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Carnaval de Elvas de 1954

Sexta-feira, 05.02.16

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António Lucas

- Maria Celestina Ramos

- Ilda Serrano Lucas e Fonseca Luis

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Arménio Rodrigues

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Abilio Godinho

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António Mascarenhas Bráz

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A Rua da Cadeia 

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António Mascarenhas Braz

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Dias da Silva

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Sr. Eurico Gama (rosto enfarinhado)

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Dias da Silva

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Rua da Cadeia

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Rua da Cadeia

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publicado por Maria José Rijo às 13:06

Parabens Luciano

Terça-feira, 21.06.11

 

Não sei se ainda recebe o Linhas de Elvas para estar a par
das inovações que por cá acontecem.

Elvas está no Guiness com um bacalhau dourado de dimensões faraónicas.

Foi um sucesso!

http://youtu.be/9ziX61afLMY

Inesperadamente a nossa cidade pode voltar ao Guinness porque
não consta que se festeje o Carnaval nos Santos Populares, como no sábado- 18
de Junho – por cá aconteceu.

Não acredita? Aqui está o testemunho fotografico.

 Aqui fica este bom  motivo para se rir no dia dos seus anos.

Com muitas saudades, um grande abraço de  Parabéns  

da sua velha amiga

Maria José

...

 

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publicado por Maria José Rijo às 02:34

O pretexto da visita

Segunda-feira, 09.03.09

Jornal O DESPERTADOR

Nº 247 – 25 de Fevereiro de 2009

A Visita

O pretexto da visita

 

Qualquer pretexto serve para conversa.

Qualquer conversa é pretexto para entreter uma visita.

Nesta altura de Carnaval comentar máscaras e cortejos daria pano para mangas.

 Daria! - Mas se até o Carnaval já não passa de uma triste repetição, “dum transplante” desajustado do calor do Brasil para o frio de Portugal, sem graça e sem carisma...         

Se até a folia à antiga portuguesa dos festejos de comadres e compadres, já passam em brancas nuvens...

Dos “assaltos” com máscaras trapalhonas ou os outros de fatos a primor com bailes e fartas ceias também já são se ouve falar...

Se, tudo isso, são apenas recordações...

De nosso, o que se vê por aí, são as os rostos amarelos, as caras da crise e o desconsolo indisfarçável dos cortejos onde as ocupantes dos carros parecem cumprir mortificadoras penitências, tão quietas, e pouco alegres se mostram...

Salvam-nos as crianças que inocentes se divertem, por tudo e por nada e para quem andar a passear de mão dada com a mãe o pai ou os avós já é festa, quanto mais espalhar confetes como quem semeia sonhos.

Assim, que, procurava qualquer coisa que me causasse admiração,

algum espanto, ou curiosidade, qualquer coisa diferente para não cairmos na mesma monotonia repetitiva dos Carnavais.

Dava voltas à minha imaginação procurando um tema.

Para disco partido repetindo até à exaustão suspeições e tramóias de gente – dita de bem - que usa colarinho branco a vida inteira como máscara  tão perfeita, que até parece mentira que sejam , quem na verdade são... – já temos os noticiários...

Desesperava.

Nada de novo no nosso pacato horizonte.

                  

A cidade a cair.

Os roubos e violências – q. b. para inquietar...

O horror do resultado da obra do abate das árvores e corte das esplanadas da muralha a crescer em fealdade e inutilidade, como se previa.

Ninguém reclamava um autódromo!

Mas... há sempre um mas.

Eis que chega uma revista de propaganda socialista editada pela Câmara.

Nela se anuncia a recuperação do poético jardim das laranjeiras.

À saudável alegria da notícia junta-se o receio...

O que sairá desta vez!!!

Será o seu aproveitamento idêntico ao da Quinta do Bispo?...

A ver vamos – dizia o cego...

Na contra capa, celebrando a festa da época, uma máscara a preceito.

