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Fotos escritores

Quinta-feira, 04.02.16

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José Régio

Judite Beatriz de Sousa

Casimiro Abreu e Tita

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Cap. Valadas

Casimiro Abreu

Eng. Miguel Mota

 

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publicado por Maria José Rijo às 15:04

“Exortação Ao Meu Anjo”

Quarta-feira, 20.08.14

Este é o titulo de um poema de José Régio, do qual, mais do nunca, me vem à lembrança algumas estrofes. Nesta época um tanto conturbada, ou, politicamente confusa – também assim se poderá dizer – que a nossa cidade vive.

Cada um de nós, crentes ou não crentes, por certo já viveu, pelo menos uma vez, qualquer circunstância que nos fez invocar a ajuda de uma qualquer divindade ou entidade que consideramos acima das nossas capacidades humanas.

Pois quer o tivéssemos feito, quer não, parece-me ser este, também, o momento certo para que cada um de nós exorte o seu anjo e lhe reze usando o poema de Régio

 

“Quando a verdade, que é nua,

Me cegar como um sol, e eu me voltar para onde há lua,

E procurar jardins convencionais e plácidos,

Queima-me com os teus olhos ácidos!

 

Quando eu julgar, falando dizer tudo,

Faz ante mim sorrir teu lábio mudo!

Quando eu me poupe a falar,

Aperta-me a garganta e obriga-me a gritar!”

 

 

Penso que a prepotência, a falta de senso de justiça e tudo o mais que atropela e ofende a nossa dignidade como elvenses, pessoas de bem que somos, e como cidadãos de direito, clama a uma só voz que - se nos acomodarmos – nos recusarmos a falar – a agir, - como é nosso direito e nosso inadiável dever – o “nosso anjo”nos  aperte a garganta e nos obrigue a gritar:

Senhor Vereador Rondão Almeida

Soberano, aqui é o Povo.

O Povo que exige ser respeitado nas suas escolhas.

Presidente de Câmara, não é lugar vitalício!

A sua hora, passou.

Acredito que, quando o ouvíamos repetidamente afirmar com ênfase:

- “no meu reinado!  no meu reinado!”se tratava apenas de uma figura de retórica.

Não nos leve a crer que se tratava de íntima convicção,

porque – isso - seria assustador…

Está na hora de se afastar com a dignidade que ainda lhe for possível – depois dos lamentáveis episódios de que foi protagonista, querendo ocupar um cargo que  já não lhe pertence - até porque, também a “comenda” que lhe foi atribuída acresce as suas obrigações de civilidade.

Talvez assim., ainda possa ser recordado com alguma simpatia e gratidão que, ao logo de vinte anos, por certo, também terá merecido, e, não exclusivamente, por aqueles que, por seu desígnio, a nossa Câmara tão ostensivamente endeusou …

Preocupada, como todos os elvenses, mas ainda confiante num desfecho digno

 

 

Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 12:17

A visita de Maio

Sexta-feira, 23.01.09

Jornal O Despertador

Nº 233 – 28 de Maio de 2008

 A visita de Maio

 

A Mulher, tinha nascido na aldeia de Santa Clara do Lorêto, a que toda a gente, não sei porquê, chamava de aldeia da Boa- Vista.

                                

Pensando agora nisso fico surpreendida por, enquanto vivi em Beja, nunca me ter dado à curiosidade de investigar o porquê destas duas designações para a mesma localidade, estando ali tão perto…

               p104.JPG (19905 bytes)

Eu tinha feito o Liceu em Beja. Na minha vez de o frequentar já se chamava de Diogo de Gouveia – pedagogo e teólogo que nascera em Beja em 1467 – (reza a história que foi ele quem fez vir para Portugal os Jesuitas, aí por 1540, e entre eles S. Francisco Xavier, que se havia de tornar o apóstolo do Oriente.)

 Dois anos antes de mim, minha irmã entrara, para o velho Liceu Fialho de Almeida, situado, então, na ampla e bela Praça da República, que pelo novo foi substituído quer no nome, quer na localização.

 

Fialho vivera em Cuba, a vila onde me casei, na casa que havia de vir a ser habitada pela minha família. É evidente que, criança que era, não me importou, na altura, a mudança do nome que mais tarde viria a deplorar, pois morar na casa que fora de Fialho dava um certo frisson e, fazia ainda mais desejar para ele todas as homenagens possíveis, principalmente depois de conhecer a sua obra e, pormenores da sua personalidade narrados a cada passo por pessoas que, com ele, ainda, haviam convivido.

 

A casa era antiga e bela, com um amplo quintal, cheio de violetas nascidas ao acaso pelo chão e, em tufos, rente ás paredes. Tinha uma acácia de copa majestosa, de flores brancas como a da casa de Camilo em Seide, por onde o meu gato se aventurava intrépido perseguindo, em vão, a passarada.

