Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Maria José Rijo

Não sou princípio - Nem fim! -Sou um ponto no caminho- Daquela linha partida- Que vinha de Deus para mim!

Maria José Rijo

Não sou princípio - Nem fim! -Sou um ponto no caminho- Daquela linha partida- Que vinha de Deus para mim!

Mais sobre mim

foto do autor

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D

Links

Um pouco de mim...

EFEMERIDES

Blogs- quem nos cita

Deambulo por

Culinaria

K I K A

Paginas de Diário

2010

2011

2012

2013

2014

2015

2016

2017

2018

Cá estou ...

Mais alguns...

Alguns...

Alentejo

Eurico Gama

Artigos sobre...

Escola Musica / Coral

Elvas Cidade...

Escritores e...

A Familia

Sebastião da GAma

Minhas sobrinhas Bisnetas

Meus sobrinhos Netos

Meus sobrinhos

Diversos...

Páscoa

São Mateus

Cartas especiais

noticias em Jornais

Dia da Criança

Cartas do Brasil- 1996

AÇORES

Juromenha

Col. de Gastronomia

O Natal

Exp. MuseuTomaz Pires-1984

Exposição PERCURSO-2008

HistóriasCmezinhasEreceitas

Revista Sénior

JOSÉ RIJO

Hospital e Maternidade

Livro de Reminiscências

Livros- de HistóriasInfantis

  • A história da Cotovia
  • A história de uma Flor
  • A historia do Castelo
  • AlendaMisterioso vale florido
  • O sonho da Joca
  • A menina de Trapo
  • A avó conta 1 historia
  • Conto - Margarida - 1
  • Conto-Margaridavaicontente
  • ... então sonhei!
  • O Cavalinho encantado
  • A princesa Jasmim
  • Aurinha está doente
  • Arnaldo o terrivel
  • A Cabrinha
  • Era uma vez ...
  • O pequeno castanheiro

Dias festivos

Programa de Poesia (radio)

Crónicas na Revista

Livro de Poemas - I

Livro de Poemas - II

Livro de Poemas - III

Livro de Poemas - IV

Aniversários Linhas

Livro Rezas e Benzeduras

Livro das Flores

LivroJoaoCarpinteiro

A Visita - Despertador

Programas se SãoMateus

Entrevistas

Entrevista - TV-Videos,etc

Visitantes no Blog

Aniversarios Blog

Pensamentos de Mª José

@@@@@@@@@@@@@@@@@

@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@

Aniversário do Linhas - 2017 - A História de um Nome

Linhas de Elvas 2.017 

Nº 3437 de 7 Setrembro 

4.jpg 

A razão das razões

Este jornal, a que ternamente, já só apelidamos de “Linhas”como se fora um “petit nom” familiar, chama-se na verdade: Linhas de Elvas.

Não se trata portanto de referir linhas de cor, linhas aéreas, linhas de pautas, de comboio, ou de outras quaisquer…

Não!

Não é!

Este Linhas que agora faz 67 anos foi gerado na alma de uma cidade que sofria, então, como todo o país, o peso de uma opressora ditadura e, nascido da coragem intelectual, da coragem moral e cívica, de um pequeno grupo de Elvenses de raiz, que, como diz a voz do povo, ousou expor o peito às balas…

1.jpg

Assim sendo, que nome de baptismo se poderia dar ao neófito, nesta terra de ancestrais costumes, senão um que trouxesse à memória os notáveis feitos da história que, sendo locais, são simultaneamente aqueles a que a pátria de todos nós mais deverá a sua independência e mais nos orgulham – a batalha das Linhas de Elvas?