Com seu nariz vermelho, seus óculos desmesurados, seu cabelo multicor.

Então descobri a novidade.

Que graça!

Em trinta e uma páginas – há dezoito – dezoito – repito - que não trazem um rosto que costuma fazer as delícias deste povo que o ama tanto, tanto que estou convencida que sem esse ícone cinco ou seis vezes por página, como já tem acontecido, nem saberá ao certo de quem é este álbum de fotografias.

 

Bom Carnaval para todos.

 

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 20:30

Carnaval - Reminiscencia V

Sábado, 21.02.09

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.489 – 5 – Fevereiro - 1999

Conversas Soltas

Reminiscências 5

 Carnaval

Ora ainda bem que o Carnaval chegou!

Só assim, com máscara, serei capaz de contar algumas reminiscências especiais, o que, se calhar, noutra altura, não me atreveria a fazer.

Começo por uma história que sempre ouvi referir como aprendida em Barrancos.

Até calha bem! - Barrancos, agora está na berlinda.

Creio, que em boa verdade, o contador, senão, o inventor, desta brincadeira situava em Barrancos todas as anedotas que contava. Ele tinha um bom motivo. Era a mistura de espanhol e português que compõe o dialecto que por lá se usa. Usando-o tornava a linguagem mais colorida e conseguia da assistência reacções mais efusivas

Então a garotada delirava de riso. Mas vamos à história!

Parece que um santeiro quis comprar a uma mulher o tronco de uma velha laranjeira para com ele esculpir um S. Cristóvão. A proprietária do cobiçado material, não estava muito disposta ao negócio porque era lá que atava o burro sempre que o arreava para ir à vila tratar da sua vida ou, no regresso, para descarregar os seus avios.

Porém ao perceber a finalidade a que se destinava o tronco, cedeu prontamente. A partir de então tornou-se devota do santo e quase o considerava como membro da sua família.

Ia vezes sem conta à capela onde a imagem era venerada e com ela mantinha em pensamento conversas sem fim. Ora acontece que uma das suas filhas ficou para casar e a nossa heroina lá foi mais uma vez desabafar com o seu santo. Contou-lhe das suas dúvidas e receios por tal casamento e concluiu as suas preces, de pé, em frente da imagem enaltecendo e valorizando assim a sua intimidade:

                  

                   S. Cristóvão poderoso

Milagreiro

Obra prima do santeiro

Pureza de criatura

Maravilha de escultura

Varão santo

Cara de anjo

Olhar doce

Divinal

Milagre da natureza

Da estaquita do meu burro

Sois irmãozito carnal

 

Mas... há sempre um mas; e, o dito casamento foi uma verdadeira catástrofe e a nossa heroína ofendida com a negligência do santo, que não cuidou de servi-la a contento, como ela pensava, ser de sua obrigação, dada a sua origem que lhe era tão familiar - não fez mais nada -  cruzou o xaile no peito, avançou furibunda para o santo e em altas vozes deu largas ao seu ressentimento dizendo:

 

S.Cristóvão

Cristobaça

Pataça

Manaça

Cara de cuerno

Patifon

Assim como tendes las fuças

Assim me deste el genro

 

E, assim, numa brincadeira, se põe a nu a mudança que se opera nas pessoas quando os seus interesses são beliscados.

Passam, os ídolos invocados, de santos a demónios e, no auge da ira, por não puderem por o mundo a rolar a seu gosto, esquecem as blandícias com que pretendem levar os outros a servi-los e mostram, até na linguagem, a verdade dos seus corações.

Sábio é o povo. Tolo, será, quem não o entender.

 

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 22:41

Conversa a três

Segunda-feira, 05.01.09

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.702 – 21 – Março - 2003

Conversas Soltas

 

                 

Suspendi a leitura de um pequeno livro da autoria de Maria Isabel de Mendonça Soares “Ao Ritmo do Calendário” - Tradições Populares Portuguesas,

(que recomendo vivamente a quem gosta destas coisas), para ler o Linhas de Elvas acabadinho de chegar nesse momento.

