer há para tal qualquer mistério.

Na minha opinião, o que acontece, é que não faço, nem pretendo fazer literatura.

Apenas converso. Penso alto!

Apenas ponho por escrito o que mais ou menos todos nós sentimos no vai vem do dia a dia, duma forma tão rotineira que nos esquecemos por vezes de parar para olhar o valor inestimável das pequenas coisas, por mais insignificantes que possam parecer e que somadas são as nossas vidas.

A nossa Vida!

Rompo a minha solidão, abro-lhe as janelas que posso para olhar para fora de mim.

Evito embrenhar-me na tristeza, ou quando ela me vence, assumo-a.

Assumo-a e falo dela. Conto a cada um que leia o que escrevo como a vida me perpassa e os sulcos de alma que ela escreve em mim.

Procuro não falar de fora para dentro. Arrisco falar de dentro para fora. Não sou juiz de ninguém.

Antes me ofereço, expondo o que sinto, sem disfarces, no caminho que, como gente, igual a toda a gente, tento fazer em direcção aos que, como eu, caminham procurando o rumo.

Porque, muito embora sejamos todos diferentes no aspecto, na capacidade de amar ou sofrer, as diferenças, já não serão, por certo, tão flagrantes.

          Quando vivi nos Açores, na ilha Terceira, constatei que de alguns pontos altos, se avistavam outras ilhas.

Lá do “Alto das Covas” era S. Jorge que se espreitava no limite do nosso horizonte.

          Notei muitas vezes que embora fosse uma situação vulgar as pessoas, olhavam sempre em procura do vulto da ilha, recortada lá longe, na bruma da distância.

Olhavam, e comentavam: - a alegria de uma ilha, é avistar outra ilha! – E havia, como que um toque de sonho, de meditação ou, até nostalgia, nesta apreciação.

Penso que, aqui, o fenómeno é idêntico.

A alegria de uma pessoa é “avistar” outra pessoa!

Que aqueles com quem cruzamos na rua, passam fechados, herméticos, indecifráveis nos seus semblantes, e pouco nos dizem, até porque fechados nos nossos casulos, nos esquecemos também, de os olhar.

Passam por nós, passamos por eles e continuamos desconhecidos.

Já com os amigos trocamos afecto, confidências, como é uso dizer: damo-nos bem!

Damo-nos!

É isso! - Quem escreve - dá-se, o que,  também não é um acto gratuito.

Nem pensar. Dá-se - porque precisa, também de receber.

Porque, talvez, precise mais do que ninguém de receber.

É a história das ilhas - a alegria de uma, é avistar outra...

Identificar – outra...

Porque é isso que quebra a solidão de ser.

Nasce-se - Só

Morre-se – Só

E, só o Amor, a Amizade a Solidariedade e todos os sentimentos maiores fazem as vestes para encobrir a nudez da solidão do percurso...

 

                             Maria José Rijo

@@@@

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.851 – 2-Fev. -2006

Conversas Soltas

@@@@@

De todo o coração repito hoje este mesmo agradecimento.

Com um afectuoso abraço para todos que com os seus comentários

me vão dando força para continuar.

Maria José 

 

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publicado por Maria José Rijo às 14:41

Carta Aberta

Terça-feira, 28.08.07

Tentei responder a cada um dos vossos comentários de per si.

Tentei. Porém, a Vida, (com maiúscula, como escrevia Sebastião da Gama) sempre nos surpreende – às vezes de forma agradável, como no caso do vosso apreço pela minhas “Conversas Soltas” – o que muito me tem ajudado a aceitar que, afinal valeu a pena, mesmo no silêncio duma modesta rotina, ter ido contando velhas lembranças, ou anotando as diferenças que a evolução dos tempos vai impondo a todos nós...Blog de Arte

Foi, também, valha a verdade, a forma que descobri para, da minha “toca” (sou por índole tímida, ao ponto de parecer vaidosa a quem não priva comigo), manter uma relação viva com a cidade natal de meu marido, que me acolheu há 60 anos, quando casei.

Porém, na minha idade, já se é mais solicitado a dizer adeus aos “nossos” de coração, que partem sem retorno, do que, jamais se julgou ser suportável.

Assim que, mesmo aceitando a inevitabilidade dos factos, sem revolta, isso não exclua o sofrimento e algum desanimo inibidor para cumprir, em tempo certo, o que, prometido, se tinha como dívida.

Hão-de perdoar-me, creio.

Penso com responsabilidade na amizade que me oferecem, e que aceito e retribuo porque amizade e intimidade, nunca foram sinónimos embora me fosse grato conviver convosco.

Encanta-me saber que me entendem, que gostamos de ler e pensar juntos, mesmo não sendo, sempre, coincidentes as nossas opiniões, o que é saudável.

Enternecem-me os “presentes” de: - poemas, citações, achegas várias, desde nomes de netos, profissões, idades…minúcias das vossas vidas que vão enriquecendo a minha.

