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Ao Ernesto um Abraço de Parabéns - 1987

Domingo, 25.09.11

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.904 – 4 de SETEMBRO de 1987

 

POR – JOSÉ DE ALMEIDA RIJO

AO ERNESTO um abraço de PARABÉNS

 

 

Naquele tempo, - e já lá vão 37 anos – o “Linhas” era vivido, como agora, com ORGULHO por todos que contribuíram para o pôr na “RUA”.

 

Nasceu pela mão de gente nova, com uma pitada de irreverência, um toque de ousadia e uma mão cheia de coragem … que os tempos eram outros!

 

Soube sempre dizer “NÃO” ao oportunismo que tornaria a “Vida mais fácil a ” … quem quisesse levar as vacas a beber…” como diria mestre Aquilino.

 

Teve honras da colaboração de José Régio, entre outros.

Problemas com a Censura eram quase semanais. As Multas abundavam, numa clara demonstração de independência na crítica e desprezo nas ameaças.

Sofreu pressões, que sacudiam!

Durante anos foi a única voz escrita do concelho de Elvas, o que não lhe deu qualquer complexo de superioridade nem de abuso do poder.

 

HOJE, ele ai está!

Com uma colaboração certa e diversificada como convém.

Diferentes formas de pensar, não invalidam a comunhão, no ideal de fazer o “Linhas de Elvas” um jornal cada vez mais apetecido, por cada vez mais leitores.

 

Ao ERNESTO um abraço de PARABÉNS

 

José de Almeida Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 15:37

GENTE BONITA…

Terça-feira, 16.06.09

Á LÁ Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.017 – 17 de Novembro de 1989

GENTE BONITA…

 

Cada vez me convenço mais que cada um vê nos outros o reflexo da sua própria alma.

E, por certo, esse o motivo que ditou à sabedoria popular o bem conhecido rifão: - “O bom julgador – por si julga”.

                         

Só fala sistematicamente mal de toda a gente, quem dentro de si, só encontra veneno de que se envenena, invejando, maldizendo, conspurcando aqueles em que se julga espelhar.

 

Pensava nestas e em outras coisas mais, rememorando a enternecedora festa em que me foi dada a oportunidade de sentir e saber que em Elvas me têm, como me sinto – uma elvense.

 

Pensava nestas, e em outras muitas coisas, revendo a ternura, a simpatia, a amizade e, até o perdão, que o meu trabalho mereceu àqueles, todos, que como eu, sabem que nada do que se faz é perfeito – isento de erros e de fraquezas.

        

Pensava… pensava…

Pensava que Elvas é uma cidade de gente “bonita”.

Gente “bonita por dentro” que encontra no seu próprio coração os valores que “também” sabe admitir nos seus semelhantes.

 

Pensava… pensava e penso, que valem sempre a pena, os momentos em que as pessoas se juntam, porque respeitando-se, são capazes de respeitar outras pessoas.

 

Pensava e penso que quem tem na vida o privilégio de ter Amigos – já tem razão que lhe bate para bendizer a Vida.

Não se trata de bajular, gabar ou coisa que se lhe assemelha. Trata-se de reconhecer que aqueles que, no dia a dia, prosseguem na senda dum ideal – pelo qual lutam, acertam e erram, caiem e se levantam para recomeçar – sabem – de dentro de si, da sua verdade de ser, que – não só eles – mas muitos outros, corajosamente, tentam o mesmo percurso.

 

“Gente bonita” – a gente de Elvas.

Para “ela” melhor ou pior, como cada um for capaz, valerá sempre servir.

Elvas – porque assim é – é uma velha cidade de futuro – e sê-lo-à enquanto no seu corpo de pedra bater vivo e quente o coração da sua gente generosa.

Gente “bonita” – a gente de Elvas!

Bendito seja Deus que tanto me permite agradecer!

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 22:36

… CERTIDÃO …-1986

Domingo, 07.09.08

Á LÁ Minute

Jornal Linhas e Elvas

Nº 1.853 – 5 de Setembro de 1986

Aniversário do Linhas

 

                                  

A 2 de Setembro de 1950 numa casa da rua da Cadeia nº 7… onde era então a Livraria Cybele… nasceu o Jornal.

