Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Páscoa - 2017

Domingo, 16.04.17

1.jpg

2.jpg

3.jpg

4.jpg

Autoria e outros dados (tags, etc)

tags:

publicado por Maria José Rijo às 15:08

FELIZ PÁSCOA !

Domingo, 27.03.16

pascoa.jpg

Não podendo chegar a todos com a

doçura  das Amendoas

estamos presentes com a

doçura do afeto

com o desejo de uma Santa Páscoa

para os nossos queridos Amigos.

Maria José 

e Paula

Autoria e outros dados (tags, etc)

tags:

publicado por Maria José Rijo às 00:10

Uma Santa Páscoa !

Domingo, 31.03.13

.

Nesta Páscoa de 2013,

com a Primavera um pouco tardia,

aqui estamos a desejar a todos

os leitores deste blog,

muito em particular aos nossos

muito queridos sobrinhos e amigos -

as maiores Felicidades.

.

Maria José e Paula

.

























Autoria e outros dados (tags, etc)

tags:

publicado por Maria José Rijo às 02:34

Santa Páscoa

Sexta-feira, 02.04.10

.

 

Para todos os Visitantes, Amigos e Família de afecto deste blog com votos d uma Santa Páscoa, um daqueles apontamentos a que generosamente costumam chamar poemas.

Minha Vida!
Meu Amor!
Meu Amigo!

Como posso chamar meu
ao que guardar não posso?
Como posso?
- como posso dizer meu
se nem de mim eu sou!
Dizer que estive, ou fui, eu posso,
mas, estarei, serei, só porque sou - já não !
Não posso dizer meu
ao que não posso garantir a sorte!
Como posso dizer minha à Vida
que só me garante a morte?!

Meu Amigo!
Meu Amor!
Minha Vida!
Em mim vos guardo porque existo!
Nada é nosso!
Nada é meu!
Só este engano de quem diz - eu

Maria José Rijo

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 17:48

Contos de Lembranças

Segunda-feira, 05.10.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.935 – 8 e Abril de 1988

 Contos de Lembranças

                 

Há umas dezenas de anos, não muitos, durante a Quaresma, alteravam-se profundamente a vida das famílias portuguesas.

Especialmente na Semana Santa, em Sexta-feira da Paixão, nenhum homem saía de casa sem gravata preta.

Por essa altura, as mulheres vestiam de luto rigoroso e iam às igrejas ou acompanhavam as procissões com as cabeças cobertas por longas mantilhas de rendas negras, que lhes caíam sobre os ombros como véus de viuvez.

       

Nas casas, as janelas conservavam-se meio fechadas, os pianos, os gramofones e as grafenolas emudeciam e a vida corria numa meia-luz de meditação e tristeza.

Falava-se mais baixo. Suprimiam-se sobremesas, e as pessoas responsáveis jejuavam e ciciavam orações sem fim.

         

Criava-se um ambiente de pesar que era explicado aos mais pequenos, com veneração e mistério: “revive-se a Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo”.

Com o relato doloroso do Calvário do Salvador misturavam-se histórias de família que eram recordadas e vividas como ritos. “Noutros tempos…” era a frase introdutória que trazia já implícita um jeito de parábola – e lá vinham os contos de devoções e sacrifícios presenciados nas Páscoas das suas vidas, às gerações já passadas.

                  

Na penumbra dos quartos as lamparinas de azeite alumiavam os Cristos pregados na cruz dos oratórios, e os ramos de alecrim e palmas benzidas em Domingos de Ramos, ainda verdes, mas já murchos perfumavam vagamente o ambiente. As pequenas chamas tremelicavam sob o bafo das respirações e rezas, emprestando às gotinhas de sangue que pareciam escorrer das feridas do martírio das mãos e pés cravadas, e da coroa de espinhos.

             

Os corações sufocados de angústias ansiavam a hora do toque das Aleluias.

Com ele retomava-se a alegria, as visitas à família e aos amigos, os presentes de amêndoas e, dos fundos das casas, das cozinhas e das frescas dispensas, apareciam os folares coroados de ovos, as pombinhas e os lagartos de massas fintas, cheirosas de erva-doce, com olhinhos de pimenta preta e cravo de cabecinha.

