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Exposição no Museu Fotografia de Elvas

Sábado, 25.05.19

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Exposição no Museu da Fotografia de Elvas

“Outros Tempos – Momentos da Vida de um Fotógrafo”

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publicado por Maria José Rijo às 18:15

O Natal e os Poetas - 2017

Sábado, 09.12.17

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“O Natal e os Poetas” é o título da exposição que foi inaugurada na tarde
desta sexta-feira, dia 8, no Museu Municipal da Fotografia João Carpinteiro.

A sessão de abertura da exposição contou com a presença do
vice-presidente da Câmara Municipal de Elvas, Cláudio Carapuça,
que desejou ao museu a continuação do bom trabalho que
tem vindo a desenvolver a cultura na cidade de Elvas,
com o seu dinamismo e entusiasmo.

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A mostra, composta por mais de duas dezenas de presépios,
pode ser visitada até 7 de Janeiro, e conta com peças pertencentes
a João Carpinteiro,
Maria José Rijo,
Alice Nabeiro,
Ilda Sacadura
e
Etelvina Castelo Branco.
 
 
Texto:
Municioio de Elvas
Fotos - Presepio de Maria José Rijo
 

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publicado por Maria José Rijo às 22:02

1984 - Exposição de maria José Rijo no Museu António Tomáz Pires

Domingo, 22.05.16

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Exposição de Trabalhos de Maria José Rijo

no Museu de Elvas - António Tomáz Pires

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Bonecos de Madeira

Trabalhos de Conchas

Telas a óleo

 Ceramica

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:17

Participação - 1987

Quarta-feira, 05.12.12
 


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publicado por Maria José Rijo às 11:49

Participação - 1987

Sábado, 24.11.12
 

 


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publicado por Maria José Rijo às 22:01

Traços de vida...

Segunda-feira, 15.08.11

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publicado por Maria José Rijo às 14:47

NATAL - 2010

Sábado, 11.12.10

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publicado por Maria José Rijo às 21:00

10 de Junho de 2010

Terça-feira, 22.06.10

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publicado por Maria José Rijo às 01:11

Entrevista-Set. 2008-Radio Elvas

Terça-feira, 03.02.09

Entrevista aos Microfones

Da Rádio Elvas

Entrevistou - Marina

Durante a inauguração da Exposição Percurso

No Museu de Fotografia

19 de Setembro de 2008

 

Procurei fazer, como que: um busquejo começando do princípio dos meus trabalho porque, tenho recordações, como toda agente afinal tem, mas às vezes têm só recordações, só a lembrança e não têm testemunho e eu, com a mania de guardar coisas, não é que eu seja coleccionadora, mas, junto coisas, tenho amor, aos papeis, aos trapos, junto, transformo, faço bonecos, faço coisas que então comecei a juntar desde há muito e portanto, é uma história contada, justamente por isso, com trabalhos.

 

QUAL A OBRA QUE DESTACARIA?

 

Penso que do ponto de vista da originalidade, seriam os trabalhos de conchas porque não são trabalhos feitos com conchas bonitas, é aproveitar as sugestões dos cacos, das conchas partidas, que são as que mais me falam, porque afinal de contas aquelas que têm mais história.

Estão partidas porque viveram, foram quebradas por alguma coisa porque já aturaram muita maré, muito céu, muito sol, muita lua e é aproveitar isso para dar-lhes formas novas

 

Agora, como trabalho, mais gratificante e realmente mais moroso e que a mim me deu mais emoção fazer – foram os trabalhos de madeira porque quando idealizava um boneco não sabia porque ponto havia de começar.

Ás vezes perguntavam-me assim – como é que fazes?

e eu respondia – corto o que me sobra.

E era realmente assim.

Eu via o boneco lá dentro e depois começava a tirar daqui, dalém, dacolá – chegava a ter febre – o meu marido as vezes dizia-me: “Não fazes mais nada!”

Cheguei a ter 38,5 de temperatura da excitação porque eu era a primeira pessoa a ver o que saía.

E era isso.

 

A SUA COLECÇÃO É MUITO VASTA DESDE CHAVES, A MADEIRA PASSANDO POR CONCHAS…

 

Eu acho que na vida é tudo bonito e não acho que as coisas quebradas sejam todas lixo e nem de deitar fora.

E depois, por exemplo, tenho ali um quadrinho, feito de quase nada. Eu tinha uma única sobrinha, como tenho uma única irmã e ela era de uma gentileza, extraordinária.

Uma vez cheguei lá a Lisboa, bati à porta e ela não estava. Eu esperei, um quarto de hora, até que ela regressou e abriu a porta.

Segunda vez, ela tinha a chave da casa, com uma etiqueta a dizer Casa de Lisboa – “nunca mais a minha querida tia, espera à porta”

 

Depois, eu podia deitar essa chave fora – já não serve para nada. Mas enquadrei, a fotografia dela com os filhos e agora vou dar, ao mais novo, que é o que vive mais só.

 

São estas coisas assim, porque são como mensagens de vida, de outros que a gente recebe e depois transforma e guarda ou dá.

 

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publicado por Maria José Rijo às 22:00

A Exposição - Na Revista InAlentejo

Quinta-feira, 06.11.08

 IN ALENTEJO
REVISTA
Nº 9 (44 mensal)
Novembro – 2008

“PERCURSO” de MARIA JOSÉ RIJO
No Museu de Fotografia
 

 “Percurso”, de Maria José Rijo, é o título da Exposição patente de 19 de Setembro a 9 de Novembro na sala de exposições temporárias do Museu Municipal de Fotografia, em Elvas.
Esta mostra, construída por registos, quadros e muitos outros trabalhos da ilustre Maria José Rijo, foi inaugurada na tarde de 19 de Setembro. O acto inaugural contou com a presença de dezenas de pessoas que fizeram de questão de acompanhar a autora do espólio e o director do museu neste momento.

À “InAlentejo”, João Carpinteiro, director do Museu, disse que esta exposição “é muito grande” e “muito diversificada”. A mostra abrange trabalhos que vão desde os quadros às conchas, aos livros e aos bonecos. “Toda a sua vida está aqui espelhada. Há registos desde a altura do Liceu até aos dias de hoje”, referiu.

A sala de exposições temporárias, onde estão patentes as peças, foi decorada de acordo com a sala de Maria José Rijo, onde se encontram grande parte dos trabalhos expostos. “Depois disto estar aqui arranjado, pensei: ‘Eu tenho isto tudo em casa’. A verdade é que tenho e a maior parte destas coisas são da minha sala. Agora, quando entro aqui, sinto-me em casa e em minha casa não me sinto bem, uma vez que está vazia”, referiu a autora da exposição.

Doar este espólio é, segundo João Carpinteiro, um sonho de Maria José Rijo e esta exposição “Percurso” pode ser “o arranque” para a sua concretização. “Vamos ver o que é que o futuro nos reserva”,acrescentou.
 No que diz respeito a este desejo, Maria José Rijo afirmou já ter oferecido a maioria destes trabalhos à Escola de Musica, quando esta foi fundada, para fazerem uma sala com o nome do meu marido (José de Almeida Rijo”. “Ninguém pegou. Agora está aqui e alguma coisa há-de acontecer”, culminou.

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publicado por Maria José Rijo às 21:29





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