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Poema - Beijei a Vida na boca

Quinta-feira, 30.04.09

Gus – já que começou a ler – leia o resto.
Não se constranja! E, se achar que vale a pena leia alto para que o ouçam a nossa família e os nossos amigos.
.

MeninoAnjo
Beijei a Vida na boca
numa entrega de Amor
louca
como a força de nascer
da semente
que no negro ventre da terra
germina
quebrando a crosta do chão
na procura – que pressente –

do céu
que não lhe dá mão
nem á erva que desponta
nem à boca sequiosa
nem à beleza da rosa
nem à fonte, que o rio, sonha
nem aos vermes nas funduras
nem às aves nas alturas
nem aos loucos
que - o - procuram no Amor

O céu é sonho presente
a distâncias sem medida
sempre alto sempre à vista
mas sempre longe da gente.
.

petalas
Conto sempre com a sua tolerância –

 Beijinhos
tia Zé

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:33

MARGARIDAS

Quinta-feira, 21.02.08

margaridas

Flor com nome de gente

gente em nome de flor ?

Não vou tirar isso a limpo

Nem sequer tomo partido

quer contra - quer a favor !

- que eu penso - valha a verdade

que aqui - perder ou ganhar

não é questão - p’ra se pôr!

- O que importa é que a flor

é tal e qual a rapariga

seja o seu nome qual for ...

tem seu tempo de crescer

seu tempo de se criar

seu tempo de florir

de dar semente e morrer !

Que uma vida - quando inteira

no seu caminho percorre

as estradas uma a uma

e delas todas recolhe

o seu fruto sazonado

e, é assim que ás vezes

já com o Inverno no sangue

nos aquece o coração

ver em cada Primavera

margaridas molhadas 2.jpg

as margaridas - bem vivas

brotar em moitas do chão

que só no tempo - a seu tempo

a Primavera ressurge

ano após ano - certinha

talvez - p’ra que a gente entenda

e veja e possa sentir

que sempre que flores murcham

ou pessoas vão partir

outras pessoas cá ficam

outras flores hão-de vir...

passar no tempo que passa

com seus rostos, seus feitios

seu andar ou sua voz

seu encanto, seu perfume

seu recorte, sua cor,

sejam rosas, sejam dálias

flores belas ou perpétuas

Eufrásias ou violetas

feitas mulher - ou flor

para viver as Primaveras

Image:Margaridas.jpg

que há no tempo e há na vida

e, porque é efémera a Beleza,

pelos tempos - tempos fora

com a saudade se chora

pessoa que foi - flor querida

seja o seu nome o de Eufrásia

Dália, Rosa ou Margarida.

 

Maria José Rijo

..

LIVRO DAS FLORES

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publicado por Maria José Rijo às 23:52

Uma pequena incursão

Quarta-feira, 23.01.08

Embora tenha decidido, salvo em raras excepções, não comentar o dia a dia dos acontecimentos políticos e, manter-me à margem, limitando-me o observar e a guardar silêncio, a verdade, é que algumas circunstâncias impelem à intervenção compulsória.

Agora, assim aconteceu com a história da tentativa de “casamento” entre duas mulheres.

Cada qual, nasce com as tendências que, não escolhe, mas que lhe são intrinsecamente peculiares.

Nasce-se como um Mozart, música materializada em gente.

         Nasce-se, como um padre António Vieira, com o dom da oratória, esse uso privilegiado da palavra...

Nasce-se com capacidades excepcionais em vários ramos da ciência, das artes, da técnica...

Nasce-se feio ou bonito...como se nasce com deficiências físicas, sempre sem culpa e sem pecado.

A cultura, a educação, nem a própria religião, podem alterar profunda e estruturalmente estas circunstâncias.

Por outro lado, a vida em sociedade está assente em normas, que não foram, nem poderiam jamais ter sido, inventadas ao sabor de fantasias ou caprichos de quem quer que fosse, ou seja.

Elas resultam ou resultaram da interpretação de hábitos, regras instituídas, em princípio de práticas empíricas, e depois, logicamente aceitas e transformadas como leis de base para uma vivência comum, civilizada e pacífica.

Assim que a Família é uma dessas instituições.

Tem suas leis, seus princípios morais, criados em defesa desse pequeno núcleo, ou seja, marido e mulher que se unem pelo casamento, como projecto de Pai, Mãe, filhos.

