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KIKA a nossa companheira de Férias

Domingo, 17.07.11

 K  I  K  A

 

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 Que como se vê fez as suas investigações

sobre os moveis, dentro das gavetas, enfim, o costume...

E também como sempre nos

divertiu e fez boa companhia.

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publicado por Maria José Rijo às 17:12

Olá

Sexta-feira, 16.07.10

Meus Amigos e Sobrinhos -

Daqui da Manta Rota para que se possam

sentir mais perto desta maravilha um cheirinho de céu, mar,

e paisagem humana também

.

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Com um abraço para todos da

 

 Maria José Rijo

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publicado por Maria José Rijo às 17:03

A Falha

Sexta-feira, 15.08.08

Jornal linhas de Elvas

Nº 2.827 – 18 - Agosto - 2005

Conversas Soltas

 

 

Quando o Verão chega, o Algarve é a tentação.

Verdade que, nisto de praias, o nosso pais é privilegiado com a abundância e a beleza de quantas bordam a costa de norte a sul!

Porém o morninho das águas que se espraiam pelo areal imenso desde Monte Gordo até para além da Manta Rota, não tem comparação com quaisquer outras.

Quando as marés não são de mudança de estação, e o mar está chão, é impossível sonhar melhor espelho para o céu e maior conforto para corpo e alma do que por lá se nos oferece, no gozo de mergulhar, naquele marsão a perder de vista.

Os anos passam, mas a tentação das praias está desde a infância arreigada às nossas recordações.

E, quando o calor aperta não há mais do que ceder ao desejo de rumar ao sul, mesmo que para tal já se tenham perdido as companhias das nossas vidas, e a comodidade das viagens de carro...

Vence-se a luta com a saudade, e arrosta-se com a aventura da incomodidade de viajar com bagagem passando de camioneta para camioneta, com as malas à trela como se fossem animais de estimação.

Assim foi.

E, foi bem! – Só que ao chegar a Faro, capital do distrito, e, neste momento capital da cultura, à surpresa, juntou-se a indignação.

Historiemos porquê!

Parte-se de Elvas num veículo da rede de “expressos”.

Certo. Em Évora há transbordo. Certo.

È incomodo mas é assim.

 

Chega-se a Faro, e a estação de camionagem é um nojo. Mal cuidada, suja, asfixiante de calor e poluição.

Procura-se uma sala de espera para as horas em que é necessário aguardar a chegada do autocarro que nos conduza ao nosso destino e, deparasse-nos uma sala com cadeiras partidas, chão imundo, mal cheirosa, enfim, um ambiente incrível – deplorável!

A repulsa cresce dentro de nós.

Tenta-se então uma possibilidade de guardar a bagagem para passar no exterior as horas que se têm que esperar.

Não há!

Procura-se outro recurso.

Encontra-se uma sala de espera limpa, com bom aspecto, mas fechada.

Pede-se que seja aberta.

Que não!- que era impossível porque o nosso autocarro não era VIP!

Só pergunto: que culpa temos nós que ao percurso que fizemos não  tenha sido atribuído um carro VIP?

Que culpa temos nós de tal manifestação de racismo?

         Desta falta de respeito por quem paga e usa o que lhe atribuem, e depois é desconsiderado porque não o serviram tão bem quanto, afinal, poderiam tê-lo feito!

Meus pais casaram em Faro e repousam lá no cemitério. Minha irmã nasceu lá. Tenho lá família e amo aquela cidade arejada e bela, como poucas. 

Dá gosto visitá-la e conhece-la.

Nesta altura oferece um mundo de eventos culturais muito apreciáveis.

Na feira do livro não faltava nenhuma das melhores editoras.

O ambiente geral era aprazível, apetecia não sair de lá, não perder pitada.

Tudo isto é verdade, mas a estação de camionagem onde, nem sequer todo o pessoal foi cortês, (o que se compreende pelo ambiente infernal que lá se vive) não honra nem Faro, nem a empresa que a gere.

É, sem dúvida, uma falha sem perdão.

 

 

 Maria José Rijo  

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 01:15

Coronel José Luis Trinité Rosa

Terça-feira, 15.07.08

 Na Manta Rota

na

 

Sebastião imitando o bisavô

fumava o seu

cachimbo junto da grande palmeira

ou no solário

 ...  os seus grandes amigos

e uma fotografia da época

do Luciano

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 15:02

Há 50 anos que fazemos este caminho

Sábado, 12.07.08

e esta casa é a nossa ataláia

E tudo, tudo mudou

Só o mar permanece igual.

Olha o Finalmente

OLha os envolventes

E dos muitos que nós eramos

eis as três

que agora restam

 e agora e sempre

SÓ o Mar

e o Céu

permanecerão iguais.

Maria José

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publicado por Maria José Rijo às 15:49





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@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


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