 Dela, também se poderia dizer como Régio da sua própria:

                     

“Cheia dos maus e bons cheiros –

Das casas que têm história,

- Cheia da ténue, mas viva, obsidiante memória –

De antigas gentes e traças,

- Cheia de sol nas vidraças –

E de escuro nos recantos,

Cheia de medo e sossego,

de silêncios e de espantos, _

Quis-lhe bem como se fora –

Tão feita ao gosto de outrora –

Como ao do meu aconchego.”

 

Era assim – também -  que eu a sentia e, em viver nela me deliciava.

Ora esta conversa encadeou-se, sem que disso, quase, me desse conta, porque a postura absolutamente vertical daquela – tal mulher -  a que dei trabalho e depois se tornaria uma grande amiga que ainda conservo, volta e meia, retorna à minha memória como me ficou registada no coração especialmente quando vejo gente, sem reagir, acomodada ao infortúnio.

E, isso aconteceu, quando regressei a esses locais onde havia passado infância e juventude para, então com meu marido, voltar a habitar em plena época do vinte e cinco de Abril.

A mulher que se postou na minha frente para contratar trabalho, era ainda nova. Trinta anos, talvez.

Deixara o campo, porque sofria do estômago e já não conseguia suportar a dureza dessa vida.

Todos os habitantes, da aldeia, como ela também, pagavam foro ao dono do povoado para lá terem suas casas, porque todo o chão lhe pertencia.

                 

Era tudo gente nascida e criada nesses tempos de submissão e dependência dos grandes proprietários.

Pois mesmo assim, ou por virtude disso, ao outro dia quando se apresentou para trabalhar, olhou-me de frente, bem nos olhos e perguntou, numa voz segura e fria: - para onde é que a senhora manda o meu corpo?

 

É desta fibra a minha gente alentejana.

 

  Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 23:26

A Visita de Maio

Sexta-feira, 30.05.08

Jornal O Despertador

Nº 233 – 28 de Maio de 2008

  

A Mulher, tinha nascido na aldeia de Santa Clara do Lorêto, a que toda a gente, não sei porquê, chamava de aldeia da Boa- Vista.

Pensando agora nisso fico surpreendida por, enquanto vivi em Beja, nunca me ter dado à curiosidade de investigar o porquê destas duas designações para a mesma localidade, estando ali tão perto…

Eu tinha feito o Liceu em Beja. Na minha vez de o frequentar já se chamava de Diogo de Gouveia

– pedagogo e teólogo que nascera em Beja em 1467 – (reza a história que foi ele quem fez vir para Portugal os Jesuitas, aí por 1540, e entre eles S. Francisco Xavier, que se havia de tornar o apóstolo do Oriente.)

 Dois anos antes de mim, minha irmã entrara, para o velho Liceu Fialho de Almeida, situado, então, na ampla e bela Praça da República, que pelo novo foi substituído quer no nome, quer na localização.

Fialho de Almeida

Fialho vivera em Cuba, a vila onde me casei, na casa que havia de vir a ser habitada pela minha família. É evidente que, criança que era, não me importou, na altura, a mudança do nome que mais tarde viria a deplorar, pois morar na casa que fora de Fialho dava um certo frisson e, fazia ainda mais desejar para ele todas as homenagens possíveis, principalmente depois de conhecer a sua obra e, pormenores da sua personalidade narrados a cada passo por pessoas que, com ele, ainda, haviam convivido.

A casa era antiga e bela, com um amplo quintal, cheio de violetas nascidas ao acaso pelo chão e, em tufos, rente ás paredes. Tinha uma acácia de copa majestosa, de flores brancas como a da casa de Camilo em Seide, por onde o meu gato se aventurava intrépido perseguindo, em vão, a passarada.

 Dela, também se poderia dizer comoRégio da sua própria: “Cheia dos maus e bons cheiros – Das casas que têm história, - Cheia da ténue, mas viva, obsidiante memória – De antigas gentes e traças, - Cheia de sol nas vidraças – E de escuro nos recantos, Cheia de medo e sossego, de silêncios e de espantos, _ Quis-lhe bem como se fora – Tão feita ao gosto de outrora – Como ao do meu aconchego.”

Era assim – também -  que eu a sentia e, em viver nela me deliciava.

Ora esta conversa encadeou-se, sem que disso, quase, me desse conta, porque a postura absolutamente vertical daquela – tal mulher -  a que dei trabalho e depois se tornaria uma grande amiga que ainda conservo, volta e meia, retorna à minha memória como me ficou registada no coração especialmente quando vejo gente, sem reagir, acomodada ao infortúnio.

