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DIA INTERNACIONAL DA POESIA

Sábado, 21.03.15

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Dia Internacional da poesia. Uma arruada poética marca, em Elvas, as comemorações do Dia Internacional da Poesia, sábado 21 de Março, a partir das 11 horas, e com passagens pelas principais artérias do Centro Histórico.

À semelhança de anos anteriores, vão ser distribuídos três marcadores de livros, com três poesias inéditas de três autores do nosso concelho: Maria José Rijo, Leca Dores e José Chilra, e imagens do nosso património, numa organização da Câmara Municipal de Elvas e colaboração do Grupo de Poesia Sénior, da Universidade Sénior elvense, que irá ao longo do trajeto declamando poesia.

Para além disso, os marcadores vão ser distribuídos, posteriormente, nas escolas do concelho e estarão disponíveis para oferta na Biblioteca Municipal de Elvas.

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publicado por Maria José Rijo às 11:39

Parabéns GUS

Sexta-feira, 18.05.12


.

Colhemos ontem, quinta feira de Ascenção,

véspera do seu aniversário. o tradicional

raminho da espiga que aqui lhe trazemos

com os desejos de Felicidades.

Foi bom andar pelos campos, olhar o Guadiana,

agora imenso, depois do Alqueva e pensar em todos

familiares e Amigos para quem sempre

sonhamos e pedimos a Deus - Tudo de bom.

Um abraço grande, tão grande que chegue até si,

esteja onde estiver.

.

Beijinhos

Tia Zé

e Paula

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publicado por Maria José Rijo às 01:25

Em dia de Aniversário - de Aristeu

Sexta-feira, 10.06.11

 

 Para matarem saudades -

 um pouco

do nosso Alentejo

....

 

 em dia de quinta -feira de Ascenção.

por esse motivo as Papoilas, o trigo,

a oliveira, os malmequeres

com toda a simbologia

do "Raminho da Espiga"

 

..

Que como sabem se oferece nesse dia desejando

alegria, pão, paz e dinheiro.

Votos que aqui ficam hoje com um abraço

grande de Parabéns

da Tia Zé e Paula

Beijinhos para as pequeninas

no seu primeiro aniversário.

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publicado por Maria José Rijo às 00:00

Dia especial o de hoje...

Domingo, 01.05.11

 Pequeno poema

Quando eu nasci,
ficou tudo como
estava.

Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve
Estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e
agradeceu.

Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão
eu.

As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...

Pra
que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de
minha Mãe...

 

Sebastião da Gama 

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:30

Dia da Mulher

Segunda-feira, 24.05.10

 

 .

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publicado por Maria José Rijo às 14:59

Dia da Criança - 1988

Quarta-feira, 03.06.09

Á LÁ Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.944 – 10 de Junho de 1988

DIA DA CRIANÇA

 

Todos sabemos que os Dias Mundiais de “qualquer coisa”, querem apenas fazer uma chamada de atenção, ao menos uma vez em cada ano, para causas importantes, que são negligenciadas no dia a dia das comunidades.

             

Assim nos vamos perdendo dos Santos patronos, que o calendário cristão atribui a cada data, para as ir referenciando pelas novas designações:

Dia do Pai

Dia da Mãe

Dia da Criança, etc, etc, … de cada dia, assim rebaptizado, vamos tentando fazer dentro de nós, uma espécie de Natal, com a redescoberta de como é bom manifestar afecto e cuidados, aqueles de quem descendemos ou que

                 

descendem de nós. Vamos sentindo como é bom semear alegria nas caras rugosas e cansadas dos mais idosos, ou nos rostozinhos macios e rosados dos mais pequeninos.

No passado dia 1 de Junho, Elvas fez a sua manifestação de ternura a criançada do concelho.

         

Quem pode e quis ir ao Jardim Municipal, viu como foi.

Houve cantigas, ranchos, representações.

Houve pinotes sobre a relva, até não querer mais…

Houve correrias, farnéis comidos à sombra das árvores, convívio aberto de crianças contentes.

Houve refrescos para quem quis, e balões a rebentar nas mãos de alguns.