       

- Lá vinham as travessas de arroz doce rescendente de canela…

- Lá vinham as queijadas, o pão-de-ló e as “amêndoas confeitadas” que haviam de adoçar a boca a toda a gente depois do chazinho digestivo de “cidreira” ou “Lúcia lima” que iria amenizar embaraço provocado pelos abusos de ensopados e assados no forno, bem servidos de especiarias – provocações tentadoras das mesas fartas – com que cada qual, à medida das suas posses e usos, celebrava com familiares e amigos a festa da alegria e da esperança – a Ressurreição de Cristo.

 

Maria José Rijo

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 18:25

Tudo depende do olhar…

Sábado, 11.04.09

Á LÁ MINUTE

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.984 – 31 de Março de 1989

          Ressurreição

É PÁSCOA.

As olaias estão no auge da floração.

Nesta altura recordo sempre uma certa manhã, no jardim, há perto de 40 anos, em que olhando uma bela criança de olhos verdes, perguntei comovida frente a tanta beleza:

                           Photobucket

-- Quem és tu menina? – Quem são os teus pais?

A garota, talvez, com 3 ou 4 anos, respondeu-me muito compenetrada, depois de dizer o nome – o meu pai – chama-se papá e, às vezes se chama também Senhor Engenheiro.

Embora pareça que não, esta pequena história talvez responda a uma pergunta que com insistência me tem sido feita.

               

Na verdade, muitas pessoas, com mais ou menos bonomia, algumas até com seu acentozinho critico, me interrogam querendo saber porque é que a televisão não filmou isto e mais aquilo, aquando da visita do Sr. Presidente da Republica a Elvas.

Lá vou esclarecendo que também eu própria me surpreendi por ver ignorada até a cerimónia militar que marcou o início da ilustre visita.

                             Mário Soares: Portugal é um "país de futuro"

Acrescendo até, que duas ou três vezes, ouvi o Senhor Dr. Mário Soares manifestar igual estranheza – quando frente à actuação do Coral e arranjo envolvente do Cancioneiro e Exposição das Freguesias – olhando em redor perguntou? – Onde está a televisão? – Isto merecia ser mostrado!

Porque não o entendeu assim a RTP é que não sei.

                              

Talvez quem mo pergunte obtivesse resposta mais cabal, perguntando directamente à televisão porque eu nada mais sei dizer do que a bela menina no jardim numa distante

         primavera.jpg

Primavera: - às vezes é assim – outras é de forma diferente!

Posso apenas concluir que as mesmas coisas e as mesmas pessoas recebem de quem as aprecia o olhar que corresponde ao que lhes vai no coração.

Sem duvida tudo depende do olhar…

 

 

Maria José Rijo

 

..

Santa Páscoa

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 18:06

Uma surpresa agradável

Quinta-feira, 09.04.09

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.961 – 20 de Março de 2008

Conversas Soltas

 

 

Muito recentemente, tomei conhecimento de algumas directrizes novas, que a igreja vai implantar nas manifestações de culto.

Não sei se todas elas terão concretização, mas tudo quanto ouvi me pareceu absolutamente razoável, inteligente e justo.

Por acaso, uma delas, desde há muito tempo que eu pensara que deveria ter sido imposta.

           

É justamente a que se refere ao tamanho das homílias, que com frequência são tão extensas, que esgotam a capacidade de atenção, mesmo dos mais devotos. 

Então, nas minhas idas a Fátima, raramente, não me surpreendia o alheamento de quem falava, relativamente ao desconforto de quem movido pela Fé, pacientemente, por vezes à chuva, outras sob tórridas temperaturas, não arredava pé, escutando.

            

Quantas, e quantas vezes, era imposto aos peregrinos, pela longa homília, o sacrifício que chegava ao desmaio, para alguns, menos resistentes, de estar de pé em adversas condições atmosféricas, como se não fosse obvio, mesmo a um olhar de relance que, ultrapassados os limites do razoável, o que impera na assistência é o cansaço e a desatenção.

