Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Fomos conhecer o Pascual

Segunda-feira, 28.03.16

Nasceu na Páscoa - por isso ganhou o lindo nome de

PASCUAL.

Do acontecimento recebemos a noticia e, lá fomos

curiosas mas enternecidas apreciar o Feliz acontecimento.

Foi, como se pode ver - está aí a reportagem.

1.JPG

3.JPG

4.JPG

5.JPG

6.JPG

7.JPG

8.JPG

9.JPG

10.JPG

11.JPG

12.JPG

13.JPG

14.JPG

15.JPG

16.JPG

17.JPG

18.JPG

19.JPG

20.JPG

21.JPG

22.JPG

23.JPG

24.JPG

25.JPG

26.JPG

27.JPG

28.JPG

29.JPG

30.JPG

31.JPG

32.JPG

33.JPG

34.JPG

35.JPG

36.JPG

37.JPG

38.JPG

39.JPG

40.JPG

41.JPG

42.JPG

43.JPG

44.JPG

45.JPG

46.JPG

47.JPG

48.JPG

49.JPG

50.JPG

51.JPG

52.JPG

53.JPG

54.JPG 

55.JPG

 56.JPG 

57.JPG

58.JPG

59.JPG

60.JPG

62.JPG

63.JPG

64.JPG

65.JPG

66.JPG

67.JPG

68.JPG

69.JPG

70.JPG

71.JPG

72.JPG

73.JPG

74.JPG

75.JPG

76.JPG

77.JPG

78.JPG

79.JPG

 28 Março de 2016

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 15:10

DIVAGANDO...

Sexta-feira, 29.06.12

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.043 – 18 de Maio de 1990

A La Minute

DIVAGANDO…

 

Referindo qualquer assunto, que já nem recordo, dizia-me alguém, a rir, com descontraída boa disposição_ “Vozes de burro, não chegam ao céu!”

- Vozes de burro não chegam ao céu? – e porque não? – Pus-me a pensar!

Então o burro tem culpa de ser burro?

E o rato, pode ser castigado por ser rato?

Do rato, o que consta, é que “roeu a rolha da garrafa do rei da Rússia” – mais, não tenho ouvido falar!

Mas do burro? – O burro não roeu. Teria bebido o vinho da garrafa do rei da Rússia que tinha uma rolha que o rato roeu?

E quem foi que disse que a garrafa tinha vinho?

Será por o burro não ser roedor que a sua voz não chega ao céu? – Sim! – Porque do rato ninguém ainda disse tal cosia, e, dos outros bichos também não.

Então porquê só o burro, coitado, está privado de elevar a voz até ao céu?

É com este tipo de injustiças que não concordo – são antidemocráticas.

Fazem logo entender, má-fé, e má vontade, contra o burro.

Senão vejamos: Burro velho não aprende latim!

Embora se depreenda desta afirmação que em novo, qualquer burro o aprenda, pela forma clara e
evidente como se afirma que só depois de velho é que o burro não pode, ou não
quer meter-se nessas “cavalarias” – o que é que o mundo tem a ver com isso?

Será que todos sabem latim? Se não sabem, para quê e porquê citar só o podre do burro?

“Teimoso como um burro!”
– Outra injúria.

Será o burro o paradigma da teimosia? – Terá esse exclusivo? – Exclusivo – quem diria?!

– Olha, que classe!

E, a mim que me importa?
– Que tenho eu a ver com os burros? – Nada!

Por acaso, é uso chamar estúpido ou imbecil ao burro?

Eu não ouvi, nem li, nem vi, nem sei, nem quero saber!

Terei raiva a quem sabe?
– Não tenho! – Ou tenho?

Porque havia de ter? – Eu até acho os burros simpáticos!

É certo que dão coices, mas, sendo burros não acertam.

Pica-lhes a mosca! – Escoiceiam.

Assustam-se! – Escoiceiam – mas, não é por mal.

É reflexo – fatalidade do destino de ser burro. Burrice, apenas.

E os coices! – Chegarão ao céu? Chegarão mais alto do que a voz?

Quem há-de entender os burros se tão pouco se sabe sobre estas coisas,

os burros não falam – zurram!

Há burros de encantar.

 “Platero”! – que burro! E o “Rocinante” de Sancho Pança? – que animal!

Não me venham agora dizer que são burros de ficção.

Não consinto. São burros como gente – para nos compensar da gente - que é como os burros.

Então e o burrinho da Moleirinha de Junqueiro? (toc-toc-toc – vai para o moinho!).

 

E o burrinho que nos leva a Belém a ver o Menino que a Senhora tem?

É por esse Menino e por essa Senhora.

É por essa Senhora e por esse Menino que eu me rendo.

Afinal, mesmo um burro, às vezes, nos leva ao ponto certo para ficar.

 

Maria José Rijo

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 14:09

O Velho, o Rapaz e o Burro...

Quarta-feira, 15.04.09

Á là Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.917 – 4 de Dezembro de 1987

         

                quadro de João Luiz Costa

.

Todos nós tendemos, naturalmente, para viver com conforto, comer do que se gasta, preguiçar, fazer o que nos apetece.