E, isso aconteceu, quando regressei a esses locais onde havia passado infância e juventude para, então com meu marido, voltar a habitar em plena época do vinte e cinco de Abril.

A mulher que se postou na minha frente para contratar trabalho, era ainda nova. Trinta anos, talvez.

Deixara o campo, porque sofria do estômago e já não conseguia suportar a dureza dessa vida.

          

Todos os habitantes, da aldeia, como ela também, pagavam foro ao dono do povoado para lá terem suas casas, porque todo o chão lhe pertencia.

Era tudo gente nascida e criada nesses tempos de submissão e dependência dos grandes proprietários.

Pois mesmo assim, ou por virtude disso, ao outro dia quando se apresentou para trabalhar, olhou-me de frente, bem nos olhos e perguntou, numa voz segura e fria: - para onde é que a senhora manda o meu corpo?

 

É desta fibra a minha gente alentejana.

 Isaurinda Brissos esta é a tua gente

                    Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 22:27

Tudo é relativo!

Sábado, 18.08.07

Como se rege a memória, não sei. Sei, porém que inesperadamente, umas lembranças chamam outras, a propósito de tudo e de nada.

Vezes que já nem conto, por impossíveis de contar, olhava um canteiro que improvisei entre duas janelas para criar gerânios, e quase sem me dar conta mentalmente repetia alguns versos soltos da “toada de Portalegre” de José Régio.

José Régio, pseudônimo de José Maria dos Reis Pereira - Clique sobre a foto e ouça o poema "Cântico Negro"!

 

“...  Que havia o vento suão

de fazer,

Senão trazer

Àquela

Minha

Varanda

Daquela

Minha

Janela,

O documento maior

De que Deus

É protector

Dos seus

Que mais faz sofrer?

Lá num craveiro, que eu tinha,

Onde uma cepa cansada

Mal dava cravos sem vida,

Poisou qualquer sementinha

Que o vento que anda , desanda,

E sarabanda, e ciranda,

Achara no ar perdida,

Errando entre terra e céus...,

E, louvado seja Deus!,

Eis que uma folha miudinha

Rompeu, cresceu, recortada,

Furando a cepa cansada

Que dava cravos sem vida”

 

O poema é muito belo, mas extenso. Não o sei todo de cor. Recomendo-o vivamente a quem se interessa por poesia, até porque neste ano em que se comemora o centenário do nascimento do escritor - que por ser  um dos maiores vultos das letras portuguesas do século vinte e  ter sido durante mais de trinta anos professor no Liceu de Portalegre - é justo que se traga à memória das sucessivas gerações de  elvenses que “o temiam” no suplício das orais, embora nutrissem  a maior admiração pela sua obra.

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O professor Reis Pereira, alias, intimidava.

Mas, eu conheci-o como - José Régio.

Um amigo comum, Casimiro Abreu, havia-lhe mostrado um poeminha meu “a luz” cuja parte final, principalmente, ele apreciara bastante, e, por essa razão olhava-me com curiosidade o que me constrangia.

Então, com a irreverência dos vinte e poucos anos resolvi passar ao ataque e disparei a pergunta:- como é que a fazer exames é tão diferente que todos o temem e, aqui, como Régio, figura sem medida do mundo das letras, é tão simples, tão acessível?

Respondeu-me prontamente:- já viu como sou pequeno de estatura e feio?- se eu não assustar os alunos, assustam- me eles a mim!

Já imaginou como me sinto insegura frente a trinta ou quarenta pares de olhos fixos em mim? - Perguntou. E, com um sorriso travesso a iluminar os seus belos e grandes olhos castanhos, divertido de curiosidade, sem me desfitar, observava-me...

Por de traz do tom provocatório, pressenti, que acabava de me confessar, como se brincasse, uma verdade bem guardada: - a sua timidez...

...Ah! Mas eu comecei por dizer que tudo é relativo e, sem saber como, derivei para outro rumo sem me explicar. Faço-o agora.

É que nesse tal canteiro, pretexto desta conversa, e que eu improvisei na minha janela o “vento que anda, e desanda, e sarabanda, e ciranda, (também me confiou) uma sementinha perdida entre terra e céus,....

Só que a Régio o vento levou uma acácia.

A mim, trouxe-me uma couve, que viceja verde e tenra para regalo de borboletas e lagartas...

Não a arranquei ainda. Espero que cumpra o seu ciclo de vida e floresça. Pela graça de Deus, até as couves dão flor!

É indiscutível: - tudo é relativo!

 

                                                Maria José Rijo

@@@@

Conversas Soltas

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.651 – 29/Março/02

 

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publicado por Maria José Rijo às 23:40





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LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






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