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Carta Carolina - 5

Sexta-feira, 14.12.12

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publicado por Maria José Rijo às 19:39

Carta Carolina - 4

Quinta-feira, 15.11.12

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publicado por Maria José Rijo às 22:37

Cartas Carolina - 3

Sexta-feira, 02.11.12
 


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publicado por Maria José Rijo às 21:57

Cartas Carolina 2 -

Sexta-feira, 12.10.12
 


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publicado por Maria José Rijo às 21:19

Cartas Especiais - 2 - 1955

Quarta-feira, 26.09.12
Cartas de Maria Carolina para a sua Tia Zé

 


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publicado por Maria José Rijo às 23:37

Helena e Sofia (Madeira) - cartinhas - 1984

Domingo, 03.06.12

HELENA e SOFIA

 

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publicado por Maria José Rijo às 22:43

CARTA A ELVAS

Quinta-feira, 27.10.11

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.878 – 6 de Março de 1987

A La Minute

CARTA A ELVAS

 

Querida Elvas:

Obrigado por não teres faltado. Foi muito bom ver-te, presente e interessada, no colóquio em defesa da língua portuguesa.

Confesso que tinha um certo receio de que estivesses tão distraída ou ocupada, que não aparecesses. Ainda bem que assim não aconteceu!

Penso que tudo quanto se passa na tua Biblioteca e no teu Museu te diz particularmente respeito que deverás aparecer deliberadamente, sem esperar convites especiais.

Aqueles espaços são teus, e por essa razão farás muito bem indo lá sempre que os assuntos te suscitem curiosidade ou interesse. Afinal, ninguém desdenha saber o que se passa em suas casas, como é lógico.

Porem, de qualquer modo, confesso que estou a escrever para te dizer… obrigado! … Obrigado, de verdade, pelas manifestações de compreensão que dás com a tua presença.

Isso ajuda. Tu sabes.

Preparar uma reunião e depois não ver aparecer as pessoas a quem ela se destina não é só desagradável… é triste!

Olha, Elvas, aproveito para te prevenir que no sábado dia 7 às 17 horas, na Sala Públia Hortênsia, vamos abrir o piano e tocar um bocado. Vai ser uma tarde diferente, e ao mesmo tempo, um bom pretexto para estarmos juntos de novo.

Tu sabes que não me canso de repetir que tu tens muita sorte. Tens uma Biblioteca linda. Invejável. Preciosa, podes crer.

Goza-te bem dela. Utiliza-a. Vale a pena, não tenhas a menor duvida.

Desculpa a insistência. Não te roubo mais tempo. Ainda tenho umas coisitas a preparar para o nosso encontro.

Não te esqueças, Elvas, aparece. Sem ti, não há festa possível.

Escutarás Bach e haendel! … vais gostar… verás.

Conto contigo… já sabes.

 

Maria José Rijo

 

P.S. – Podes levar as crianças.

Há sempre lugar para elas e, como toca também gente nova “elas” não irão aborrecer-se.

Espero-vos

 

Maria José

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publicado por Maria José Rijo às 19:12

Cartas na mesa

Terça-feira, 21.04.09

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.872 – 29 – Junho - 2006

Conversa Soltas

 

Disse um dia André Malraux:

“Os homens devem unir a força e o sonho e fazer que

a força seja digna do sonho.”

 

Quando assim não é – quando a força só esmaga porque sendo força julga poder prescindir do sonho - o mundo não pára, não pára - porque recua...

                               

Há um pequeno poema, de Morellett, intitulado: Ronde – que traduzo assim:

“ Se todos os maus do mundo pudessem ameaçar-nos com os punhos, poderiam eles quebrar a ronda que lhes barra o caminho?

Não! Todos os maus do mundo são menos fortes sobre os caminhos do que o Homem arrebatador que na ronda tem o coração nas mãos.”

 

Estas são coisas em que eu acredito. Que tive a sorte de “encontrar” e me sinto no dever de repartir em acção de graças por a Vida as ter posto no meu caminho, mas que eu identifico como pertença dos caminhos da consciência da humanidade.

            África Berço da Humanidade

Li, li já sem espanto, mas com profunda mágoa, com vergonha até, um comunicado emitido nesta cidade tentando devastar e demolir a credibilidade de o jornal “Linhas de Elvas”, porque, não está funcionando, como as rádios locais, ao gosto dos políticos do momento.

O próprio Salazar – multava – censurava – mas não intrigava.

Até para ser Ditador, é preciso ter dimensão!

Um jornal não é um boletim, nem pode ser um panfleto! Não pode fazer as vezes de um vulgar comunicado de propaganda seja de quem for.