Em 8-7-955,o Diário de Notícias, pela pena do seu brilhante jornalista - Urbano Tavares Rodrigues – citando a edição de um estudo crítico politico militar do capitão – Jorge Faro Valadas -

Editado pela Câmara Municipal de Elvas e por este jornal –

Escreve: - “Á vista de Elvas, ou com a sua directa interferência – diz o culto e talentoso militar – decorreu a maioria dos

acontecimentos relevantes da história pátria, que o mesmo é dizer da história militar portuguesa”

2.jpg

“Sem o prodigioso feito de armas que ali se verificou em 14 de Janeiro de 1659 o País que mais longe fora nos caminhos do mar e que com a Espanha um século antes repartira o Mundo seria absorvido deixaria de contar no concerto das nações”

Assim rezando a historia – quando se proferir o diminutivo familiar – “Linhas” – ou o seu nobre nome de baptismo “Linhas de Elvas” qualquer de nós saberá, todos nós saberemos que estamos a falar “da coragem de dar o peito às balas”pela justiça, pela verdade pela democracia”- pela crença irrefutável de que sendo todos filhos de Deus – todos entenderemos que: “Eu sou o outro”.

Que continue a ser sempre esta a “nossa” linha

Parabéns Linhas de Elvas – no total do seu elenco criador!

O caminho é o futuro!

Linhas! - O meu abraço de sempre!

Maria José Rijo 

 

3.jpg

Ao Ernesto um Abraço de Parabéns - 1987

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.904 – 4 de SETEMBRO de 1987

 

POR – JOSÉ DE ALMEIDA RIJO

AO ERNESTO um abraço de PARABÉNS

 

 

Naquele tempo, - e já lá vão 37 anos – o “Linhas” era vivido, como agora, com ORGULHO por todos que contribuíram para o pôr na “RUA”.

 

Nasceu pela mão de gente nova, com uma pitada de irreverência, um toque de ousadia e uma mão cheia de coragem … que os tempos eram outros!

 

Soube sempre dizer “NÃO” ao oportunismo que tornaria a “Vida mais fácil a ” … quem quisesse levar as vacas a beber…” como diria mestre Aquilino.

 

Teve honras da colaboração de José Régio, entre outros.

Problemas com a Censura eram quase semanais. As Multas abundavam, numa clara demonstração de independência na crítica e desprezo nas ameaças.

Sofreu pressões, que sacudiam!

Durante anos foi a única voz escrita do concelho de Elvas, o que não lhe deu qualquer complexo de superioridade nem de abuso do poder.

 

HOJE, ele ai está!

Com uma colaboração certa e diversificada como convém.

Diferentes formas de pensar, não invalidam a comunhão, no ideal de fazer o “Linhas de Elvas” um jornal cada vez mais apetecido, por cada vez mais leitores.

 

Ao ERNESTO um abraço de PARABÉNS

 

José de Almeida Rijo

As palavras e a gente

Jornal Linhas de Elvas

Nº 3086 de 2 Setembro de 2010  

Conversas Soltas

As palavras e a gente

 

Um grupo de escritores, amigos de Miguel Torga, resolveu certa vez, oferecer-lhe uma palavra. Depois de muito pensarem e discutirem, decidiram por unanimidade que, para Torga, a mais certa, a que melhor lhe quadrava, e, então lhe foi oferecida, foi a palavra – telúrico.

Sempre achei esta história que me foi contada por um elemento do grupo do qual, também fazia parte Virgílio Ferreira, uma delícia.

 Quem leu poesia sua, os seus diários, ou estudou alguma coisa sobre a personalidade de Torga, não tem dúvidas de como a essência da palavra lhe assenta como uma feição. Sóbria, escorreita, sem arrebiques, nem artifícios, promissora como terra generosa e fértil.

Daí que muitas vezes, quando recordo este episódio, me detenha a pensar nas palavras que gostaria, também, de ser eu a oferecer a algumas pessoas em determinados momentos ou circunstâncias ou, naquelas outras com que qualquer de nós ficaria feliz se fosse presenteado.

Porque as palavras, como a música, são uma forma de mostrar como se vê o mundo, como se sente a gente entre a outra gente, com que força de alma, com que olhos, com que amor se abarca a Vida.