Para quem é crente é necessária a benção do seu Deus, e ao acto civil, sobrepõe em valor o acto religioso, que crê e aceita como sacramento, e, portanto, indissolúvel.

Ora, muito bem.

Isto, é o que todos sabemos e é a norma.

Porém, todas as normas têm excepções.

E, integrar, agora estas excepções que publicamente se reconhecem com tolerância e respeito pela diferença, parece urgente e inadiável.

Não é mais possível fechar os olhos a esta realidade.

Então, que se crie uma figura jurídica que sancione legalmente a defesa dos interesses, quer económicos, quer outros, dessas “ sociedades a dois”, dessas pessoas que não têm culpa de ter nascido diferentes, e que vivendo em comum, sem jamais serem um casal, o simulam, formando pares.

Afigura-se-me necessário, e preferível que isso aconteça evitando especulações e maiores desgastes morais numa sociedade onde, parece haver a preocupação de corromper o que desde sempre se assumiu como sua base sólida e moral, como um bem maior- a Família – que São Francisco de Assis  padronizou no presépio de Belém, e o mundo cristão celebra em cada Natal.

As indumentárias, e o circo que cada um armar depois para a festa, já não são da conta de mais ninguém, nem é necessário que esses eventos se transformem em escândalos, notícia de rádio ou de televisão, já que, caindo na banalidade, cairão no esquecimento, na vulgaridade.

         Embora esta opinião tenha apenas o peso relativo que tem qualquer parecer da pessoa comum, que sou, o assunto é, a meu ver, tão delicado que, em consciência, pensei que, quem julga, não deve eximir-me, também, a ser julgado.

                        Maria Jose Rijo                     

@@@@

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.852 – 9-2-06         

Conversas Soltas

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:40

Requiem por uma bela árvore

Segunda-feira, 17.12.07

            O barulho dos dentes da serra acordou-me. Eram mais ou menos oito horas da manhã. Acordar cedo num dia bonito é reconfortante. Mas acordar ao som da serra mecânica que esfrangalha a árvore mais pujante que embeleza a nossa rua é uma dor de alma.

            E é, também, o acordar para uma realidade impensável nos nossos tempos em que tanto se apregoa a defesa do ambiente e da natureza.

            Como é possível que o comodismo de cada qual triunfe sobre o bem-estar duma comunidade e o respeito que se deve à vida nem que ela seja apenas a de uma árvore que cresce e floresce para bem de todos! – Interrogo-me!

            Então lembrei-me de uma casa onde morei, na cidade de Tomar.

            A porta da rua ficava numa praceta chamada de: Olivença. Era singela, sem enfeites, calcetada à portuguesa e, como único embelezamento dispunha de uma árvore, tão esguia e alta que a sua ramaria me batia nas vidraças do primeiro andar e aventurava-se casa a dentro mal eu abria a janela.

            Meu Pai havia morrido, e, essa mágoa apertava o meu coração.

           Acabava de deixar uma cidade, a Guarda, onde criara bons amigos e onde tinha gostado de viver. Sofria daquele desconforto de quem de repente, se vê desenraizado e privado para sempre de pessoas queridas. Pois foi com todas estas emoções tumultuando o meu espírito que entrei na minha nova habitação. Aquela bela casa que tinha para me oferecer uma copa de árvore roçando as minhas vidraças, marcando a sua presença, não me deixando mais sentir tão só, nem tão triste.

            Ela era um veículo de ligação privilegiado da natureza entre mim e o meio. Ela era um presente de Deus para aliviar a minha solidão. Era o meu aceno de esperança para os céus. Pelo menos foi assim que a entendi, e aceitei com alegria o meu encargo de limpar as folhas que soltava para dentro da minha sala de jantar. Nela pousava, nidificava e se acoitava a passarada para dormir. E eram tantas as horas que eu passava imóvel encostada à ombreira da janela compartilhando aquela generosa vizinhança, que, a certa altura algumas  das aves já nem fugiam de mim, tão acostumadas estavam à minha presença.

            Vi um parzinho, delas construir o ninho. Vi chocar pacientemente os pequenos ovos de casca salpicadinha, vi nascer moles e feios três pequenos seres de bicos famintos debruados de amarelo vivo. Quase podia dizer que lhes vi nascer as penas uma. Vi-os ensaiar os primeiros voos. Faziam parte da minha alegria.