Um jornal, para merecer esse nome, tem que dar voz à pluralidade de pareceres dentro das suas directrizes morais e ideológicas.

Tem que ser aberto democraticamente a toda uma comunidade responsável, que o saiba usar com respeito por ele, pelos outros e por si própria, porque um jornal, rege-se por princípios éticos.

                       

E, ninguém poderá jamais deixar de reconhecer esse mérito e essa honra ao jornal Linhas de Elvas.

É só recordar:

Estou neste jornal desde antes de o seu actual Director ter nascido! (... vão todos os anos que o Jornal já conta...)

Sei que ele me estima e respeita, no que há reciprocidade - no entanto – várias vezes até com sublinhados foram nele publicadas cartas emanadas da Câmara, “no seu estilo peculiar” onde nada de simpático ou, cortês pode ser lido a meu respeito!...

Devo confessar, que sempre achei que assim deveria ser, e que a minha opinião, foi sempre a mesma: - publique-se!

           

Porque – no meu entender – só tem direito a receber louvores, sem se considerar bajulado e alvo de falsas lisonjas, quem tiver a coragem de aceitar críticas ainda que as possa achar injustas, e lhe doam.

De qualquer forma a crítica é sempre a outra face da moeda. Mesmo oculta ninguém dúvida – porque é inegável – que ela existe...

              

Há, sim, que encontrar humildade para a aceitar e coragem para a ponderar, à luz do nosso entendimento.

Ninguém pode ter a estultícia de querer agradar a toda a gente!

Nem todos temos os mesmos credos. Mas todos poderemos ter igual sentido de dignidade.

 

O Senhor Comendador Nabeiro, por exemplo: - para falar de alguém que todos conhecem -  é socialista e estando eu ao serviço da Cidade sob e égide duma Câmara PSD ajudou – sem hesitações - na fundação da Escola de Música de Elvas como, com a sua visão de cidadão do mundo e inteligência - sabe fazer - indiferente a tricas de comadres - porque ele é daqueles que, como outros portugueses esclarecidos, sabem fazer que a força seja digna do sonho.

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 23:23

A visita de despedida

Quarta-feira, 25.03.09

Jornal O DESPERTADOR

Nº 249 – 25 de Março de 2009

 

 

 

À primeira vista parece com este título, vou desaparecer de circulação!

Não é o caso.

Tenho, por força de circunstâncias várias, que alterar hábitos e compromissos. Gostando de cumprir civilizadamente o que considero as minhas obrigações de amizade e deferência para quem me merece estima e consideração, aqui estou a contar que afastando-me fisicamente de Elvas – porque de coração e atenção, estarei sempre, tão atenta, quanto puder – as minhas visitas – mais ou menos quinzenais, passarão a acontecer, só, se, e, quando me for sendo possível.

                   

Sendo de despedida a visita, gostaria que fosse leve, o assunto de conversa mas, como nem tudo é de nossa escolha, terá que ser para contar um triste, quase escabroso, facto.

Escrevi e assinei – como é meu uso - uma opinião sobre obras em Elvas que – penso – denigrem a cidade. Usei um direito igual ao de quem, com a mesma frontalidade, o quisesse contradizer.

                

Quem me conhece sabe que uso o computador apenas para escrever e imprimir. Tendo embora Internet só sei consultar uma pequena lista. Dela fazem parte, de Elvas, apenas – os que têm rosto – Câmara dos Comuns – Dina – Dualidades – Tasca – e – logicamente o honesto – Zé de Melo – que, funciona como uma voz da cidade, que embora se não identifique, frontalmente, procura ser – a voz de todos.

                

Daí a minha surpresa, quando na minha caixa do correio apareceu escrita em computador uma carta sem assinatura que transcrevia – parte – de um texto insultuoso que – estaria na net – no blog de um individuo do sexo feminino, (que em nome de homem se disfarça) – e, de cujo bilhete de identidade, me forneciam cópia, que juntavam.

Não fora isso e teria ido tudo directo ao lixo – sem sequer ser lido como uso fazer, em tais casos.

Pedi a pessoa amiga que visse se era verdade.

 Que sim! - Foi-me dito.

 Como não falo com fantasmas, passei adiante, e – fiz questão de não ler o texto – de que só conheci a mostra que recebi e prova o que “vale” o anónimo que o produziu.

A cópia do documento, que vinha anexa, enderecei-a ao próprio indivíduo com uma pequena carta manuscrita em que dizia apenas, mais ou menos isto: - recuso-me a acreditar que “…” tenha escrito tais coisas…

Seja frontal – assine o que escreve – não se esconda sob nomes falsos ou anonimatos.

Já obtive resposta com aviso de recepção, que, como é lógico, não fiz gosto em conservar…

                     Entre Linhas...