 

Quem diz: - meu amor, ou meu querido, ou minha querida, beija com as palavras seja qual for a distância a que se encontre da pessoa a quem se dirige - porque a palavra não é apenas um conjunto de letras. A palavra é um cofre de emoções que se abre especialmente para o coração, para o entendimento de quem a recebe, de quem a escuta, a guarda, a recorda.

Oferecer uma palavra, pode ser como oferecer uma flor, um fruto. Porque a palavra também pode ser olhada com fruto de um sentimento, como flor de um afecto, como a ternura de um sorriso

A palavra tanto pode afagar, mimar, salvar, como também, pode gerar todas as situações opostas.

Com a palavra também se pode brincar, embora a palavra nunca seja um brinquedo.

Então hoje, lembrando o aniversário de o jornal “ Linhas de Elvas”que, como toda a imprensa vive da palavra, ocorreu-me ponderar qual, ou quais seriam aquelas que lhe poderiam ser oferecidas.

Quais as que lhe assentariam, como retrato, quais as que, olhadas fosse por quem fosse, que o conhecesse, dele falassem, como o sorriso a gargalhada, o tom de voz, identifica qualquer pessoa da nossa intimidade.

Como lembrar é um dos privilégios de quem viveu muito…

 

Recordei o dia em que o vi nascer e só me ocorreu -Sonho!

Recordei perseguições políticas e escrevi – Coragem!

Recordei aplausos e vitórias e escrevi – Reconhecimento!

Recordei adversidades suportadas sem soçobrar e escrevi – Dignidade!

Recordei o serviço de amor a Elvas e escrevi – Fidelidade

Recordei a democrática aceitação de diferentes ideais e escrevi – Imparcialidade!

Recordei o culto da Verdade e escrevi – Honra

Quis escolher uma palavra apenas, mas, não sabia qual escolher . Reconheci que somadas contam uma – VIDA – a vida de um jornal que nasceu sob a custódia do nome da – talvez mais importante batalha para a independência de Portugal – LINHAS DE ELVAS – que, como um estigma, marca a sua génese e o seu percurso.

Então, sentindo quanto, e como, todas lhe cabem por justiça, dei-me conta de que, juntas, são apenas por uma:

“ LINHAS”

Assim, e, todo o coração, como quem reza, só fui capaz de pensar

e escrever:

Escorreita e nobre a tua Vida, companheiro!

 

Parabéns!

 

 

  Maria José Rijo

FELICITAÇÕES

À Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.059 – 7 de Setembro – 1990

 FELICITAÇÕES

 

Não é sem íntima satisfação que se felicita, pelos 40 anos de vida, um jornal que se acompanhou desde a primeira hora da sua existência.

Se fosse possível, a esta distância no tempo fazer um retrato do pequeno grupo de amigos que se reuniram “conspirando” para dar forma e vida a este sonho, seria um documento notável.

Numa época em que a censura era fronteira difícil e perigosa de transpor – Linhas de Elvas – que foi criado sob o signo da liberdade, propôs-se cumprir e tem cumprido um destino de independência.

Fiel ao seu propósito de ser reverente e colaborante com o que os seus princípios de dever e honra, e, irreverente e incómodo para tudo quanto fosse barbilho que refreasse o seu amor da verdade e da liberdade, ele tem vindo a trilhar a estrada que escolheu.

Vão ficando longe da juventude os “quatro mosqueteiros” deste sonho vivo – Marciano Ribeiro CiprianoCasimiro da Piedade Abreu Ernesto Ranita AlvesJosé de Almeida Rijo.

Porém a idade que desgasta os homens nada pode quanto aos jornais que vivem do espírito e do pensamento servidos pela palavra sempre renovável e recreada através dos tempos.

Assim, ao longo destes quarenta anos muitos nomes ilustres deram ao “Linhas de Elvas” – “ao nosso Linhas” – a preciosa colaboração que o tem feito permanecer novo, dinâmico e actualizado em cada exemplar da sua regular e ininterrupta presença.

