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Aniversário - 15 anos do Museu Municipal de Fotografia

Sábado, 17.11.18

 

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O Museu Municipal da Fotografia de Elvas,

celebra, este sábado, 15 anos de existência

( 2003 - 2018 )

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publicado por Maria José Rijo às 21:33

10º Aniversario do Museu de Fotografia - 15-11-2013

Sexta-feira, 15.11.13


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publicado por Maria José Rijo às 21:25

NATAL - 2010

Sábado, 11.12.10

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publicado por Maria José Rijo às 21:00

As coisas e o seu espírito

Domingo, 06.12.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1867 – 19 de Dezembro de 1986

As coisas e o seu espírito

            

Tarde invernoso … marido com gripe… vento a silvar nas janelas… céu cinzento… bruma… num ponto da casa uma braseira de picão fala de conforto.

                       

Os jornais já lidos, uns momentos para pensar na espera dum velho e querido Amigo, hoje, virá como médico também.

Na pausa reflicto no que li… no mais chocante… os comentários… a meu ver… prematuros sobre o carro que a câmara comprou.

                      

Recordo que o nosso Amigo, que agora espero, sensível ao espírito das coisas, quando foi Presidente da Câmara – comprou do seu bolso, durante o seu mandato… um carro, que, pela aparência, respeitasse o espírito das funções, que exercia, para honrar, para honrar Elvas…

Depois, lembrei o actual presidente a empurrar o carro assucatado que o Município tinha… Avenida da Republica abaixo e noutras ruas de Lisboa…

Lembrei-o outras vezes, parado, de noite, na berma das estradas à espera de socorros… lembrei-me de mim própria, também, quando no regresso de Santarém com os trabalhadores da Câmara, exaustos pelo esforço dispendido desde as 5 horas de manhã (em que de cá partiram para a montagem da “Cozinha Alentejana”) ansiosos por regressar a casa – parados, madrugada alta, numa noite fria e feia como o dia de hoje – na estrada deserta…

        

Coisas que se calam, estas e outras mais, porque Elvas… a cidade de Elvas… a sua população, o seu concelho, não mereciam estas humilhações…

       

Lembrei depois o historiador do Instituto Dona Leonor a quem pedi, de olhos molhados, silencio sobre os livros que ele vira a bulir parasitas na 3ª Biblioteca do País… a nossa… que esteve sem uma única desinfestação desde o último ano de vida do saudoso Eurico Gama! Isto… porque Elvas, a sua gente, o seu concelho…não merecem tamanhas humilhações.

        

Há as coisas e há o espírito delas!

O actual presidente queria carro mais modesto, mas o executivo fez questão de dar a Elvas um carro que vá em nome de Elvas… onde Elvas deva estar presente… não com o luxo de outras Câmaras, mas com dignidade entre os seus pares.

   

Só o futuro o dirá… com verdade… depois deste mandato terminar, se Elvas deu ao actual executivo carro de mais ou carro de menos… porque tudo é relativo e, ainda não há pontos de referência seguros.

Cá por mim… povo que sou … vou vivendo à portuguesa. Vou à missa com o fato de “ver a Deus” na boa tradição dos pobres que honram a sua gente sabendo que não basta ser, porque parecer também é necessário.

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 21:27

Que admira?

Domingo, 02.08.09

À Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.816 – 20 de Dezembro de 1985

 Que admira?

 Elvas escolheu a Câmara que ganhou o direito de a servir e ao seu concelho.

Por larga maioria a população pôs nas mãos de um elvense – João Carpinteiro – a confiança que lhe foi solicitada, no crédito das promessas que lhe foram feitas.

Aconteceu num belo domingo de sol, intercalado nas vizinhanças do Inverno, como um presente de esperança.

A esperança que Elvas tem no futuro que merece para honrar um passado de grandeza, que nobremente testemunha.

Mas… toda Elvas – terá que servir Elvas – como cada um de nós se serve e cuida de si próprio – porque nada poderá a força de amor de João Carpinteiro a lutar por construir-se o desinteresse e o desamor de outros se empenharem em destruir.

Para que o dinheiro – que será sempre pouco – para a largueza do sonho - dê frutos palpáveis, é urgente que cada elvense repense a sua forma de o ser.

É preciso que não mais se juntem (4, 5, 6 pessoas, não avalio quantas foram necessárias) para arrancar e quebrar pesados bancos de cimento e pedra – porque cada um queira ser digno desta terra que o acolhe ou lhe deu berço – tem que sentir  em si, e, saber viver, a consciência do que é estar inserido numa sociedade – do que é pertencer a uma cidade que por sua vez também lhe pertence.

Tem que saber encontrar em si o sentido de dever e justiça que lhe imponha o comportamento exemplar que deve à sua terra e à sua gente.

