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AMANHÃ

Sexta-feira, 25.09.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.767 – 4 de Janeiro de 1985

AMANHÃ

           

Curiosamente, no princípio de cada ano, todos estamos de “peito feito” para um recomeço de vida em moldes diferentes.

Todos sentimos um reforço de confiança e de fé – como se a alvorada do dia primeiro de Janeiro não fosse apenas a alvorada de mais um dia! – Como se cada dia, não fosse – ou não devesse ser, sempre – amado e respeitando – como um dia novo – como um único dia.

       

Mundo fora – monte em monte

A cantar, rompendo a noite,

Já o galo o repetia!...

Dia que nasce – é sempre hoje,

É sempre um único dia!

 

É sempre um único dia!

Sem quase nos apercebermos aceitamos os dias como direito nosso, coisa vulgar e assente…

Daí que vivamos como “milionários do tempo”, esbanjando dias e dias, às vezes é a vida toda que estragamos sem a ter sabido merecer…

Por força de hábito, vamo-los contando… Repartidos por semanas, meses…

      

Quando somamos mais um ano, junto com a alegria e a esperança de iniciarmos outro  - há por vezes, uma percepção incómoda de que o que já contámos, nos foi descontado, e então, tomamos consciência de sermos uma espécie de heróis adiados a sonhar com amanhãs, onde sempre cabem as realizações bem sucedidas – ao que não fizemos – hoje.

         

-- Heróis à noite, da esperança para amanhã…

-- Amanhã farei!... Ai faço! Faço!

-- Amanhã é que é!...

-- Assim o Ano Novo torna-se num “amanhã maior” – é um amanhã com 365 dias…

            

E, se tudo quanto é novo costuma apresentar um ar limpo e apetecível, se tudo quanto é novo cria no espírito a ideia da “festa de estrear”, ou a emoção meio gulosa, meio assustada de provar… experimentar… ousar… - que bom que o dia de Ano Novo nos abra a porta de “o amanhã” tão grande…

         

Que bom…

Se eu tiver amanhã – talvez embarque no sonho do poeta e tente

               

 

“Subir a todos os montes

Beber em todas as fontes”

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 19:01

A Presença do Poeta…

Quarta-feira, 29.07.09

Á Lá Minute

Jornal Linhas de Elvas

Nº 1.942 – 27 de Maio de 1988

 A Presença do Poeta…

 Muitas vezes me lembro de Sebastião da Gama. Não só como poeta, mas também, e muito especialmente, como pessoa.

Não que o tivesse visto alguma vez, a não ser em fotografias. Guardo, até uma, em que ele veste uma camisa de quadrados largos e usa uma boina na cabeça, tanto ao jeito dos pescadores, que é isso que mais parece – um deles – até pela feição de homem do povo e pelo tom de pele tostada que lhe dava o sol da sua “Serra Mãe” – a sua Arrábida.

          

Durante alguns anos, lá pelos meses de Julho e Agosto, rumávamos ao Portinho e, na Pousada, depois do almoço, ou o pai de Sebastião ou a mãe, ou ambos, por vezes, vinham para a nossa mesa depois das refeições, tomar café e desfiar saudades.

Assim, a pouco e pouco, foi-me possível juntar ao conhecimento da poesia, a descoberta do Poeta, na sua qualidade de pessoa, e entender melhor o todo que ambos formavam.

                                     

Quando anos mais tarde li o seu diário, frente a algumas reflexões nele encontradas, lembrei-me das conversas que sobre Sebastião tivera com sua mãe, porque a cada passo surgia evidente, o seu rigor e honestidade, a sua doçura de carácter, a sua bondade, a sua alegria e gosto pela vida.

Talvez por tudo isto e também pelo deslumbramento, que também a mim, me causava a Arrábida, habituei-me a pensar em Sebastião da Gama como uma presença viva junto de mim.

            

Talvez também por isso quando quaisquer circunstâncias me confundem digo para comigo:

- Vou fazer como Sebastião nas aulas com alunos desatentos, e pergunto-me:

- O que deveria eu ter feito que não fiz?

E é partindo de mim, como ele fazia, que procuro e encontro – quando encontro – o caminho que me leva aos outros.

 

Maria José Rijo

 

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publicado por Maria José Rijo às 21:24

Prémio - Blog de Ouro

Quinta-feira, 08.01.09

Este prémio veio da amiga Maria João 

do 

 http://premiosemedalhas.blogs.sapo.pt/ 

e

   que muito agradeço  .

.....

 

Para cumprir  as regras deste prémio terá de se:

 

- Copiar o prémio e colar no seu blog.

 

- Fazer referência e colocar no blog o endereço de quem o ofereceu.

 

- Presentear seis pessoas cujos blogs sejam uma inspiração para si.