Tive uma gestão de amor.

Foi sonhado e idealizado como um filho de gente, porque da sua génese, da sua criação. Fez parte, desde a primeira hora, a mais cara e justa ambição do Homem… viver a liberdade!

Teve assim por pai… um ideal… que lhe traçou um destino.

Três homens aceitaram a responsabilidade de o mandar à tipografia para dar a estampa:

--- Casimiro da Piedade Abreu

--- Ernesto Ranita Alves

--- Marciano Ribeiro Cipriano

 Cada um deles lhe imprimiu um pouco de si próprio.

CASIMIRO - o poeta … imaginava-o e entremeava as suas intervenções com poemas que recitava alto, na sua voz pausada e grave – foi o SONHADOR.

ERNESTOesclarecia pormenores, processos e outros caminhos a percorrer, para que as coisas sonhadas adquirissem a feição real possível – foi o REALIZADOR.

 

CIPRIANOatento, aplaudia, policiava, aconselhava e fazia o ponto da situação com o seu saber, feito de experiência e vida – foi o MENTOR.

MEU MARIDOhavia de ser redactor desportivo.

 

Entre a tertúlia dos amigos, ME encontrei desde os primeiros tempos, atenta aos seus primeiros passos.

Com um nome determinante, como um signo, fez e disse coisas bem difíceis naquele tempo – adverso a ousadias – em que apareceu na cena. Muitos admiradores fizeram então parte da sua corte.

Criou amigos que conserva e respeita.

 

Depois… como em todas as vidas…

…Correu água sob as pontes

… Subiu e desceu por montes

… Foi bebendo em frescas fontes

… Perscrutou os horizontes.

 

Assim, certifico á vista:

Linhas de Elvas – 37 anos

Semanário Regionalista.

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 01:11

A Tentação - 2008

Quinta-feira, 04.09.08

M. JOSÉ RIJO

4 de Setembro de 2008

Nº 2.984

Conversas Soltas

 

 (Foto Nuno Veiga)

O 'Linhas' está de parabéns.
Acaba de completar cinquenta e oito anos.
A minha natural tentação, nesta circunstância, era começar uma longa evocação [58 anos] já dão pano para mangas... mas resolvi resistir. Resolvi, porque me pareceu mais consentâneo com o espírito da justa celebração, falar de plural, e falar de futuro.
O 'Linhas' faz parte do património cultural da Cidade, e, por tal razão é, como que, um bem de família - que, pelo afecto, pertence um pouco ao coração de todos nós.
Neste momento, em que, todos nos sentimos um pouco prestigiados com o comportamento dos portugueses nos jogos olímpicos - como não sentiríamos, como elvenses, um legítimo orgulho pelo prestígio de vida de um jornal de província, que tem conseguido, até agora, vencer todas as dificuldades que a imprensa tem atravessado , para chegar semanalmente às mãos dos seus leitores desde há mais de 3000 semanas?!
Às vezes o que perece pouco, se relacionado com o meio tem uma dimensão muito mais vasta.
O 'Linhas' vive porque é plural - é uma voz feita da soma de muitas vozes. Uma harmonia resultante duma orquestração com variados instrumentos que juntos tocam o mesmo tema: - o Bem e os interesses da Cidade e do Concelho, que servem e defendem.
Assim que, num dia de aniversário, não me tenha parecido certo falar dele como - apenas - o meu jornal, sabendo, como sei, que sou uma de entre as imensas pessoas que registam este dia como um dia de festa, o dia da prova de vida do 'seu' jornal.
Já me será permitido, creio, pela mão da saudade, trazer à presença de todos o nome do seu

 [ErnestoRanitaAlvesAlmeida.jpg]

proprietário fundador - Ernesto Alves e Almeida o Amigo que preferia não publicar o meu trabalho a colocá-lo fora do lugar que lhe destinara, o Amigo de quem recebemos, quando do terramoto que vivemos nos Açores, a mensagem: - casa às ordens - abraço - coragem...
E, conto isto porque venho falar de futuro e, o futuro tem seus alicerces no passado. E, é sobre os alicerces que se constrói com segurança.
E, hoje o jornal, nesse trajecto de continuidade, está nas mãos de João Alves e Almeida - filho do seu fundador.
Cabe aos novos a aventura do futuro.
Os tempos sucedem aos tempos.
 
