Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


KIKA a nossa companheira de Férias

Domingo, 17.07.11

 K  I  K  A

 

.

 Que como se vê fez as suas investigações

sobre os moveis, dentro das gavetas, enfim, o costume...

E também como sempre nos

divertiu e fez boa companhia.

.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 17:12

Olá amigos...

Sexta-feira, 15.07.11

Enquanto a Paulinha continua a fazer as suas reportagens fotograficas

- desta vez da Manta Rota onde estamos a terminar umas gostosas férias -

eu, estou tentando acomodar-me  à condição de (Senhora maior) ou seja

de velha senhora.

Espero quando regressar a Elvas  retomar o vosso convivio com mais

regularidade.

Na verdade, muitas vezes, das vossas amigas presenças, creiam, é que, recolho

alegria para estes tempos nem sempre faceis.  

.

 

 UM ABRAÇO

 

Maria José Rijo

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 22:29

Olá

Sexta-feira, 16.07.10

Meus Amigos e Sobrinhos -

Daqui da Manta Rota para que se possam

sentir mais perto desta maravilha um cheirinho de céu, mar,

e paisagem humana também

.

.

.

.

 

 


Com um abraço para todos da

 

 Maria José Rijo

.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 17:03

MODORRA

Terça-feira, 04.08.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.845 – 11 de Julho de 1986

 MODORRA

 

Quando o calor aperta, como agora, todas as energias ficam em nós, pulsando, latentes, como o motor num carro em ponto morto, e não há vontade que chegue, por vezes, para provocar o arranque que vença a inércia que o Verão acalenta.

No cérebro entorpecido as ideias passam, turvas como imagens antigas de cinema mudo, com fitas partidas, e, como elas se esgueiram.

Não se fixam.

E o: … vou? … não vou? … faço? … Não faço? … digo?... … não digo?

São as horas a sucederem-se sem que a decisão se firme. É o Verão a comandar, é a vontade mole, como manteiga derretida, ou água choca, são os projectos adiados, a nostalgia da única coisa apetecida: - Férias!

    

Férias! Férias! Férias! … Soa bem.

Talvez seja essa, afinal, a única ideia com força motriz para vencer esta modorra.

Talvez fosse esse, esse o tema … o único em que eu pagaria agora?!

       

Fixo-me na ideia e… não resisto… já que não parto… pelo menos… pouso a caneta e cedo á modorra que… Verão… é Verão!

 

Maria José Rijo

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 22:25

Instantâneo de Verão

Sexta-feira, 10.07.09

Á Lá MINUTE

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.896 – 10 de Julho de 1987

 Instantâneo de Verão

 

Junho!

Beira-mar!

A água sem ondas, crispada apenas por um ventinho miúdo, atrevido.

Gente e gente, à vontade. Brinca-se no areal. Os mais velhos, atentos, olhos no mar, vigiam os colchões e as pranchas onde os mais miúdos se deixam embalar, pelo vai e vem da água, gozando o sol.

           IMAGENS, tarde

Chegam continuamente estrangeiros de corpos brancos, leitosos, que se olham e olham, fazendo comentários entre si e se instalam com equipamentos dignos de filmes de ficção científica.

À tardinha, estarão corados como lagostas cozidas, (apesar de unturas cheirosas) mas, ainda sorridentes, que a descoberta do sol depois da noite de avião até Faro, de onde o táxi os veio despejar, ali, à nossa frente, nas casas da praia – encasacados – como quem traz o Inverno na pele – não é coisa que um vulgar escaldão ofusque.

De tudo quanto viram no catálogo só lhes faltará o “Galo de Barcelos” – o resto é mostruário completo do que a propaganda impinge.

Vai para Portugal? – Leve – compre – use – experimente…

Fica-se a olhar. É um deslumbramento.

Uma família ocupa um barco de borracha – enorme – lindo – novo. Atam-lhe um segundo – miniatura deliciosa do primeiro e vão em fila.

             

Penso no “tio Patinhas” com os sobrinhos. Olho e vejo cifrões. Pai, mãe e caçulinha a bordo da embarcação chefe.