E, meu conto terminado, já que mais nada posso fazer por quem parece muito temer, quem muito desdenha – dou o assunto por encerrado dizendo como o Bocage quando devolveu cheia de rosas a canastra que cheia de lixo lhe haviam mandado.

 Cada um – dá do que tem!

Até que Deus queira!

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 20:14

Em tempo certo

Terça-feira, 09.12.08

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.468 – 4-Setembro-1998

Conversas Soltas

           

Aqui o temos - como todos os outros - em tempo certo!

É o nono, é Setembro!

Quando ele se aproxima, o meu coração de elvense, tem um vibrar diferente.

É verdade! - E, penso que, como também acontece num qualquer Natal, assim acontece nesta época, com todos os elvenses.

Setembro é o mês das evocações, é o mês das saudades, o mês das celebrações.

Começo pela casa: -“ o nosso Linhas”, completa quarenta e oito anos de idade.

É data de festa para celebrar - celebremos !

                        

Celebremos com a alegria e a responsabilidade que a efeméride suscita a todos quantos reconhecem que por mérito próprio, muito principalmente, um jornal de província, não desmerece ao longo de quase meio século do apreço e estima dos seus leitores e assinantes.

Saudemos com gratidão e amizade quem o produz, – desde quem o pagina a quem o escreve e a quem por ele se responsabiliza e lhe traça com coragem e isenção o caminho do futuro, e, também, a quem discreta e obscuramente lhe dá vida

Saudemos os seus assinantes e leitores, todos quantos lhe querem bem!

Depois, inevitàvelmente, outras lembranças se perfilam na memória.

Foi em Setembro que o seu fundador partiu. Vão oito anos, já, depois desse dia.

Evoco Ernesto Ranita Alves e Almeida!

Honremos com saudade e respeito a sua memória e, evoquemos também o “Fausto”e todos quantos deram, a seu jeito , muito da sua alma a este jornal  e também já partiram.

Escrevo como paradigma um outro nome.

Um nome apenas: - que mais não é necessário: - José Tello.

Por estas e outras demais razões eu sinto que Setembro com a aproximação das festas cria na nossa cidade um clima diferente só comparável em emoção com a envolvente ternura dum Natal.

Não há coração de pobre ou rico que não guarde uma referência por pequena que seja relacionada com as festas de Setembro, a data aglutinadora, por excelência das gentes da nossa região, em que todos correm para o abraço de familiares e amigos e para ajoelhar crentes e submissos aos pés do Senhor Jesus da Piedade. - Para o calcorrear vezes sem conto arraial acima e abaixo - até ter os pés cheios de bolhas... e os olhos a fecharem-se de cansaço.

É assim Setembro - cheio de lembranças, de presenças, reais ou virtuais , mas, sempre pleno de vida interior que o prenuncio do Outono envolve nesta “nossa” luz doce, suave,  com tons difusos de violeta e rosa  como não há igual .

************

Para aqueles dos meus possíveis leitores para quem estas datas são revividas pelas memórias da saudade, deixo, de presente, uma carta que escrevi para agradecer um belo botão de rosa e um sorriso de amizade que recebi...em tempo certo.

 

É que: - Vida! É sempre: - Vida! Apesar de todos os pesares...

 

Carta

(oito dias depois do dia da Mãe)

 

A rosa que me deste

Morreu hoje

Chegou em promessa, – fechada num botão

como fechada

estava a tua mão que a segurava...

Com ternura de mãe

a recebi, a amei e lhe sorri

Sorria-lhe todas as manhãs, desde então,

agradecendo - em silêncio - a sua companhia...

que renovava no meu coração, a esperança,

que é sempre filho e flor...

Depois, todo o tempo ela comigo compartia,

a beleza que a fazia ser rosa! - me vergava a seus pés,

e que eu recebia, como se, só para mim, ela fosse nascida...

... Há cada vaidade nesta vida!

Ontem - achei-a diferente

Ela já não me correspondeu...

Tinha a cabeça curvada

O ar vencido de quem tudo teve

e tudo já perdeu...

Hoje - recolhi-a pétala a pétala

Era ela toda - e já era nada!

Toda na minha mão fechada

e toda desfolhada...

Como penas de ave - sem  voo - sem bater de coração..

Já nem era, nem fresca, nem formosa.

Já nem era rosa...

Era ausência e frio

Sem calor de vida – nem era sorriso...

... mais... um arrepio...

Mas...sempre, lembrança doce e triste e linda,

que na alma se fecha silenciada

e, como perfume emanado da rosa...

dela se guarda a ventura que se goza...

Na alegria pura, como a pura dor...

de viver um sonho

ainda que breve

...como um tempo de flor...

 

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 20:14





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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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