 

- Deixar um comentário nesses blogs para que saibam que foram premiados.

 

 

É sempre difícil escolher - todos os amigos são preciosos:

 

Os nomeados são:

 

http://www.coisasimplesepequenas.blogspot.com/

 

http://escritosdeeva.blogs.sapo.pt/

 

http://flosinha.blogs.sapo.pt/

 

http://ncescada.blogs.sapo.pt/

 

http://planeta-sol.blogs.sapo.pt/

 

http://aquimetem.blogs.sapo.pt/

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 14:26

Casimiro Abreu

Quinta-feira, 13.03.08

Em dezanove de Fevereiro de dois mil e três, com oitenta anos, faleceu em Elvas este Poeta, que, também em Elvas tivera o seu berço em vinte e dois de Janeiro de mil, novecentos e vinte e três.

Foi a enterrar há três anos discreta e apagadamente.

Não deixou heranças fabulosas em dinheiros e bens materiais deste mundo.

Nada do que torna importantes, as pessoas, nesta vida.

Nada do que torna as pessoas colunáveis e condecoráveis.

Nada!...

Nem sequer foi jogador de futebol!!!

Nem ganhou o totoloto!

Não teve, por isso, um aceno de saudação, oficial, da sua terra, nem foi capa de jornais.

Não está na toponímia da cidade – não é nome de rua, nem de praça!

Nem de estádio!

Foi apenas um Poeta!

Um poeta que fez Elvas crescer na área em que o ser humano, realmente vale – em ideias, em iniciativas que tornaram a cidade conhecida por eventos culturais que alargou até Espanha.

Um poeta que idealizou progresso através de empreendimentos que outros aproveitaram para prosperar!

Um poeta, que com inteligente ironia, glosou em poemas satíricos os símbolos do conservadorismo e do atraso parolo, que impediam a sua cidade de olhar em frente...

Um poeta, cujo capital era massa cinzenta e, a coragem de a usar...

Um poeta que, está também, na génese dum jornal que dirigiu, e que foi lutador, valente e ousado, quando era difícil e perigoso sê-lo.

Um homem que sabia que a Vida, também é risco, e arriscava sem medo.

Um homem que não consentia que atacassem qualquer dos seus colaboradores, e considerava como feita a si próprio, qualquer beliscadura que alguém ousasse contra eles...

Um poeta com alma e coragem, que não virava costas a quem estivesse ao seu lado, lutando por valores que ele entendia como justos e promissores para o bem das gerações futuras.

Um poeta talentoso, que publicou livros onde evoca lugares e usos da sua terra natal, e reminiscências de infância que fazem história, porque referem costumes burgueses hoje, já quase desaparecidos.

Um poeta que encabeçava um pequeno “clã” - de amigos e admiradores - que manteve viva a chama da resistência à ditadura, sem esperar contrapartidas de cargos, honras ou regalias – mas que pelo contrário, lhes punha, a cada passo, a segurança e a liberdade em risco.

Um elvense, que, como outros, também hoje esquecidos, ajudou à instauração da democracia de que, outros “clãs” em proveito próprio, sem ética, nem pudor, (porque não basta à mulher de César, ser séria, é também preciso que o pareça!) se aproveitam afoitamente como se fossem monarcas com direitos de sucessão congénitos!

Enfim ! - fruto dos tempos! – Por certo!

Mas, falta de idealismo, também!

E, falta de outras coisas mais...

Às vezes, apenas egoísmo e apatia das “plateias” que – uma vez instaladas - adormecem frente aos acontecimentos, sem interiorizar o que escreveu Michel Quoist :“ Eu, sou o outro!”

 

Termino com dois versos, apenas, de um poema do livro “Pórtico” de Casimiro:

 

“Depois de ter escutado lamentos fora de mim,

Senti o peito repassado de ais, só iguais,

A choros que vêm de mim!”

 

 

                       Maria José Rijo

@@@@@

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.855 – 2/Março/2006

Conversas Soltas

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publicado por Maria José Rijo às 22:24

Apontamento de acaso

Segunda-feira, 08.10.07

            Os meus assuntos de conversa, provêm do pouco de televisão que vejo, e, do pouco, ou muito, que vou conseguindo ler, para além, claro, das minhas reminiscências, ou do que aos meus olhos se oferece quando relanço a vista das minhas janelas pelos horizontes em redor.    

            De outras fontes não disponho porque as minhas breves saídas de casa se limitam às compras domésticas e, nestes tempos das grandes superfícies comerciais não se encontra mais qualquer espécie de atendimento personalizado que permita os tais dois dedos de conversa, ainda que fiada.