O “Herdeiro” – (9-10 anos) – soberanamente ocupava a miniatura a reboque.

Paralelamente à praia, deslizam como guarda avançada de um cortejo – que não há – sérios e lentos.

Percorrem alguns metros. Todos os olham. Fazem uma viragem, passam segunda vez e retiram o barco grande da água.

            

Fica o “herdeiro” sozinho, remos nas mãos para ensaiar a aventura da primeira “navegação”.

Qualquer coisa lhe falha. Deixa o barquinho abandonado uns instantes e vem a terra.

 O vento que ainda não amainara – parecia espreitar – cresce, rodopia, toma conta da situação, empurra, brinca, fa-lo voltear roçando a água e perante o silêncio constrangido de toda a gente que olha fascinada – afasta o barquinho azul – e fá-lo voar bordejando o mar como se fora um pássaro enorme – como se fora uma gaivota picando, de quando em quando para pescar – até se perder na distância.

 

Quietos, sem palavras, todos olhamos como só se olha o que parte e não regressa.

 

Maria José Rijo

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 21:52

Vou de férias…Deixo-vos em férias…

Terça-feira, 07.07.09

Á La´Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.792 – 28 de Junho de 1985

 Vou de férias…

       

Deixo-vos em férias…

Quando regressar, se Deus quiser, voltarei ao vosso convívio, de que tanto gosto, com os “nossos” “A Lá Minute”.

A todos quantos me têm apoiado nos momentos de dúvida, e muitos são, em que a mim própria me interrogo do porquê e para quê do que faço ou digo – Obrigado!

     

Se é verdade que não desisto porque, ninguém que esteja vivo – pode desistir de ser quem é – também não é menos verdade que a palavra amiga que nos chega, na hora de maior inquietação, quando a duvida quase nos asfixia tem sido amparo e bordão.

Tem sido como que o ombro amigo onde se encosta a cabeça e se repousa; como que nos envolve e nos tranquiliza, porque nos reconhece como somos.

      

 

(Obrigada pelos seus postais – Amiga da minha maior consideração – Senhora Dona Maria Mateus).

           

E, se não quero deixar sem uma referência essa outra rajada de ternura de quem a mim aludiu escrevendo nos jornais de Elvas e não só, com a luz da sua própria alma – também me cabe agradecer aos que pensam que:

“Porque não tenho que fazer – faço colheres”…

 Todos – como eu – vibram com essa inquietação latente de que:

    

 

Estar vivo – já é um grito

Com raízes de infinito.

- É o grito de amar que dói

E dói saber dos que morrem

sem ter tempo de gritar…

É o grito de cada qual

É o seu jeito de estar

de dar testemunho e voz

e esse grito infinito

que foi herdado de aquém

e passa para além de nós.

 

 

 

Maria José Rijo

 

 

 

 

.

Estamos em 2009. É Julho.

É pleno Verão.

Estou de férias mais uma vez e ... TEMOS COMPUTADOR

A pergunta impõe-se :  - QUE É FEITO DE VÓS?

Vamos voltar à conversa - tenho saudades.

Beijinhos

 

Maria José

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 16:31

Um Grito de Amor

Terça-feira, 09.06.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.829 – 21 de Março de 1986

 Um Grito de Amor- Um grito de Amor por ti – Árvore!

apenas uma floresta

- Árvore da floresta imensa…

Floresta de terra firme

- Árvore de sombra confundida, copa entrelaçada noutras árvores,

- Árvores sem jardim

- Árvore sem quintal

- Árvore sem caminho

 

- Árvore na multidão das árvores

 

 

- Árvore ainda e sempre, mesmo que só se diga: floresta.

- Árvore que viva tempestades de medo, e só se escuta em coro no arvoredo.