Tem que saber merecer o trabalho de um homem que – por ser elvense de raiz e de consciência – e homem de dignidade, teve a “heróica loucura” de sonhar repor Elvas no lugar certo da história do nosso tempo.

No segredo do meu coração, adoptei esta terra, aí pelos meus 17 anos. Ao ser chamada, agora, a ajudar João Carpinteiro, qualquer coisa me diz, que esta é a resposta de Elvas, a dizer que o sabe e também me aceita.

Que admira então que eu digo que vou dar o meu trabalho em troca de confiança que me foi oferecida, para continuar a chamar a esta terra, gostosamente, minha?

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 20:38

Um Sonho – Um dever – Um lema

Quinta-feira, 30.07.09

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.818 – de – 3 de Janeiro de 1986

Á Lá Minute

 Um Sonho – Um dever – Um lema

 

1986, chegou ao calendário com um belo cognome de esperança: - Ano Internacional da Paz.

A criação da Paz. É sem dúvida, um dos maiores desafios que se põe à inteligência e à capacidade do Homem.

                            

Mas a Paz e a Justiça, caminham de mão dada, e a justiça começa na maneira, de cada um de nós estar entre os outros. Começa no segredo de cada consciência.

Ao fazer estas afirmações aqui da “minha” varandinha onde vou, como posso, “assomando à lá minute” – fico confrontada publicamente com elas, como já fiquei, quando também publicamente defendi a presidência da Câmara de Elvas para João Carpinteiro.

Disse então:

“ Uma Câmara é uma casa mãe de toda uma população”

É uma casa de serviço.

É uma espécie de cérebro e coração por onde passam todas as mensagens de um corpo vivo (que é a cidade) – que tem que ser protegido para que progrida e se desenvolva em equilíbrio no seu conjunto sem tumores de miséria, nuns sítios – nem exibições de falsa grandeza noutros.

Uma Câmara terá que repartir dificuldades e bens – com o rigor e justiça de um chefe de família.

Uma Câmara não pode ter enteados porque cada munícipe é um filho da terra e cada elvense, irmão de outro elvense aos olhos da sua cidade “Mãe”.

      

 Incorporo a equipa de João Carpinteiro que começa o seu mandato neste Ano Internacional da Paz.

Se cada um de nós – nos limites da sua medida – criar e viver a sua Paz interior – com a justiça do seu procedimento – estaremos, por certo, todos a colaborar na prática e no espírito desta meta proposta à consciência do mundo inteiro:

A Paz Internacional.

.

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 22:31

Será que?!!

Sábado, 06.06.09

Conversas Soltas

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.300 19 de Maio de 1995

 Será que?!!

 

Fechada aqui no meu canto – o eco da vida da cidade – chega-me, quase exclusivamente, pelo Linhas de Elvas em cada sexta-feira.

Ora, nesta semana, vi, com a maior surpresa e indignação, que ainda não terminou, nem serenou, sequer, a infeliz campanha que, por deita cá aquela palha, despudoradamente se reacende contra João Carpinteiro.

 

Conto mais de cinquenta anos de vida em Elvas. Toda a minha idade adulta foi passada aqui e nunca vi, nem me consta que ao longo deste tempo; - (mais de meio século, repito) – alguma vez tenha por cá acontecido coisa igual ou semelhante.

Será que os promotores desta campanha têm consciência que estão a orquestrar o linchamento moral de alguém que nada fez para merecer tantas injúrias?!

Será que se perdeu das consciências a noção de solidariedade que obriga ao respeito pelo próximo?!

 

  

                           

Receio bem que esse sentimento que Michael Quoist tão bem definiu dizendo “ Eu sou o outro” seja uma vaga reminiscência em que jamais se pensa.

Vale a pena responder:

              

“O outro é aquele

Por Deus se exprime

Por quem Deus te convida

Por quem Deus te enriquece

Por quem Deus mede o teu amor

(…)

O outro chama-se João, Maria, José,

Luísa, a D. Felismina, o Sr. António

mora na mesma casa que tu

trabalha na mesma repartição

toma o mesmo autocarro

senta-se ao teu lado no cinema…

O outro chama-se Jesus Cristo”

 

Tenhamos em conta que o outro és tu, sou eu, somos nós todos igualmente expostos à mesma inconsciência, à fúria acéfala das turbas…

Não tenho procuração de quem quer que seja para tomar a defesa de, seja lá quem for…

Não tenho pretensões a arvorar-me em Madre Teresa de Calcutá…

          

Mas – tenho a viva consciência dos meus deveres como pessoa de bem que me obrigam a não querer, pelo silêncio, aceitar a cumplicidade de injustiças que nos envergonham a todos – envergonham uma cidade.

Não haverá mais nada para fazer presentemente na nossa terra do que perseguir um Homem de Bem – que naturalmente tem defeitos e cometeu erros como todos cometemos mas não deixou por isso de ser estimável e pessoa de bem?!