Não posso dizer que o Papa Bento XVI, me surpreendesse, com este olhar piedoso sobre o povo de Deus que reza, sofre e chora e se verga sem revolta ao sofrimento.

Não. Não posso.

                  

Apenas me admirava que tal medida não tivesse sido prescrita por ele próprio, ou, por qualquer dos seus antecessores, há muito tempo.

Mas, nem tudo lembra a toda a hora, e medidas destas quando chegam, como todas as medidas de justiça e amor do próximo – mesmo tardias, são sempre bem-vindas, até porque Roma e Pavia não se fizeram num dia...

                                         Clique para Ampliar

  Quis Deus, que tivesse sido permitido, a um grupo do qual fiz parte, ver o Papa no seu palácio de férias em Gandolfo e escuta-lo, bem de perto, no Verão de 2005.

Habituados que todos estávamos à voz possante de João Paulo II, sentimos a diferença no confronto com o tom doce da sua voz, e a fragilidade da sua pequena figura.

Nenhum Homem é igual a outro Homem.

Nenhum Papa é igual a outro Papa.

       Papa João Paulo II

Mas quem quer que ele seja – representa o nosso único Deus.

Ninguém substitui ninguém, mas, quando, quem, estando acima, olha em seu redor, com misericórdia, até nestas minúcias, quando um Papa abençoa “também” o ursinho de peluche de uma criança doente, ou, como assistimos, volta à sua janela para pedir desculpa pelo lapso e abençoar, um grupo que não nomeara, teremos que concordar que é com um humaníssimo olhar de Pai, que se nos dirige e dar graças a Deus por ele.

Uma Santa Páscoa para todos.

Boas – Festas.

 

 Maria José Rijo                                       

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 18:55

As iluminuras

Terça-feira, 07.04.09

Jornal O DESPERTADOR

Nº 229 19- Março de 2008

A visita - 18

 

 

Assistindo, porque a vizinhança o impõe à destruição da beleza, nobre e sóbria, da paisagem envolvente do Santuário do Senhor Jesus da Piedade.

Assistindo com a angústia apavorada de quem visse uma fera a devorar um ente querido, (muitas vezes penso, que se meu marido, não me tivesse faltado, neste resto do meu caminho, já teríamos saído daqui para morar bem longe, onde não fosse possível), ver o falso progresso arruinar em nome de valores materiais, o que a história deixou de presente como “Ex-libris” à cidade de Elvas.

Ainda agora, agorinha, mesmo, folheando um catálogo com reproduções de iluminuras, me ocorreu a comparação.

Na verdade a antiga arte da iluminura, enriquecia os velhos manuscritos com desenhos artísticos e pinturas, que enfeitando, como que “iluminam” mostram fazendo incidir sobre eles outra luz, os livros antigos de séculos e séculos.

               Uma letra "p" capitular iluminada na Bíblia de Malmesbury, um livro manuscrito medieval

No silêncio dos conventos, pacientemente esmerando-se na caligrafia, sem mais recursos do que o pendor artístico e a devoção os frades embelezavam e tornaram célebres e preciosos os livros que iluminavam, consumindo nesse trabalho a luz dos próprios olhos e as suas vidas.

        Batalha de Aljubarrota

Pois, aqui há uns anos, mãos criminosas, movidas pela ambição e, pela ignorância, suprimiram da Biblioteca Nacional, algumas dessas preciosidades e, com a inconsciência de quem só valoriza o material sonante fizeram com elas abat- jours.

Então, num quadro de revista à portuguesa uma artista fez êxito, tornando-a popular, uma rábula em que cantava uma paródia a tamanha desfaçatez e repetia para gargalhada geral: - até já fazem “bajuras”, com iluminuras da biblioteca.

Ora, não é que olhando a destruição da Quinta do Bispo –

que a história “iluminou” como um tesouro; e o velho caminho de romeiros para o Santuário da Piedade (que foi, e não é mais), e aquele olival, como o do Horto, que séculos de Fé tornaram carismático e, também já não existe...

