Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Maria José Rijo

Não sou princípio - Nem fim! -Sou um ponto no caminho- Daquela linha partida- Que vinha de Deus para mim!

Maria José Rijo

Não sou princípio - Nem fim! -Sou um ponto no caminho- Daquela linha partida- Que vinha de Deus para mim!

Mais sobre mim

foto do autor

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D

Links

Um pouco de mim...

EFEMERIDES

Blogs- quem nos cita

Deambulo por

Culinaria

K I K A

Paginas de Diário

2010

2011

2012

2013

2014

2015

2016

2017

2018

Cá estou ...

Mais alguns...

Alguns...

Alentejo

Eurico Gama

Artigos sobre...

Escola Musica / Coral

Elvas Cidade...

Escritores e...

A Familia

Sebastião da GAma

Minhas sobrinhas Bisnetas

Meus sobrinhos Netos

Meus sobrinhos

Diversos...

Páscoa

São Mateus

Cartas especiais

noticias em Jornais

Dia da Criança

Cartas do Brasil- 1996

AÇORES

Juromenha

Col. de Gastronomia

O Natal

Exp. MuseuTomaz Pires-1984

Exposição PERCURSO-2008

HistóriasCmezinhasEreceitas

Revista Sénior

JOSÉ RIJO

Hospital e Maternidade

Livro de Reminiscências

Livros- de HistóriasInfantis

  • A história da Cotovia
  • A história de uma Flor
  • A historia do Castelo
  • AlendaMisterioso vale florido
  • O sonho da Joca
  • A menina de Trapo
  • A avó conta 1 historia
  • Conto - Margarida - 1
  • Conto-Margaridavaicontente
  • ... então sonhei!
  • O Cavalinho encantado
  • A princesa Jasmim
  • Aurinha está doente
  • Arnaldo o terrivel
  • A Cabrinha
  • Era uma vez ...
  • O pequeno castanheiro

Dias festivos

Programa de Poesia (radio)

Crónicas na Revista

Livro de Poemas - I

Livro de Poemas - II

Livro de Poemas - III

Livro de Poemas - IV

Aniversários Linhas

Livro Rezas e Benzeduras

Livro das Flores

LivroJoaoCarpinteiro

A Visita - Despertador

Programas se SãoMateus

Entrevistas

Entrevista - TV-Videos,etc

Visitantes no Blog

Aniversarios Blog

Pensamentos de Mª José

@@@@@@@@@@@@@@@@@

@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@

Fui do mando da cidade

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.859 – 24 de Outubro de 1986

A La Minute

FUI DO MANDO DA CIDADE

 

Fui à feira!

Fui a Santarém – à Casa do Campino – onde ela está a decorrer

desde 18 de Outubro até 21 de Novembro, para quem a queira e possa visitar.

Bem organizada – pessoal correctíssimo, amável, eficiente.

Feira viva e colorida.

 

Há mostra de tudo!
Bordados, cestas, estanhos, cobres, latões, latas, barros, trapos, tecelagens,
brinquedos de madeira – dos antigos – articulados com guitas e arames –


pintados de cores berrantes, filigranas… e, a par com esta variedade incontável
de maneiras de utilizar os materiais, por mais pobres que sejam – em que a mão
do português é mestra e perita – está também Portugal do Sul ao Minho, a
compita – nas “Tasquinhas”.

“Dons Rodrigos” e outras

Quase se poderia almoçar só de perfumes e rematar com a

fragrância do “café Delta” – que também lá está
com presença de marca.

Mas… a tudo isto fui do vosso mandado e vos trago estas notícias.

Acompanhei as meninas funcionárias do Turismo em que a Câmara deliberou apostar para nos
representarem, com a cozinha de “A Nossa Gente”, estreada no S. Mateus.

Fui preocupada e esperançosa como a Avó que leva a neta ao baile. Voltei contente.

Vi a representação de Elvas apreciada, visitada com interesse e aprovação, louvada
até, algumas vezes – muitas vezes.

 

O Sr. Secretario de Estado, e demais entidades que fizeram a inauguração,

provaram com delicia as azeitonas que tão amavelmente a “Cooperativa agrícola do Caia”

 

ofereceu ao Turismo para propaganda da nossa terra, receberam o nosso cartão de visita e
falaram com respeitosa atenção com os nossos artesãos que para eles cantaram.

Trago “de lá” este recado para dar à cidade que mandatou o Presidente da Câmara

que assim nos orienta.

 

Fomos convidados – Elvas foi convidada especialmente – para estar
presente na “Feira da Agricultura 1987”.

