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Daqui não há que fugir…

Segunda-feira, 14.12.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1925 – 29 de Janeiro de 1988

Daqui não há que fugir…

Ás vezes uma pequena frase, uma intenção pressentida, qualquer pequeno indicio, agarra-se ao nosso pensamento como uma ervinha seca se agarra ao fato. Agarra-se, fica, parece que lá não está. Passa desapercebida aos olhos, mas, um belo dia, ao correr da mão, pica e dá sinal de que persiste.

Foi assim comigo agora.

Procurava um programa na televisão. Tinha acabado a dose diária daquela lição de saber observar e saber contar, que é o “Roque Santeiro”.

Guardava ainda no ouvido as explosivas gargalhadas da Porcina a rebolar-se de gozo ao festejar o êxito da burla conseguida, que a livrava de ser caçada em flagrante delito de infidelidade, quando – apanhei no ar um fim de frase:

“A juventude hoje, sofre de falta de exemplos que a ajudem a interiorizar ideias e, ou qualidades”.

Passei á frente e repentinamente tendo consciência do que ouvira voltei a trás.

O programa, porem, já terminara.

 

Aquela, fora – penso – a frase conceito que rematara uma conversa, por certo com interesse, que bem gostaria de ter seguido.

Não sei ao certo qual foi o tema.

Poderia ter-se tratado de assuntos de jovens.

Poderia ter sido o relacionamento entre pais e filhos – ou – entre professores e alunos.

Poderia o tema proposto ter sido droga ou delinquência – talvez – tão-somente comparação histórica de usos, problemas sociais.

Não sei. Não ouvi.

Mas, fosse lá o que tivesse sido, terminou com uma frase onde o sentido era transparente e se agarrou a mim.

 “A juventude tem falta de modelos que ajudem a interiorizar qualidades”.

Ás vezes acontece isto! – Alguém num momento equaciona com precisão dados que se baralham na nossa consciência.

Lembrando que está assente que “Educar é Amar”…

    

Lembrando que “Amar é, primeiro do que tudo, dar”… teremos que concluir que para os jovens interiorizarem qualidades, cabe aos adultos e educadores dar exemplo e, daqui não há que fugir.

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 23:26

Começar pelo princípio...

Terça-feira, 06.05.08

Pois é!

         

A criança passa na rua pela mão de um familiar, responsável por ela.

        A criança, vê na loja um cesto, um saco, qualquer recipiente repleto de qualquer coisa de que gosta e a tenta.

A criança naturalmente levanta a mão e serve-se.

O familiar, olha, nada diz, faz as compras. Entretanto, no acto de pagar o comerciante diz. – O menino ou a menina tirou dois rebuçados, que são tanto…

      

O familiar diz: pago, claro, mas que ridicularia! – Cobrar o preço de dois rebuçados!

Parece que não sabe o que são crianças!

Sai da loja dizendo agastado: - não volto aqui! Calculem! Dois rebuçados!...

Pois é!

Entretanto a criança com a boca lambuzada de doce aprendeu que – dois rebuçados não têm importância... que sendo pouco, pode tirar, mexer...

Ninguém classificou o gesto!

Que se tornou lícito.

                      MicaelaMoranela

Criticou-se o dono do comércio porque a verba era insignificante!

E... entretanto o adulto responsável, perdeu a oportunidade de ensinar à criança: - peça desculpa ao senhor da loja. Não se deve mexer no que não é nosso e dê cá o rebuçado que ainda não comeu, porque não é assim que se procede.

O menino ou menina pede. Não tira..

 Não se serve do que lhe não pertence – seja palha ou ouro.

(porque então o comerciante, por certo teria dito: eu ofereço os rebuçados, mas compreendo que chame a atenção da criança.

A casa tem junto ao portão uma trepadeira conhecida por: dama da noite – dá um flores brancas que apenas têm de muito especial o intenso perfume que começam a exalar, mal o sol se põe.

Então quando regam o jardim, os donos da casa ficam sempre alguns momentos por perto gozando a delícia desse odor.

As pessoas passam na rua, algumas param e comentam. Que maravilha, aspiram uns momento o cálido bafo da noite e seguem…

                    espace temps

Outras, puxam, repuxam, arrancando ramadas que de seguida deixarão caídas pelo caminho mas, que, vão destruindo a planta.

Os donos, quando por perto, recomendam: não estrague. Não mexa! Não puxe!

E, as reacções são sempre: - por uma porcaria de uma flor!...

Esta gente pensa que tem o rei na barriga!

Entretanto a planta vitima indefesa de tanta cobiça e agressão vai – se finando.

                  3 amigos

Como é que não se pensa – e vê - que: se cada um que passa tira uma folhinha – porque uma folhinha não é nada... acaba reduzindo “a nada” o que era belo e encantava.