 Agora, de prateleira em prateleira deslizam os olhares angustiados dos compradores por reconhecerem os artigos desconhecendo os preços que dia a dia se renovam sempre em movimento ascendente. Cada qual como se de autistas se tratasse, absorto, deambula por entre as ricas panóplias do exposto fazendo cálculos mentais aos parcos proventos de que dispõe para uma escolha, cada vez mais difícil dos alimentos a adquirir. Assim, que a não ser o: desculpe! Com um sorrisinho desbotado sempre que um carro ou um freguês encalha no outro no apertilho dos corredores entre as altas estantes é o silêncio de constrangimento que impera no ambiente onde a música de fundo faz um eco fantasmagórico criando ás vezes um certo ar de feira que mais confunde do que acompanha.

            Conclusão: - não há hipótese de convívio em tais recintos embora por vezes o insólito por lá aconteça e dele se conserve a lembrança dum sorriso divertido.

 Ainda outro dia, com o menino (quatro aninhos, talvez...) sentado dentro do carrinho, a jovem mãe, percorria com os olhos as prateleiras hesitantes na selecção dos produtos de higiene. Então o menino descobriu um objecto em forma de ovo e, eufórico, cobiçou-o pedindo-o com insistência.

            Que não, que não - respondia a mãe. Que aquilo era para dar bom cheiro à casa de banho, e não lhes era necessário. Foi então que o “ pequeno freguês” aduziu em alto e bom som um último e poderoso argumento: - compra Mãe que a nossa casa cheira muito mal!

            Aflita a jovem mãe olhou em redor, corada até às orelhas, para ver se alguém escutara aquela observação e deu comigo a rir e a pedir-lhe para me deixar dar um beijo no engraçado garoto, que indaguei chamar-se Ricardo.

            Este menino! Este menino! Repetia ela, confusa.

           É uma maravilha, rematei eu, bem divertida seguindo o meu caminho.

           Na memória dois versos: - cruzamos por momentos nossos passos na vária trajectória desta Vida...

            Que poeta terá escrito isto?

            Não sei, não me recordo, e tenho pena...

 

                                                     Maria José Rijo

@@@@@

Revista Norte Alentejo

 nº 12

Maio / Junho 2001

Crónica

 

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publicado por Maria José Rijo às 23:21

A VOZ DOS POETAS

Segunda-feira, 21.05.07

São Bartolomeu de Messines, numa rua que sobe à direita de quem sai da Igreja Matriz - frente a frente ficam duas velhas casas .

     De uma delas, a da esquerda, quando se sobe a calçada - a mais pequena, saiu minha Mãe um dia, vestida de noiva e foi depois residência de meu Tio mais velho e, ainda hoje, através dos seus descendentes, permanece na família .

     Na outra, que faz esquina, é enorme e tem uma das frentes virada para o lado da Igreja - habitou João de Deus.

    Há alguns anos quando, mercê de circunstâncias, por lá passei integrando um grupo de elvenses, ao contar, que um dia no passado, eu saíra daquela casa ao colo de minha Tia mais nova para ser baptizada naquela mesma igreja feita de pedra vermelha, como não vi outra ainda - espontaneamente, para meu enlevo, escutei os parabéns a você.

     Nesta época de Natal e Ano Novo, em que mais do que nunca o coração canta e chora saudades, mesmo sem querer as recordações fluem e, muitas vezes, na voz dos poetas encontra-se a resposta para os nossos próprios sentimentos. Não fora a época que é, e eu, de João de Deus - esse lírico ímpar da nossa poesia - recordaria hoje aqui, a história do Leão Moribundo!...

     Porém, como é a época que é - acho mais a propósito deixar-vos com um poema que mostra como João de Deus, via, no seu tempo, as eleições. Ou será que a escrita é de hoje e fui eu que não percebi...

          

                            entre el-rei e o povo

                         Por certo um acordo eterno:

                         Forma el-rei governo novo,

                         Logo o povo é do governo

                         Por aquele acordo eterno

                        Que há entre el-rei e o povo.

 

                       Graças a esta harmonia,

                       Que é realmente um mistério,

                       Havendo tantas facções,

                       O governo, o ministério

                       Ganha sempre as eleições

                       Por enorme maioria !

 

                       Havendo tantas facções,

                       É realmente um mistério !

 

        Se Deus me der vida e saúde conto, já de posse da cassete que me proporcionará o som para juntar à prova literária que já possuo - com toda a dignidade, como é minha obrigação e timbre - fazer uma série de artigos sobre as eleições que recentemente decorreram em Elvas.

         É minha obrigação de cidadania explicar os porquês de cada coisa .

         Elvas sempre me mereceu e merece pôr os seus interesses acima dos meus, o que corajosamente conto fazer.

                                    Maria José Horta Travelho de Almeida Rijo

                                       Poetisa, Escritora, Articulista, Pintora... ...

In :

Conversas Soltas

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.434 – 2-Janeiro - 1998

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publicado por Maria José Rijo às 23:02





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