Nesta hora de festa – que é também de responsabilidade – pelo bem que quero a este jornal que vi sonhar e nascer sinto-me impelida a confessar que como todos, também eu – penso com gratidão.

Ao Ernesto – seu proprietário e “fazedor” desde a hora do começo – e, desde há longos anos seu ilustre e devotado director – deixo aqui – especiais felicitações.

Manter um jornal na província, um jornal que cada elvense, fora ou dentro da sua terra, espera como a visita dum mensageiro amigo – requer muita coragem e espírito de sacrifício.

Por tudo isso e pela consideração de quem o entende e estima – o meu abraço.

 

Maria José Rijo

 

Convite !

Conversas Soltas

Jornal Linhas de Elvas

Nº 3.035 - 3 de Setembro de 2009

Convite

 O Linhas de Elvas - faz anos!  - 59!

- Celebremos!

Cada um que só agora chegou ou está a chegar ao seu convívio...

Cada um que o viu nascer, que o viu crescer, que o viu e vê viver.

Cada um que o lê, nele anuncia, nele trabalha ou escreve...

 Cada um que o aguarda semana a semana para que, ele lhe conte, no seu jeito, feito da soma desses vários jeitos, como pulsa e vive a cidade -  que venha à festa !

Está convidado.

Que, para a festa da Vida - com as nossas vidas – somos todos convidados.

Que, Vida, é mesmo isso – estar presente...

E, estar presente é - também - dar testemunho do que se recorda, de quem se recorda, de quem no passado fez o caminho por onde se caminha agora.

Assim que nesta festa, as minhas recordações trazem-me...

Ernesto Ranita Alves e Almeida – o realismo, o rumo – o fundador -  presente em espírito – sempre – e, hoje,  em

seu filho e continuador –

João Alves e Almeida que aqui saúdo!

...Marciano Ribeiro Cipriano – o saber – o bom senso e o bom conselho, a decisão certa, um mentor...

Casimiro Abreu - a criatividade, a aventura, a poesia, o sonho, a fantasia... seu primeiro Director...

José Rijo –o dinamismo, o vínculo ao desporto, trazido da vivência do Colégio Militar.

Sempre, em cada qual de nós - conforme a época - a memória de um ou outro nome dessa plêiade inumerável de colaboradores impossível de mencionar  de cor e que, ao longo destes anos, desde o tempo da perícia dos tipógrafos, revisores... deram vida, com tempo das suas vidas, ao jornal cujo aniversário celebramos.

De quantos lembro, citarei, por todos, apenas de um – um elvense de corpo inteiro – que fez escola – um Mestre – o Senhor José Picão Tello.

                 

Foi ele quem trouxe para o jornal, como figura crítica atenta à vida da cidade -  o “Zé de Melo”- (que ainda sobrevive) .

José Tello foi um homem de cultura e sabedoria. Era a memória viva de uma época. Conhecera, lembrava, sabia, e, contava, ensinava, esclarecia, com generosidade, sobre os mais diversos assuntos da história de vida de Elvas, quem lho solicitasse.

Na sede deste jornal era recebido, com a fidalga deferência que Ernesto lhe dispensava cedendo-lhe sempre o seu lugar à secretária ,  que ele, por amizade aceitava.

Ouvi-lo, era como participar de uma aula de história de Elvas em todos os tempos.

Tanto com ele se aprendia.

Aliás, ele usava também outra “cátedra”- era na Pastelaria “Flor”.

Sentava-se sempre no mesmo lugar, pelas tardinhas, e, era rodeado por amigos e admiradores ávidos de o escutar, aprender e conhecer minúcias de Elvas, dos seus costumes, tradições, gentes...

Foi assim que ouvi que fora ele quem amortalhara António Sardinha - cuja memória venerava – e, de quem tinha uma carta emoldurada, em lugar distinto,  numa parede de sua casa, como muitas vezes vi.

