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Tertúlia Literária na Biblioteca Municipal de Elvas

Sábado, 31.01.15

"A Tertúlia Literária Pessoa(s) da Biblioteca Municipal de Elvas

no passado dia 31 de janeiro convidou e homenageou a poetisa D. Maria José Rijo, figura eminente da cultura elvense.

Os membros da Tertúlia partilharam com a autora a sua obra literária e as suas memórias em agradável convívio.

O nosso obrigada à autora por tão amável e generosa presença."

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In- https://www.facebook.com/pages/Biblioteca-Municipal-de-Elvas/352410188233878

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publicado por Maria José Rijo às 22:25

Quantos outros?

Sexta-feira, 01.10.10

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1826 –  28 de Fevereiro  1986

Quantos outros?

 

Mesmo com este tempo irregular, já se sente a Primavera – que não tardará – incubada na macieza do vento que passa.

Mentalmente já se começam a estruturar passeios ao campo, cujo apetite transparece logo que o sol, mesmo tímido, aparece, e o ar amorna.

As tardes são maiores, a luz é mais viva, talvez o tempo comece a render melhor e se possam, enfim, cumprir desejos que se guardam de ano para ano.

A televisão avassala os serões m que se lia, ouvia-se musica ou conversava. Os empregos retêm as pessoas fora de casa quase todos os dias da semana.

As tarefas ficam mais breves a atravancadas pelas tarefas inadiáveis, a que obriga a subsistência. Os congelados – acabados à pressa – facilitam – e vão surgindo sobre a mesa em lugar das sopas perfumadas que se insinuavam pelo olfacto, espevitando o apetite. As casas já não são as colmeias que giravam em torno da abelha-mestra, e onde cada criança passava o dia à descoberta, cirandando de cá para lá, aprendendo a conviver com as outras gerações e descobrindo o seu próprio espaço. Os tempos mudaram! Esse “Tapete de segurança”  da vida de família em torno da Mãe e dos Avós – em casa – com o Pai a regressar à tarde, com o jornal para se ler ao serão e, a família, em festa a recebe-lo, como se de longe chegasse – passou.

Os meninos, já não são os pintainhos que a asa da galinha aquecia protegendo. Agora, igualizados, são parte do bando maior que o aviário cria, com regras sabiamente estabelecidas e exercidas com rigor científico. Até por isso, porque a casa e a família, já não podem ter o espaço, de preponderância, que regia as influencias para a desejada formação dos filhos que seguiam hora a hora – a sociedade que absorve e usa o tempo de todos – tem mais deveres para as gerações novas.

É vulgar ouvir e censurar a mocidade – é corrente fazer-lhe exigências – é frequente enche-la de presentes (como quem compra cumplicidades ou paga compensações…) mas, já ninguém estranha ver os filhos sós, entregues a si próprios, sem esclarecimento a tempo, a maior parte das vezes sem ideias que os reúnam e despertem para causas superiores.

Pensava em tudo isto, nesta tardinha de Fevereiro, vendo vaguear ao acaso, a gente nova, e, deixando crescer dentro de mim a esperança de que a Biblioteca e o Museu possam ser em breve os espaços de cultura de que Elvas precisa, se Elvas o quiser verdadeiramente.

Aos nomes consagrados de Eusébio Nunes da Silva que fundou o Museu e de António Torres de Carvalho, Francisco de Paula Santa Clara, Vitorino de Almada, António Domingos Lavadinho, Major Baião, António Tomás Pires, Júlio Botelho, e mais recentemente Eurico Gama – (e tantos mais, cito de memória ao correr da pena) – quantos outros elvenses poderão, se quiserem, acrescentar os seus nomes a esta lista revitalizando como oferta de meios de modo a tornar vivos e actuantes os espaços culturais:

Biblioteca – Museu – que antepassados seus – com rara visão de futuro – criaram com as suas doações.

 

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 11:24

SERÁ ??

Domingo, 01.08.10

À Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.825 – 21 Fevereiro 1986

SERÁ?

 

Pensei que numa altura em que se está a fazer um interessado esforço para que retornem à Biblioteca Municipal dezenas de livros que estão fora há anos – alguns dos quais preciosos - pensaram, que, era oportuno captar, se possível, o interesse dos elvenses para o assunto tão importante da sua cidade – tão seu.