 

- Árvore que chora sozinha e engrossa a voz dos corais,

Um grito de amor por ti

- Árvore desconhecida

- Árvore tábua – colher de pau – raspas…

               

- Árvore lenha, seca, verde, podre

- Árvore abatida

Fendida pelo raio – queimada viva

Incendiada – archote

 

 

Ferida, triturada pelos dentes do serrote

- Árvore escavacada – raiz ao sol

- Árvore sem “pedigree”

- Árvore toro amainada boiando ao sabor da corrente

- Árvore de qualquer sorte

- Árvore de qualquer porte

- Árvore de qualquer morte

 

O meu amor por ti…

O meu amor de crente

A minha fé de gente

A minha fé – na gente!

 

Maria José Rijo

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 00:54

Agora que a poeira baixou...

Quinta-feira, 18.10.07

Vamos olhar pelo outro lado acontecimentos que nos perturbaram a tal ponto que levando ao rubro as nossas emoções quase paralisaram a nossa capacidade crítica.

Temos todos nós uma intrínseca necessidade de ser aceitos pelos demais.

Isto é uma verdade insofismável. Daí que, quase que como por instinto, sejamos levados, não propriamente a mentir, mas, a calar a nossa opinião, em nome de muitos factores aceites como correctos, alguns, até como deveres de educação. Proceder de modo a não ser desagradável, está aceito como conveniente e, daí que esteja estipulado como código social embrulhar o medo de ser sincero com expressões, tais como:

Não se ganha nada em ser desagradável...

Não é correcto desmentir quem quer que seja...

Para quê falar se já não se altera nada!...

Não se devem ganhar más vontades...

Podes perder o emprego...Vão despedir-te, acautela-te!

Vais ouvir impropérios...etc, etc, etc...

E, assim engordam a injustiça, a mentira, a falsidade e, assim se torna o convívio entre as pessoas uma verdadeira fraude, enquanto triunfam a prepotência, a demagogia, o oportunismo...

Permanece-se em silencio - ao serviço de quem detém o poder e perde-se o hábito da saudável crítica formativa de opiniões que esclarece, forma o caracter, revigora a coragem ,a honestidade e a postura de cidadania que todos devemos preservar.

Quero dizer que: em nome de princípios errados, de comodismo, e, volto a repetir: falsos medos se deixam triunfar situações de injustiça que cerceiam ideais e pesam nas consciências. Assim somos nós, e só nós, com o nosso encolher de ombros os únicos responsáveis pelas agruras de que nos lamentamos, tantas vezes, só para sermos simpáticos, só para que ninguém nos perturbe...

Mas... vamos ao caso: - o país inteiro, diria até, quase o mundo inteiro, vibrou de horror com a selvajaria perpetrada - na emboscada - preparada aos industriais portugueses que foram de visita ao Brasil  confiantes num amigo que os esperava...

Não vale a pena especular com pormenores, já por todos demasiado conhecidos; pois que a televisão, para alem das notícias, se portou nas reportagens como abutres gulosos, que se banqueteassem com a podridão.

Porém, não é dessa circunstância que quero falar.

Queria, sim, respeitando embora a dor dos familiares e amigos e, também a comoção que encheu de angústia o pais de norte a sul, confessar que não achei justo que o estado português se tivesse sobreposto às famílias e arcasse com as despesas da trasladação dos corpos das vitimas para as suas terras de origem.

Não consigo, interpretando tudo o que vi e ouvi, deixar de entender que aqueles seis homens de negócios com os bolsos confortavelmente recheados foram ao Brasil para aproveitar dum turismo de bordeis, que lhes proporcionaria o amigo – lá bem longe dos olhares das mulheres, cuja companhia, alias, recusaram.

Mas, quer fosse esse, ou qualquer outro intuito, que tivessem, nem sequer a forma como terminou as suas vidas justifica que sejamos nós - contribuintes - a custear as despesas que motivaram.

Porque é preciso que se diga que: - quando o estado, ou a autarquia, ou qualquer outro poder publico dão, seja o que for, quem está a pagar é o contribuinte.

Qual o critério então que comanda estas acções?

 Se era gente abastada ao ponto de viajar porquê deixar que a emoção, o exibicionismo de ser bonzinho ultrapasse o bom senso e os tratasse como vítimas duma causa nacional?!