Aliás esse é o instinto natural de qualquer bicho. Só que o “bicho homem” – pensa – e, aí é que começam os problemas e simultaneamente o aliciante da questão – a capacidade e a coragem de cada um decidir entre o: - apetece, e o: deve.

Aí começa a luta para se conseguir o equilíbrio justo entre este “deve” e “haver” de cada conta corrente de qualquer vida humana.

Ouvi outro dia, na televisão, um Padre falar sobre vida e morte com uma sobriedade de palavras e um rigor que me deixaram impressionada.

                      

“Sem a morte, a vida não teria ética” – dizia ele.

“Toda a obra deve ter um fim para poder ser avaliada. Sem a oportunidade desse juízo final, nada teria sentido” – disse também.

Assim, em frases curtas, fáceis de entender e de reter na memória deixou matéria para se pensar e repensar nas velhas verdades de sempre: - o respeito para com o uso de cada dia, feito da soma do respeito dispensado a cada instante.

       

Ninguém, absolutamente ninguém, sabe quando termina o seu tempo, razão pela qual cada momento deveria ter o gosto de único, no prazer e na responsabilidade com que vivemos.

De tudo isto se infere que, dando a morte sentido ético à vida, mais do que para com os outros, cada um de nós, tem que procurar estar de acordo com a sua própria consciência ainda que lhe faltem os apoios exteriores de que – ao fim e ao cabo – humanamente todos carecemos.

          

Pensando nestas coisas reconheço que, especialmente, quem tem que trabalhar fora de casa, quando ao acordar, pela manhã, abra os olhos e diga no segredo do seu coração:

“ Bendita seja a luz do dia

Bendito o Senhor que a cria

Bendita Santa Maria

Bendito o Santo ou Santa deste dia”

Etc, etc,

 'Mãos em oração', de Durer.

Esta, ou qualquer outra oração, ou nenhuma, ao pôr os pés no chão – tem que saber – e estar preparado para ser protagonista de nunca por demais recontada história de: “O Velho, o rapaz e o burro” – e, para tanto, encontrar o humor possível para que não se perca de si próprio.

 

Maria José Rijo

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 15:06

... Dantes...

Domingo, 07.10.07

            Aqui na cidade os ruídos dos carros e das motorizadas já quase passam desapercebidos.

            São muitos.

            São constantes, já fazem parte dos sons de fundo da vivência do nosso quotidiano.

            Aqui o que nos desperta a atenção é um súbito silêncio – quase surge.

            Em Juromenha, lá bem na extremidade da povoação, onde temos uma porta com postigo e uma janela virada para o rio, não é assim.

            Lá, um carro, uma moto, um qualquer motor ou passo inusitado – são barulhos notórios que chamam à soleira das portas os interessados “fiscais” das quebras do silêncio.

            Lá imperam cigarras nas horas de calor e, noite fora, cantam os grilos ou ladram os cães, eles próprios também, guardiões da calma serenidade.

            Ora acontece que vindo a Elvas de fim-de-semana para acertar agulhas...

            Quero dizer: pagar caixa, condomínio, etc,etc, na recolha do correio que sempre se acumula cá tinha o “nosso Linhas” a esperar-me entre correio útil e a maralha aterradora da propaganda dos supermercados (de que cada vez gosto menos).

            Que saudades do Senhor Flaviano da Rua de Olivença e de outros comerciantes que nos habituamos a estimar e nos atendiam, aconselhando-nos nas escolhas e falando conversas de gente -  sem os slogans das modas de  agora ...

            Mas... tomando o fio da conversa...

            Dei uma vista de olhos ao conteúdo do cacifo fazendo um balanço geral da “colheita” e, logicamente, pendi para as notícias, veloz e curiosa, como as minhas vizinhas de Juromenha correm à voz dos pregoeiros que animam o arrabalde com seus pregões, músicas e buzinadelas.

            Então...

            Então?... Que actualidade a de “O Hissope”.

            Como seria possível esquecer obra tão bem urdida e bem escrita! – E, por indução a Quinta do Bispo... (Aquela gente toda do Hissope existiu!)

            Por outro lado, como pretendia que neste corre, corre, que por aí vai, haja tempo para pensar?!

            Pensar, até nas figuras que se fazem. Então, por estas e outras como estas, dei-me ao deleite de me refugiar nas minhas memórias.

            Privilégio da idade!

            É que dantes... 

        ... Dantes ninguém ia para a escola em carro próprio, nem de moto.

            Isso não eram transportes usuais.

            Eram miragens.

            Andava-se a pé, a cavalo, em carros puxados por mulas e também de burro.

            Ao evocar os burros sinto-me sempre enternecida.

           

            Bicho simpático.

            Simpático e útil.

            Ninguém hoje quererá acreditar – e, é verdade, juro! – Que ter burro podia ser sintoma de abastança. 

           Lá na aldeia onde fiz a instrução primária, só chegavam à escola escarranchados em gordos burros, os filhos dos lavradores ricos.