Com esta missão cumprida ficamos a sonhar com a “Casa da Cultura” 
a “Universidade Popular” e… outros “recados” que a cidade nos dá e que,
se em verdade tiram à Câmara o descanso, lhe dão a força que há outras pessoas
que, como ela, se empenham a desejar que se cumpram programas sonhados e, se
sonhem programas para cumprir.

 

Maria José Rijo

 

Postal nº 11 - Colecção de Gastronomia - Matança do Porco

.

As matanças são tarefas próprias do tempo frio de Inverno.

Quando a Primavera chega e o cuco canta junto às ribeiras,

já os cardos estão espigados e as papoilas em flor.

Na hora da merenda, à meia tarde, “condutando”

(que deverão render para todo o ano), saboreiam-se

os enchidos e espraiam-se os olhos pelos campos em

redor, onde o silêncio

 mais a solidão geram o pão em bebedeiras de luz.

.

              Maria José Rijo

.

@@@@@

Colecção de Gastronomia - A matança do Porco

 

 

Postal nº 10 - Colecção de Gastronomia - Matança do Porco

PAIO BRANCO

Vazios secam ao sol, em fileiras, os alguidares lavados,

Esperando o regresso à penumbra das despensas, onde já

Moram os tradicionais paios brancos, pendurados para secar.

“Acamam-se” os lombos bem direitinhos, enterrados em

Sal durante 12 horas, após o que se penduram uma hora ou

Duas, para escorrer, em sitio arejado. Seguidamente

Sacodem-se, limpam-se e untam-se com um nadinha de

Banha para escorregarem melhor ao serem “vestidos” na

tripa do porco, já cortada no tamanho conveniente.

Para conseguir atar uma extremidade do lombo com um

Cordel que, passado por dentro da tripa, enrolado numa

Colher de pau, facilitará a tarefa.

Os paios são cosidos num dos lados e no outro atados,

Deixando-lhes uma argola de fio para serem pendurados

No ar.”

                      Maria José Rijo

                  

@@@@@@

Colecção de Postais de Gastronomia - A Matança do Porco

Postal nº 9 - Colecção de Gastronomia - Matança do Porco

Sentam-se ao fim as mulheres para dois dedos de

conversa enquanto saboreiam para “desenratar”

uma sopa de grão amaciado com tempero de azeite,

cebola, uns raminhos de salsa, uma folhinha de louro,

um dentinho de alho e a mistura de cardos –

colhidos e ripados, mesmo ali, no campo lavrado,

rente ao monte – e escaldados para não escurecerem

o caldo do cozido.

.

                               Maria José Rijo

@@@@@@

Colecção de Gastronomia- A Matança do Porco

Postal nº 8 - Colecção de Gastronomia - Matança do Porco

 

A pouco e pouco a casa deixa de ressumar a gordura.

Já não se assam na lareira as presinhas que serviam para

avaliar do acerto do tempero das carnes dos enchidos.

Agora a farta “parreira” que um fuminho morno vai

“curando” lentamente regala de orgulho o pessoal

que trabalhou na empreitada.

Tranquila, como se tivesse feito um seguro de família,

a dona da casa  ferece algumas “provas” aos mais chegados

a quem mostra com vaidade o seu fumeiro.

                                Maria José Rijo

@@@@@

Colecção de Postais de Gastronomia -

            A Matança do Porco

 

Postal nº 7 - Colecção de Gastronomia - Matança do Porco

CARNES FRITAS 

Lombos e lombinhos são as peças nobres do porco; delas

se conservam alguns suculentos nacos, enterrados na banha,

onde são fritos com entrecosto e algum toucinho da “barbela”,

cortado em pequenos bocados – a banha da fritura

torna-se a “manteiga de cor”, porque fica rosada e gostosa

pela massa de pimento, o alho pisado, o sal, o louro e o vinho

branco que serviram de tempero às carnes – mas o seu mais

honroso destino é serem ensacados na pele das banhas e das

tripas grossas e transformadas  em anafados paios, esses

verdadeiros ex-líbris da matança.

                                Maria José Rijo

@@@@@@

 Colecção de Gastronomia - A Matança do Porco

 

Postal nº 6 - Colecção de Gastronomia - Matança do Porco

CACHOLEIRAS

.

As cacholeiras são os primeiros enchidos a fazer, porque

nelas se consomem os produtos mais perecíveis – as fressuras –

que migadas e misturadas com sangue se temperam

com alho e sal pisados, pimentão flor, massa de pimento

e pimenta em pó e vinho branco, no acto de encher – ou seja,

no dia imediato a terem sido temperadas.

Para este enchido usa-se sempre tripa de porco.