Muitas vezes, não sabemos, não há sequer má intenção, há apenas um adiar preguiçoso, uma atitude lassa de: … amanhã farei!

Depois, o tempo passa, passa a correr, outros interesses surgem e se sobrepõem e, sem querer, o bom intento esquece, e, o livro que é da Biblioteca da cidade, fica esquecido algures, como se fosse pertença de quem o pedira emprestado para ler.

Há livros fora da Biblioteca desde 1970, 1971 e por aí adiante… até aos nossos dias…

É verdade!

É tristemente verdade que, por vezes, as pessoas se esquecem de que sendo a Biblioteca um bem de todos – ninguém pode ou deve – conservar em seu poder indefinidamente qualquer obra que dela lhe tenha sido confiada.

 

Será que é pedir muito – pretender – que cada um que ainda retenha em seu poder livro ou livros que inadvertidamente foi conservando - aproveite este sinal de alerta que lhe estamos lançando e vá de motu-proprio repô-lo na estante da Biblioteca Municipal – a sua Biblioteca?

Será? – Julgo que não é, como tal, daqui faço o meu apelo.

 

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 17:31

A Fé e o Culto

Quinta-feira, 15.11.07

 

Talvez a fé e o culto sejam complementares.
Talvez!

 Mas não necessariamente, em públicas manifestações exteriores.

Se a fé for sentida como a crença íntima, a força anímica de uma vida, e o culto for a sua manifestação exterior, quase concluiríamos que sem essa exteriorização não haveria fé o que, convenhamos não tem qualquer fundamento de verdade.
A fé é um sentimento intrínseco da alma, e, dela indissociável, se for autêntico. Então toda a vida da pessoa de fé, em todos os seus actos e atitudes dão disso testemunho até, e muito principalmente nos mais pequenos e insignificantes gestos.
Porque toda a sua vida é um acto de culto, uma oração.

Todo o seu caminho, todo o seu rumo é um esforço individual na procura do que - Crê – conduz ao almejado destino - o regresso ao Criador.
É erro pensar, julgo eu, que oração é apenas reza feita de palavras que prometem intenções, preces e lamúrias.
A oração é, muito principalmente – atitude. Acção.
Já o culto, em si, pode ser apenas exibicionismo, alarde, sem corresponder a qualquer sentimento autêntico de fé.
Pela fé morreram e morrem os cristãos.
Pela fé se suportam e sofrem injustiças e perseguições.
Mas, pela fé se luta para viver em sã consciência.
Quem acreditar que o pensamento dos homens registado em livros é – também - um bem deste mundo que com convicção, nos cabe defender, a sua obrigação, a sua oração – na

circunstância - é o dever de proceder em conformidade com aquilo que a sua consciência lhe impõe e mesmo obscuramente, cumpre.
Não pode, nem deve, estar à espera que se organize uma procissão que o leve em triunfo ou um banquete que aglutine multidões para que o vejam a exercer um dever - que descurou - anos e anos a fio, e, só cumpre à luz de holofotes e palmas em jeito de exibicionismo charlatão de quem a si próprio se cultura e despreza a verdade e o rigor a seu belo talante!
Essa, é em substância, a diferença que separa o alarde da autêntica fé.

                       ((  Sala Eurico Gama ))
Então:
Quem tivesse publicamente assegurado que um determinado trabalho não era prioritário, e tivesse retirado o pessoal que continuava a honrosa tarefa que outros antes tinham iniciado... e tivesse assim dado oportunidade a que alguns exemplares dessa riqueza tivessem desaparecido, pelo uso desprotegido, ignorante e desmazelado desse santuário, não viria quase vinte anos depois fazer, alarde público, mesmo que seja da remodelação duma nobre e bela Biblioteca – e, digo bela - porque é verdade e a verdade respeita-se e reconhece-se – quando os “santos” de culto andaram sabe Deus como e por onde! Tanto que alguns nem voltaram a casa... como oportunamente se registou – até - em jornais ...
Nem viria falar em pormenores de segurança – sem assumir - ter exposto aos azares da sorte em reuniões, descabidas - e incontroláveis – em tal espaço - os bens que agora em “publico acto de culto” assegura proteger , amar...e perigaram abandonados sob a sua responsabilidade.
Também não destruiria “a sala onde se preservavam como seu derradeiro pedido e vontade” as memórias legadas por quem fez do Amor à sua cidade o culto duma vida inteira.
Até em Fátima não se destruiu a “Capelinha” das aparições para construir a Catedral...
Fez-se o que a Fé impõe a quem a sente e respeita: incorporou-se.
A não ser que esteja na forja o
“Museu Eurico Gama” com todos os pertences por ele legados à cidade de Elvas e