            Era vê-los com seus trajes de veludo preto, castanho ou azul-escuro, suas golas brancas, seus chapéus de feltro com aba redonda, a sacola dos livros numa das bolsas do alforge e o farnel na outra.

            No Inverno completava-se o paramento com largo capote de gola de peles (raposa ou coelho) mas o abrigo tinha dimensões tão vastas que repartia com o burro o conforto que proporcionava.

            Era pois à velocidade do burro que se caminhava nos meus tempos de criança.

            E era bom.

            Era cómodo e seguro.

            Via-se nascer e crescer o trigo; engrossar a azeitona; o florir dos chaparros em cadilhos de flores miudinhas...

            O sangrar dos sobreiros esfolados da cortiça.

            Via-se a margaça branquear o chão como neve. Via-se lavrar, semear, mondar, ceifar.

            Aprendia-se a amar o campo pelo contacto íntimo e vivo que se estreitava entre as coisas e as pessoas.

            E... pensava-se.

            Dava tempo para pensar.

            Recapitular até o que se ia aprendendo.

            Agora não.

            Parte-se correndo ou voando de um lado para o outro e, na pressa até se esquece ou, nem se chega a saber como se chegou ao destino ou se o “poleiro” pode ser destino.

            Depois...

            Depois, são os passos em falso, as falsas atitudes, as confusões.

            As tristes figuras.

            Dantes era norma amadurecer pareceres e decisões. Era comum cultivar a dignidade, respeitar os compromissos, honrar a palavra dada.

            Não fales antes de tempo.

            Agora, realmente, corre tudo tão depressa, tão à toa, e tudo se diz e desdiz com tal presteza e leviandade que se chega a duvidar do que os nossos olhos vêem e nossos ouvidos escutam.

            Esquece-se que palavra – a Palavra – é compromisso.

            Mas, cuidado! – É temeridade ignorar as evidências quer se corra ou vá pachorrentamente (como acontecia dantes) reparando bem onde se põem os pés.

       Por muito que o homem baralhe e dê cartas de novo – a Natureza – sabiamente não altera os seus ciclos – nem os burros ou qualquer bicho saudável as suas características genéticas.

       Assim: Homem é homem – bicho é bicho agora ou como era dantes...

 

                                             Maria José Rijo

@@@@@

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.362 – 9 /Agosto- 1996

Conversas Soltas

@@@

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 23:27





mais sobre mim

foto do autor


pesquisar

Pesquisar no Blog  

calendário

Maio 2020

D S T Q Q S S
12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31


comentários recentes

  • Anónimo

    Cá estou eu ... meia hora depois da meia-noite...B...

  • Anónimo

    PARABÉNS PARABÉNS PARABÉNS Muitos beijinhos n...

  • Anónimo

    Minha querida TiaMuitos Parabéns pelos 94 anos - q...

  • Anónimo

    Boa AmigaSou o filho de Augusta Silva Torres que a...

  • Anónimo

    Eu sabia... sabia que era este mês que a tia fazia...


Pensamentos de Mª José

@@@@@@@@@@@@@@@@@

@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


links

BLOGS DA CASA

EFEMERIDES

Aniversarios Blog

Culinaria

K I K A

Paginas de Diário

2020

2019

2018

2017

2016

2014

2015

2013

2012

2011

2010

Cá estou ...

Mais alguns...

Alguns...

Alentejo

Eurico Gama

Artigos sobre...

Escola Musica / Coral

Elvas Cidade...

Escritores e...

A Familia

Sebastião da GAma

Minhas sobrinhas Bisnetas

Meus sobrinhos Netos

Meus sobrinhos

Diversos...

Páscoa

São Mateus

Cartas especiais

noticias em Jornais

Dia da Criança

Cartas do Brasil- 1996

AÇORES

Juromenha

Col. de Gastronomia

O Natal

Exp. MuseuTomaz Pires-1984

Exposição PERCURSO-2008

HistóriasCmezinhasEreceitas

Revista Sénior

JOSÉ RIJO

Hospital e Maternidade

Livro de Reminiscências

Livros- de HistóriasInfantis

  • A história da Cotovia
  • A história de uma Flor
  • A historia do Castelo
  • AlendaMisterioso vale florido
  • O sonho da Joca
  • A menina de Trapo
  • A avó conta 1 historia
  • Conto - Margarida - 1
  • Conto-Margaridavaicontente
  • ... então sonhei!
  • O Cavalinho encantado
  • A princesa Jasmim
  • Aurinha está doente
  • Arnaldo o terrivel
  • A Cabrinha
  • Era uma vez ...
  • O pequeno castanheiro

Dias festivos

Programa de Poesia (radio)

Crónicas na Revista

Livro de Poemas - I

Livro de Poemas - II

Livro de Poemas - III

Livro de Poemas - IV

Aniversários Linhas

Livro Rezas e Benzeduras

Livro das Flores

LivroJoaoCarpinteiro

A Visita - Despertador

Programas se SãoMateus

Entrevistas

Entrevista - TV-Videos,etc

Visitantes no Blog

Blogs- quem nos cita


Posts mais comentados


arquivos



Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.