                

Este livro que refiro, é, cito: «um feixe de artigos publicados nos Cadernos de Educação da Infância, órgão da Associação de Profissionais de Educação Pré- escolar» que a Escola Superior de Educadores Da Infância Maria Ulrich, editou.

Ia eu a páginas trinta e sete, e lia precisamente o capítulo intitulado: “Carnaval português”, quando troquei o livro pela apetência das noticias locais.

Saciada a interessada curiosidade passei aos artigos de opinião.

E, eis que o meu grande Amigo João Aranha (quando traz cá a Fernanda?) após ter focado o tema dos seus deleites, o toureio, junta à sua crónica um apontamento sobre o figurino do Carnaval de agora que compara com velhas tradições bem portuguesas, mais ou menos em desuso.

Então, somei: uma, mais um, mais uma, e já ficamos três a “olhar” o Carnaval...

Vamos ver como...

Maria Isabel (ou não fosse formada em Filologia Românica, e, autora de literatura para a infância), o capítulo, Carnaval Português, assim: “No tempo em que as penitências e jejuns quaresmais eram muito rigorosas, a Igreja concedeu pedagogicamente três dias de folia imediatamente anteriores ao inicio da Quaresma, durante os quais os cristãos podiam dar largas às danças, comidas e bebidas, uma vez que ao longo dos quarenta dias seguintes estariam privados de o fazer.

Daí, segundo alguns, a expressão latina «Carne vale» isto é, «adeus, ó carne». Há também quem faça derivar a palavra «carnaval» de «carro naval», ou seja, um carro em forma de barco onde era transportada, na Grécia, a estátua do deus Diónisos por ocasião dos festejos, em sua honra que, como todos os festejos, metiam comida, bebida e folia à farta.

De um modo ou de outro, o certo é que a tradição do Carnaval se mantém, apenas variável no dia de Fevereiro ou Março, consoante o início da Quaresma, a qual, por sua vez, estará dependente do Domingo de Páscoa, este devendo coincidir com a primeira lua cheia depois do equinócio da Primavera.

                           

E como tudo se interliga, também o Carnaval tem sofrido metamorfoses por influência de outros, que disto a comunicação audiovisual é a principal responsável.

Por isso se assiste a desfiles carnavalescos com «majoretes» à americana, e em que «cariocas» da Malveira ou de Freixo-de Espada-à-Cinta tiritam de frio sob as chuvadas e ventanias muito comuns nessa quadra, em clima português...”

Depois segue o texto falando da origem das máscaras, dos confetti, evocando velhos usos de Norte a Sul do nosso País e, como se trata de um livro resultante de “lições” dadas por quem ensinou Cultura Portuguesa e Literatura para a Infância, é logicamente um livro que distrai, observa... compara e ensina reavivando memórias.

Por tudo isto me assentou na alma como uma luva o apontamento, escrito como ele muito bem sabe fazer, quer na forma, quer no conteúdo, de João Aranha.

E, então ali fiquei eu a reviver as engraçadas touradas com palhaços a tourear bezerros tão pequenos, que também eles cabriolavam e, como que colaboravam com as palhaçadas que faziam rir até cansar novos e velhos naqueles saudáveis carnavais à portuguesa, quando pelo Alentejo, também as “danças” percorriam as ruas dos “lugares” e das aldeias oferecendo os seus espectáculos.

                

Eram sempre grupos de homens trajados com saiotes brancos enfeitados de cores vivas, vestidos sobre as calças de uso, que metiam nos canos das botas e atavam com nastros coloridos. Usavam camisas ou blusas , também de cor branca, lenços policromos ao pescoço e chapéus pretos com lindas  penas de pavão entaladas na fita que sempre contorna a copa.

         

Lembravam um pouco no trajar os Pauliteiros de Miranda.