Um jornal, não será jamais – apenas – umas folhas de papel com letras impressas com boas ou más tintas...

Um jornal é – são – essas folhas de papel impresso por onde a vida de uma cidade, de uma região, de um país – se retrata e respira.

Um jornal fala de nascer e morrer, de sofrimento e alegria. Fala do que se ama ou odeia. Do que nos engrandece ou envergonha – porque um jornal tem a medida da grandeza e miséria do que somos capazes de construir...

...Do que somos capazes de ser...

 

Se a cidade dá corpo ao “Linhas,” com a sua vida...

Se a garra de quem reúne os esparsos dessa vivência o lança nas bancas em cada semana...

Se ganha adeptos, amigos, leitores, se com todos convive e por todos é aceito porque é verdadeiro e honesto...

Então o Linhas é, sem dúvida, o nosso jornal, o jornal da nossa terra...

E... o convite impõe-se – que o merece:

Festejemos!

Parabéns!

- Que viva!                 

                             

 

Maria José Rijo                   

 

Aniversário - 2007

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.933 – 6 – Setembro de 2007

Conversas Soltas

                        ..

 

Neste somar de dias com que os anos se contam...
Neste contar de anos feitos da soma dos dias...
Neste fazer de contas...a que sempre se sonha, quer, e deseja juntar mais uma parcela.
De cabeça, contando pelos dedos, ou de qualquer outra forma que se faça a adição, chegados à data de hoje, todos diremos:...e, vão sete!
E, vão sete depois do ano 2000 em que se completou meio século após o nascimento deste jornal.


E, vão sete! – Assim se diz falando do passado, do adquirido, do património de vida acumulado.
E, é com este lastro, com esta experiência que se enfrenta o futuro.
Quando este jornal nasceu, a cidade não era como é hoje. Nem a vida se processava nos moldes actuais.
Não estou fazendo nenhum choradinho saudosista. Estou, apenas lembrando factos.
Cada tempo, é um tempo.
Cada época, é uma época. E, a umas, outras se vão e irão sucedendo, como cada hora a cada hora, cada dia ao que lhe antecedeu.

                    jornais
Quando este jornal nasceu, a cidade recebeu-o em festa.
Encorajou-o. Incentivou-o a ser corajoso. Admirou-o pelos riscos que ousou correr, na época adversa em que surgiu.
Concordando, ou não com a sua linha, orgulhou-se dele, apoiou-o.
Chamou-lhe seu, respeitou-o e entrou na luta pela sua vida porque era a voz da sua terra que ganhara um novo estatuto de imprensa.

               
Mas, assim como mudam os tempos, com eles se altera até a forma de aceitar e encarar a palavra impressa.
Um jornal de província, não tem cacife para entrar no jogo das competições e, está limitado pela dependência que tem do meio onde se insere, e que, de certo modo, lhe garante a existência.
Não raras vezes, geram-se à sua volta pressões políticas, que a sua sobrevivência económica não pode suportar.


Pensar que o “Linhas “ao longo destes mais de cinquenta anos tem resistido a ventos e marés, torna-nos esperançosos.
Até porque este jornal nasceu - também –por razões
humanitárias.
Nasceu, também por uma função social – para que não faltasse trabalho aos tipógrafos da Tipografia Progresso, propriedade do Pai de Ernesto Alves, seu fundador e Avô, do actual Director do “aniversariante”, que venho saudar.


Mas, os jornais já não vivem da carolice romântica, das vozes apaixonadas, como as serenatas dos tempos passados.
Não mais se fazem com os velhos caracteres de imprensa alinhados um a um...
Agora, nascem de empresas, que os gerem, como se gerem todos os negócios, em função da mais valia.
O “velho” - Século, o Diário Popular, a Capital, o Independente...
Revivendo a memória de quantos, com história, qualidade e mérito já ficaram pelo caminho, até na nossa terra... como não sentir emoção, ao dizer hoje, mais uma vez: - Parabéns!