 Agora, a Dolores e as suas amigas que espreitam o blog todas as noites, “cerimónia” que eu própria repito todas as manhãs, para receber a dádiva de amizade da Paulinha.

Penso que se me esforçasse acabaria por aprender a fazer com o computador qualquer coisa mais do que escrever, era natural que sim.

Mas valeria a pena arranjar essa preocupação? – Não acredito.

 Gosto de me sentir protegida. Sinto-me menos só.

 

E, agora que já me expliquei, vou tentar responder a algumas questões que me foram postas:

Conheci José Régio, aos 17 anos, quando fiz exame do 6º ano, mas acedi à sua intimidade através do poeta elvense Casimiro de Abreu, depois dos 20, já casada. Tive então acesso a sua casa, um verdadeiro mundo de beleza e

magia. Guardo dessa visita um “terço”que me foi oferecido e a promessa de uma referência a dois versos de um poema meu – o que não veio a acontecer.

 

          “E se eu morrer antes de alcançá-la

          A Luz saberá

          Que eu gastei a vida a procurá-la!”

 

Convenhamos que para a época, era uma afirmação arrojada, mas o tempo não a desmentiu de todo.

 

 O outro esclarecimento, que devo, é sobre João Falcato que foi grande amigo de meu marido e meu, que dirigia um Colégio em Elvas, e fazia parte da tertúlia literária de onde nasceu o jornal Linhas de Elvas em 1950.

Julgo que as suas obras estão todas esgotadas e – sei – que morreu aos 90 anos, desejando reeditar “Fogo no Mar”.,

  

Os postais de gastronomia por que me perguntaram, com receitas tradicionais e textos meus, foram editados quando fui vereadora da Cultura Já me confessou a Paula que pensa pô-los on-line.

 É desse tempo que recordo Rogério Marques a quem com afecto aqui saúdo.

Antes que a mim própria pergunte se isto é um testamento, saúdo-vos a todos, agradeço as visitas, a que penso referir-me sempre que possível, desde que a minha sobrinha continue a desfiar este rosário…

 

Um abraço – Maria José Rijo.     

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publicado por Maria José Rijo às 16:00

Agradecimento

Segunda-feira, 30.07.07

Venho agradecer os tantos e tão generosos comentários que tenho recebido de todos vós, e que, se me encantam, também mais me surpreendem e quase intimidam.

Nunca pensei que os horizontes do que escrevo ultrapassassem a familia e alguns amigos.

Sabe bem, depois dos 80 perceber que se chegou, ou chega, "à fala" com outros corações.

O meu gosto pela verdade e rigor, obrigam-me a vir contar, que o meu escrito sobre Amália chegou ao conhecimento de A. Santos por um amigo comum - o escritor João Falcato - hoje já falecido. Daí presumo, a atenção da resposta.

Já pedi à Paula moderação e recato na adjectivação com que a sua terna amizade me brinda.

Como o computador para mim, é apenas uma máquina de escrever e nada mais dele sei, nem lhe peço, o blog é obra dela. Por isso também lhe estou grata e mais ainda porque ela "catou" toda a minha papelada quando me propunha destui-la, passou tudo no seu próprio computador e ainda são cerca de 700 artigos, fora o resto...

Devo-lhe pois, esta oportunidade unica e preciosa deste convivio feliz que quebra a minha solidão.

Bem quereria conhecer cada um de vós contar e escutar vivências, beber um café, um chá, um refresco, conviver...

Resta-nos aproveitar o que é possível...

Sou mesmo do Baixo Alentejo. Por Beja e arredores se passou a minha infância e adolescência.

Fiquei a olhar as iniciais B.M. ( que não decifrei... ) afinal quem quer que seja é da minha geração.

 

A todos deixo um abraço agradecido,

 

Maria José Rijo

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 14:42

Bem hajam!

Quinta-feira, 21.06.07

Afora a genuína maneira do: -não tenho boca avonde que encareça,- usada pelos rurais no meu Alentejo, não conheço na língua portuguesa , nada de mais bonito  que este - bem hajam! nascido no coração, que hoje endosso, a cada um por sua vez, de todos, quantos ,têm tido a curiosidade de ler o que escrevo, e a generosidade de deixar palavras de apoio e apreço .

Faço-o porque me é natural ser grata, e faço-o também porque às vezes, muitas vezes, o que parece ser apenas um comentário de acaso significa para quem o recebe muito, muito, mais do que isso.

Sou uma enamorada confessa da língua portuguesa. Sou uma deslumbrada apaixonada pelas suas subtilezas.

Devo a meu Pai esse encantamento.

De internet nada sei. Toda esta publicidade é obra da minha sobrinha Paula que resolveu adoçar a minha vida com esta "novidade" . E, a verdade é que o tem conseguido.

Bem hajam todos.

Um abraço - Maria José Rijo.

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publicado por Maria José Rijo às 16:03





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@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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