Dois apontamentos sobre factos que presenciei e que confirmaram a minha convicção de que... tem que se começar mesmo, mesmo,

Como o povo sabe e diz: - de pequenino é que se torce o pepino!

Se assim fora... desligavam-se os telemóveis antes de entrar nas

aulas...etc... etc...etc...

 

                          Maria José Rijo

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.963 – 3 de Abril de 2008

Conversas Soltas

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:33

Mais uma visita

Domingo, 25.11.07

          Acontece qualquer coisa fora do usual, e, aqui vamos nós em procura de alguém com quem comentar o facto, na tentativa de esclarecer ideias.

           É evidente que, quem vive só, nem que seja pelo telefone, chama alguém com quem possa trocar impressões, quando as situações não lhe parecem muito lineares. Se, porventura não tiver um destinatário especial para o assunto que o surpreende, ocupa ou preocupa e tiver a possibilidade de, por outra forma, procurar quem o entenda, não deixará de o fazer.

           É o caso.

           Comecei por dizer: acontece qualquer coisa fora do usual...

            Reparo agora, na falta de rigor, como me expressei – é que o meu problema resulta de ter verificado como vai sendo – normal – o Senhor Primeiro MinistroPrimeiro-Ministro José Sócrates mostrar-se desatento à cortesia, à maneira polida, que deveria utilizar, quando em funções, se dirige aos seus pares, quer na Assembleia da Republica, quer a visitantes do nível dos que compunham a Cimeira da União Europeia.

            Porque na Assembleia da Republica,

                                           

 só escuta palmas do seu Partido, enfurece-se, perde a compostura e vocifera acusando todos de dedo em riste como se fora o senhor do mundo num juízo final. Depois, em jeito de menino de rua, volta, não volta, trata todos por – vocês! 

           Quando bem disposto, alegre, disse para, visitantes do nosso país - como se estivesse no encerrar de um piquenique, marcando um outro : - espero por vocês, em treze de Dezembro! – Fazendo pensar ter caído em desuso a simples forma:- espero por vós, ou, espero-vos...

           É que, não estando o “vocês” errado – porque não está - do ponto de vista protocolar é um tanto desastrado.

            Deselegante, para quem tem diplomas de cursos superiores e obrigações de Estado.

           Estas coisas, entristecem os portugueses.

            Entristecem, e por mim falo, porque todos gostamos de ser representados por pessoas que possamos admirar e, não é o facto de andarem bem vestidos, terem boa figura, usarem fatos e gravatas que custam mais do que alguns salários mínimos juntos, que os tornam estimáveis ou respeitáveis.

                           

          Não. Não é isso!

           Nós, já nem perdemos tempo a pensar porquê o dinheiro que para algumas classes nunca falta para outro nível de portugueses, mal chega para sobreviver...

           Já só pedimos que nos representem com dignidade e boa educação, porque neste plano inclinado, qualquer dia, em jeito de anedota aparecem a dizer que não pagam pensões, porque se acabou o cascanhol, o pilim, ou coisa semelhante. E, ficam-se a rir tão divertidos como se mostram na

Assembleia, a falar de miséria, doença e toda a parafernália de problemas que assolam o País...

Quando um político vem à televisão dizer que outro berra, esquece que refere os seus “pares” e, consequentemente reconhece que se a berrar se comunicam, “berrar” – lhes é – comum ou próprio e, assim se declara da espécie dos “berrantes”, porque dos “falantes” são as pessoas que, como nós, com paciência e boa educação aturamos estas pamplinadas.   

Se dissesse gritar – falava verdade - e, não se rebaixava a si  próprio, nem ofendia  o Parlamento representação de um país – de todos nós .

Se quando a oposição fala, o Senhor Primeiro-ministro, não exibisse o sorriso de escárnio de quem só se gosta de escutar, a si próprio, e mostra não saber dialogar, mas sim, a coberto do poder – achincalhar, esmagar... se...se...se... talvez...

Assim... salvo raro excepções, lamento muito mas não me posso sentir representada pelos actuais políticos. Lamento que gente arrogante, sem respeito pelo “outro” me represente.

Revejo-me no povo, que povo sou, mas não na “picorrilha”no que ela possa representar de grosseira provocação seja em representantes de Poder Local ou Central.

Penso que, como eu, a maior parte dos portugueses, já que da maioria dessa classe, não se pode orgulhar por serem bons políticos, por encararem os graves problemas do país como se seus fossem... pelo menos gostaria de os admirar por darem exemplo de boa educação, civismo e civilidade.

É, no mínimo o que se lhes pode pedir, para que nos reste, sempre, o orgulho de sermos portugueses.

                                                                  Maria José Rijo

@@@@

Jornal O DESPERTADOR

Nº 220 – 14 – Novembro -2007

@@@@@

Muitos Beijinhos para a DOLORES 

 

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publicado por Maria José Rijo às 19:00

Agora que a poeira baixou...