Digam-me que os corpos de todos os soldados que morreram em África, e morreram por nós, regressaram a custas do estado, às suas terras, e nelas estão sepultados...

Digam-me que aquele, quase menino, soldado ao serviço em Timor, que ainda ontem vimos na televisão ao colo do pai, por ter perdido a capacidade de andar -só por engano está sem ajuda, sem soldo, sem esperança porque um acidente, em gozo de justas férias, fez dele não um homem dependente da justiça social, mas da caridade publica...

Digam-me que não é preciso fazer colectas de caridade para operar crianças, com doenças que requerem custosas idas para o estrangeiro e pertencem a famílias sem meios...

Digam-me essas e outras mais coisas que então eu entenderei que - o estado - para além do apoio QUE NINGUÉM DISCUTE , tinha obrigação de custear o regresso a Portugal dos seis infelizes industriais, que foram ao Brasil , gozar férias por sua deliberada vontade.

Enquanto estas e outras perguntas não obtiverem resposta convincente; habituemo-nos a controlar as emoções e a tomar decisões mais justas e razoáveis.                           

  

                                               Maria José Rijo

@@@@@@

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.624 – 21 /Set./2001

Conversas Soltas

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 21:14





mais sobre mim

foto do autor


pesquisar

Pesquisar no Blog  

calendário

Outubro 2019

D S T Q Q S S
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031


comentários recentes

  • Anónimo

    ADOROAdoroooooooooooooMeu Deus Tia gosto imenso de...

  • Anónimo

    Mas que bom...As gavetas da memória ... que saudad...

  • Anónimo

    Oh minha querida Tiazinhacomo eu adoro este artigo...

  • Anónimo

    Querida Amiga de minha MãeAgradeço as suas palavra...

  • Maria José Rijo

    Creia que foi com profunda tristeza que recebi a n...


Pensamentos de Mª José

@@@@@@@@@@@@@@@@@

@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


links

Um pouco de mim...

EFEMERIDES

Blogs- quem nos cita

Deambulo por

Culinaria

K I K A

Paginas de Diário

2019

2018

2017

2016

2014

2015

2013

2012

2011

2010

Cá estou ...

Mais alguns...

Alguns...

Alentejo

Eurico Gama

Artigos sobre...

Escola Musica / Coral

Elvas Cidade...

Escritores e...

A Familia

Sebastião da GAma

Minhas sobrinhas Bisnetas

Meus sobrinhos Netos

Meus sobrinhos

Diversos...

Páscoa

São Mateus

Cartas especiais

noticias em Jornais

Dia da Criança

Cartas do Brasil- 1996

AÇORES

Juromenha

Col. de Gastronomia

O Natal

Exp. MuseuTomaz Pires-1984

Exposição PERCURSO-2008

HistóriasCmezinhasEreceitas

Revista Sénior

JOSÉ RIJO

Hospital e Maternidade

Livro de Reminiscências

Livros- de HistóriasInfantis

  • A história da Cotovia
  • A história de uma Flor
  • A historia do Castelo
  • AlendaMisterioso vale florido
  • O sonho da Joca
  • A menina de Trapo
  • A avó conta 1 historia
  • Conto - Margarida - 1
  • Conto-Margaridavaicontente
  • ... então sonhei!
  • O Cavalinho encantado
  • A princesa Jasmim
  • Aurinha está doente
  • Arnaldo o terrivel
  • A Cabrinha
  • Era uma vez ...
  • O pequeno castanheiro

Dias festivos

Programa de Poesia (radio)

Crónicas na Revista

Livro de Poemas - I

Livro de Poemas - II

Livro de Poemas - III

Livro de Poemas - IV

Aniversários Linhas

Livro Rezas e Benzeduras

Livro das Flores

LivroJoaoCarpinteiro

A Visita - Despertador

Programas se SãoMateus

Entrevistas

Entrevista - TV-Videos,etc

Visitantes no Blog

Aniversarios Blog



arquivos



Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.