              

Foi um vaivém colorido. Foi festa!...

Houve cenas de beleza e ternura para não esquecer nunca mais.

Uma amiga estava comigo e vimos:

                  

-- Um rapazinho – 8 anos, talvez – lambia deliciado um “corneto”. Em seu redor alguns garotos mais; então, o dono do “tesouro” parou de lambarice e perguntou aos outros: - Querem?

         

Houve sinais unânimes de assentimento. Com o gelado em punho, o dono do petisco, deu-o a lamber, duas ou três vezes aos companheiros, depois calmamente regalou-se com o resto.

Pode não ser higiénico. É verdade! Mas foi “doce” também de ver, e nestas circunstâncias, qualquer coisa me segreda que não há micróbio que resista ao Amor!

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:19

Dia da Criança - 1989

Segunda-feira, 01.06.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.994 – 9 de Junho de 1989

Dia da Criança

 

Deixou-me o carteiro notícias, da minha infância distante, com uma carta de amigos perdidos no tempo há muitos anos.

Casa-lhes a filha única e, quiseram repartir essa alegria com aqueles da sua geração ao lado de quem brincaram, estudaram e sonharam futuro.

             

“Sou da minha infância como de um país”

 escreveu St.Exupéry.

 

Logo me ocorreu a lembrança da frase que nos ensina a identificar a nossa segunda pátria.

Evoca-se, vida fora, mais do que a terra onde se nasceu, a infância vivida onde quer que fosse: mais do que ruas e paisagens, a lembrança que cada um transportará sempre dentro de si, é a do “espaço de amor” onde cresceu e lhe ensinou a confiar e a crer, lhe deu segurança para caminhar, ou a falta dele. Doce ou amarga a infância é sempre a raiz de onde se provém e onde se esboça a nossa qualidade de gente: a fonte, o país de origem da nossa maneira de ser e estar entre os demais.

Por alguma razão se nasce tão pequenino que se cabe inteiro num abraço que tem que ser apertado para nos acolher a segurar, e se depende dum coração que nos tenha desejado ou nos perfilhe e aceite.

Dia da Criança, quase se poderia ou deveria dizer – dia da sementeira – ou dia do pão, como se chama neste nosso bendito Alentejo, à seara de onde se tira o sustento de cada dia.

      espiga[1].jpg

A diferença é que o “Pão” rega-o a chuva, cria-o o ar, o vento, o sol que do céu nos vem.

Para as crianças – pão do futuro – somos nós o sol, a chuva, o bom e o mau tempo que as forma ou deforma , que, presente do céu – são elas – nós, apenas terra de amor ou indiferença – país de infância, a que jamais fugirão.

“Sou da minha infância como de um pais..”

… Escreveu-me uma amiga desse “país” distante, tantos anos volvidos.

Ninguém esquece ninguém que lhe toque o coração para o bem ou para o mal.

Permanece-se, sem que disso nos demos conta, na textura da sensibilidade de muitos por quem passamos distraídos ou indiferentes, quando por nós esperavam.

Deve ser esse o maior risco da aventura de viver – passar sem ver!

É nossa a hora!

A obra é nossa.

Por uma única vez – da única forma possível: - definitivamente – saibamos construir esse país da infância - a que sempre pertencerão as crianças de hoje, as que de nós dependem.

 

Se for esse o nosso desejo mais sincero nas extremidades frágeis dos nossos gestos imperfeitos – hão-de nascer flores.

 

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:41

O oficial de dia

Terça-feira, 24.02.09

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.862 – 20-Abril-2006

Conversas Soltas

[Foto+perfil.gif]O oficial de dia

A confusão persiste.

Eu, falei de ética! - Melhor dizendo: da sua ausência! - Comentei procedimentos, (que ninguém desmentiu) atitudes, políticas. Não pessoas.

Uso os meus direitos e deveres de cidadania.

A resposta que da Câmara emanou, (enfermando da mesma doença) deu-me a sensação de fazer parte da novela da SIC. Que eu também vi; e agora terminou.