Quinta-feira, 18.10.07

Vamos olhar pelo outro lado acontecimentos que nos perturbaram a tal ponto que levando ao rubro as nossas emoções quase paralisaram a nossa capacidade crítica.

Temos todos nós uma intrínseca necessidade de ser aceitos pelos demais.

Isto é uma verdade insofismável. Daí que, quase que como por instinto, sejamos levados, não propriamente a mentir, mas, a calar a nossa opinião, em nome de muitos factores aceites como correctos, alguns, até como deveres de educação. Proceder de modo a não ser desagradável, está aceito como conveniente e, daí que esteja estipulado como código social embrulhar o medo de ser sincero com expressões, tais como:

Não se ganha nada em ser desagradável...

Não é correcto desmentir quem quer que seja...

Para quê falar se já não se altera nada!...

Não se devem ganhar más vontades...

Podes perder o emprego...Vão despedir-te, acautela-te!

Vais ouvir impropérios...etc, etc, etc...

E, assim engordam a injustiça, a mentira, a falsidade e, assim se torna o convívio entre as pessoas uma verdadeira fraude, enquanto triunfam a prepotência, a demagogia, o oportunismo...

Permanece-se em silencio - ao serviço de quem detém o poder e perde-se o hábito da saudável crítica formativa de opiniões que esclarece, forma o caracter, revigora a coragem ,a honestidade e a postura de cidadania que todos devemos preservar.

Quero dizer que: em nome de princípios errados, de comodismo, e, volto a repetir: falsos medos se deixam triunfar situações de injustiça que cerceiam ideais e pesam nas consciências. Assim somos nós, e só nós, com o nosso encolher de ombros os únicos responsáveis pelas agruras de que nos lamentamos, tantas vezes, só para sermos simpáticos, só para que ninguém nos perturbe...

Mas... vamos ao caso: - o país inteiro, diria até, quase o mundo inteiro, vibrou de horror com a selvajaria perpetrada - na emboscada - preparada aos industriais portugueses que foram de visita ao Brasil  confiantes num amigo que os esperava...

Não vale a pena especular com pormenores, já por todos demasiado conhecidos; pois que a televisão, para alem das notícias, se portou nas reportagens como abutres gulosos, que se banqueteassem com a podridão.

Porém, não é dessa circunstância que quero falar.

Queria, sim, respeitando embora a dor dos familiares e amigos e, também a comoção que encheu de angústia o pais de norte a sul, confessar que não achei justo que o estado português se tivesse sobreposto às famílias e arcasse com as despesas da trasladação dos corpos das vitimas para as suas terras de origem.

Não consigo, interpretando tudo o que vi e ouvi, deixar de entender que aqueles seis homens de negócios com os bolsos confortavelmente recheados foram ao Brasil para aproveitar dum turismo de bordeis, que lhes proporcionaria o amigo – lá bem longe dos olhares das mulheres, cuja companhia, alias, recusaram.

Mas, quer fosse esse, ou qualquer outro intuito, que tivessem, nem sequer a forma como terminou as suas vidas justifica que sejamos nós - contribuintes - a custear as despesas que motivaram.

Porque é preciso que se diga que: - quando o estado, ou a autarquia, ou qualquer outro poder publico dão, seja o que for, quem está a pagar é o contribuinte.

Qual o critério então que comanda estas acções?

 Se era gente abastada ao ponto de viajar porquê deixar que a emoção, o exibicionismo de ser bonzinho ultrapasse o bom senso e os tratasse como vítimas duma causa nacional?!

Digam-me que os corpos de todos os soldados que morreram em África, e morreram por nós, regressaram a custas do estado, às suas terras, e nelas estão sepultados...

Digam-me que aquele, quase menino, soldado ao serviço em Timor, que ainda ontem vimos na televisão ao colo do pai, por ter perdido a capacidade de andar -só por engano está sem ajuda, sem soldo, sem esperança porque um acidente, em gozo de justas férias, fez dele não um homem dependente da justiça social, mas da caridade publica...

Digam-me que não é preciso fazer colectas de caridade para operar crianças, com doenças que requerem custosas idas para o estrangeiro e pertencem a famílias sem meios...

Digam-me essas e outras mais coisas que então eu entenderei que - o estado - para além do apoio QUE NINGUÉM DISCUTE , tinha obrigação de custear o regresso a Portugal dos seis infelizes industriais, que foram ao Brasil , gozar férias por sua deliberada vontade.

Enquanto estas e outras perguntas não obtiverem resposta convincente; habituemo-nos a controlar as emoções e a tomar decisões mais justas e razoáveis.                           

  

                                               Maria José Rijo

@@@@@@

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.624 – 21 /Set./2001

Conversas Soltas

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publicado por Maria José Rijo às 21:14





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