depositados na antiga Biblioteca por sua viúva a Senhora Dona Maria Amélia Gama - em sala própria, conforme última vontade de seu Marido - há coisas que não se entendem...
Porque numa cidade onde o excesso de “Lembretes” do mesmo autor já chamou - pelo ridículo - a atenção de todo o país só se completará a história com o “museu da lembrança” do que se apagou para escrever outro nome por cima – sempre o mesmo - como se a história começasse em si e depois viesse o apocalipse!...

Como se os elvenses fossem acéfalos, ou imbecis sem eira nem beira, nem discernimento...


     
Honra à memória de Tomaz Pires que - desde 1880 até agora -tinha o seu nobre nome, que se pretendia imortalizado pelos seus contemporâneos, na parede do seu extinto Museu.
      Honra à memória de Eurico Gama, filho ilustre desta terra a que legou - com a sua preciosa biblioteca - o mobiliário modesto do seu gabinete de trabalho, testemunha muda da sua vida dedicada à glória e ao engrandecimento desta nossa cidade – e está agora reduzido a gavetas como se no cemitério do esquecimento o tivessem sepultado de vez!
     
[Oxalá os seus pertences não tivessem engrossado o “lixo” que à porta da Biblioteca tanto atraiu e “regalou”, até turistas espanhóis como a última bandeira da Monarquia que o Museu preservava...]
      Honra a ELVAS – cidade mãe de Heróis e Santos.
      Honra e glória à cidade que ao longo da História resistiu a vis cobiças, vaidades, cercos, saques e batalhas e sempre se reergueu vitoriosa pelo braço corajoso dos seus honrados filhos.

 

                               Maria José Rijo

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JORNAL LINHAS DE ELVAS - Conversas Soltas

Nº 2.943 – 15 de Novembro de 2007 

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publicado por Maria José Rijo às 18:44

À Laia de resposta

Sexta-feira, 09.11.07

Olá a todos!

 

Aqui estou para tentar responder às perguntas que me têm sido dirigidas, e que, me envergonho ter deixado, até agora, sem resposta.

Sei que entenderão que a minha dificuldade se insere na inabilidade com que uso a Internet. A minha cabeça está arrumada como as dispensas antigas, cheias de caixas e caixinhas rotuladas e arquivadas em prateleiras, onde, mais ou menos, com o tempo e paciência descubro o que procuro, e, onde por vezes fico horas a remexer até naquilo de que me esquecera e de súbito se me apresenta.

Pois bem a Internet não me permite esses tempos compassados, intromete-se, dá-me respostas a perguntas que não fiz! – Pestaneja, isto é: apaga-se-me no écran! – Desaparece-me, em suma confunde-me e, embora a admire, confesso que me atrapalha. Temo-a. Está fora do meu ritmo, do compasso do meu tempo.

Daí que só me abalance a “visitá-la”, mas não – a “usa-la” – sem a presença da Paulinha, o que, só acontece, com a frequência possível a quem, como ela, tem responsabilidades profissionais, de família, etc,etc …

Assim, que hoje, usando a sua disponibilidade, possa eu satisfazer a vossa – tão honrosa curiosidade e interesse pelo que me respeita.

 

Começo então:

Nasci em Moura há 81 anos.

                                                   ((  com 10 anos )) 

Fiz instrução primária na aldeia de Santa Victória e, o liceu em Beja e casei na Vila de Cuba, na bela Igreja de São Vicente, há 60 anos.

Tive a dolorosa e inesquecível experiência de ser uma das quatro ou cinco crianças que bem alimentadas, bem vestidas e calçadas faziam parte do grupo das trinta ou mais, que descalças e mal agasalhadas foram minhas companheiras de infância, e me ensinaram com a sua humildade o amor e o respeito pelas migalhas que tantos desprezam, e, nas suas vidas eram o essencial.

