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F E L I C I T A Ç Õ E S

Segunda-feira, 11.07.11

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.950 – 22 de Julho de 1988

A Lá Minute  

FELICITAÇÕES…

 

 

Por muito bem que nos saibam as férias, há sempre um momento em que os nossos

velhos hábitos noscomeçam a fazer falta.

 

Às vezes, quando se é muito novo, tudo o que é repetição provoca tédio, e então

“ ser vagabundo no mundo”  parece ser o melhor sonho a realizar na vida.

 

À medida, porém que o tempo passa, começam a ser mais importantes os laços que,

dos hábitos, e mudar pode tornar-se uma dolorosa experiência. 

Sentem-se mais as faltas dos amigos e conhecidos, dos lugares, das raizes que nos

vão enredando e prendendo como àrvore ao chão.

 

Desenraizar, por vezes, pode ser morte. Talvez que de tudo quanto se conhece,

e ritualmente se repete, nos venha uma ilusão de segurança, ou alguma sensação

de tranquilidade que nos prometa um futuro em que sabe bem acreditar.

 

As férias terminaram e voltei.

Voltei e dei comigo fóra  do ritmo de trabalho em que, naturalmente, ia

metendo os meus comentários “A Lá Minute”.

Não é que faltem assuntos em que apeteça meter a penada.

 

Não é isso! Eu tinha até umas crónicas de férias divertidas, destas situações

quase anedóticas que vão acontecendo com toda a gente. Porém, não o fiz logo,

e outras surgiram tão importantes para a cidade e para on concelho que me parece

falso referir qualquer assunto neste momento que não seja a alegria que colectivamente

nos toca e vivemos.

 

 

Embora conhecendo o risco que corro, de leituras mais ou menos perversas de quanto

eu possa escrever sobre a Câmara, decido que não me alheio, e louvo o que é de louvar
neste gostoso jeito de fugir à demissão – sempre fácil – de intervir naquilo
que a todos diz respeito.

 

Felicito o Sr. Prsidente da Câmara deste mandato – 1986-89 porque na sua actuação

para resolver assuntos de tanto melindre como: Hospital e Maternidade –

deste testemunho público de como:

 

 Prudência não é medo

 Coragem não é bravata

Bom senso não é cobardia

 

 

 

Felicito e agradeço que tenha tido a sabedoria e humildade do silêncio, com a percepção exacta

da importância que tem o ser paciente, quando é necessário escolher a onda propícia para meter
o barco ao mar com segurança.

 

 

 

Maria José Rijo

 

 

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 17:37

Dolores

Sábado, 21.03.09

 

Colhemos para si

pelo dia de hoje

PARABENS

Beijinhos

 

Tia Zé e Paula

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publicado por Maria José Rijo às 00:11

GISA PARABÉNS...

Quarta-feira, 12.03.08

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Parabéns de nós duas

Felicidades

Tia Zé

e Paula

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publicado por Maria José Rijo às 19:36

Hoje - 2007

Domingo, 30.12.07

             

... Com desejos de Boas – Festas e os melhores votos para o Novo Ano – apenas – uma citação que encontrei num precioso catálogo de uma Exposição Itinerante da Junta de Andalucia – “El Chaparrón – El roto” – que um Amigo partilhou comigo e, dá para ler, ver, pensar e reflectir.

O autor – quase diria: - o agressor - é Andrés Rábago que de forma satírica e crua faz o alerta para a insensatez criminosa como o homem agride o ambiente.

Como cada um de nós ajuda a destruir o ambiente.

Escuso-me de acrescentar mais palavras minhas.

Frente à citação de – Horácio – tudo é pequeno e inútil.

 

“Como el almendro florido has de ser en los rigores

Si un fuerte golpe recibe, suelta una lluvia de flores”

               

 

Deus seja louvado – com as nossas palavras e obras – em cada dia do tempo

do “nosso” tempo.

 

Mais uma vez: Boas-Festas - Saúde – Paz – Fraternidade.

                                             

                               Maria José Rijo

@@@

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.949 – 28-Dezembro-07

Conversas Soltas

 

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publicado por Maria José Rijo às 11:01

Maniqueísmo

Quarta-feira, 17.10.07

          Até nas cores há diferenciação de tons.

Verdade que na base estejam as sete do arco-íris. Mas, verdade também, que qualquer delas se desdobra em tons que vão do mais vivo ao mais ténue.

Verdade que se podem esbater até que o tom se lhe ausente.

Incolor é a gota de água que actua como prisma e devido á decomposição da luz, gera esse fenómeno óptico que como um milagre fugaz, após as chuvadas risca os céus.

Tão belo, tão espantoso, tão inverosímil na sua luminosidade que também se lhe chama uma coisa do: “arco-da-velha”, segundo reza a tradição.

Aliás se todas as cores cabem entre o preto e o branco, também é verdade que o azul escuro – o índigo - se desdobra em azuis - o amarelo, em amarelos – o verde, num mar de verdes...e, assim é com todas elas, quer seja  o vermelho, o laranja, o amarelo, o verde o índigo ou o violeta

Pelo menos, no mundo das cores, não existe maniqueísmo, nenhuma delas se afirma por um só tom irredutível.

Estamos a viver um momento político de tremenda gravidade.

O mundo dividiu-se em apologistas do bem, e do mal. Só que cada qual, só acha virtudes na sua posição e de seus adeptos.

Desta forma, o bom, o melhor, é sempre o que está com o uso da palavra acusando o outro, e, assim, nesta alternância, são melhores e piores – os mesmos –, dependendo de qual está a expor o seu convencimento.

Pessoalmente, creio, que como verdade fundamental, indispensável à felicidade dos povos só se pode acreditar na Paz.

Nunca as guerras resolveram com justiça os problemas deste mundo.

Apenas conseguem soluções precárias, pela força, pela violência, pelo medo.

Derrotar, não é convencer, e, sem convencimento não há vitória.

Ganhar pela força, pode representar a humilhação de quem perde, mas, também, a derrota interior de quem vitima o seu semelhante, pelo poderio, pelo dinheiro, pela técnica, sem convencimento pela razão, pela inteligência, pelo humanismo.

Daí que aprendida pelo sofrimento directo, ou por herança ancestral, se tenha formado no mundo uma certa consciência colectiva que só aceita, por justas, soluções negociadas de Paz.

Não acredito que seja certo, matar, estropiar, tirar a esperança de Vida a quem quer que seja, – indiscriminadamente – quanto mais às crianças que, com fé nos olhos, tudo de bom esperam dos adultos a quem dão, confiantes, a mão, esperando serenamente, exemplo, protecção e apoio para crescer, serem livres e felizes.

Seja-me perdoado o desabafo... porém, vendo e ouvindo os noticiários, creio que todos nós, até no ar que respiramos, sentimos a dor da tristeza, e do desamparo das Mães e famílias, que olhando os filhos prisioneiros, tão cruel e despudoradamente mostrados ao mundo, – como troféus de caça – já aceitavam para eles, a morte, como um mal menor...   

 

 

                                                Maria José Rijo

@@@@@@@@

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.705 – 11 – Abril –2003

Conversas Soltas

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publicado por Maria José Rijo às 00:03





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