O caminho faz-se caminhando. “
Sendo que as estradas largas substituíram as veredas pareceria fácil, ou, muito mais fácil, avançar cada qual no percurso que escolhesse...
Porém, o volume do trânsito em excesso entope as vias e são frequentes os atropelos, as emboscadas, até crimes...
É cada vez mais difícil seguir em frente, a direito, sem desistências quando tudo estremece como num terramoto.
Que o 'Linhas' e o seu timoneiro, não desistam é o meu voto.
O 'Linhas' é a voz da cidade, assim que, em cada aniversário a cidade que ele serve só lhe possa com os melhores augúrios afirmar:
Coragem - confia - esta é a tua cidade , esta é a tua casa.
Tu és a nossa voz - porque - nós somos a tua gente.

Vive! - Parabéns.

 

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 20:27

Datas

Sexta-feira, 15.08.08

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.500 – 16-Abril-1999

Conversas Soltas

 

         Em Fevereiro de 1984; o meu saudoso amigo Ernesto Alves, certa vez, ao cruzar-se comigo na rua, por acaso, chamou-me e disse-me: queria que você escrevesse qualquer coisa, à sua vontade para o “nosso” jornal. Gostava que fosse uma colaboração regular.

         Está bem, respondi. E, assim começaram os “à la minute” que mantive enquanto Ernesto viveu.

         Ernesto me convidara e Ernesto me deu no seu jornal o lugar que à sua consideração e estima eu, lhe merecia.

         Ernesto partiu, em Setembro de 1990, estando eu doente com uma hepatite.

         Parei então de escrever. Tinha para tal dois fortes motivos: faltava-me saúde e faltava o destinatário da solicitada colaboração que então deixou de ter interesse.

         Entretanto adensou-se também uma sombra profunda em meu redor e por aqui me quedei quieta no meu silêncio.

         Até que Amigos, com bondade e tacto, me foram de novo empurrando para o “vício” da escrita que cultivo desde que comecei a garatujar as primeiras letras.

         Surgiram assim as “Conversas soltas”. Ainda e sempre para o “Linhas”, pois que me recusei a escrever para qualquer outro jornal local, mesmo quando fortemente, instada para o fazer.

         Questão de maneira de ser e estar na vida.

         Mas, vamos ao que hoje aqui me traz ainda que mal refeita da gripalhada que quase dava o “pleno” a quem  me esconjura .

         É que este mês de Abril é o meu mês das datas. Das melhores e das piores.

Nasci em Abril. Neste mesmo mês minha Mãe festejará os seus 99 anos, se Deus quiser.

Foi também em Abril - há já cinco anos - acabam de me chamar a atenção para a data - que comecei a escrever estas crónicas..

         Foi pensando nisso que tive a noção exacta, precisa, de que há datas e datas.

         Enquanto que, neste caso, comentei com um sorriso: Já?!

Uma semana antes tinha sentido nítido, indelével, como um golpe de bisturi que o tempo pode ter outras contagens...

Foi quando dei comigo a repetir: sete vezes 365 dias...são horas sem fim, minutos incontáveis, momentos e momentos só suportáveis pela consciência de que viver é isto: saber que só tem paz - quem recusar a mentira e a fraude.

Viver é risco.

Viver é assumir o pensamento e a palavra.

Viver é assinar por baixo.

É honrar a Vida.

Viver é saber rir no meio do pranto. Que o riso nasce da inteligência e do coração

Viver é um caminho de procura da Verdade, de realização, de ideal.

Viver é ter a certeza de que “o outro” sou eu.

Viver “é esperar a morte de pé como as árvores”, mesmo sentindo-se trituradas pelos dentes do serrote.

Viver é estar no tempo a que chamamos: nosso, só porque por nós passa.