            Era uma presente que eu agradecia aos céus em cada dia.

            Por esse tempo, havia uns meninos, o Zé Manuel e o Tó Luis, que pela mão de sua mãe frequentavam muito a nossa casa. Com eles dividia aquela minha “riqueza” e quando mum dia de temporal, o vento e a chuva tudo fustigaram, abri a janela, indiferente ao desconforto e recolhi dois dos passaritos que com a ajuda do Tó Luis enxuguei, secando-lhe as penas. Depois do temporal acalmar, o menino, palpitante de emoção, devolveu-os à liberdade.

            Não se trata aqui de alguém ser pior, nem melhor do que outrem. Todos somos diferentes. Apenas, diferentes. Como tal, também são diferentes os nossos valores!

            Evoco estes factos quase como quem conta uma história para crianças, porque ás vezes, endurecemos a nossa sensibilidade no turbilhão dos nossos afazeres e preocupações, e esquecemos o valor divino das pequenas coisas que passam à nossa beira! E, em nome do pó, do brilho das vidraças e outras coisas de somenos importância, perdemos muitos momentos felizes que o dia a dia nos dá de presente se para eles abrirmos o coração.

            Adeus jovem e bela árvore.

            Dia a dia deitarei em redor do teu tronco mutilado, ainda erecto, como uma cruz de martírio, uma pouca de água.

            Faço-o como quem reza um requiem pela privação da tua sombra, pelo encanto perdido, da tua vida, tão cruel e inutilmente sacrificada.

 

                        Maria José Rijo

@@@@@

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.664 – 28/Junho/02

 Conversas Soltas

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 20:58

“Gaivota morta à tona de água “

Quinta-feira, 19.07.07

http://olhares-meus.blogspot.com/

 

 

Erico Veríssimo conta que certa vez, ao atravessar de comboio uma zona de Colorado, reparou num gato preto a correr, disparado, sobre um imenso campo de neve. Dessa circunstância adveio o título do livro que já levava pensado, e no qual, salvo erro, eu li, esta história que fixei - só Deus sabe porquê – já que não me recordo do que trata a obra citada.

Há anos, ao passear, solta e feliz, num belo dia de sol, descalça, bordejando a água, no areal duma praia deserta – num desses dias em que o mar se parece satisfazer espelhando o céu – tão azul – tão quieto e transparente, - tomou-me uma sensação de irrealidade, que me fazia sentir como suspensa, perdida entre o êxtase e a angustia de estar viva.

Eis que, no exacto momento em que me parecia separar deste entranhado e humaníssimo sentimento de individualismo – um arrepio – à vista da asa inútil – a flutuar na paz da morte – quebra o encantamento e acorda todos os sentidos…

Embalada por um marulhar certinho, ronronado, uma espuminha de nada, uma babugem de beijaroquice com que o mar molhava a praia, como se ao colo a tivesse – naquele instante em que parecia impossível acreditar que a beleza também se pode macular – boiava uma gaivota morta à tona de àgua!

Sem me dar conta (com que lógica se ligam os pensamentos?!) pensei: - “Gato preto em campo de neve”!

Depois… com toda a força deste Alentejo de que tenho a marca no sangue – como o gado tem no corpo o ferro do dono – revi outros dias de sol e  quietude – sobre horizontes vastos de mares de pastos e restolhos amarelos e  cheirosos, onde a luz põe reflexos e brilhos de cegueira, e de repente, uma cigarra atreve, com o seu canto, a fazer vibrar o ar de lume, de asfixiante solidão que tudo envolve e nos amarra o olhar… E senti, que em alguns momentos, em circunstâncias diversas – por muito efémeros que sejam – a nossa comunhão com a natureza tem a marca da perfeição e da beleza – o sinal de Deus – um toque de eternidade, e apetece dizer:

 

Meus olhos são horizonte?

E mar e céu o que sinto?

-- Não sei se ando ou flutuo!

Este instante me respire…

Esta brisa me disperse…

Minha entrega é feita aqui,

E se eu voltar a falar,

Ou por meu pé caminhar,

É só p’ra poder contar:

-- que algures, entre Deus e mim,

Eu tive nas mãos as pontas

Que atam principio e fim.

 

Maria José Rijo

Escritora e poetisa

@@@@@

Á La Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.805 – 4- Out.- 1985

 

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publicado por Maria José Rijo às 21:25





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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

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