Traziam consigo um mastro coberto de fitas de tons garridos, entrançadas com engenho de modo a cobri-lo todo. A dança consistia em desfazer e tornar a fazer o entrançado.

Um deles segurava o mastro em posição perpendicular ao solo. Os outros pegando cada um a ponta de uma fita giravam em  seu redor ao som da concertina, que nestas andanças, nunca faltava, cruzando-se de forma a  que, nunca se enganando  teciam a cobertura encanastrada.

Depois, agradeciam os aplausos, passavam o chapéu pela assistência recebendo os bolos e, certo e sabido que os taberneiros das redondezas tinham bom dia de negócio...

Outro costume, e esse ainda subsiste, era o dos mascarados trapalhões.

             

Confesso que para meu gosto, é a única manifestação carnavalesca a que acho graça, muito principalmente quando na sua apresentação está implícita qualquer espécie de critica, social ou política, desde que não seja ofensiva ou grosseira.

Mas...o curioso desta conversa, para mim, está apenas no acaso de se terem juntado três olhares sobre o mesmo tema duma forma  tão inesperada como coincidente.

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 22:22

CONTO PORQUE É CARNAVAL

Sexta-feira, 01.02.08

     A revolução do 25 de Abril apanhou-me em Beja.

… Beja, Moura, Cuba, Santa Vitória são as terras do Alentejo onde a vivência temperou o meu gosto de me saber Alentejana.

Sou Alentejana, gosto do Alentejo, e gosto da minha boa gente – a gente das aldeias – com quem convivo com o afecto e a facilidade de quem, por lá, se sente em casa.

Foi-me por isso possível andar por entre gregos e troianos naqueles tempos conturbados e, assistir a situações, por vezes, com seu quê de chaplinesco.

Trabalhava em nossa casa uma empregada, que se filiou no M.ES. e que, por vezes, pela manhã, nos aparecia ensonada e sem ânimos para fazer fosse o que fosse, porque chefiava “um bando” de ocupadores de casas, que exercia a sua actividade pelas noites e madrugada.

Perguntei-lhe um dia se já escolhera entre dezenas de habitações, que já tinha ocupado (alguma até com os proprietários lá dentro), uma, para si própria.

                 

-- “Que não! – Para ela queria a do antigo patrão, (que até nem era má pessoa) mas que vivia sozinho, e portanto, possuía uma habitação grande demais para ele!!!”

“E, que uma sua comadre e companheira de liderança, naquelas actividades nocturnas – essa – queria a casa da Dona Fulana, que deveria então ficar a lavar-lhe a porta da rua, como ela até então lhe fazia”.

Expliquei-lhe que a finalidade de uma revolução não deveria ser mudar a injustiça de lugar – mas sim dentro do possível semear justiça, sem ódios ou vinganças – embora soubesse que falava para cesto roto!

-- Por norma, costumava contar a pessoa amiga toda ligada a actividades politicas, estas conversas.

Ora, um dia, essa pessoa, resolveu ir falar àquela gente para “explicar coisas” e desfazer confusões”. Foi!

Deixaram-ma falar. Depois, quando ela entusiasmada com a atenção que lhe prestaram pretendeu exaltar os benefícios da cultura, do acesso aos livros, etc. etc. uma voz de entre a multidão disse com sarcasmo e troça:

“Cala-te facha! A genti o que quéri é dinhêro e casas”! – Nã procisamos de papéis! Nã temos lojas p’ra fazeri embrulhos! E só gostamos papéli p’ra limpari o rabo (com sua aleçença!) – ca genti nem sabe léri!”

Foi o fim!!! Uma galhofa – (como me contaram!).

Ao ouvir já duas vezes na propaganda partidária, através da rádio a afirmação de que todas as Câmaras A.P.U já inauguraram sanitários – não resisti a uma gargalhada por ligar estas duas histórias deste Carnaval… da vida.

 

               Maria José Rijo

@@@@@@

Á La Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1773 – 15/Fevereiro/1985

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 01:44





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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






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