Porque, também nela havia um “coitadinho”, uma “mázona”, e um “mundão” de “vítimas sofredoras”, por “casua”( como diria o irmão da personagem, Mirna), da “tal” muito, muito má, que estragava o paraíso daquela gente perfeita e impoluta.

Ora deixemo-nos de histórias!

Não sou eu como indivíduo que estou em causa. Nem é a pessoa de Rondão Almeida. São as nossas afirmações. As nossas atitudes, a nossa linguagem!

Eu, avaliei o que foi dito. Não menti. Se o tivesse feito teria que pedir desculpas. E, fa-lo-ia.

Quem não quer ser lobo, não lhe veste a pele!

Ninguém é intocável, nem infalível.

Argumentos combatem-se com argumentos, não com insultos.

      Deste “auto” que – aqui - dou por terminado, porque não tenho paciência para especulações emocionais, fica-me , em consciência, uma interrogação:

          Num panorama eleitoral, onde o ganhador tem – incontestada – maioria absoluta, porque causará tanto desconforto ao vitorioso eleito, uma única voz, a minha, perdida nessa escassa minoria que não vota nele?

        Vá-se lá entender isto!

Tivesse eu o Dom de ver para dentro das pessoas, como a ilustre Câmara demonstrou ter pela “missão” cumprida pelo seu oficial de dia – ao afirmar que eu sou assim e mais assado; e teria a resposta que, sem ele, não enxergo. (Essa do ódio, é também de novelas – sem dúvida!)

Em certas situações – de pungente ridículo – rir é o melhor remédio para não chorar.

Aliás, todas as pessoas que me conhecem, sabem que jamais neguei a capacidade de liderança, e indiscutíveis qualidades de trabalho, do presidente Rondão de Almeida etc. etc. etc.

Não lhe vislumbro, porém, nem modéstia, nem dúvidas, nem a mais leve presunção de que alguma vez possa estar enganado...e, isso assusta!

Critico-o, não pelo que fez, mas pelo que já desfez e o ofusca irremediavelmente... a Quinta do Bispo, a beleza e equilíbrio estético da Praça com a criação das modernas catacumbas, a destruição da austera nobreza da rua da Cadeia, com a aposição de bebedouros e outros pormenores que vão descaracterizando uma cidade, que muralhas a dentro, era – até então – ainda harmoniosa no todo, como uma peça inteira e única...

 Um milagre de preservação Uma jóia sem preço! - Sem mistura de pedras falsas.

Tinha programado, para hoje, transcrever a história interpretativa da nossa Bandeira, que, penso, vale a pena partilhar e conhecer...

Mas chegou-me “aquele recado”, e, como de cara descoberta, assino o que escrevo, assumo o que faço e digo, sem me fazer à piedade com lamúrias, porque tenho oitenta anos, não tenho quem me defenda e vivo só! – Ou, coisas afins, que poderiam ser usadas na circunstância, para me escamotear a consequências dos meus actos, – mudei o meu intento.

 

Não desejando, muito embora, desagradar, não é para agradar que escrevo.

Escrever, creio, ser o meu caminho. Tento percorre-lo com coragem, dignidade, e a ajuda que a Deus vou pedindo dia a dia Escrevo para Ser.

Às qualidades que já reconhecia a Dona Vitória junto agora a generosidade, com que provou o “rancho”. Ossos do ofício!

Cumprimento-a.

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 21:34

Minha Mãe

Segunda-feira, 08.12.08

 

.

Deu-me a vida e o mundo
Seus sonhos
Semeou-os em mim
E
, eu
neles vivia, me via e me revia
E, sendo ela tudo para mim
Nela tudo fui
No amor que em mim floria
Ela, não mo dizia
Mas, eu sabia!
Sabia que era assim
Bastava ver
Como ela olhava para mim...

Minha Mãe partiu
Levou meu mundo com ela

Deixou-me neste vazio
Sem tempo e sem idade

Como que suspensa por um fio
a balouçar sobre a eternidade


Maria José Rijo

 

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:17

Dia de Todos os Santos

Sábado, 01.11.08

 

 A cesta da lareira

em dia de Todos os Santos

 

Bom fim de semana a todos

 

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publicado por Maria José Rijo às 12:30





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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

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