    
Parabéns Linhas de Elvas!
E, a todos que semana a semana, põem nas bancas, esta respeitável voz da cidade – a todos, todos - sem excepção...
A todos que, como tal, o entendam e acarinhem mantendo-o vivo, são, corajoso e escorreito, como nasceu...
A todos - um abraço de parabéns - grande e amigo, por esta data festiva, de cuja alegria comparticipo, e que peço a Deus se alargue e renove em cada ano, pelos tempos fora.

 

  Maria José Rijo

Dia de Festa - 2003

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.725 – 5 / Setembro/ 2003

Conversas Soltas

 

 

Convencionou-se que as idades se medem por anos e por cada um deles se festeja a Vida, se comemora, se recebem parabéns.

Implicitamente, assim se afirma que viver é uma felicidade. É uma festa.

Não fora assim e não se justificariam as comemorações, os parabéns...

[jornais.jpg]

Não deixa de ter lógica pensar que: - se os anos se contam pela soma dos meses em que os dias se agrupam, e os dias são a soma das horas e estas, a soma dos minutos que se repartem em segundos – poderíamos estar sempre em festa, porque afinal o que se comemora é o tempo de existência – a Vida.

E, o tempo é cada momento, cada instante.

E, em cada um deles cabe a memória de todo um passado. Seja de dias, anos, séculos até, se os houvéramos vivido...

Hoje, agora, neste momento, porque é dia de aniversário, venho dar parabéns. São pelo dia de hoje porque é o dia actual, o presente duma história já com mais de meio século de passado. E, é por essa Vida já vivida, por essa coragem de somar cada instante, cada dia, na realização de um projecto, de um sonho, é por essa persistência de existir criando futuro á medida que se edifica passado que esta data é de festa.

       Menino-e-menina-rindo-sentados-no-chao-vendo-jornais

Muita gente já passou por este jornal

Muito coração bateu, muito sangue vivo circulou, enquanto a mão deslizava no papel apontando emoções, contando histórias, relatando factos...dando a notícia, criando o jornal.

Que um jornal, não é apenas o que nele se escreveu e lê.

Um jornal, é também rosto e alma de quem o faz, de quem escolhe colaboradores, forma, maneira de o apresentar, e depois o solta, como um pássaro contente e livre. 

passaro.jpg

Um jornal é um arauto da vida e da história de um povo, de uma região, de uma cidade, de uma corporação, de uma escola, de um grupo...

Um semanário de província, faz a história do quotidiano da sua região.

E, este, é o nosso.

É o jornal da nossa cidade, que da Batalha das Linhas de Elvas tomou o nome como símbolo de uma maneira de estar na Vida – independência!

Talvez porque independência e liberdade gostam de andar de mãos dadas, talvez por isso, o “Linhas” tem seguido seguro no rumo que escolheu.

Que assim seja.

Que viva, e, sempre, como agora, se veja rodeado de amigos e admiradores que lhe reconheçam o mérito e o acarinhem em cada semana quando se oferece pontualmente nas bancas de venda relatando alegrias, triunfos, desgostos e decepções, - o bom e o mau - tudo o que faz o pulsar da Vida que sempre gira ao compasso dos corações da gente, da nossa gente .

 

 

Maria José Rijo.

 

O Linhas de Elvas - 2002

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.674 – 6 – Setembro-2002

Conversas Soltas

 

 

O “Linhas de Elvas” faz anos, e em festas de aniversário, ou em quaisquer circunstâncias especiais, sempre parentes e amigos aparecem para fazer a festa do coração.

É o abraço, a prenda, a flor, a presença discreta ou exuberante, o simples aceno, o jantar de festa, a petiscada, o brinde, ou, os dois dedos de conversa de quem não sabe de outro modo dizer: - estou aqui!