                            Maria José Rijo

@@@@@

Colecção de Postais - Gastronomia - A Matança do Porco

Postal nº 5 - Colecção de Gastronomia - Matança do Porco

MORCELAS

.

Carne de porco migada numa mistura mais rica de carnes

Ensanguentadas e gordurosas.

Temperam-se, num alguidar, com alho e sal pisados, pimentão flor

e massa de pimento.

No dia em que se enchem, junta-se-lhes um pouco de

Sangue do porco a que se misturou sal e vinagre para não

Coalhar.

(Enchem-se a seguir às cacholeiras)

.

                           Maria José Rijo

@@@@@@@@@@@@

Colecção de Gastronomia - A Matança do Porco

.

Postal Nº 4 - Colecção de Gastronomia - Matança do Porco

          

CHOURIÇOS

Fazem-se com carne de porco migada numa mistura

mais rica de febra do que de gorduras.

Temperam-se num alguidar com pimentão de horta,

Pimentão flor e alho pisado com sal.

A carne fica no tempero 2 ou 3 dias, antes de encher,

dando-se-lhe volta de vez em quando. 

                                  Maria José Rijo

@@@@

Colecção de Postais de Gastronomia - A Matança do Porco

 

Postal Nº 3 - Colecção de Gastronomia - Matança do Porco

 

As tripas são separadas do redenho, esvaziadas, viradas

com varinhas finas, lavadas e relavadas em águas mil, e

ficam em repouso nos alguidares com rodelas de laranja

e limão, até serem escolhidas para o seu destino natural

- os enchidos – onde se consomem a maior parte das

carnes do porco e as gorduras migadas.

As “mantas” de toucinho e os ossos, amortalham-se

enterrados em sal, até serem  chamados a adubar os cozidos.

As orelhas, se escaparam à “cabeça de xara”, não se safarão

das feijoadas. Já o pezinho é bem apreciado de coentrada.

Miolos e rins não têm grande espera, gastam-se primeiro

- dão a “miolada”. Cozem-se os miolos em água e sal.

Escorrem-se e aguardam que se refoguem com cebola,

salsa e alho picado, louro e um golinho de vinho branco,

Os rins cortados em rodelas.

Juntam-se então os ovos batidos com uma fatia de pão

Esfarelada e os miolos. Temperam-se com pimenta.

Frita-se e enrola-se a mistura como se fora uma omelete.

                            Maria José Rijo

@@@@

Colecção de Postais de Gastronomia - Matança do Porco

 

Mais sobre mim

foto do autor

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D

Links

Um pouco de mim...

EFEMERIDES

Blogs- quem nos cita

Deambulo por

Culinaria

K I K A

Paginas de Diário

2010

2011

2012

2013

2014

2015

2016

2017

2018

Cá estou ...

Mais alguns...

Alguns...

Alentejo

Eurico Gama

Artigos sobre...

Escola Musica / Coral

Elvas Cidade...

Escritores e...

A Familia

Sebastião da GAma

Minhas sobrinhas Bisnetas

Meus sobrinhos Netos

Meus sobrinhos

Diversos...

Páscoa

São Mateus

Cartas especiais

noticias em Jornais

Dia da Criança

Cartas do Brasil- 1996

AÇORES

Juromenha

Col. de Gastronomia

O Natal

Exp. MuseuTomaz Pires-1984

Exposição PERCURSO-2008

HistóriasCmezinhasEreceitas

Revista Sénior

JOSÉ RIJO

Hospital e Maternidade

Livro de Reminiscências

Livros- de HistóriasInfantis

  • A história da Cotovia
  • A história de uma Flor
  • A historia do Castelo
  • AlendaMisterioso vale florido
  • O sonho da Joca
  • A menina de Trapo
  • A avó conta 1 historia
  • Conto - Margarida - 1
  • Conto-Margaridavaicontente
  • ... então sonhei!
  • O Cavalinho encantado
  • A princesa Jasmim
  • Aurinha está doente
  • Arnaldo o terrivel
  • A Cabrinha
  • Era uma vez ...
  • O pequeno castanheiro

Dias festivos

Programa de Poesia (radio)

Crónicas na Revista

Livro de Poemas - I

Livro de Poemas - II

Livro de Poemas - III

Livro de Poemas - IV

Aniversários Linhas

Livro Rezas e Benzeduras

Livro das Flores

LivroJoaoCarpinteiro

A Visita - Despertador

Programas se SãoMateus

Entrevistas

Entrevista - TV-Videos,etc

Visitantes no Blog

Aniversarios Blog

Pensamentos de Mª José

@@@@@@@@@@@@@@@@@

@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@