Fiquei a pensar que aqui em Elvas também se têm feito grandes “bajuras” com os tesouros da cidade...e, até com a maneira de receber convidados.

Porém, ainda que me tirem o microfone da mão, dizendo: isto não interessa – falo em sentido figurado, como é óbvio! – Ainda assim, como Mário Soares, eu retomaria o meio de comunicação para  reafirmar : - interessa sim! - E continuaria a minha luta contra “as Bajuras”

        A-113.2.gif

Haja Deus!

Desejo a todos uma Santa Páscoa na Paz de Deus.

cordeiro_deus.jpg                               

 

Maria José Rijo

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 19:56

Venham comigo

Segunda-feira, 06.04.09

 

Nestes tempos de Páscoa do ano de 2009 porque não hoje, dia seis de Abril, um passeio por entre essas árvores míticas – as oliveiras – que desde tempos imemoriais fazem parte das nossas paisagens e da nossa cultura!

Com azeite se faz o sinal da cruz abençoando, com azeite se faz o sinal da cruz na extrema-unção.

No princípio e no fim da vida dos cristãos o fruto dessa árvore simbólica da Paz e da imortalidade, fornece o divinizante oiro liquido, que para além de precioso alimento e mezinha, era também fonte luz, como se ensinava às crianças com a decantada adivinha:

 

“Verde foi meu nascimento

E de luto me vesti

Para dar luz ao mundo

Mil tormentos padeci”

 

 Para rematar o nosso passeio, uma volta em redor do tronco desta oliveira milenar.

Obrigada pela companhia, é sempre bom estar convosco. Beijinhos gratos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 15:07

QUEIJADAS

Quinta-feira, 27.12.07

Ingredientes:

-- 1kg de requeijão

-- 12 gemas de ovos

-- 4 claras

-- 0,5kg de açúcar

-- 2 colheres de sopa de farinha

-- raspa de limão e canela

-- 1 colher de manteiga de vaca

: Mistura-se tudo – é o RECHEIO.

 

PARA A MASSA:

-- 0,5kg de farinha

-- 100g de banha

-- água e sal q.b

 

Enquanto forra as forminhas, pense em como são lindos na Primavera

os campos do Alentejo, onde os rebanhos pastam docemente.

                        Maria José Rijo

@@@@@@@@@@@

Colecção de Gastronomia - Doces

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Maria José Rijo às 19:39





mais sobre mim

foto do autor


pesquisar

Pesquisar no Blog  

calendário

Outubro 2019

D S T Q Q S S
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031


comentários recentes

  • Anónimo

    ADOROAdoroooooooooooooMeu Deus Tia gosto imenso de...

  • Anónimo

    Mas que bom...As gavetas da memória ... que saudad...

  • Anónimo

    Oh minha querida Tiazinhacomo eu adoro este artigo...

  • Anónimo

    Querida Amiga de minha MãeAgradeço as suas palavra...

  • Maria José Rijo

    Creia que foi com profunda tristeza que recebi a n...