Esse, é o meu jeito, cavaquear um pouco, caminhar lado a lado, e, para isso, rompendo o meu forçado silêncio, aqui vim.

Junto-me a todos os outros amigos para festejar.

Olho para o percurso do Linhas e, vejo-o com orgulho a crescer com o correr dos tempos.

Medito em como os jornais, ao invés das pessoas, percorrem os seus caminhos.

O tempo passa e, com ele a Vida humana, como um rio, procura inexoravelmente a foz.

Para um semanário que já cumpriu mais de meio século, o tempo que passa promete-lhe, ao contrário do que se passa na existência humana, mais vastos horizontes de Vida.

É como que uma afirmação de capacidade.

Se a Vida humana é o rio que corre em busca do mar, e que em cada dia vivido, mais perto se aproxima do seu mergulho no Infinito; um jornal que persiste em vir à luz semana a semana, ano após ano, não envelhece, renova-se a cada número, a cada exemplar, afastando-se do fim á medida que vence o tempo, e o contabiliza como capacidade e força de viver.

Arvore

O jornal é mais como a árvore. Enraíza com os anos. Fortalece-se com o tempo.

As árvores, renovam-se em cada raminho que nelas brota. Refrescam-se em cada folha, cada flor. Engrossam seus troncos, ganham porte e estrutura. Tornam-se frondosas. Impõem-se pela majestade, embelezam-nas as marcas das tormentas, dão-lhe expressão como as rugas num rosto.

Consolida-as o tempo.

Tornam-se protectoras na oferta da sombra. Marcos, às vezes referenciando caminhos.

Dizia-nos em certo dia, dum passado já longínquo, uma velha habitante duma pequena aldeia do Minho a quem solicitamos indicações para chegar a uma Quinta situada naquela zona:

- Não tem mais que saber, meus senhores,... Caminhai e lá adiante depois da curva, encontrareis uma carvalha gigante, – vereis logo o portão, é aí.

Os jornais são um pouco assim.

Como elas, as árvores, não são eternos, mas podem ser muitas vezes centenários.

(Em Guilhafonso, pequena povoação situada, ao pé da cidade da Guarda há um castanheiro onde se vai em visita de reverente admiração.

É que ele já existia no tempo das Descobertas.

Só Deus sabe se seus iguais não sulcaram os mares feitos caravelas e, só ele, ficou para disso dar testemunho...

Aqui, ao pé de nós quem sabe se algumas das oliveiras que a eito se arrancam não serão milenares!!! – Eu, não juraria...)

Aos jornais, também o tempo os consolida. Dos seus percursos, da forma de noticiar, do porte que adquirem por “seus feitos”, sua coragem e honestidade, seu culto pela verdade, nasce e se forma a sua auréola de respeitabilidade, o seu bom nome, a sua relação com as terras a sua intimidade com as pessoas.

           

Os jornais preservam a história do dia a dia. Os jornais de província são a memória do nosso quotidiano.

De há mais de meio século para cá, quem quiser saber, qualquer coisa de interesse ou importância sobre a cidade Elvas não pode fugir à sua consulta.

Tal como a velha habitante da aldeia do Minho, referenciava o carvalho gigante, aqui, qualquer interlocutor, ao acaso, só poderá responder: - Consulte o Linhas Elvas!

Não tem mais que saber.

 

 

 Maria José Rijo.

 

Postal de parabéns - 1999

Jornal Linhas de Elvas

Nº. 2.519 – De 3-Setembro de 1999

Conversas Soltas

 

          

Quase me apetecia escrever-te como se fosses uma pessoa – Linhas de Elvas - Apetecia-me, até chamar-te, como nesses casos é de bom uso : - querido, ou expressão parecida que espelhasse igual afecto. Claro que te sinto como um amigo, e por essa razão, mau grado as vicissitudes destes tempos nada fáceis, que a Vida me reservou, não posso deixar passar sem te dar um abraço de muito afecto a data em que nasceste.