Desse tempo, guardei as rezas e benzeduras. Manifestações de simplicidade e pureza expressas em crendices, é certo! – Mas carregadas de humanismo e fé na Vida, que bem madrasta lhes era.

Do liceu, a aprendizagem de alinhar à esquerda, como qualquer zero sem valor, perdidas as prerrogativas vividas embora, sem nítida consciência, na escola.

Ao longo de toda a vida a procura de mim como gente igual a toda a gente entre acertos e desacertos mas, sempre, como disse Lutero, sentindo que, “ainda que o mundo termine amanhã deverei plantar hoje as minhas macieiras…”

                       (( a receber um prémio de Poesia nuns Jogos Florais))

Aos 22 anos estive 40 dias internada numa maternidade, de onde saí jovem, como era, mas adulta, como se houvessem sido anos os dias contados.

E, a partir daí o recurso aos meus amores de infância, a escrita, a pintura, o artesanato.

Resumindo: O trajecto perfeito de quem sendo oficial de muito ofício – acabou não sendo mestre de nenhum.

   (( Com o marido José Rijo, numa das suas exposições de pintura e artesanato ))

Meu Marido, companheiro de 44 anos fez editar dois livros meus. Edições de 500 exemplares que entre amigos e conhecidos se consumiram e paramos por aí porque se o primeiro só teve louvores da crítica, essa não foi a sorte do segundo e, ele não suportava a ideia de que eu pudesse sofrer.

O amor tem destas cegueiras…

Sem ele, qualquer aventura dessas, deixou de ser viável.

Creio, no entanto, que o mais importante é fazer o que julga ser certo. Tudo é acessório e, já nos ultrapassa.

      ((Na fotografia com o ilustrador do livro Manuel Jesus na

 Cessão de autógrafos no lançamento do livro Rezas e Benzeduras ))

Aconteceu a edição das “Rezas” por homenagem do jornal onde, de há muitos anos colaboro – com o patrocínio “café Delta”.

 

Feito a resenha biográfica respondo ao resto:

Conheci a Maria Isabel Mendonça Soares, no casamento de minha irmã, há 60 anos, porque ela era prima de meu cunhado.

Estreitamos relações por afinidades de gostos, numa amizade que perdura, durante a “tal” permanência na maternidade onde a sua companhia foi um presente do céu.

Foi ela que me induziu a escrever histórias infantis para a então Emissora Nacional, mais de duas dezenas, o que aconteceu, espaçadamente, ao longo de anos, até ao 25 de Abril.

A Matilde Araújo, foi professora na Escola Técnica de Elvas, nos anos 56, 57, por aí. Acontece que tendo meu marido sido aluno do Colégio Militar e, tendo na tropa adquirido a qualidade de professor de ginástica, juntava essa actividade à sua profissão, facto que trouxe a Matilde ao nosso convívio e amizade que também tem resistido ao tempo e persiste.

 

Quanto aos postais de gastronomia, foram editados por uma Câmara a que pertenci – sem filiação partidária –       (( com a Secretária de Estado da Cultura  Dra. Teresa Patricio Gouveia )) 

              (( com o Dr. Mario Soares - aquando da Inauguração da

                                    Sala Eurico Gama  ))

como vereadora da Cultura e Turismo – por um escasso mandato – de que não me arrependo mas me vacinou contra maus olhados e sortilégios… por convicção – sem precisar de benzeduras.

 

Eis a traços largos, a história que responde às vossas perguntas e apreço e que com gratidão por todos – que muito gostaria de conhecer e a quem deixo um grande abraço – dedico hoje, um pouco mais, a Frederich , Dolores e à Dina – que está de parabéns porque acaba de festejar o aniversário da sua primogénita – e, que, como gente de casa tenho o gosto de encontrar dia a dia.

Também retribuo o “beijo nas mãos” aos que por suas mãos, escrevem para mim palavras belas que não saberei merecer mas me fazem sentir ainda útil e me ajudam a viver.

Também esclareço que não estou constipada, estou, é verdade, sentindo alguma dificuldade em acertar o andamento entre duas realidades irrefutáveis e coexistentes – a idade e o pensamento.

 

Falta-me agradecer, o que faço agora, pensamentos, poemas e orações que me têm dado a aprender e muito apreciei.

Se antes as tivesse sabido tê-las-ia acrescentado, às que conheci enriquecendo assim o livro.

Grata

                                      Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 22:39





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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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