Pensamentos de Mª José

@@@@@@@@@@@@@@@@@

@@@@ O caminho acaba ali... Ali onde começa a descoberta, O caminho é sempre estrada feita O fim do caminho É uma porta aberta... Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Quando o homem se render à força que o amor tem e a arma for oração pulsará na vida a paz como bate um coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Ser semente do futuro, é a mensagem de esperança, Que como um recado antigo, A vida nos dá a herança.- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Eu penso, que é saudável e honesto reconhecer e respeitar as diferenças que nos individualizam no campo, também dosi deais.----- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@ Há uma tal comunhão entre a obra e o autor Que até Deus concebe o Homem e o Homem - o Criador! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ UMA IDEIA : É uma LUZ que se acende i nesperadamente no nossos espirito iluminando um caminho novo. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Sei para onde vou- pela ansia de galgar a distância- de onde estou- para o que não sou. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ A solidão é o que preenche o vazio de todas as ausências. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Quando na vida se perde, Um amigo ou um parente, P’ra que serve a Primavera? Se o frio está dentro da gente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Mesmo sobre a saudade, a doçura do Natal, embala cada coração como uma música de esperança. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Em passadas de gigante nobre de traça e idade vem da nascente p'ras fontes dar de beber à cidade. -- Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Nas flores como nas pessoas, ás vezes a aparente fragilidade também pode esconder astúcias e artificiosos bluffes ”. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ A cada um seu direito, A cada terra seu uso, A cada boca um quinhão, A cada roca seu fuso, Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Seja cada dia um fruto- Cada fruto uma semente- Cada semente o produto- Dos passos dados em frente. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Coisas e loisas esparsas- Como a ferrugem – se pica- Como a lama dos caminhos- Se pisada… nos salpica. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Todos os dias amanhecem Crianças Pássaros Flores ! Sobre a noite das crianças Pássaros Flores que já não amanhecem Amanhecerá! Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@ Ao longe vejo Olivença Mais perto, Vila Real A meus pés o Guadiana Correndo manso – na crença De que tudo é Portugal Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Pátria sagrada de povo, Que emigrada- ganha pão, estás repartida- mas viva Se te bate o coração. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Portugal mais se define Onde a fronteira se traça Pode partir, mas não dobra Quem defende Pátria e Raça Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@ Bom seria se os recados do nosso coração chegassem ao ouvido de quem os motiva, porque então saberíamos como somos queridos e lembrados sem necessidade de telefones ou cartas. As comunicações seriam de coração para coração como a música de alma que se soltasse de um poema. Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@@@@

LIVROS PUBLICADOS:

-E vim cantar- 1955@ -Paisagem- 1956@ -Rezas e Benzeduras- 2000@ @@@@@@@@@@@






ARTIGOS PUBLICADOS Em :

Jornal Linhas de Elvas - Desde 1950 @ @@@@@@@@@@@ Jornal da Beira - (Guarda) @@@@@@@@@@@ Jornal da Ilha Terceira (Açores) @@@@@@@@@@@ Jornal O Dia @@@@@@@@@@@ Jornal O Despertador @@@@@@@@@@@ Revista Norte Alentejo @@@@@@@@@@@


links

Um pouco de mim...

EFEMERIDES

Blogs- quem nos cita

Deambulo por

Culinaria

K I K A

Paginas de Diário

2019

2018

2017

2016

2014

2015

2013

2012

2011

2010

Cá estou ...

Mais alguns...

Alguns...

Alentejo

Eurico Gama

Artigos sobre...

Escola Musica / Coral

Elvas Cidade...

Escritores e...

A Familia

Sebastião da GAma

Minhas sobrinhas Bisnetas

Meus sobrinhos Netos

Meus sobrinhos

Diversos...

Páscoa

São Mateus

Cartas especiais

noticias em Jornais

Dia da Criança

Cartas do Brasil- 1996

AÇORES

Juromenha

Col. de Gastronomia

O Natal

Exp. MuseuTomaz Pires-1984

Exposição PERCURSO-2008

HistóriasCmezinhasEreceitas

Revista Sénior

JOSÉ RIJO

Hospital e Maternidade

Livro de Reminiscências

Livros- de HistóriasInfantis

  • A história da Cotovia
  • A história de uma Flor
  • A historia do Castelo
  • AlendaMisterioso vale florido
  • O sonho da Joca
  • A menina de Trapo
  • A avó conta 1 historia
  • Conto - Margarida - 1
  • Conto-Margaridavaicontente
  • ... então sonhei!
  • O Cavalinho encantado
  • A princesa Jasmim
  • Aurinha está doente
  • Arnaldo o terrivel
  • A Cabrinha
  • Era uma vez ...
  • O pequeno castanheiro

Dias festivos

Programa de Poesia (radio)

Crónicas na Revista

Livro de Poemas - I

Livro de Poemas - II

Livro de Poemas - III

Livro de Poemas - IV

Aniversários Linhas

Livro Rezas e Benzeduras

Livro das Flores

LivroJoaoCarpinteiro

A Visita - Despertador

Programas se SãoMateus

Entrevistas

Entrevista - TV-Videos,etc

Visitantes no Blog

Aniversarios Blog



arquivos



Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.