         E o tempo pode ser longo ou breve tendo embora cada hora, sempre os mesmos 60 minutos. Essa é uma contagem que jamais algum relógio fará.

Só no segredo de cada alma, de cada coração se pode medir o valor do tempo, a sua dimensão, e o seu significado

Há datas e datas, é verdade, mas se com elas se marca a vida; a Vida é tempo e o tempo é efémero.

Tempo passa e não se repete.

Tempo ninguém guarda...

Mas, Tempo, é também, Património de Vida.

        

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 23:38

Homenagem

Domingo, 14.10.07

Poucas coisas se me afiguram mais difíceis do que prestar uma homenagem a alguém que já não permanece entre nós.

            Se, se lhe exaltam só as virtudes logo surge a velha crítica de que: - se queres ser bom, ou morre ou vai-te!

            Se pelo contrário se modera no que se diz, o calor do afecto e do apreço recolhe-se o reparo de que não se soube ser justo e, acusam-nos de mesquinhice...       Como proceder então?

            Se a figura em foco for um general vitorioso, regressado de alguma batalha ou que nela tenha sucumbido; há um cento de adjectivos correntes e disponíveis para coroar heróis nessas circunstâncias.

            Se for um político, há sempre uma calçada, um fontanário, um campo de futebol para enaltecer o primor da sua criatividade!

            Se for um membro do clero rememoram-se os seus sermões, a sua brilhante oratória, ou a sua piedosa vida para nos apoiarmos no louvor...

                Porém quando nos propomos falar, do soldado, do homem da rua, do indivíduo comum; aí, a dificuldade fica acrescida.

            É que é esse, - o homem comum - o que não é nem herói, nem líder de massas, nem santo de altar, quem tudo faz.

            É esse, o soldado desconhecido, que compõe os exércitos - e que só a família e os amigos choram - que  ganha as guerras. É esse, o operário que bateu a calçada, ergueu o fontanário, a casa, o monumento que marca a celebridade dos outros. È esse o receptor da piedade com que se conforta da injustiça social, é esse, o herói desconhecido do dia a dia, o apagado obreiro do nosso conforto. É esse que sendo um igual a tantos, nos deixa desprotegidos das receitas consagradas, que resolvem estas situações.

            Eu vinha hoje aqui eivada deste espírito, desta consciência de como na sombra, na modéstia, quase no anonimato se ultrapassa, tantas vezes a dimensão comum, se cria obra duradoura, se enobrece e alarga a nossa dimensão de gente. Vinha lembrar obras que se dirigem a muitos e são fruto do trabalho e da coragem de alguns, da iniciativa e da visão de futuro, às vezes de um só homem.

Eu vinha prestar a minha homenagem às sucessivas. Equipas de tipógrafos, directores, colaboradores, vendedores, anunciantes, compradores, leitores e todo o mundo de trabalhadores que ao longo de cinquenta anos têm posto este jornal nas bancas e, lhe têm permitido viver sem sobressaltos.

E, vinha muito especialmente curvar-me perante a memória, de um homem de caracter, discreto e sem tolas vaidades - Ernesto Alves -  que um dia corajosamente apostou neste empreendimento em que acreditou e lhe deu vida.

Não foi um herói, nem um santo no sentido literal do termo.

Teve todavia, o heroísmo e a santidade das pessoas de Bem que se recordam pelo sentido de justiça e inteireza de caracter e, das quais todos prezamos a amizade       Eu vinha com esse intuito, posso não o ter conseguido,

porém, neste momento para mim o que importa, é ter, como fui capaz, evocado alguém a quem meu marido e eu chamavamos AMIGO e que, como tal, em memória dessa estima e desse apreço hoje, aqui recordo.

 Pois como dizia Cícero:

” Ter um amigo é ter um outro eu,

quando um está ausente, o outro o substitui;

se um é rico o outro não precisa de nada,

se um é fraco o outro lhe dá as suas forças.”         

 

 

 

                               Maria José Rijo

@@@@

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.571 de 8/10/2000

Conversas Soltas

 

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publicado por Maria José Rijo às 20:18





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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






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