Terá qualquer de nós a veleidade de afirmar que é impecável e perfeito?!

                       

     

Estarão em cheiro de santidade os “anjos” vingadores que tão levianamente propagandeiam e fazem alarde de faltas e defeitos de outros sem que primeiro – pelo menos – tenham a decência de testar a verdade das suas afirmações.

Não merecerá a nossa cidade mais do que isto?

Penso que a mesma legião de aduladores que explorou as naturais e humaníssimas fraquezas de João Carpinteiro bajulando-o para dele se servir incensa agora, com igual intento, outros deuses.

Mas Deus não dorme – diz a sabedoria popular e, atrás de tempos vêm…

E, a não ser que tivesse havido epidemia em Elvas e tivessem falecido todos – e eram tantos! Tantos – era altura de aparecerem.

Até porque eles – esses – que pela sua falta de lealdade e coragem para exercerem o seu direito de criticar com verdade e honestidade – são os maiores responsáveis por tudo quanto se passa agora.

Sou. Sempre fui amiga de João Carpinteiro. Conheci-o de berço.

Vi-o crescer, como os meus sobrinhos que são quase todos, da sua geração.

Quero-lhe bem

Não lhe devo benesses.

 

Politicamente até, dele me afastei, por desacordo.

Mas – isso não denigre o meu respeito por esse Homem – que vi lutar, sempre, pelo bem da cidade e do seu concelho.

João Carpinteiro – serviu a cidade de Elvas.

Não se serviu da cidade em seu proveito.

O seu trabalho não esteve isento de falhas, porém, isso não o torna numa pessoa execrável a quem todos apedrejam.

Está a abrir-se um perigoso precedente na vida política de Elvas.

Será que não é a hora certa para alertar que:

“O outro é aquele que te faz crescer, é um presente que o amor de Cristo te deu”

Viremos o dedo acusador para nós próprios que nos acobardamos deixando correr… e, só depois, se formos capazes, deveremos pensar se ainda vale a pena acusar “O outro”.

 

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 23:57

Já me lembrei...

Sábado, 16.05.09

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.739 – 12 Dezembro -2003

Conversas Soltas

Já me lembrei...

 

Quando, muito recentemente, visitei o “Museu Municipal da Fotografia João Carpinteiro”, dei comigo a escrever uma frase que me cantava na lembrança desde que lá entrei e os meus olhos começaram a encher-se da beleza que por todo o lado, naquele espaço nos envolve.

É assim: - eu existia quando não vivia, e existirei mesmo depois de morta.

Não me recordava de onde a respigara e guardara na memória, mas o facto é que ela lá estava, e naquela altura se me impôs.

              

Agora já me recordo que é com ela que começa um livro interessantíssimo intitulado “ Ana Kádár” da autoria de Mihàly Foldi.

Restituído o seu a seu dono, embora em contextos muito diferentes, a citação afigura-se- me certa.

Quem conhece João Carpinteiro sabe que aquele museu foi gerado em esperança e amor ao longo de anos. Assim, na sua alma, e no seu coração, ele existia já desde muito antes de ter agora acontecido a sua realização, e existirá para além das nossas vidas, porque a memória da sua existência sobreviverá para além dela.

              

Recomendar para que o visitem, é o mínimo que se pode fazer.

É um espaço lindo, moderno, com um cunho de bom gosto e elegância que se impõe ao primeiro olhar.

O espólio que encerra é de um valor inestimável.

Sem favor pode afirmar-se que contribui muito para a riqueza musicológica da nossa cidade.

Faço apenas um reparo.

              

Um reparo que considero muito importante.

Não vi por lá – não vislumbrei por lá – e em lugar de destaque como era obrigação que lá se encontrasse – uma biografia de João Carpinteiro.

                 

Nesta cidade onde a cada canto, como cogumelos bravos, a propósito e a despropósito, proliferam as tabuletas, sempre gravando para a posteridade o nome do mesmo ídolo, podia, e devia, pelo menos juntar em cada qual delas, o nome do arquitecto, do ideólogo de cada obra, do seu verdadeiro CRIADOR.

    

As penas de pavões não disfarçam o pavão... identificam-no, apenas...

 

 

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 23:47

Exposição - Percurso

Terça-feira, 26.08.08

 

 

Na sala do Museu de Fotografia João Carpinteiro

Inauguração no dia 19 de Setembro

e ficará patente até ao dia

9 de Novembro

 

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publicado por Maria José Rijo às 23:14

Natal

Sexta-feira, 07.12.07

                                            

Mesmo sobre a saudade, a

doçura do Natal, embala cada

coração como uma

música de esperança.

@

Maria José Rijo

@@@

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Fotografia de

João Carpinteiro

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publicado por Maria José Rijo às 00:43





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@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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