Referi os tempos porque são eles que tudo mudam ou, talvez seja mais exacto afirmar que é com o tempo que as mudanças se vão processando. O que ontem de sobejo conhecíamos altera-se de tal forma que se nos apresenta senão como coisa estranha pelo menos tão diferente que numa primeira impressão nem nos parece familiar. Devem assim sentir as mães que acompanham os filhos à porta quando vão para a tropa e depois os vêem retornar, porta dentro, de cabeça rapada, botas de cano negras e ensebadas e farda de camuflado sarapintada de verdes e castanhos.

 

 jornais.jpg

Não fora o coração a identificar, logo, o que se ama que, só pelo olhar, quase se hesitaria. Assim foi agora contigo e comigo, querido Linhas!

Como tu mudaste!

Jornais e pessoas não podem ter posturas semelhantes frente à Vida. As pessoas envelhecem; os jornais podem inovar e renovar-se.

Mas a pessoas e jornais pode pedir-se um ideal, um objecto comum: fidelidade a princípios, coragem, ousadia, até, na defesa desses valores e no culto desassombrado da verdade.

Afinal, os jornais, são obra dos Homens e, hão-de sempre, com qualquer formato ser o reflexo dos sentimentos que encherem os seus corações.

Não admira pois, que seja esse o voto que aqui renovo e que, pela minha parte, na modéstia do meu contributo, a ele me submeta também, indiferente a aplausos ou apupos desde que segura em consciência de servir os meus deveres de cidadania.

Felicidades – Longa e nobre Vida! - Sorte!

Sorte! - Que sempre a sorte ajuda.

 

Maria José Rijo 

 

 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Arquivo

  1. 2018
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2017
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2016
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2015
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2014
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2013
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2012
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2011
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2010
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2009
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2008
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2007
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D

Links

Um pouco de mim...

EFEMERIDES

Blogs- quem nos cita

Deambulo por

Culinaria

K I K A

Paginas de Diário

2010

2011

2012

2013

2014

2015

2016

2017

2018

Cá estou ...

Mais alguns...

Alguns...

Alentejo

Eurico Gama

Artigos sobre...

Escola Musica / Coral

Elvas Cidade...

Escritores e...

A Familia

Sebastião da GAma

Minhas sobrinhas Bisnetas

Meus sobrinhos Netos

Meus sobrinhos

Diversos...

Páscoa

São Mateus

Cartas especiais

noticias em Jornais

Dia da Criança

Cartas do Brasil- 1996

AÇORES

Juromenha

Col. de Gastronomia

O Natal

Exp. MuseuTomaz Pires-1984

Exposição PERCURSO-2008

HistóriasCmezinhasEreceitas

Revista Sénior

JOSÉ RIJO

Hospital e Maternidade

Livro de Reminiscências

Livros- de HistóriasInfantis

  • A história da Cotovia
  • A história de uma Flor
  • A historia do Castelo
  • AlendaMisterioso vale florido
  • O sonho da Joca
  • A menina de Trapo
  • A avó conta 1 historia
  • Conto - Margarida - 1
  • Conto-Margaridavaicontente
  • ... então sonhei!
  • O Cavalinho encantado
  • A princesa Jasmim
  • Aurinha está doente
  • Arnaldo o terrivel
  • A Cabrinha
  • Era uma vez ...
  • O pequeno castanheiro

Dias festivos

Programa de Poesia (radio)

Crónicas na Revista

Livro de Poemas - I

Livro de Poemas - II

Livro de Poemas - III

Livro de Poemas - IV

Aniversários Linhas

Livro Rezas e Benzeduras

Livro das Flores

LivroJoaoCarpinteiro

A Visita - Despertador

Programas se SãoMateus

Entrevistas

Entrevista - TV-Videos,etc

Visitantes no Blog

Aniversarios Blog

Pensamentos de Mª José

@@@@@@@@@@@@@@@@@

@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@